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Posts com a tag "PS3"

Vale a pena comprar agora no lançamento um PS4 ou um Xbox One no Brasil?

18 de novembro de 2013 3

575351_778187892196275_1814917661_nO primeiro comprador do PS4 em Nova York (Foto: EFE / Divulgação).

Não. Principalmente se os aparelhos forem comprados e usados aqui no Brasil.

Acontece que em toda nova geração videogames há problemas técnicos em grande escala, que só serão resolvidos em um próximo lote. Exemplo disso foi a primeira versão do Xbox 360 (Arcade) com as famigeradas três luzes vermelhas da morte e com o PS3 na luz amarela da morte - em ambos os casos é diagnosticado perda total dos aparelhos.

É como uma loteria invertida: na medida que os erros são percebidos e corrigidos ao longo do tempo, menor a probabilidade de pegar um videogame com problemas. Ou seja, os primeiros compradores acabam no papel de testadores. Por exemplo, os primeiros compradores do Playstation 4 já reclamam de um problema apelidado de luz azul da morte.

Existe ainda a questão das funções online e aplicativos da PSN e da Live, pois muitas das funcionalidades delas não estarão disponíveis no lançamento no Brasil. E podem demorar para vir (por exemplo, até hoje a Xbox Live Brasil não tem o programa Rewards do Xbox 360…). Resumindo este tópico: não será possível aproveitar 100% dos recursos a curto prazo.

Outro fator que pesa agora na compra são os jogos. Apesar do PS4 e do Xbox One terem anunciados vários títulos exclusivos, muitos deles só vão estar disponíveis depois da metade de 2014 (quando provavelmente já haverá um segundo lote dos consoles). Quem tem um videogame da atual geração (PS3 e Xbox 360) bem cuidado terá uma boa vida útil: vários jogos também serão lançados para eles. Já quem não tem um aparelho ainda é uma boa oportunidade de pegar um PS3 ou Xbox 360 em uma promoção, já que o foco agora são o PS4 e o Xbox One.

O preço já é algo batido, mas vale lembrar: o PS4 do Brasil (R$ 4.000,00) é o mais caro do mundo, junto com Xbox One (R$ 2.299,00) e o Nintendo WiiU (R$ 1.899) nesse ranking. Além de impostos, tem o detalhe do lucro dos vendedores proporcional à vontade dos compradores (lembra do PS3 custando quase R$ 8.000,00 no lançamento?). E quem pensa em comprar fora do país, cuidado: há boatos que as empresas no Brasil não darão suporte para aparelhos comprados fora  - mas, de acordo com o IDEC – Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor, todo produto importado que possui venda oficial no Brasil deve ser garantido pela fabricante.

Valerá a pena comprar um PS4 ou um Xbox One mais tarde? Sim, principalmente depois que passar toda a onda de vontade, que é explorada comercialmente, e forem lançadas novos lotes com erros corrigidos. O ponto muito negativo é ficar fora de algo novo e falado por todos (o que mais dói para jogadores hardcore). Mas valerá muito para quem precisa economizar para comprar, pois o custo benefício a longo prazo será bem maior.

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Mas se o seu objetivo é se divertir destruindo os novos consoles com uma arma de grosso calibre, ignore tudo o que estiver escrito acima (não tente fazer o que eles fizeram no vídeo abaixo em casa…).

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O Cavaleiro das Trevas é a caça e o caçador em Batman: Arkham Origins

26 de outubro de 2013 0

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O começo nunca é fácil para um herói, ainda mais quando se tem um bando de assassinos caçando a sua cabeça por dinheiro. E agora Batman: Arkham Origins (Playstation 3, Xbox 360 e PC / Warner Bros. Games Montreal / 2013 / legendas e dublagem em português) mostra o início da luta do Cavaleiro das Trevas contra o crime de Gothan, quando enfrenta pela primeira vez seus piores inimigos unidos em um único objetivo: matar o Batman.

Este é o terceiro jogo da série Arkham, que já explorou o famoso Asilo Arkham dominado pelo Coringa e a Cidade Prisão controlada por Hugo Strange. E desta vez é o vilão conhecido como Máscara Negra que reuniu um grupo para acabar com o homem morcego.

Batman: Arkham Origins repete tudo o que deu certo nos jogos anteriores, como um controle bem fluído do personagem, o clima sombrio, uma história envolvente e os famosos equipamentos (gancho, bomba de fumaça, gel explosivo e o, estranhamente renomeado, “batarangue”).

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Os combates também são novamente destaque, onde é possível socar muitos inimigos de forma fácil e com uma bela coreografia, sem perder a sensação de desafio. Também cada combate vencido gera pontos de experiência, para serem gastos em melhorias de habilidades físicas ou tecnológicas – também há pequenos segredos escondidos pelos cenários, que se descobertos pelas habilidades de detetive do Batman geram recompensas.

A primeira novidade apresentada durante o jogo é que agora o herói pode acessar a Batcaverna. No refúgio é possível investigar melhor os casos e montar equipamentos novos com a tecnologia de seus inimigos – como as luvas de choque. Já o novo modo multijogador coloca dois times de vilões, como o Coringa e Bane, para caçar Batman e Robin (em um esquema 3 contra 3 contra 2 jogadores).

A parte gráfica parece não ter evoluído do jogo anterior Arkham City, que já era muito boa. Mas alguns efeitos novos como o movimento da capa e o efeito de neve deixam o jogo bem mais bonito. A dublagem também merece destaque na parte técnica, que mostra o investimento do mercado dos jogos no Brasil (apesar dos preços abusivos aos consumidores… mas isso é outra história).

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No geral, Batman: Arkham Origins dá o conforto dos controles e técnicas já jogadas em uma interessante história dos primeiros passos do Cavaleiro das Trevas. Quem ainda não jogou nada da série vai ficar impressionado em vestir o manto negro pela primeira vez. Já quem está cansado de prender o Coringa vai se divertir explorando todas as referências que fecham a trilogia de jogos.

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Confira também meu primeiro gameplay para o blog, da primeira meia hora de Batman: Arkham Origins (versão para PC / Steam).

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Dante está de volta e com novo visual para chutar demônios em D.M.C.

13 de janeiro de 2013 0

Enfrentar demônios nunca foi tão divertido como na série de jogos Devil May Cry, que agora ganha um reinício com o novo D.M.C. (para PC, Xbox 360, PlayStation 3 / Ninja Theory e Capcom / 2013 / versão com legendas em português). Assim como o nome de três palavras virou uma sigla com as iniciais, o jogo e o personagem principal ganharam uma roupagem mais moderna, com a mesma diversão das versões anteriores.

A história é básica: demônios vivem escondidos entre as pessoas na cidade fictícia de Limbo (com versão distorcida e macabra da realidade), influenciando seus atos. Até que uma ordem começa um levante (ao estilo de V de Vingança, com um líder mascarado e tudo que se chama Vergil – fãs da série vão lembrar dele…) pela liberdade. E a arma secreta dessa revolução é o personagem principal e já famoso protagonista da série, Dante – que é o filho de uma anja com um demônio.

O jogo é no melhor estilo hack and slash (golpear e cortar), com uma jogabilidade fácil e uma fluência de golpes muito divertida (que é o grande atrativo desse jogo). A espada já conhecida dos fãs Rebellion está lá, acompanhada do par clássico de pistolas Ebony e Ivory, que podem ser usadas em várias combinações diferentes. A novidade agora é que Rebellion pode virar uma foice angelical ou um machado profano, variando ainda mais os combos para mais pontos. Há também agora uma corrente com gancho, que serve para puxar os inimigos ou saltar para perto deles.

As batalhas não exigem combinações complicadas de golpe para jogadores iniciantes, mas quem for mais hardcore vai se divertir em fazer sequencias frenéticas (e também com o modo de dificuldade Son of Sparda o negócio fica bem sério…). Já as fases são o clássico arcade: vai para uma sala, mata o que se mexer e vai para o próximo estágio.

Jogadores que gostam de explorar os cantos dos cenários encontrarão desafios secretos nas portas de bronze, prata e ouro (como matar cinco inimigos, que só tomam dano estando no ar, em um minuto e meio) e almas penadas que precisam ser libertadas. Também há vários objetos escondidos, para recuperar vida, aumentar o poder das armas ou mesmo abrir novos caminhos na aventura.

Um detalhe que chama a atenção, que inclusive causou polêmica, é o novo visual do protagonista Dante. Mas a diversão das versões anteriores está lá atualizada com um estilo bem moderno, trilha sonora de heavy metal contagiante, mantendo o humor do meio-demônio / meio-anjo e a polêmica ao tratar temas sagrados. Aliás, o jogo não é recomendado para menores de 18 anos (tem muitos palavrões nos diálogos e há demônios bem nojentos).

O Devil Trigger, poder especial clássico dos jogos Devil May Cry, funciona agora diferente dos outros títulos. No lugar da transformação em demônio, Dante agora volta ao visual antigo (cabelo branco) e para o tempo para golpear os inimigos. Só para lembrar os fãs, o novo jogo passa em um universo paralelo, onde o meio anjo / meio demônio é para ser um personagem diferente.

O lançamento mundial é 15 de janeiro, mas para conferir com as próprias mãos já está disponível o demo gratuito na Xbox Live e na PSN.

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Videogame original ou destravado?

10 de dezembro de 2012 8

Uso e recomendo consoles originais (pirataria é crime e modificar o hardware ou software de um console, descaracterizando o produto original e mantende a marca, também é). Já usei desbloqueados, mudei por praticidade e hoje medindo vantagens e desvantagens não quero voltar.

A principal vantagem quando tive videogame desbloqueado era conseguir jogos por até 10% do preço original e lançamentos à pronta entrega no camelô mais próximo (ou no Torrent mais rápido). Problema era caso aparelho ou jogo apresentassem defeitos, pois não havia garantia oficial que cobrisse (foram alguns jogos comprados que depois não funcionaram e não tive reembolso, além do tempo e paciência gastos tentando resolver o problema).

As próprias empresas de jogos estão muito ligadas na pirataria e criam sistemas de autenticação. Isso gerou uma espécie de guerra em ciclo infinito: desenvolvedores fazem barreiras, crackers quebram para fazer funcionar o produto copiado, desenvolvedores fazem novas barreiras, aí os crackers quebram novamente...

Com isso veio outro problema: hoje o usuário de console desbloqueado precisa atualizar os sistemas a cada lançamento praticamente. Quem não tem o conhecimento técnico necessário paga, em média, R$ 100,00 em cada atualização de desbloqueio (mais R$ 20,00 de uma cópia no camelô é quase o preço de um jogo original).

Mais um problema também é que alguns consoles precisam de modificações de firmware (o “programa” que lê os jogos) e hardware (equipamento). Se não encontrar um bom técnico para as alterações, o resultado pode ser catastrófico (o Xbox 360 fica comprovadamente com mais probabilidade de ter as famigeradas três luzes vermelhas da morte e o Playstation 3 pode travar totalmente, por exemplo).

Com o videogame original o usuário terá menos jogos, porque são mais caros. Nos últimos meses surgiram iniciativas para baixar o valor dos produtos originais, mas ainda não fizeram o preço ser justo se comparado ao valor original em dólares (impostos são os maiores vilões dos jogos originais no Brasil).

Clique-me!

Em compensação, com o videogame original é possível aproveitar mais cada jogo, principalmente com modos multijogadores em rede (sem o perigo de ser banido por ser pirata) ou baixando DLCs para expandir (e também diversos aplicativos que hoje em dia os consoles suportam). Além disso, o usuário pode conectar o aparelho na internet sem preocupações e realizar procedimentos de atualização (se e quando sair) de forma simples e de graça (com suporte técnico oficial).

Outro ponto legal é que volta um clima nostálgico: como na época dos cartuchos, você procura amigos para trocar jogos (socializa) ou locais que vendam usados (se a mídia estiver em bom estado é a mesma coisa que um novo). Há também a possibilidade de baixar demos de graça ou alugar os jogos para testar antes de comprar.

Com o videogame original não tive mais preocupações e não tenho intenção de desbloquear, o que é o ponto mais positivo, já que jogar videogame é um hobby e não um trabalho. Muitos dos meus amigos usam e dizem não ter problemas com o console destravado, mas percebo que eles ainda têm dificuldades técnicas de vez em quando para deixar tudo funcionando (ou não podem baixar expansões para os jogos).

E para você, qual a melhor forma de ter um videogame? Original ou Desbloqueado?

Leia também:
É verdade que jogo pirata estraga o leitor do videogame?

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Lute na guerra final de Cybertron

12 de agosto de 2012 0

Robôs. Gigantes. Que se transformam. Só essas três coisas já são o suficiente para chamar a atenção de qualquer gamer, mas o novo jogo Transformers: Fall of Cybertron (Xbox 360 / PS3 / PC, 2012, High Moon Studios / Activision) consegue ser mais interessante que o esperado. O lançamento oficial é no final de agosto e o demo já está disponível para quem quiser conferir.

História rápida – Os Transformers fizeram sucesso nos anos 80 e ficaram um tanto sumidos nos 90. Mas há um tempo o cinema conseguiu trazer os robozões de volta, junto com todos os outros produtos agregados (brinquedos, quadrinhos, séries animadas e videogames). Os jogos baseados diretamente nos novos filmes dos Transformers não fizeram sucesso (uma coisa que até parece maldição para todas as adaptações do cinema para videogames, mas isso é assunto para outra postagem).

Já Fall of Cybertron é a sequencia direta de War of Cybertron ( jogo de 2010, com a explicação de como começou a guerra), que não tem nada dos novos filmes, mas muito com o longa animado de 1986. Antes de chegar ao planeta Terra os Autobots e os Decepticons travaram uma guerra civil em seu planeta natal, Cybertron. E é justamente no momento decisivo e sombrio que o novo jogo acontece: os fãs sabem como tudo termina, porém a diversão está em desencadear o fim do mundo dos dois lados do conflito.

No modo história o jogador cumpre missões do lado dos mocinhos (Autobots) e dos bandidos (Decepticons), nas engrenagens de personagens famosos, como Optimus Prime, Bumblebee, Megatron e Starscream. Ação e narrativa estão bem balanceadas, dando a impressão de ser um filme animado jogável.

Já no modo multijogador é possível montar seu robô personalizado, com combinações diferentes de armas, carenagem, armadura, cores, entre outras coisas, dentro de quatro funções: Infiltrator, Destroyer, Scientist e Titan (cada um com características e modos e jogar diferentes). É possível acumular pontos de experiência, para evoluir e habilitar novos equipamentos.

Então - Transformers: Fall of Cybertron é um jogo empolgante e visualmente impressionante. Só que, algumas vezes, o cenário fica bagunçado com tanto pedaço de robô voando e coisas explodindo (mas o clima sombrio consegue balancear um pouco). A jogabilidade é um tanto travada na forma humanoide (o que é um tanto compreensível, já que são robôs), mas as transformações e a formas de veículos são bem fluídas. É bem legal personalizar os personagens e os modos multijogadores são padrões (time contra time e defender território, por exemplo). Como não tem preço oficial ainda não é possível avaliar custo / benefício, mas vale muito a pena baixar o demo gratuito para se divertir (uma fase história com Bumblebee e outra com Soundwave, que servem como tutorial, além de dois modos multijogadores habilitados).

Dica – preste atenção na função que faltar no seu time no modo multijogador para preencher (Infiltrator, Destroyer, Scientist e Titan), pois é importante cada equipe ter um representante de cada tipo.


Chega a dar um arrepio quando é possível ver a diferença entre Metroplex e Optimus Prime no final (fãs entenderão).

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Seja o Batman!

26 de julho de 2012 2

Ficou empolgado com o novo filme do Batman? A dica para quem quiser vestir o manto do Cavaleiro das Trevas são dois jogos, não relacionados aos cinemas, mas muito fiéis ao personagem.

O primeiro é Batman: Arkham Asylum (PS3/Xbox/PC, 2009). Como o próprio nome sugere, a história acontece no Asilo Arkham, onde Arlequina desencadeia uma espécie de rebelião. E isso mesmo: sua missão é impedir o pior e descobrir um plano por trás de tudo. Para esse jogo há uma expansão (vendida separadamente) que você pode jogar fases especiais com o Coringa.

O segundo é Batman: Arkham City (PS3/Xbox/PC, 2011). Dessa vez uma parte de Gothan City foi cercada e transformada em uma prisão. Lá foram colocados também os piores bandidos e vilões da cidade e, acreditem se quiser, Bruce Wayne também vai em cana. Sua missão: descobrir quais os planos de quem criou Arkham City e outras conspirações que existem lá. Você pode também expandir o jogo com três novos personagens jogáveis (comprando): a Mulher-Gato, o Robin e o Asa Noturna.

Ambos os jogos são no estilo ação e aventura, com toques de furtividade (o chamado stealth). Ou seja, você pode dar porrada nos capangas e sair planando por aí, mas de vez em quando vai precisar ser silencioso e andar no passo miúdo.

A jogabilidade na parte das lutas é algo que chega a ser artístico, com movimentos bem fluentes e combinações variadas de acordo com o ritmo dos golpes – você pode bater, usar bat-aparelhos ou mesmo usar o cenário para nocautear os inimigos.

Há também a visão detetive (bem parecida com a “visão de sonar” que Batman usou no penúltimo filme contra o Coringa). Um equipamento bem útil para analisar o cenário, que serve também para investigar crimes e pistas para encontrar os vilões.

Enfim, o legal desses jogos é que você pode conhecer mais de cada personagem (herói ou vilão), pois há fichas de investigação e outros itens que descrevem bem o todo.

Você já jogou? O que mais chamou sua atenção nesses jogos?

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