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Posts com a tag "Microsoft"

O que esperar da E3 2014?

02 de junho de 2014 0

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Um dos maiores eventos com novidades no mundo dos videogames vai acontecer entre os dias 10 e 12 de junho (mas no dia 9 já tem pré-evento também). É a edição de 2014 da Electronic Entertainment Expo (E3), a convenção que reúne fãs e desenvolvedores ansiosos (os primeiros para jogar, os segundos para vender).

Entre os muitos lançamentos e especulações, Bruno Stolf, Carlos Pieri, Thiago Marthendal e eu (Joel Minusculi) listamos as principais em uma edição especial do videolog Gotham Connection:

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=dM7IBJYrXiY]

As apresentações da E3 também serão transmitidas pela internet, no próprio site do evento. Enquanto isso, uma lista com os principais lançamentos parece ter sido “vazada” e deixou agitada a comunidade gamer. Nela constam as novidades da Microsoft, da Sony e da Nintendo. Mas ela será totalmente verdade?

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Rastreie o Papai Noel na noite de Natal

23 de dezembro de 2013 0

Duas das maiores empresas de tecnologia do mundo vão ajudar você a realizar um sonho de infância: seguir o Papai Noel enquanto ele entrega presentes na noite de Natal.

Google Mapas usou a mais atual “engenharia de trenós mágicos” disponível ao público para criar o Siga o Papai Noel (www.google.com/santatracker). A partir da véspera do Natal será possível rastrear o trajeto do bom velhinho pelo mundo, em um site que vai atualizar em tempo real sua posição enquanto entrega presentes. No mesmo endereço há a Vila do Papai Noel, com o mapa dos check-ins e outras coisas divertidas (como a fantástica corrida de trenó!), além de flagras de situações cotidianas dos duendes, como o trabalho nas oficinas de presentes. É só explorar o cenário e clicar nos objetos para descobrir as atrações.

Já a Microsoft uniu sua tecnologia com o Comando Americano de Defesa Aeroespacial (Norad, na sigla em inglês) para também criar um rastreador do Papai Noel (http://www.noradsanta.org), usando o sistema global de radares militares, além dos mapas do Bing e do software Windows. Esta é a primeira vez que o órgão das forças armadas se une a Microsoft para a iniciativa, que criou um site com jogos e outras curiosidades do Natal, mas não a primeira que monitora um trenó:

A tradição do Norad de acompanhar os passos de Papai Noel na noite de Natal começou em 1955, depois que a empresa Sears Roebuck & Co convidou as crianças, em um anúncio de jornal, a ligar para o bom velhinho. Por erro, foi publicado um número reservado para situações de emergência da Defesa Aérea americana. O coronel que estava de plantão entrou na brincadeira com as crianças que telefonaram e, com isso, a iniciativa “se tornou um programa de extensão militar de boa vontade”.

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Vale a pena comprar agora no lançamento um PS4 ou um Xbox One no Brasil?

18 de novembro de 2013 3

575351_778187892196275_1814917661_nO primeiro comprador do PS4 em Nova York (Foto: EFE / Divulgação).

Não. Principalmente se os aparelhos forem comprados e usados aqui no Brasil.

Acontece que em toda nova geração videogames há problemas técnicos em grande escala, que só serão resolvidos em um próximo lote. Exemplo disso foi a primeira versão do Xbox 360 (Arcade) com as famigeradas três luzes vermelhas da morte e com o PS3 na luz amarela da morte - em ambos os casos é diagnosticado perda total dos aparelhos.

É como uma loteria invertida: na medida que os erros são percebidos e corrigidos ao longo do tempo, menor a probabilidade de pegar um videogame com problemas. Ou seja, os primeiros compradores acabam no papel de testadores. Por exemplo, os primeiros compradores do Playstation 4 já reclamam de um problema apelidado de luz azul da morte.

Existe ainda a questão das funções online e aplicativos da PSN e da Live, pois muitas das funcionalidades delas não estarão disponíveis no lançamento no Brasil. E podem demorar para vir (por exemplo, até hoje a Xbox Live Brasil não tem o programa Rewards do Xbox 360…). Resumindo este tópico: não será possível aproveitar 100% dos recursos a curto prazo.

Outro fator que pesa agora na compra são os jogos. Apesar do PS4 e do Xbox One terem anunciados vários títulos exclusivos, muitos deles só vão estar disponíveis depois da metade de 2014 (quando provavelmente já haverá um segundo lote dos consoles). Quem tem um videogame da atual geração (PS3 e Xbox 360) bem cuidado terá uma boa vida útil: vários jogos também serão lançados para eles. Já quem não tem um aparelho ainda é uma boa oportunidade de pegar um PS3 ou Xbox 360 em uma promoção, já que o foco agora são o PS4 e o Xbox One.

O preço já é algo batido, mas vale lembrar: o PS4 do Brasil (R$ 4.000,00) é o mais caro do mundo, junto com Xbox One (R$ 2.299,00) e o Nintendo WiiU (R$ 1.899) nesse ranking. Além de impostos, tem o detalhe do lucro dos vendedores proporcional à vontade dos compradores (lembra do PS3 custando quase R$ 8.000,00 no lançamento?). E quem pensa em comprar fora do país, cuidado: há boatos que as empresas no Brasil não darão suporte para aparelhos comprados fora  - mas, de acordo com o IDEC – Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor, todo produto importado que possui venda oficial no Brasil deve ser garantido pela fabricante.

Valerá a pena comprar um PS4 ou um Xbox One mais tarde? Sim, principalmente depois que passar toda a onda de vontade, que é explorada comercialmente, e forem lançadas novos lotes com erros corrigidos. O ponto muito negativo é ficar fora de algo novo e falado por todos (o que mais dói para jogadores hardcore). Mas valerá muito para quem precisa economizar para comprar, pois o custo benefício a longo prazo será bem maior.

***

Mas se o seu objetivo é se divertir destruindo os novos consoles com uma arma de grosso calibre, ignore tudo o que estiver escrito acima (não tente fazer o que eles fizeram no vídeo abaixo em casa…).

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O que você precisa saber sobre a E3 2013

17 de junho de 2013 3

Imagem: E3 2013 / Divulgação

A Electronic Entertainment Expo (E3) trouxe mais uma vez muita expectativa para os fãs dos videogames. Como sempre também, a guerra entre os consoles pela atenção do público foi destaque (positivo e negativo em alguns casos).

Como foram muitas novidades, convoquei mais dois jogadores amigos para ajudar a resumir os principais anúncios para os três principais videogames da nova geração. O resultado é o texto multiplayer a seguir, com a impressão pessoal de fãs que têm as mãos nos controles.

Para facilitar a leitura, pontuamos só cinco aspectos (sem ordem de importância) mais marcantes para cada um – colocamos links para quem quiser saber mais.

Nintendo – WiiU – por Giovanna Oening

Foto: E3 2013 / Divulgação

1. Super Smash Bros para 3DS e WiiU superou as expectativas na E3 deste ano. O trailer começou bem apresentado o Villager (de Animal Crossing), mas ver Megaman foi emocionante demais. A melhor surpresa ficou por conta da treinadora do Wii Fit – foi algo engraçado e inesperado, mesmo por ela não ser um personagem marcante, acho que ela representa bem a era do Wii.

2. Pokémon: uma das franquias mais antigas da Nintendo dessa vez pretende inovar (finalmente). Encontros em hordas, batalhas no céu, novo tipo fada (super overpowered pelo visto, forte contra dragão e fantasma, dois dos maiores déficits dos games), possibilidade de customização do treinador e NOVOS POKÉMONS BONITOS.

3. Sabe o Mário? Eu me perdi na quantidade de Mários anunciados, mas acho que o destaque vai para o Super Mario 3D World, porque quem não quer um Mario vestido de gato? O novo jogo dos irmãos encanadores que salvam a princesa pareceu muito divertido também. Eu não acho que ele vá revolucionar o mercado dos games para sempre, mas com certeza vai divertir muita gente nova e mais crescida.

4. Sempre fui muito fã de Donkey Kong, até o lançamento do Donkey Kong Country Returns. Eu não achava que seria possível fazer um trabalho melhor que o da Rare com os DKs de Super Nintendo. Mas eu estava errada: DK Returns foi ótimo. E eu espero o mesmo nível do Donkey Kong Country Tropical Freeze, porque dá vontade de comprar um WiiU só por isso.

5. Enfim, a conferencia da Nintendo foi boa, mas com muitos jogos para outras plataformas. Com a Nintendo recebendo títulos mais “sérios”, acho que o WiiU ainda tem chance na briga consoles com o Playstation 4 e o Xbox One (principalmente depois do vexame da apresentação da Microsoft).

Sony – Playstation 4 – por Carlos Pieri

Foto: E3 2013 / Divulgação

1. A Sony anunciou que agora os jogos indie poderão ser publicados de forma independente. Ou seja, não será mais necessário que uma grande empresa apoie o projeto antes de sua publicação. A nova politica da empresa significa total suporte e confiança aos desenvolvedores independentes. E graças a esta nova política, muitos desenvolvedores indie vão optar por manter seus títulos exclusivos para o Playstation 4 (PS4) e o portátil Vita.

2. A Sony também reafirmou seu compromisso com o consumidor e continuará lançando jogos para o Playstation 3 (PS3). Os títulos que sairão até o final do ano incluem os aguardadíssimos The Last of Us, Rain e Beyond two Souls. Além disso, a Sony confirmou que o serviço Plus será integrado entre PS3 e PS4. Jogadores que optarem pela Plus irão ganhar no dia de lançamento do PS4 o jogo Driveclub, exclusivo para o PS4.

3. A parceria entre Square-Enix e Sony já gerou diversos títulos de sucesso, tanto em vendas quanto em crítica, como os aclamados Final Fantasy VII e Kingdom Hearts. Agora a Square-Enix anunciou que Final Fantasy XIV será exclusivo em consoles para PS4, além de anunciarem durante a conferencia da Sony o novo jogo da série Kingdom Heart e o novo Final Fantasy XV.

4. Para a alegria geral dos fãs, a Sony anunciou que o PS4 não precisará ficar online em nenhum momento para que o jogador possa desfrutar das opções single player dos jogos. Além disso, a Sony encoraja o mercado de jogos usados e não cobrará nenhuma taxa de reinstalação para o usuário que comprar esse tipo de jogo (ao contrário da Microsoft).

5. Os novos títulos inFamous Second Son, Killzone Shadow Fall e a nova franquia Destiny tiveram um bom destaque na apresentação, com direito a gameplay. Os únicos títulos que o fãs sentiram falta foram Uncharted 4 e God of War 4, que não marcaram presença, mas que possivelmente serão anunciados até o fim do ano.

Microsoft – Xbox One – por Joel Minusculi

Foto: E3 2013 / Divulgação

1. Diferente da conferência onde apresentou seu novo console, a Microsoft focou nos jogos para o Xbox One durante a E3. A empresa repediu incansavelmente que terá uma “grande quantidade” de títulos exclusivos (destaque para Quantum Break, Ryse: Son of Rome, Halo 5 e Titanfall), além de declarar maior suporte aos desenvolvedores (mas não foram específicos para os independentes, como a Sony).

2. A Microsoft anunciou que, a partir de agora, membros da Live Gold receberão dois jogos gratuitos por mês. Isto é uma novidade para o Xbox, mas é uma prática comum no Playstation. Os primeiros jogos anunciados para julho foram Assassins Creed 2 e Halo 3 (um tanto “velhos”, mas uma boa para quem não conhece). Mas agora em junho já está disponível gratuitamente Fable 3 para assinantes da Live Gold (sem ter sido anunciado…).

3. A E3 deste ano também marcou o fim dos Microsoft Points: a partir de agora as transações serão em dinheiro e só será preciso uma conta Live Gold por console, o que economizará muito dinheiro (mas infelizmente parece que vai acabar com o Xbox Live Reward).

4. O jogo World of Tanks: 360 Edition pareceu ser bem divertido, mas nada que vai revolucionar o mercado dos jogos. Acho que por isso ele será grátis (só para quem já paga a Live Gold). Já a maior surpresa (e grande expectativa pessoal) foi a volta de Killer Instinct, clássico dos anos 90 no Super Nintendo, que será um jogo exclusivo grátis – mas virá só com dois lutadores e os outros terão que ser comprado$ $eparadamente.

5. A falta de humildade e informações frustrantes também chamou a atenção (negativamente). Don Mattrick declarou que “quem não tiver internet para o Xbox One, que compre um Xbox 360” (pela necessidade do console ter que fazer uma checagem online todo dia para continuar funcionando). E a impossibilidade de revender ou emprestar jogos usados também foi recebida com muitas críticas, que viraram piadas.

E você, o que achou? Qual dos videogames se deu melhor nesta E3?

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Xbox One é o novo videogame da Microsoft

21 de maio de 2013 2

Imagem: Microsoft / Divulgação

Todo o entretenimento em um só lugar. Esta é a ideia do Xbox One, o novo console que a Microsoft colocará no mercado até o final de 2013. As principais novidades foram apresentadas na tarde de terça-feira, dia 21 de maio. Mas as mudanças serão esmiuçadas mesmo na E3 2013. Ou seja, o primeiro evento só serviu para deixar o público com água na boca (e passar na frente da Sony, que não revelou muita coisa do Playstation 4).

A carcaça do Xbox One perdeu o design arredondado do modelo 360, para voltar a ser uma caixa com as extremidades angulosas e retas. Sua configuração está bem mais potente: 8GB de memória RAM, vai rodar Blu-Ray e com HD de 500GB – com a possibilidade de multitarefa nos aplicativos. Já o Kinect acompanha as mudanças na parte física e agora detecta mais pontos de movimento (e a impressionante capacidade de ler os batimentos cardíacos dos jogadores). O controle também ganhou um touchpad (que não explicaram muito a utilidade…).

O que mais chamou a atenção é o foco que a Microsoft deu para o entretenimento, colocando mais “video” sem mexer no “game”. Don Mattrick disse que “hoje a sala de estar concentra toda a família e o Xbox One quer concentrar todo o entretenimento dela”. Por isso, o novo console terá uma grande integração com a televisão, inclusive servindo como uma espécie de receptor (que apresenta guia de programação e troca os canais por comandos de voz do Kinect, mesmo sem estar conectado em uma smart tv).

Já na parte dos jogos foram anunciadas 15 franquias exclusivas, como o novo (interessantíssimo) Quantum Break e o Fifa 14 Ultimate Team. Também foram anunciados conteúdos para download (DLCs) que serão lançados primeiro no Xbox. Mas a parte grossa, de todos os gameplays e detalhes dos jogos, foi deixada para a E3 2013.

Valores de venda ou datas precisas de lançamento não foram divulgados. Por outro lado, Don Matrick falou no pós-show de apresentação que o Xbox One não precisará ficar o tempo todo conectado na internet (dúvida que assustou por muito tempo o público). Mesmo assim, a impressão que fica é que só será possível aproveitar todo o potencial do Xbox One se ele estiver online o tempo todo.

E você, o que esperava (ou ainda espera) da caixa de surpresas do Xbox One?

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Videogame original ou destravado?

10 de dezembro de 2012 8

Uso e recomendo consoles originais (pirataria é crime e modificar o hardware ou software de um console, descaracterizando o produto original e mantende a marca, também é). Já usei desbloqueados, mudei por praticidade e hoje medindo vantagens e desvantagens não quero voltar.

A principal vantagem quando tive videogame desbloqueado era conseguir jogos por até 10% do preço original e lançamentos à pronta entrega no camelô mais próximo (ou no Torrent mais rápido). Problema era caso aparelho ou jogo apresentassem defeitos, pois não havia garantia oficial que cobrisse (foram alguns jogos comprados que depois não funcionaram e não tive reembolso, além do tempo e paciência gastos tentando resolver o problema).

As próprias empresas de jogos estão muito ligadas na pirataria e criam sistemas de autenticação. Isso gerou uma espécie de guerra em ciclo infinito: desenvolvedores fazem barreiras, crackers quebram para fazer funcionar o produto copiado, desenvolvedores fazem novas barreiras, aí os crackers quebram novamente...

Com isso veio outro problema: hoje o usuário de console desbloqueado precisa atualizar os sistemas a cada lançamento praticamente. Quem não tem o conhecimento técnico necessário paga, em média, R$ 100,00 em cada atualização de desbloqueio (mais R$ 20,00 de uma cópia no camelô é quase o preço de um jogo original).

Mais um problema também é que alguns consoles precisam de modificações de firmware (o “programa” que lê os jogos) e hardware (equipamento). Se não encontrar um bom técnico para as alterações, o resultado pode ser catastrófico (o Xbox 360 fica comprovadamente com mais probabilidade de ter as famigeradas três luzes vermelhas da morte e o Playstation 3 pode travar totalmente, por exemplo).

Com o videogame original o usuário terá menos jogos, porque são mais caros. Nos últimos meses surgiram iniciativas para baixar o valor dos produtos originais, mas ainda não fizeram o preço ser justo se comparado ao valor original em dólares (impostos são os maiores vilões dos jogos originais no Brasil).

Clique-me!

Em compensação, com o videogame original é possível aproveitar mais cada jogo, principalmente com modos multijogadores em rede (sem o perigo de ser banido por ser pirata) ou baixando DLCs para expandir (e também diversos aplicativos que hoje em dia os consoles suportam). Além disso, o usuário pode conectar o aparelho na internet sem preocupações e realizar procedimentos de atualização (se e quando sair) de forma simples e de graça (com suporte técnico oficial).

Outro ponto legal é que volta um clima nostálgico: como na época dos cartuchos, você procura amigos para trocar jogos (socializa) ou locais que vendam usados (se a mídia estiver em bom estado é a mesma coisa que um novo). Há também a possibilidade de baixar demos de graça ou alugar os jogos para testar antes de comprar.

Com o videogame original não tive mais preocupações e não tenho intenção de desbloquear, o que é o ponto mais positivo, já que jogar videogame é um hobby e não um trabalho. Muitos dos meus amigos usam e dizem não ter problemas com o console destravado, mas percebo que eles ainda têm dificuldades técnicas de vez em quando para deixar tudo funcionando (ou não podem baixar expansões para os jogos).

E para você, qual a melhor forma de ter um videogame? Original ou Desbloqueado?

Leia também:
É verdade que jogo pirata estraga o leitor do videogame?

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Acorde o Master Chief que está em você com Halo 4

17 de novembro de 2012 0

Entre as centenas de opções de tiro em primeira pessoa que existem por aí, Halo 4 (exclusivo Xbox 360, Microsoft / 343 Industries) é destaque por ser uma combinação balanceada de história, jogabilidade e diversão. O jogo de ação e aventura espacial é o oitavo da série, que vem para começar um novo ciclo nas missões de Master Chief (John-117, o protagonista), continuar a luta da humanidade contra os Covenants e servir como cenário para os combates entre Vermelhos e Azuis. Tudo em uma edição totalmente em português para os brasileiros.

A campanha de Halo 4 começa quatro anos após o incidente com a nave Forward Unto Dawn em Halo 3. Master Chief, considerado até então desaparecido em combate, estava em sono criogênico no que restou da Forward Unto Dawn e é acordado por Cortana (uma Inteligência Artificial que ajuda nas missões e um pouco mais…). Chief e Cortana começam a abrir caminho agora até a nave Infinity, enfrentando seus antigos inimigos Covenants e descobrindo uma nova ameaça. São oito missões que oferecem um bom desafio, em uma média de uma hora e meia cada. O legal também é que a campanha pode ser jogada no modo cooperativo, online ou com um amigo no mesmo console.

Mesmo se você nunca jogou nada da série, ou se esqueceu de algum detalhe da história, os produtores tiveram o cuidado de inserir registros em cenas introdutórias ou arquivos durante o jogo (na segunda sala depois que você sair do sono criogênico há uma escada para um andar inferior, onde há um computador escondido que tem salvo o que aconteceu com John-117). Aliás, a Microsoft lançou também a série online com atores reais Forward Unto Dawn, que ajuda a entender o que aconteceu de importante e ambientar o universo de Halo.

O modo Infinity é o multijogador online ou local, onde é possível montar um Spartan personalizado, participar de combates no time Vermelho ou Azul, ganhar pontos de experiência, comprar novos equipamentos e tentar ser um soldado tão bom quanto Master Chief. Há partidas clássicas, como Captura de Bandeira, Rei do Pedaço ou Mata-Mata, com novos equipamentos e armas (que entre tudo destaco o ROBO GIGANTE Mantis, que faz você se sentir um Power Ranger no Megazord, o resto é mais divertido você descobrir).

Um terceiro e novo modo de jogo chamado Spartan Ops traz pequenos episódios, que acontecem durante uma temporada (parece que de tempos em tempos haverá novos para baixar). É como se fosse um seriado da televisão, com a diferença de, depois de ver o vídeo da história, você joga e decide o que vai acontecer. O interessante desse modo é que ele é uma espécie de continuação da colonização do planeta Requiem (da campanha principal), que pode ser jogado sozinho ou multijogador.

Outra novidade é o Halo Waypoint, um aplicativo multiplataforma (computador, celular, tablet) que registra suas estatísticas, como conquistas, medalhas, pontuação, entre outras coisas. Nele é possível compartilhar informações com os amigos ou acompanhar seu desenvolvimento. Útil também para verificar os desafios diários, semanais e mensais, que dão mais pontos de experiência se cumpridos.

Então, como fã da série, gostei muito de Halo 4. O jogo aproveita tudo o que as edições anteriores tinham de bom, como o ritmo das partidas e os equipamentos legais, contando uma nova história bem interessante. Os gráficos melhoraram (como o esperado) e as muitas formas de jogar oferecem diversão por muito tempo (fazendo valer o investimento de R$ 149,00).

A série Halo é tão querida pelos fãs, que motivou o pessoal a fazer um videoclipe paródia com a música “Glad you Came”, do grupo The Wanted. A produção já é sucesso de visualizações no Youtube. Confira a seguir:

Veja também: Em um dia, ‘Halo 4′ arrecada US$ 220 milhões em vendas em todo o mundo

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Busque a luz no game Contre Jour

10 de outubro de 2012 0

Petit vivia tranquilamente em seu planeta, em um ponto bem distante do universo. Ele tinha como companheira, para afugentar a solidão, uma flor que iluminava e alegrava seus dias. Até que a escuridão tomou conta de seu pequeno mundo, fazendo a vida da flor apagar junto com a luz. Então, para salvar sua companheira, Petit parte em uma aventura para recuperar a fonte de vida da flor.

O enredo acima é de Contre Jour (do francês “Contra a Luz”), um game premiado feito originalmente para dispositivos portáteis, que agora ganha uma versão para navegadores web padrões – com a ajuda da tecnologia HTML5, do IE10 e do Windows 8. Disponível no endereço www.contrejour.ie.

Simples. Contre Jour é o que um game casual precisa ser. Os gráficos são bem desenhados, a trilha sonora envolvente e a mecânica de jogo é diversão para um bom tempo. O objetivo é levar Petit até o ponto de luz na tela, modificando o terreno (para o personagem rolar), aproveitando as estruturas do cenário e recolhendo fragmentos de brilho.

Não sei o motivo, mas a história e o game me lembraram muito de O Pequeno Príncipe…

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Começa a pré-venda de Halo 4

06 de setembro de 2012 0

Ajuste o capacete, engatilhe o rifle de assalto e cuidado com a granada de plasma, pois uma das maiores sagas de ficção-científica dos games recomeçará em 6 de novembro com Halo 4.

Mas os fãs menos pacientes já podem garantir seu exemplar em pré-venda (que começou hoje) nas revendas oficias em duas edições (ambas totalmente em português): a Standard (por R$ 149,00) e a Limitada (por R$ 299,00).

A nova história é ambientada quatro anos após os eventos de Halo 3, com o retorno de Master Chief para encarar um mal antigo, que ameaça o destino de todo o universo.

Desenvolvido pela 343 Industries, Halo 4 marca um novo começo para a franquia exclusiva da Microsoft, que já vendeu mais de 40 milhões de unidades em todo o mundo e inspirou vários livros, curtas em live-action, quadrinhos, figuras de ação e roupas.

Como fã da série – Sou suspeito em falar, mas recomendo muito toda a série Halo (foi um dos motivos por eu ter escolhido ter um Xbox, já que é exclusivo). Para quem não conhece, o jogo é estilo tiro em primeira pessoa (FPS), que lembra um pouco Tropas Estelares, com inimigos parecidos com Predadores. Além disso, a pré-venda oferece o jogo em um preço bom (se comparado com outros lançamentos que a versão normal custa mais de R$ 200,00).  Sem contar também a melhor parte: a diversão com os amigos no modo multijogador de Halo (com até quatro jogadores na mesma tela), que até mesmo o pessoal do Big Bang Theory já comprovou (clique aqui para ver, em inglês).

Quer um pouco mais? Fique com o gameplay de Halo 4:

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Fliperama online com o Atari Arcade

03 de setembro de 2012 0

Agora chegou a vez dos clássicos do Atari serem jogáveis direto pela internet. No site Atari Arcade (http://www.atari.com/arcade) é possível encontrar oito jogos com abordagem atualizada e na linguagem HTML5, sem necessidade de instalação. Pong, Asteroids, Missile Command, Centipede, entre outros que marcaram época estão lá acessíveis pelo computador, tablets ou smartphone com navegadores web.

A diversão continua a mesma da época do joystick, mas atualizada para a jogabilidade das plataformas modernas. O Atari Arcade foi desenvolvido em parceria com a Microsoft, com os jogos reimaginados para acompanhar os novos dispositivos e sistemas operacionais do mercado.

A ideia é oferecer adaptações para as telas sensíveis ao toque, assim como o futuro Internet Explorer 10, que chegará com o Windows 8 (que também é voltado para a experiência touch). Mas quem não tiver um dispositivo sensível ao toque ainda pode usar o teclado (no bom e velho A-W-S-D) ou o mouse.

Outra característica legal são as disputas que lembram os placares dos fliperamas. Você pode competir com seus amigos no Facebook ou seguidores no Twitter em tempo real, em batalhas multiplayer, conquistando pontos e competindo pelo maior placar.

Velha Guarda X Nova Geração

O vídeo a seguir não tem relação direta com o Atari Arcade, mas foi produzido baseado nos jogos clássicos do Atari. A produção começou a fazer sucesso na web na última semana, ao mostrar personagens modernos dos games enfrentando os pixels clássicos. Confira (dica do meu amigo Vinicius Batista de Oliveira)!

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