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Posts com a tag "Game"

A melhor (e mais divertida) forma de provar qual é o melhor candidato

14 de outubro de 2014 0

Para alguns, a melhor forma de decidir qual o melhor candidato é só depois do resultado da votação. Já outros preferem uma interminável discussão nas redes sociais, que não levam para lugar nenhum. Mas uma terceira e mais divertida forma que apareceu agora é no jogo “Corrida Presidencial”.

Disponível só para dispositivos Android, nele você escolhe o seu candidato favorito e fica pulando nos palanques para conquistar os votos para a campanha. Há bônus para subir mais rápido (como molas e poderes), mas cuidado com os inimigos (estrelas vermelhas contra o Aécio e tucanos contra a Dilma). O controle dos personagens também é com os movimentos dos próprios aparelhos (acelerômetro), bem fácil de pegar o jeito e desafiador com os obstáculos.

 

 

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Ryse: Son of Rome é legal, mas...

08 de janeiro de 2014 0
Imagem: Microsoft Studios / Divulgação

Imagem: Microsoft Studios / Divulgação

A nova geração de videogames está aí, trazendo novos desafios com engines poderosas e gráficos mais próximos da realidade. E o jogo Ryse: Son of Rome (exclusivo de Xbox One / Microsoft Studios / 2013 / totalmente em português) pode ser considerado o primeiro marco do novo console da Microsoft. Mas os desenvolvedores precisam lembrar que os efeitos especiais só ficam bons se acompanhados de uma boa história e, principalmente, experiência de imersão no jogo.

Na história, o jogador acompanha a jornada do general Marius Tito (ou só Mário na dublagem…). Ele lidera as tropas da Roma antiga, que logo no começo do jogo devem defender a cidade de um ataque de bárbaros. Acontece que a família de Marius acaba sendo morta na sequência e, no desenrolar da trama, é descoberto que os acontecimentos na vida do general não são tão ao acaso como ele pensava. Os desenvolvedores descrevem tudo como um “um conto épico de vingança abrangendo toda uma vida” – porém, quem conhece o filme Gladiador pode encontrar muitos clichês no roteiro, inclusive com Marius tendo que lutar em arenas.

Imagem: Microsoft Studios / Divulgação

Imagem: Microsoft Studios / Divulgação

O jogo é baseado na ação, no clássico estilo hack and slash, com muita violência explícita e membros decepados (ou seja, dar espadadas em qualquer coisa que se mexer). Os comandos são simples e apresentados ao jogador na medida que progride na história. Há ainda os chamados quick time events, que são sequencias rápidas onde se deve apertar os botões em uma ordem correta. E é nesta parte que o jogo apresenta seu primeiro ponto fraco: mesmo se o jogador não apertar os botões certos, ou mesmo não fazer nada durante a cena, a ação é concluída automaticamente. A diferença entre apertar os botões de forma correta ou não são apenas alguns pontos de experiência, que podem ser trocados em novas habilidades.

Os gráficos e os detalhes das expressões faciais dos personagens são o ponto alto do jogo, provando o potencial da nova geração de consoles. O cenário também é bem trabalhado, apesar de ser linear e com caminhos bem demarcados para seguir. Porém, há uma repetição excessiva de inimigos (você vai enfrentar uma centena de vezes o mesmo “gordo do escudo”). Já a tradução dos textos em português e a dublagem ajudam bastante para entender a história, mas as falas são muito mecânicas e sem emoção – e traduções de jogos anteriores provam que não precisava ser assim.

Imagem: Microsoft Studios / Divulgação

Imagem: Microsoft Studios / Divulgação

Ryse: Son of Rome é um jogo com uma bela estética, que oferece uma história interessante para quem assiste. Mas quem está no controle pode ter a impressão de pouca participação e o sentimento de “estar faltando algo”. Parece que o foco do jogo são os gráficos, enquanto que a experiência de jogar foi deixada simples demais, talvez para agradar novos jogadores – mas o que é um ponto muito negativo para quem procura mais desafios.

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Quem estiver em Balneário Camboriú ou região pode experimentar pessoalmente Ryse: Son of Rome e outros jogos do Xbox One na Clans BR.

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O Cavaleiro das Trevas é a caça e o caçador em Batman: Arkham Origins

26 de outubro de 2013 0

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O começo nunca é fácil para um herói, ainda mais quando se tem um bando de assassinos caçando a sua cabeça por dinheiro. E agora Batman: Arkham Origins (Playstation 3, Xbox 360 e PC / Warner Bros. Games Montreal / 2013 / legendas e dublagem em português) mostra o início da luta do Cavaleiro das Trevas contra o crime de Gothan, quando enfrenta pela primeira vez seus piores inimigos unidos em um único objetivo: matar o Batman.

Este é o terceiro jogo da série Arkham, que já explorou o famoso Asilo Arkham dominado pelo Coringa e a Cidade Prisão controlada por Hugo Strange. E desta vez é o vilão conhecido como Máscara Negra que reuniu um grupo para acabar com o homem morcego.

Batman: Arkham Origins repete tudo o que deu certo nos jogos anteriores, como um controle bem fluído do personagem, o clima sombrio, uma história envolvente e os famosos equipamentos (gancho, bomba de fumaça, gel explosivo e o, estranhamente renomeado, “batarangue”).

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Os combates também são novamente destaque, onde é possível socar muitos inimigos de forma fácil e com uma bela coreografia, sem perder a sensação de desafio. Também cada combate vencido gera pontos de experiência, para serem gastos em melhorias de habilidades físicas ou tecnológicas – também há pequenos segredos escondidos pelos cenários, que se descobertos pelas habilidades de detetive do Batman geram recompensas.

A primeira novidade apresentada durante o jogo é que agora o herói pode acessar a Batcaverna. No refúgio é possível investigar melhor os casos e montar equipamentos novos com a tecnologia de seus inimigos – como as luvas de choque. Já o novo modo multijogador coloca dois times de vilões, como o Coringa e Bane, para caçar Batman e Robin (em um esquema 3 contra 3 contra 2 jogadores).

A parte gráfica parece não ter evoluído do jogo anterior Arkham City, que já era muito boa. Mas alguns efeitos novos como o movimento da capa e o efeito de neve deixam o jogo bem mais bonito. A dublagem também merece destaque na parte técnica, que mostra o investimento do mercado dos jogos no Brasil (apesar dos preços abusivos aos consumidores… mas isso é outra história).

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No geral, Batman: Arkham Origins dá o conforto dos controles e técnicas já jogadas em uma interessante história dos primeiros passos do Cavaleiro das Trevas. Quem ainda não jogou nada da série vai ficar impressionado em vestir o manto negro pela primeira vez. Já quem está cansado de prender o Coringa vai se divertir explorando todas as referências que fecham a trilogia de jogos.

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Confira também meu primeiro gameplay para o blog, da primeira meia hora de Batman: Arkham Origins (versão para PC / Steam).

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Dots é o novo sucesso dos jogos para celulares e tablets

20 de agosto de 2013 0

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Imagem: Dots / Divulgação

O objetivo é simples: conectar o máximo de pontos da mesma cor em 60 segundos ou 30 jogadas. Dots é um novo jogo gratuito para smartphones e tablets que lembra muito o “jogo dos pontinhos” (comum nas escolas). Cada sequência feita soma uma determinada quantidade de pontos ao placar. Quanto mais pontos ligados, melhor o resultado (e melhor ainda se forem fechados quadrados da mesma cor).

Os pontos ganhos em cada partida podem ser convertidos em Power Ups, bônus nas jogadas que incluem tempo adicional, eliminar um ponto específico ou mesmo todos os pontos da mesma cor de uma vez. Tudo para contribuir no placar final, que pode ser comparado com os amigos ligados ao Facebook e ao Twitter.

Dots garante uma diversão casual rápida, mas que prende pela busca de placares melhores. Inclusive, o jogo já está sendo considerado um novo Candy Crush.  Na Apple Store, por exemplo, ficou entre os mais baixados durante uma semana. E agora também está disponível para dispositivos Android.

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Xbox One é o novo videogame da Microsoft

21 de maio de 2013 2

Imagem: Microsoft / Divulgação

Todo o entretenimento em um só lugar. Esta é a ideia do Xbox One, o novo console que a Microsoft colocará no mercado até o final de 2013. As principais novidades foram apresentadas na tarde de terça-feira, dia 21 de maio. Mas as mudanças serão esmiuçadas mesmo na E3 2013. Ou seja, o primeiro evento só serviu para deixar o público com água na boca (e passar na frente da Sony, que não revelou muita coisa do Playstation 4).

A carcaça do Xbox One perdeu o design arredondado do modelo 360, para voltar a ser uma caixa com as extremidades angulosas e retas. Sua configuração está bem mais potente: 8GB de memória RAM, vai rodar Blu-Ray e com HD de 500GB – com a possibilidade de multitarefa nos aplicativos. Já o Kinect acompanha as mudanças na parte física e agora detecta mais pontos de movimento (e a impressionante capacidade de ler os batimentos cardíacos dos jogadores). O controle também ganhou um touchpad (que não explicaram muito a utilidade…).

O que mais chamou a atenção é o foco que a Microsoft deu para o entretenimento, colocando mais “video” sem mexer no “game”. Don Mattrick disse que “hoje a sala de estar concentra toda a família e o Xbox One quer concentrar todo o entretenimento dela”. Por isso, o novo console terá uma grande integração com a televisão, inclusive servindo como uma espécie de receptor (que apresenta guia de programação e troca os canais por comandos de voz do Kinect, mesmo sem estar conectado em uma smart tv).

Já na parte dos jogos foram anunciadas 15 franquias exclusivas, como o novo (interessantíssimo) Quantum Break e o Fifa 14 Ultimate Team. Também foram anunciados conteúdos para download (DLCs) que serão lançados primeiro no Xbox. Mas a parte grossa, de todos os gameplays e detalhes dos jogos, foi deixada para a E3 2013.

Valores de venda ou datas precisas de lançamento não foram divulgados. Por outro lado, Don Matrick falou no pós-show de apresentação que o Xbox One não precisará ficar o tempo todo conectado na internet (dúvida que assustou por muito tempo o público). Mesmo assim, a impressão que fica é que só será possível aproveitar todo o potencial do Xbox One se ele estiver online o tempo todo.

E você, o que esperava (ou ainda espera) da caixa de surpresas do Xbox One?

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Plants vs. Zombies invade o Facebook

20 de maio de 2013 2

Imagem: PopCap Games / Divulgação

Qual a melhor coisa para combater uma invasão de mortos-vivos? Plantas! A PopCap Games usou esta combinação estranha para criar um dos jogos casuais de maior sucesso desde 2009. Depois de várias versões (para Windows, Android, iOS, NintendoDS, Xbox 360, tamagotchi…), os desmortos agora buscam cérebros no Facebook em Plants vs. Zombies Adventures.

A essência conhecida de torres de defesa (Tower Defense) está lá: zumbis surgem de um lado, você coloca plantas do outro para defender sua casa. Acumule energia solar para crescer plantas e aumentar seu jardim. A novidade é a adição de espécies de vegetais, frutas, itens e zumbis (inclusive a primeira zumbi mulher da série), além de todas as características sociais que o jogo ganhou pela nova plataforma.

Amigos do Facebook podem ser convidados a jogar e virarem seus vizinhos. Estes por sua vez ajudam em missões específicas dentro do jogo, que servem para destravar novas sementes ou itens para aumentar o arsenal contra zumbis. Além disso, há uma disputa de níveis entre os jogadores (ranking) e a possibilidade de enviar hortas de zumbis nas casas dos vizinhos (pela primeira vez uma característica de enfrentamento). Ou seja, uma gameficação social completa.

Imagem: PopCap Games / Divulgação

Como todo jogo social hoje em dia, você terá que acumular itens “monetários” para comprar certas coisas e destravar ações. Em Plants vs. Zombies Adventures acumule gemas, moedas e “zombuck”, que você pode gastar dinheiro de verdade se não tiver paciência para esperar os valores (vale lembrar que o jogo é grátis, sem a obrigação de gastar nada).

Quem jogou o clássico Plants vs. Zombies pode estranhar as novas características sociais e os traçados “não retos” que os mortos-vivos andam (outras pequenas mecânicas mudaram, mas nada que em cinco minutos não acostume). Mas o jogo mantém o bom humor da série, a diversão casual e os sorrisos desgrenhados dos zumbis.

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Homem de Ferro 3 ganha jogo gratuito para Android e iOS

26 de abril de 2013 3

Imagem: Gameloft Brasil / Divulgação

O filme Homem de Ferro 3 chega aos cinemas acompanhado de um jogo para download gratuito em Android e iOS. O aplicativo é oficial da Marvel, produzido pela Gameloft Brasil e legendado em português. O estilo é o endless running game, como o famoso Temple Run, só que agora você comanda Tony Stark voando em uma de suas armaduras, desviando de obstáculos e combatendo inimigos.

O jogo pede um aparelho com configurações bem atualizadas (consegui instalar em um Sansung Galaxy Tab 2 10.1, mas não em um Galaxy Mini). Mas os gráficos e os elementos de processamento justificam a exigência. É possível escolher controlar o Homem de Ferro com os dedos ou usando o giroscópio do aparelho (muito divertido a última opção, como quando antigamente virávamos os controles em jogos de corrida, mas agora funciona!).

Imagem: Gameloft Brasil / Divulgação

Além de voar pela tela, o jogador pode usar os equipamentos das armaduras (são 18 no total) para destruir os inimigos. E cada versão tem um tipo de ataque especial, que pode ser melhorado com os pontos adquiridos durante o jogo no menu Industrias Stark. Como o jogo é um freemium (grátis para jogar, mas se quiser pode pagar por itens e bônus) é possível comprar melhorias para ir mais rápido (eu acho que isso é trapacear, mas quem quiser, tem a opção…).

O nível de desafio é o de todo jogo casual, pois depois de tentar algumas vezes e pegar o jeito vai embora. Vale a pena para quem é fã e quiser entrar no clima antes de curtir o filme.

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Ajude Lara Croft a sobreviver no novo Tomb Raider

10 de março de 2013 0

Imagem: Divulgação - www.tombraider.com

Sobreviver em um ambiente hostil com poucos recursos. Não é mais um episódio de À Prova de Tudo, apesar de Lara Croft parecer a filha de Bear Grylls no novo Tomb Raider (para PC, Xbox 360, PlayStation 3 / Crystal Dynamics e Square Enix / 2013 / versão com legendas em português). O décimo jogo da série, que ficou famosa inclusive no cinema, chega para recomeçar do zero a jornada da arqueóloga britânica que explora tumbas.

A história começa com o naufrágio do navio Endurance, contratado para uma expedição arqueológica. Cenas rápidas e fortes de uma tempestade no mar. Lara, que era uma das tripulantes, sobrevive ao naufrágio e acaba em uma ilha misteriosa (qualquer semelhança com Lost não é coincidência, com coisas estranhas acontecendo). Mas quando está na praia acaba raptada por uma figura estranha, antes mesmo de encontrar com outros tripulantes.  A partir disso, ela começa um caminho bem tortuoso (e sofrido) pela sobrevivência.

A imagem acima foi registrada direto da televisão, por isso está em baixa qualidade. Registrei o início do jogo, onde Lara aparece suja, machucada e assustada dentro de uma tumba.

O roteiro completo é revelado ao longo do jogo por flashbacks, que ajudam a contextualizar o motivo da expedição e o que diabos uma adolescente está fazendo no meio de um lugar chamado Mar do Diabo (onde a ilha está localizada). Esta forma encontrada para contar a história é bem criativa, com uma pequena filmadora, diários dos tripulantes e outros objetos de registro – quanto mais você explora o cenário e encontra coisas, mais história você ganha.

Aliás, uma herança dos antigos jogos da série são os artefatos escondidos. Eles também ajudam a contar mais sobre o que está acontecendo na ilha, além de combinar com o interesse arqueológico de Lara – é legal notar o fascínio dela por máscaras cerimoniais ou pinturas nas paredes. A novidade são equipamentos encontrados em caixas, peças e outros “entulhos” que podem ser usados para melhorar armas e equipamentos (ao melhor estilo MacGyver).

Imagem: Divulgação - www.tombraider.com

O sistema de evolução da personagem também ficou muito bom. Em cada cena de ação concluída, animal caçado ou desafio vencido ganha-se experiência, usada para adquirir novas habilidades. Com o tempo é possível conseguir carregar mais coisas, encontrar melhores recompensas, ficar com a pontaria mais precisa ou melhorar seu Instinto de Sobrevivência.

O Instinto de Sobrevivência é outra novidade de Tomb Raider. É uma visão mais aguçada do cenário, como a visão detetive do Batman. Serve para ajudar a resolver os famosos quebra-cabeças dos cenários, além de dar pistas de objetos importantes ou trilhas de caças. (Não sei se já sou acostumado estilo, mas usar esta habilidade deixa o jogo fácil demais).

Imagem: Divulgação - www.tombraider.com

Esqueça as famosas pistolas duplas de Lara Croft. A principal e melhor arma é um arco (e parece que as flechas brotam em árvores, de tanto que aparece para coletar). Mas no arsenal ainda estão pistolas simples, metralhadoras e rifles. As situações de combate fluem bem, a mira é precisa (até demais para quem nunca tinha usado uma arma antes como ela) e há um sistema de cobertura bem prático (é só ficar próximo de um muro, que é automático).

O jogo é bem linear (segue um caminho e pronto). Mas para quebrar isso há pequenas áreas livres ao redor dos acampamentos, onde é possível caçar e explorar ruínas pelos detalhes extras. Acampamentos são áreas importantes, que servem para salvar o jogo, fazer melhorias em equipamentos ou habilidades – depois de explorados, pode-se viajar automático entre eles.

Imagem: Divulgação - www.tombraider.com

Gráficos, trilha sonora e outros detalhes técnicos estão impecáveis. E tudo ajuda a ressaltar o sofrimento da personagem – aliás, tome cuidado: Lara geme bastante de dor e alguém que estiver ouvindo de outro cômodo pode pensar que você está vendo pornografia.

Outro detalhe que chama a atenção é o novo visual de Lara, que em sua nova versão é bem mais jovem e aparenta ser mais frágil. Não muda em nada a jogabilidade e fica até estranho seu porte realizando certas proezas físicas. Mas de forma geral o jogo é muito bom, principalmente pelos mistérios que só são resolvidos com exploração – muito justo, afinal Lara, assim como Natan Drake, são inspirados em Indiana Jones.

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Acorde o Master Chief que está em você com Halo 4

17 de novembro de 2012 0

Entre as centenas de opções de tiro em primeira pessoa que existem por aí, Halo 4 (exclusivo Xbox 360, Microsoft / 343 Industries) é destaque por ser uma combinação balanceada de história, jogabilidade e diversão. O jogo de ação e aventura espacial é o oitavo da série, que vem para começar um novo ciclo nas missões de Master Chief (John-117, o protagonista), continuar a luta da humanidade contra os Covenants e servir como cenário para os combates entre Vermelhos e Azuis. Tudo em uma edição totalmente em português para os brasileiros.

A campanha de Halo 4 começa quatro anos após o incidente com a nave Forward Unto Dawn em Halo 3. Master Chief, considerado até então desaparecido em combate, estava em sono criogênico no que restou da Forward Unto Dawn e é acordado por Cortana (uma Inteligência Artificial que ajuda nas missões e um pouco mais…). Chief e Cortana começam a abrir caminho agora até a nave Infinity, enfrentando seus antigos inimigos Covenants e descobrindo uma nova ameaça. São oito missões que oferecem um bom desafio, em uma média de uma hora e meia cada. O legal também é que a campanha pode ser jogada no modo cooperativo, online ou com um amigo no mesmo console.

Mesmo se você nunca jogou nada da série, ou se esqueceu de algum detalhe da história, os produtores tiveram o cuidado de inserir registros em cenas introdutórias ou arquivos durante o jogo (na segunda sala depois que você sair do sono criogênico há uma escada para um andar inferior, onde há um computador escondido que tem salvo o que aconteceu com John-117). Aliás, a Microsoft lançou também a série online com atores reais Forward Unto Dawn, que ajuda a entender o que aconteceu de importante e ambientar o universo de Halo.

O modo Infinity é o multijogador online ou local, onde é possível montar um Spartan personalizado, participar de combates no time Vermelho ou Azul, ganhar pontos de experiência, comprar novos equipamentos e tentar ser um soldado tão bom quanto Master Chief. Há partidas clássicas, como Captura de Bandeira, Rei do Pedaço ou Mata-Mata, com novos equipamentos e armas (que entre tudo destaco o ROBO GIGANTE Mantis, que faz você se sentir um Power Ranger no Megazord, o resto é mais divertido você descobrir).

Um terceiro e novo modo de jogo chamado Spartan Ops traz pequenos episódios, que acontecem durante uma temporada (parece que de tempos em tempos haverá novos para baixar). É como se fosse um seriado da televisão, com a diferença de, depois de ver o vídeo da história, você joga e decide o que vai acontecer. O interessante desse modo é que ele é uma espécie de continuação da colonização do planeta Requiem (da campanha principal), que pode ser jogado sozinho ou multijogador.

Outra novidade é o Halo Waypoint, um aplicativo multiplataforma (computador, celular, tablet) que registra suas estatísticas, como conquistas, medalhas, pontuação, entre outras coisas. Nele é possível compartilhar informações com os amigos ou acompanhar seu desenvolvimento. Útil também para verificar os desafios diários, semanais e mensais, que dão mais pontos de experiência se cumpridos.

Então, como fã da série, gostei muito de Halo 4. O jogo aproveita tudo o que as edições anteriores tinham de bom, como o ritmo das partidas e os equipamentos legais, contando uma nova história bem interessante. Os gráficos melhoraram (como o esperado) e as muitas formas de jogar oferecem diversão por muito tempo (fazendo valer o investimento de R$ 149,00).

A série Halo é tão querida pelos fãs, que motivou o pessoal a fazer um videoclipe paródia com a música “Glad you Came”, do grupo The Wanted. A produção já é sucesso de visualizações no Youtube. Confira a seguir:

Veja também: Em um dia, ‘Halo 4′ arrecada US$ 220 milhões em vendas em todo o mundo

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Baixe agora Angry Birds Star Wars™

08 de novembro de 2012 1

Há muito tempo, em uma galáxia muito, muito distante… um grupo de pássaros rebeldes raivosos encararam uma ameaça galáctica: o Império maligno dos porcos.

Recomendo clicar no play abaixo antes de continuar a leitura 

Os pássaros mais famosos (e com sérios problemas de paciência) no mundo dos games foram para o universo dos Jedis e Siths. Angry Birds Star Wars™ foi liberado hoje para download gratuito no Google Play e por US$ 0,99 na Apple Store, além de outras plataformas (tem também a versão para PC com demo gratuito).

O game oferece mais de 80 desafios com personagens caracterizados em cenários famosos, desde o deserto de Tatooine até a Estrela da Morte Estrela Porco. A novidade são os novos itens na mecânica de jogo, que agora oferece sabres de luz, disparos lasers e poderes da Força para derrubar o Império dos Porcos.

Existem ainda segredos para serem descobertos, como níveis bônus com R2-D2 e C-3PO, além de atualizações para adicionar novos desafios (que já são comuns na série de games Angry Birds).

Para quem ainda não conhece, a série Angry Birds é sucesso mundial principalmente em dispositivos portáteis (celulares e tablets). O estilo é ação/casual e seu objetivo é lançar pássaros por um estilingue (!), para derrubar estruturas e destruir os porcos (o desafio está em onde acertar o menor número de pássaros possíveis, que tem habilidades diferentes, para acabar com todos os porcos).

Que os pássaros estejam com vocês!

QR-Code para download gratuito em dispositivos com Android.

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