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GTA V é o melhor jogo de 2013

08 de dezembro de 2013 2

O Next Generation Of Video Game Awards (VGX) elegeu os melhores jogos de 2013 em 23 categorias. Mesmo sendo uma das principais e respeitadas votações do gênero, os resultados geraram muitas discussões nos fóruns e grupos de jogadores mais assíduos – afinal, qualquer lista de melhores sempre causa estranhezas, porque cada um tem uma experiência diferente com cada jogo.

Confira abaixo os melhores jogos em suas respectivas categorias e aproveite as indicações, caso estiver procurando algo bom para jogar neste fim de ano. Aproveite a área dos comentários para dizer o que você achou das escolhas, se concorda ou discorda de alguma categoria.

> Melhor Jogo do Ano (#VGXGameOfTheYear): Grand Theft Auto V (GTA V)

> Melhor Estúdio do Ano (#VGXStudioOfTheYear): Naughty Dog

Sem título

> Melhor Jogo de Tiro do Ano (#VGXBestShooter): Bioshock Infinite

> Melhor Jogo de Aventura e Ação do Ano (#VGXBestActionAdventure): Assassin’s Creed IV: Black Flag

> Melhor Jogo de Esporte do Ano (#VGXBestSports): NBA 2K14 (sim, não foi Fifa nem PES)

> Melhor Jogo Independente do Ano (#VGXBestIndependent): Gone Home

>Melhor Jogo de RPG do Ano (#VGXBestRPG): Ni no Kuni – Wrath of the White Witch

> Melhor Jogo de Luta do Ano (#VGXBestFighting): Injustice: Gods Among Us

> Melhor Jogo de Corrida do Ano (#VGXBestDriving): Forza Motorsport 5

> Melhor Conteúdo Extra do Ano (DLC) (#VGXBestDLC): Far Cry 3 – Blood Dragon

> Melhor Jogo de Xbox do Ano (#VGXBestXbox): Brothers – A Tale of Two Sons

>Melhor Jogo de Playstation do Ano (#VGXBestPlaystation): The Last of Us

>Melhor Jogo de Nintendo do Ano (#VGXBestNintendo): Super Mario 3D World (que surpresa, não!?)

>Melhor Jogo para Computador do Ano (#VGXBestPC): Gone Home

> Melhor Jogo Móvel do Ano (#VGXBestMobileGame): Plants vs. Zombies 2: It’s About Time

>Melhor Jogo Artístico do Ano (#VGXBestHandheld): The Legend of Zelda – A Link Between Worlds

>Melhor Jogo Casual do Ano (#VGXBestCasual): Animal Crossing: New Leaf

> Melhor Ator de Voz (#VGXBestVoiceActor): Troy Baker como Joel em The Last of Us

>Melhor Atriz de Voz (#VGXBestVoiceActress): Ashley Johnson como Ellie em The Last of Us

>Melhor Trilha Sonora do Ano (#VGXBestSoundtrack): Grand Theft Auto V

> Jogo Mais Esperado para 2014 (#VGXMostAnticipated): Titanfall

> Melhor Personagem do Ano (#VGXCharacterOfTheYear): Irmãos Lutece do Bioshock Infinite

>Melhor Música de Jogo do Ano (#VGXBestSong): “Will the Circle be Unbroken”, de Bioshock Infinite

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Tensão e terror no jogo independente Damned

05 de novembro de 2013 0

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Daniel Zamudio conseguiu realizar o sonho de muitos gamers: se tornou um profissional dos jogos eletrônicos. Ele, que é egresso do curso de Jogos Digitais da Univali, está entre os vencedores do concurso Steam GreenLight - considerado um Oscar dos desenvolvedores independentes – com o game online de terror Damned. E o jogo premiado já é o segundo desenvolvido pela 9Heads (empresa de Daniel junto com outros dois amigos).

Na história de Damned, cinco jogadores estão presos em um lugar amaldiçoado (um hotel, hospital, casa abandonada no meio do mato…). Quatro deles têm o objetivo de encontrar chaves e itens para conseguir escapar, enquanto um dos jogadores é o monstro que tem o objetivo de atrapalhar a fuga.

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Com uma mecânica e comandos simples, mas em um clima tenso e imersivo, o jogo é o melhor do estilo Slender combinado com multiplayer. Também a cada nova partida os elementos do jogo são alterados de forma aleatória: por exemplo, uma chave que estava em um lugar  pode não estar lá em uma segunda vez . Além disso, o próprio cenário dá sustos nos jogadores, com objetos caindo ou barulhos estranhos.

Segundo Daniel, a principal causa do medo no jogo é o fato de não ser possível antecipar o perigo. “Esse diferencial do jogo só foi possível devido ao monstro também ser controlado por um integrante dos cinco jogadores. Isso não seria possível com o uso de inteligência artificial no controle do monstro. Ao ter um jogador no controle da ameaça, todas as rodadas trazem um clima de suspense e medo”, explica.

Damned está disponível para download na Steam e quem quiser pode ajudar no desenvolvimento, fazendo comentários ou reportando bugs.

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Bem-vindo a Los Santos de GTA V

22 de setembro de 2013 1

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Uma das novidades de GTA V é que agora há três personagens principais no modo história (Divulgação / Rockstar Games)

Tiros, perseguições em alta velocidade, explosões, prostitutas e mais tudo aquilo que a sociedade conservadora condena. Grand Theft Auto (GTA) construiu sua história em um império de polêmicas e envolveu jogadores em seu mundo aberto com a sensação de liberdade. Tanto que qualquer outro jogo com as mesmas características hoje é rotulado como “um tipo de GTA”.

Mas como oferecer algo novo depois de 13 jogos e derivados da franquia? Fazer tudo maior, claro, como a nova cidade de Los Santos (uma versão avacalhada caricata de Los Angeles) do recém lançado GTA V (Xbox 360 e PlayStation 3 / Rockstar Games / 2013 / versão com legendas em português). E agora com três personagens principais para dar conta de tudo: Michael, um bandido que está no programa de proteção a testemunhas e tenta entender seu lugar no mundo; Franklin, um ladrão de carros novato que quer encontrar seu lugar no mundo; e Trevor, o caos em pessoas que só quer saber de destruir o mundo.

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Clique na imagem para visualizar o mapa maior e completo (Divulgação / Rockstar Games)

GTA V envolve qualquer jogador que entrar em Los Santos, pois é oferecido um cenário com uma enorme quantidade de coisas para fazer e que vão além da história principal. O tamanho do mundo recriado impressiona com seus 74 quilômetros quadrados virtuais, sem telas de carregamento (loading) durante o jogo, construções detalhadas, efeitos de vento e água que beiram a realidade e um sistema que deixa tudo “vivo” – pessoas conversam pelas ruas, a polícia persegue (outros) bandidos, loucos tentam convencer a assinar manifestos, entre outras coisas sem a interferência do jogador.

Praticar tênis, jogar golfe, participar de uma corrida de motos ou praticar tiro em um estande de armas (ou em outros alvos vivos) são apenas as atividades mais básicas disponíveis. Elas inclusive ajudam a melhorar as estatísticas dos personagens, como treinos para as missões. A novidade são eventos aleatórios (como os em Red Dead Redemption): um pessoa é assaltada, alguém fica preso em um carro acidentado na rodovia, um casal bêbado pede uma carona para casa… E a escolha é do jogador de ajudar ou não, sendo que há uma recompensa ou punição para cada tipo de atitude.

GTA3A personalização de carros e dos próprios personagens tem centenas de possibilidades (Divulgação / Rockstar Games)

Mas o destaque são os chamados Golpes, no melhor estilo “Onze Homens e Um Segredo”. Os personagens planejam e realizam grandes roubos ou outros tipos de ações, que envolvem várias frentes. O jogador escolhe os membros da equipe que participarão do ato por suas habilidades, como pilotos de fuga, hackers ou atiradores, além da forma que acontecerá (discreta ou quebrando tudo). E quanto melhor for uma pessoa em uma coisa, mais caro ela vai cobrar pelo serviço – assim como maior será o sucesso da operação. Aliás, possibilidade de jogar com vários personagens na mesma missão e a troca dinâmica entre eles deixa a experiência ainda mais empolgante.

Além da história principal, que alguns dizem poder terminar em 38 horas de jogo, o grande atrativo de GTA V são novamente as atividades sem compromisso. Chega a ser artístico passear de avião, barco ou carros possantes em cenários vastos e bem trabalhados, com as já famosas estações de rádio como trilha sonora. Mas também há um submundo de coisas explícitas e chocantes, como prostituição, tráfico de drogas (fãs de Breaking Bad vão gostar muito) e violência gratuita (volte e comente neste texto se você fizer a primeira missão de Trevor ou encontrar canibais).

E justamente estas polêmicas que destacam GTA V entre os muitos jogos do estilo, pois beira limites da moralidade, ao mesmo tempo que faz críticas ao modo de vida atual. O caos pode ser visto como a fachada de uma história bem construída e com diálogos inteligentes, que envolve os jogadores em muitos níveis, para uma reflexão do que está acontecendo no mundo dos três personagens principais. Ou não, caso o objetivo do jogador seja apenas destruir tudo e ver Los Santos em chamas.

Recomendo clicar nos links em azul no texto para saber mais sobre o jogo. E como GTA V é muito grande e tem muitas possibilidades, peço a ajuda de quem já jogou:
> O que mais você destacaria na hora de apresentar o jogo para alguém?

> Encontrou alguma referência ou cena interessante?

Compartilhe nos comentários. E quando GTA Online for liberado farei um novo texto sobre as possibilidades fora do jogo.

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O que você precisa saber sobre a E3 2013

17 de junho de 2013 3

Imagem: E3 2013 / Divulgação

A Electronic Entertainment Expo (E3) trouxe mais uma vez muita expectativa para os fãs dos videogames. Como sempre também, a guerra entre os consoles pela atenção do público foi destaque (positivo e negativo em alguns casos).

Como foram muitas novidades, convoquei mais dois jogadores amigos para ajudar a resumir os principais anúncios para os três principais videogames da nova geração. O resultado é o texto multiplayer a seguir, com a impressão pessoal de fãs que têm as mãos nos controles.

Para facilitar a leitura, pontuamos só cinco aspectos (sem ordem de importância) mais marcantes para cada um – colocamos links para quem quiser saber mais.

Nintendo – WiiU – por Giovanna Oening

Foto: E3 2013 / Divulgação

1. Super Smash Bros para 3DS e WiiU superou as expectativas na E3 deste ano. O trailer começou bem apresentado o Villager (de Animal Crossing), mas ver Megaman foi emocionante demais. A melhor surpresa ficou por conta da treinadora do Wii Fit – foi algo engraçado e inesperado, mesmo por ela não ser um personagem marcante, acho que ela representa bem a era do Wii.

2. Pokémon: uma das franquias mais antigas da Nintendo dessa vez pretende inovar (finalmente). Encontros em hordas, batalhas no céu, novo tipo fada (super overpowered pelo visto, forte contra dragão e fantasma, dois dos maiores déficits dos games), possibilidade de customização do treinador e NOVOS POKÉMONS BONITOS.

3. Sabe o Mário? Eu me perdi na quantidade de Mários anunciados, mas acho que o destaque vai para o Super Mario 3D World, porque quem não quer um Mario vestido de gato? O novo jogo dos irmãos encanadores que salvam a princesa pareceu muito divertido também. Eu não acho que ele vá revolucionar o mercado dos games para sempre, mas com certeza vai divertir muita gente nova e mais crescida.

4. Sempre fui muito fã de Donkey Kong, até o lançamento do Donkey Kong Country Returns. Eu não achava que seria possível fazer um trabalho melhor que o da Rare com os DKs de Super Nintendo. Mas eu estava errada: DK Returns foi ótimo. E eu espero o mesmo nível do Donkey Kong Country Tropical Freeze, porque dá vontade de comprar um WiiU só por isso.

5. Enfim, a conferencia da Nintendo foi boa, mas com muitos jogos para outras plataformas. Com a Nintendo recebendo títulos mais “sérios”, acho que o WiiU ainda tem chance na briga consoles com o Playstation 4 e o Xbox One (principalmente depois do vexame da apresentação da Microsoft).

Sony – Playstation 4 – por Carlos Pieri

Foto: E3 2013 / Divulgação

1. A Sony anunciou que agora os jogos indie poderão ser publicados de forma independente. Ou seja, não será mais necessário que uma grande empresa apoie o projeto antes de sua publicação. A nova politica da empresa significa total suporte e confiança aos desenvolvedores independentes. E graças a esta nova política, muitos desenvolvedores indie vão optar por manter seus títulos exclusivos para o Playstation 4 (PS4) e o portátil Vita.

2. A Sony também reafirmou seu compromisso com o consumidor e continuará lançando jogos para o Playstation 3 (PS3). Os títulos que sairão até o final do ano incluem os aguardadíssimos The Last of Us, Rain e Beyond two Souls. Além disso, a Sony confirmou que o serviço Plus será integrado entre PS3 e PS4. Jogadores que optarem pela Plus irão ganhar no dia de lançamento do PS4 o jogo Driveclub, exclusivo para o PS4.

3. A parceria entre Square-Enix e Sony já gerou diversos títulos de sucesso, tanto em vendas quanto em crítica, como os aclamados Final Fantasy VII e Kingdom Hearts. Agora a Square-Enix anunciou que Final Fantasy XIV será exclusivo em consoles para PS4, além de anunciarem durante a conferencia da Sony o novo jogo da série Kingdom Heart e o novo Final Fantasy XV.

4. Para a alegria geral dos fãs, a Sony anunciou que o PS4 não precisará ficar online em nenhum momento para que o jogador possa desfrutar das opções single player dos jogos. Além disso, a Sony encoraja o mercado de jogos usados e não cobrará nenhuma taxa de reinstalação para o usuário que comprar esse tipo de jogo (ao contrário da Microsoft).

5. Os novos títulos inFamous Second Son, Killzone Shadow Fall e a nova franquia Destiny tiveram um bom destaque na apresentação, com direito a gameplay. Os únicos títulos que o fãs sentiram falta foram Uncharted 4 e God of War 4, que não marcaram presença, mas que possivelmente serão anunciados até o fim do ano.

Microsoft – Xbox One – por Joel Minusculi

Foto: E3 2013 / Divulgação

1. Diferente da conferência onde apresentou seu novo console, a Microsoft focou nos jogos para o Xbox One durante a E3. A empresa repediu incansavelmente que terá uma “grande quantidade” de títulos exclusivos (destaque para Quantum Break, Ryse: Son of Rome, Halo 5 e Titanfall), além de declarar maior suporte aos desenvolvedores (mas não foram específicos para os independentes, como a Sony).

2. A Microsoft anunciou que, a partir de agora, membros da Live Gold receberão dois jogos gratuitos por mês. Isto é uma novidade para o Xbox, mas é uma prática comum no Playstation. Os primeiros jogos anunciados para julho foram Assassins Creed 2 e Halo 3 (um tanto “velhos”, mas uma boa para quem não conhece). Mas agora em junho já está disponível gratuitamente Fable 3 para assinantes da Live Gold (sem ter sido anunciado…).

3. A E3 deste ano também marcou o fim dos Microsoft Points: a partir de agora as transações serão em dinheiro e só será preciso uma conta Live Gold por console, o que economizará muito dinheiro (mas infelizmente parece que vai acabar com o Xbox Live Reward).

4. O jogo World of Tanks: 360 Edition pareceu ser bem divertido, mas nada que vai revolucionar o mercado dos jogos. Acho que por isso ele será grátis (só para quem já paga a Live Gold). Já a maior surpresa (e grande expectativa pessoal) foi a volta de Killer Instinct, clássico dos anos 90 no Super Nintendo, que será um jogo exclusivo grátis – mas virá só com dois lutadores e os outros terão que ser comprado$ $eparadamente.

5. A falta de humildade e informações frustrantes também chamou a atenção (negativamente). Don Mattrick declarou que “quem não tiver internet para o Xbox One, que compre um Xbox 360” (pela necessidade do console ter que fazer uma checagem online todo dia para continuar funcionando). E a impossibilidade de revender ou emprestar jogos usados também foi recebida com muitas críticas, que viraram piadas.

E você, o que achou? Qual dos videogames se deu melhor nesta E3?

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Xbox One é o novo videogame da Microsoft

21 de maio de 2013 2

Imagem: Microsoft / Divulgação

Todo o entretenimento em um só lugar. Esta é a ideia do Xbox One, o novo console que a Microsoft colocará no mercado até o final de 2013. As principais novidades foram apresentadas na tarde de terça-feira, dia 21 de maio. Mas as mudanças serão esmiuçadas mesmo na E3 2013. Ou seja, o primeiro evento só serviu para deixar o público com água na boca (e passar na frente da Sony, que não revelou muita coisa do Playstation 4).

A carcaça do Xbox One perdeu o design arredondado do modelo 360, para voltar a ser uma caixa com as extremidades angulosas e retas. Sua configuração está bem mais potente: 8GB de memória RAM, vai rodar Blu-Ray e com HD de 500GB – com a possibilidade de multitarefa nos aplicativos. Já o Kinect acompanha as mudanças na parte física e agora detecta mais pontos de movimento (e a impressionante capacidade de ler os batimentos cardíacos dos jogadores). O controle também ganhou um touchpad (que não explicaram muito a utilidade…).

O que mais chamou a atenção é o foco que a Microsoft deu para o entretenimento, colocando mais “video” sem mexer no “game”. Don Mattrick disse que “hoje a sala de estar concentra toda a família e o Xbox One quer concentrar todo o entretenimento dela”. Por isso, o novo console terá uma grande integração com a televisão, inclusive servindo como uma espécie de receptor (que apresenta guia de programação e troca os canais por comandos de voz do Kinect, mesmo sem estar conectado em uma smart tv).

Já na parte dos jogos foram anunciadas 15 franquias exclusivas, como o novo (interessantíssimo) Quantum Break e o Fifa 14 Ultimate Team. Também foram anunciados conteúdos para download (DLCs) que serão lançados primeiro no Xbox. Mas a parte grossa, de todos os gameplays e detalhes dos jogos, foi deixada para a E3 2013.

Valores de venda ou datas precisas de lançamento não foram divulgados. Por outro lado, Don Matrick falou no pós-show de apresentação que o Xbox One não precisará ficar o tempo todo conectado na internet (dúvida que assustou por muito tempo o público). Mesmo assim, a impressão que fica é que só será possível aproveitar todo o potencial do Xbox One se ele estiver online o tempo todo.

E você, o que esperava (ou ainda espera) da caixa de surpresas do Xbox One?

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Ajude Lara Croft a sobreviver no novo Tomb Raider

10 de março de 2013 0

Imagem: Divulgação - www.tombraider.com

Sobreviver em um ambiente hostil com poucos recursos. Não é mais um episódio de À Prova de Tudo, apesar de Lara Croft parecer a filha de Bear Grylls no novo Tomb Raider (para PC, Xbox 360, PlayStation 3 / Crystal Dynamics e Square Enix / 2013 / versão com legendas em português). O décimo jogo da série, que ficou famosa inclusive no cinema, chega para recomeçar do zero a jornada da arqueóloga britânica que explora tumbas.

A história começa com o naufrágio do navio Endurance, contratado para uma expedição arqueológica. Cenas rápidas e fortes de uma tempestade no mar. Lara, que era uma das tripulantes, sobrevive ao naufrágio e acaba em uma ilha misteriosa (qualquer semelhança com Lost não é coincidência, com coisas estranhas acontecendo). Mas quando está na praia acaba raptada por uma figura estranha, antes mesmo de encontrar com outros tripulantes.  A partir disso, ela começa um caminho bem tortuoso (e sofrido) pela sobrevivência.

A imagem acima foi registrada direto da televisão, por isso está em baixa qualidade. Registrei o início do jogo, onde Lara aparece suja, machucada e assustada dentro de uma tumba.

O roteiro completo é revelado ao longo do jogo por flashbacks, que ajudam a contextualizar o motivo da expedição e o que diabos uma adolescente está fazendo no meio de um lugar chamado Mar do Diabo (onde a ilha está localizada). Esta forma encontrada para contar a história é bem criativa, com uma pequena filmadora, diários dos tripulantes e outros objetos de registro – quanto mais você explora o cenário e encontra coisas, mais história você ganha.

Aliás, uma herança dos antigos jogos da série são os artefatos escondidos. Eles também ajudam a contar mais sobre o que está acontecendo na ilha, além de combinar com o interesse arqueológico de Lara – é legal notar o fascínio dela por máscaras cerimoniais ou pinturas nas paredes. A novidade são equipamentos encontrados em caixas, peças e outros “entulhos” que podem ser usados para melhorar armas e equipamentos (ao melhor estilo MacGyver).

Imagem: Divulgação - www.tombraider.com

O sistema de evolução da personagem também ficou muito bom. Em cada cena de ação concluída, animal caçado ou desafio vencido ganha-se experiência, usada para adquirir novas habilidades. Com o tempo é possível conseguir carregar mais coisas, encontrar melhores recompensas, ficar com a pontaria mais precisa ou melhorar seu Instinto de Sobrevivência.

O Instinto de Sobrevivência é outra novidade de Tomb Raider. É uma visão mais aguçada do cenário, como a visão detetive do Batman. Serve para ajudar a resolver os famosos quebra-cabeças dos cenários, além de dar pistas de objetos importantes ou trilhas de caças. (Não sei se já sou acostumado estilo, mas usar esta habilidade deixa o jogo fácil demais).

Imagem: Divulgação - www.tombraider.com

Esqueça as famosas pistolas duplas de Lara Croft. A principal e melhor arma é um arco (e parece que as flechas brotam em árvores, de tanto que aparece para coletar). Mas no arsenal ainda estão pistolas simples, metralhadoras e rifles. As situações de combate fluem bem, a mira é precisa (até demais para quem nunca tinha usado uma arma antes como ela) e há um sistema de cobertura bem prático (é só ficar próximo de um muro, que é automático).

O jogo é bem linear (segue um caminho e pronto). Mas para quebrar isso há pequenas áreas livres ao redor dos acampamentos, onde é possível caçar e explorar ruínas pelos detalhes extras. Acampamentos são áreas importantes, que servem para salvar o jogo, fazer melhorias em equipamentos ou habilidades – depois de explorados, pode-se viajar automático entre eles.

Imagem: Divulgação - www.tombraider.com

Gráficos, trilha sonora e outros detalhes técnicos estão impecáveis. E tudo ajuda a ressaltar o sofrimento da personagem – aliás, tome cuidado: Lara geme bastante de dor e alguém que estiver ouvindo de outro cômodo pode pensar que você está vendo pornografia.

Outro detalhe que chama a atenção é o novo visual de Lara, que em sua nova versão é bem mais jovem e aparenta ser mais frágil. Não muda em nada a jogabilidade e fica até estranho seu porte realizando certas proezas físicas. Mas de forma geral o jogo é muito bom, principalmente pelos mistérios que só são resolvidos com exploração – muito justo, afinal Lara, assim como Natan Drake, são inspirados em Indiana Jones.

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Jogue as aventuras de Detona Ralph

29 de dezembro de 2012 0

Detona Ralph (Wreck-it Ralph / Disney, 2012) é uma das melhores homenagens aos videogames clássicos já feitas pelo cinema. A animação conta a história de Ralph, um personagem que questiona seu papel dentro de um jogo. Para encontrar seu lugar no mundo dos pixels, ele começa uma “jornada do vilão” em busca de uma medalha de herói (uma espécie de jornada do herói diferente), explorando outros mundos de jogos e interagindo com personagens já bem conhecidos.

A história é um prato cheio de referências: Street Fighter, Pacman, SonicPong e outros personagens clássicos dos fliperamas aparecem no filme em suas vidas cotidianas (que rendem cenas muito legais). Mas acontece que três jogos foram criados exclusivamente para o filme, usando como base outros que já existem. Para quem viu o filme e ficou com vontade de experimentar, a Disney criou as versões jogáveis.

Em Missão de Herói (inspirado em Call of Duty, Halo e outros jogos de tiro em primeira pessoa), você deve combater os insetrônicos para salvar a humanidade.

Pista de Corrida Doce é a versão colorida e açucarada de clássicos da velocidade (como Mario Kart e Crash Team Racing).

E o principal jogo, baseado Donkey Kong e outros clássicos de 8 bits, Conserta Feliz Jr, (o jogo onde o Ralph detona).

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Videogame original ou destravado?

10 de dezembro de 2012 8

Uso e recomendo consoles originais (pirataria é crime e modificar o hardware ou software de um console, descaracterizando o produto original e mantende a marca, também é). Já usei desbloqueados, mudei por praticidade e hoje medindo vantagens e desvantagens não quero voltar.

A principal vantagem quando tive videogame desbloqueado era conseguir jogos por até 10% do preço original e lançamentos à pronta entrega no camelô mais próximo (ou no Torrent mais rápido). Problema era caso aparelho ou jogo apresentassem defeitos, pois não havia garantia oficial que cobrisse (foram alguns jogos comprados que depois não funcionaram e não tive reembolso, além do tempo e paciência gastos tentando resolver o problema).

As próprias empresas de jogos estão muito ligadas na pirataria e criam sistemas de autenticação. Isso gerou uma espécie de guerra em ciclo infinito: desenvolvedores fazem barreiras, crackers quebram para fazer funcionar o produto copiado, desenvolvedores fazem novas barreiras, aí os crackers quebram novamente...

Com isso veio outro problema: hoje o usuário de console desbloqueado precisa atualizar os sistemas a cada lançamento praticamente. Quem não tem o conhecimento técnico necessário paga, em média, R$ 100,00 em cada atualização de desbloqueio (mais R$ 20,00 de uma cópia no camelô é quase o preço de um jogo original).

Mais um problema também é que alguns consoles precisam de modificações de firmware (o “programa” que lê os jogos) e hardware (equipamento). Se não encontrar um bom técnico para as alterações, o resultado pode ser catastrófico (o Xbox 360 fica comprovadamente com mais probabilidade de ter as famigeradas três luzes vermelhas da morte e o Playstation 3 pode travar totalmente, por exemplo).

Com o videogame original o usuário terá menos jogos, porque são mais caros. Nos últimos meses surgiram iniciativas para baixar o valor dos produtos originais, mas ainda não fizeram o preço ser justo se comparado ao valor original em dólares (impostos são os maiores vilões dos jogos originais no Brasil).

Clique-me!

Em compensação, com o videogame original é possível aproveitar mais cada jogo, principalmente com modos multijogadores em rede (sem o perigo de ser banido por ser pirata) ou baixando DLCs para expandir (e também diversos aplicativos que hoje em dia os consoles suportam). Além disso, o usuário pode conectar o aparelho na internet sem preocupações e realizar procedimentos de atualização (se e quando sair) de forma simples e de graça (com suporte técnico oficial).

Outro ponto legal é que volta um clima nostálgico: como na época dos cartuchos, você procura amigos para trocar jogos (socializa) ou locais que vendam usados (se a mídia estiver em bom estado é a mesma coisa que um novo). Há também a possibilidade de baixar demos de graça ou alugar os jogos para testar antes de comprar.

Com o videogame original não tive mais preocupações e não tenho intenção de desbloquear, o que é o ponto mais positivo, já que jogar videogame é um hobby e não um trabalho. Muitos dos meus amigos usam e dizem não ter problemas com o console destravado, mas percebo que eles ainda têm dificuldades técnicas de vez em quando para deixar tudo funcionando (ou não podem baixar expansões para os jogos).

E para você, qual a melhor forma de ter um videogame? Original ou Desbloqueado?

Leia também:
É verdade que jogo pirata estraga o leitor do videogame?

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Acorde o Master Chief que está em você com Halo 4

17 de novembro de 2012 0

Entre as centenas de opções de tiro em primeira pessoa que existem por aí, Halo 4 (exclusivo Xbox 360, Microsoft / 343 Industries) é destaque por ser uma combinação balanceada de história, jogabilidade e diversão. O jogo de ação e aventura espacial é o oitavo da série, que vem para começar um novo ciclo nas missões de Master Chief (John-117, o protagonista), continuar a luta da humanidade contra os Covenants e servir como cenário para os combates entre Vermelhos e Azuis. Tudo em uma edição totalmente em português para os brasileiros.

A campanha de Halo 4 começa quatro anos após o incidente com a nave Forward Unto Dawn em Halo 3. Master Chief, considerado até então desaparecido em combate, estava em sono criogênico no que restou da Forward Unto Dawn e é acordado por Cortana (uma Inteligência Artificial que ajuda nas missões e um pouco mais…). Chief e Cortana começam a abrir caminho agora até a nave Infinity, enfrentando seus antigos inimigos Covenants e descobrindo uma nova ameaça. São oito missões que oferecem um bom desafio, em uma média de uma hora e meia cada. O legal também é que a campanha pode ser jogada no modo cooperativo, online ou com um amigo no mesmo console.

Mesmo se você nunca jogou nada da série, ou se esqueceu de algum detalhe da história, os produtores tiveram o cuidado de inserir registros em cenas introdutórias ou arquivos durante o jogo (na segunda sala depois que você sair do sono criogênico há uma escada para um andar inferior, onde há um computador escondido que tem salvo o que aconteceu com John-117). Aliás, a Microsoft lançou também a série online com atores reais Forward Unto Dawn, que ajuda a entender o que aconteceu de importante e ambientar o universo de Halo.

O modo Infinity é o multijogador online ou local, onde é possível montar um Spartan personalizado, participar de combates no time Vermelho ou Azul, ganhar pontos de experiência, comprar novos equipamentos e tentar ser um soldado tão bom quanto Master Chief. Há partidas clássicas, como Captura de Bandeira, Rei do Pedaço ou Mata-Mata, com novos equipamentos e armas (que entre tudo destaco o ROBO GIGANTE Mantis, que faz você se sentir um Power Ranger no Megazord, o resto é mais divertido você descobrir).

Um terceiro e novo modo de jogo chamado Spartan Ops traz pequenos episódios, que acontecem durante uma temporada (parece que de tempos em tempos haverá novos para baixar). É como se fosse um seriado da televisão, com a diferença de, depois de ver o vídeo da história, você joga e decide o que vai acontecer. O interessante desse modo é que ele é uma espécie de continuação da colonização do planeta Requiem (da campanha principal), que pode ser jogado sozinho ou multijogador.

Outra novidade é o Halo Waypoint, um aplicativo multiplataforma (computador, celular, tablet) que registra suas estatísticas, como conquistas, medalhas, pontuação, entre outras coisas. Nele é possível compartilhar informações com os amigos ou acompanhar seu desenvolvimento. Útil também para verificar os desafios diários, semanais e mensais, que dão mais pontos de experiência se cumpridos.

Então, como fã da série, gostei muito de Halo 4. O jogo aproveita tudo o que as edições anteriores tinham de bom, como o ritmo das partidas e os equipamentos legais, contando uma nova história bem interessante. Os gráficos melhoraram (como o esperado) e as muitas formas de jogar oferecem diversão por muito tempo (fazendo valer o investimento de R$ 149,00).

A série Halo é tão querida pelos fãs, que motivou o pessoal a fazer um videoclipe paródia com a música “Glad you Came”, do grupo The Wanted. A produção já é sucesso de visualizações no Youtube. Confira a seguir:

Veja também: Em um dia, ‘Halo 4′ arrecada US$ 220 milhões em vendas em todo o mundo

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