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Posts com a tag "Redes Sociais"

A Copa no Brasil sob a ótica dos torcedores nas redes sociais

27 de junho de 2014 0

estatisticas

Mas afinal, o que é a Copa do Mundo para os brasileiros? O verde e amarelo inspira o civismo ou chega às ruas em forma de manifestações contrárias ao maior evento de futebol do mundo?  Saber o que pensam, escrevem e compartilham os torcedores no Brasil sobre a competição é o principal enfoque de um trabalho que une empresas brasileiras de tecnologia, de comunicação e de pesquisa.

Desde o dia 23 de junho, internautas que se manifestam sobre o mundial no Facebook, Google Plus, Twitter e Instagram são acompanhados pelo projeto Folha na Copa. A iniciativa, além do jornal Folha de São Paulo, conta com a Seekr, empresa de monitoramento digital, e a AskNew, especializada em Marketing e pesquisa.  Durante os jogos da Copa, internautas que usarem a #folhanacopa integrarão um banco de dados que deve apresentar o que representou para o Brasil participar e abrigar a competição.

Por meio de uma seleção criteriosa de palavras e expressões, a equipe da AskNew conseguirá identificar informações postadas dentro e fora dos estádios. Além da hashtag, será monitorada a localização dos internautas via ferramentas de GPS (Foursquare e geolocalização) para analisar de onde partem os comentários.

Todo o material estará disponível em uma timeline da página da Folha de São Paulo. “Monitoramento nada mais é do que uma grande pesquisa espontânea sobre o que pensa um grupo de pessoas. E o mundo virtual representa a extensão de pensamento e comportamento social”, comenta Janine Fisher, uma das gestoras da AskNew. As pesquisadoras reforçam que além de sanar a curiosidade sobre a aceitação do evento, as informações servirão para nortear ações ligadas à Copa do Mundo em várias áreas.

Veja todas as estatísticas aqui: http://goo.gl/NM6njw

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Camboriú sumiu do Facebook e vereador pede que a cidade volte

19 de setembro de 2013 0

camboriu

Desde 1964 Balneário Camboriú e Camboriú são duas cidades diferentes, mas parece que o Facebook não foi atualizado sobre isso. Apesar de muita gente de fora achar que é tudo a mesma coisa, na verdade os dois lugares são bem diferentes: o primeiro é reconhecido principalmente por suas praias e a outro pelas suas paisagens rurais.

Só que desde janeiro de 2013 os camboriuenses não têm mais a opção de marcar sua cidade natal em seus perfis. E mais: a cidade também não pode ser marcada como atual residência, além de quem já estava marcado em Camboriú foi automaticamente mudado para Balneário Camboriú.

Na época os moradores encararam a mudança como uma das (muitas) falhas do Facebook. Muitos enviaram mensagens reportando o problema (inclusive eu também, que estava por lá naquela época). Mas até onde se sabe ninguém teve uma resposta. O assunto então ficou só nas piadas e o conformismo da situação.

Até que um vereador de Camboriú, Ângelo César Gervásio, resolveu cutucar o Facebook de forma oficial sobre isso. Ele fez um requerimento em 17/9/2013 para notificar o Facebook e resolver a questão com a inclusão da cidade. Segundo o político, o problema está “causando constrangimento e repúdio do camboriuense”.

Parece uma coisa simples, mas como bem disse Stefani Ceolla em um comentário no próprio Facebook, “Camboriú luta bastante para ter reconhecimento, deixar de ser ‘vila’ (…). Ser excluído do Facebook é bem chato para o pessoal. Questão de autoestima e tudo o mais”. Ou seja, a falta identidade virtual acaba refletindo no reconhecimento das pessoas como cidadãos camboriuenses.

Tomara que o os responsáveis pelo Facebook Brasil percebam que a falta de Camboriú é um problema sim, assim como também outras cidades brasileiras que não aparecem oficialmente na rede social. #AddCamboriuFacebook

requerimento_facebook_camboriu

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Ser contratado, ou não, para um novo emprego depende hoje do seu perfil online

16 de setembro de 2013 0

EMPREGO2

Você já deve ter ouvido que “tudo postado na internet fica para sempre na internet”. Quem sabe muito bem disso são as celebridades com seus vídeos vazados, além de ilustres desconhecidos que ganham fama com suas fotos de bebedeira em festas – devidamente publicadas (e marcadas) por um amigo inconveniente no Facebook. Mas este tipo de conteúdo vai além da zoeira nos círculos sociais.

As empresas usam cada vez mais referências de redes sociais para avaliar os candidatos para vagas de emprego. E uma imagem embaraçosa ou outro comportamento online inadequado aos padrões profissionais pode fazer a diferença na hora de conseguir um trabalho.

Na pesquisa publicada recentemente pela empresa Jobvite, especializada em recrutamento para empresas, mais de 40% dos responsáveis pela contratação disseram que reconsideram candidatos depois de conhecerem seu perfil online. Isto acontece quando eles avaliam o conteúdo do Facebook, Twitter, Google+ e outros canais com a presença do candidato.

O estudo também mostra que os empregadores classificam o candidato (muito) negativamente se há sinais de uso de drogas ilegais ou mensagens de natureza sexual em seus perfis. Já mais de 60% das empresas pesquisadas disseram que a evidência de voluntariado ou outros atos de caridade reflete muito bem para o candidato.

Imagens não são as únicas peças avaliadas. Os textos também são importantes, pois quase dois terços das empresas afirmou que palavrões, erros de digitação e gramaticas refletem negativamente na escolha do candidato ao emprego.

Então o que é preciso fazer para as redes sociais não arruinarem as chances do emprego? O infográfico abaixo detalha os tipos de comportamento que influenciam na hora da análise. E atenção com conteúdo postado é o primeiro passo (configurar o Facebook para não ser marcado nas fotos inconvenientes também ajuda muito).

EMPREGO WEB

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Prefeito de Balneário Camboriú agora compartilha seu cotidiano no Instagram

05 de setembro de 2013 0

Sem título

Edson Renato Dias, mais conhecido como Piriquito, agora compartilha com o mundo um pouco da sua vida pessoal pelas redes sociais. O prefeito de Balneário Camboriú (SC) está no Instagram, publicando seu cotidiano ao melhor estilo #selfie, com toques de #instafitness, pratos saudáveis de sua dieta #instafood e momentos de diversão na #balada.

A iniciativa é muito interessante (e até diria importante) para figuras públicas, principalmente ao humanizar a imagem de alguém tido como autoridade. Afinal, existe uma pessoa como todas as outras ocupando um cargo e mostrar que ela vive na cidade que administra é muito positivo.

Mas vale lembrar que Piriquito já teve problemas com as redes sociais. Em 2011 ele esteve envolvido em uma polêmica por conta de comentários pejorativos no Facebook (onde tinha mais de cinco mil amigos/seguidores). Xingamentos e palavras de baixo calão, dirigidas a um morador da cidade, foram feitos em seu nome, causando burburinho dentro e fora da internet. Piriquito negou todo o fato e alegou que sua conta foi invadida.

Ou seja, o cuidado com o conteúdo postado e compartilhado nestes casos deve ser muito maior. Vale aquele conselho do tio do Homem-Aranha para gerenciar as redes sociais de figuras públicas: “com grandes poderes vêm grandes responsabilidades”.

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Site oferece teste de fidelidade online

03 de setembro de 2013 0

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Depois do polêmico Rastreador de Namorado, um novo serviço oferece lenha para a fogueira de quem desconfia de seus companheiros. O site Fidelidade Face promete desmascarar quem tem a pretensão de pular a cerca, no mesmo estilo do famoso Teste de Fidelidade do João Cléber – só que esta versão é realizada pelo Facebook.

Funciona assim: por exemplo, uma mulher pode contratar  outra mulher para conversar com seu namorado no Facebook, com a intenção de testar sua fidelidade. Quem contrata também escolhe a forma de abordagem e a resposta é prometida em até cinco dias após o cadastro e pagamento de R$ 29,90.

O serviço promete ser discreto e efetivo, apresentando alguns depoimentos de quem já usou. Mesmo assim o negócio é um tanto forçado, apesar de parecer tem uma grande demanda (ou seja, hora de desconfiar de todos os estranhos que começaram a puxar papo pelas redes sociais, se você não for uma pessoa fiel).

E quem tiver interesse também há a possibilidade de ser um atendente (alugando seu perfil) e entrar para o time de atores que desmascaram os infiéis.

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Você confia e contrataria um serviço desses?

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Saboreie o Pip! - a rede social para quem gosta de culinária

22 de julho de 2013 0

Comida é um dos assuntos mais comuns nas redes sociais. Seja aquela foto do sushi jantar refinado, um #instafood qualquer ou  links de receitas compartilhados. Mas, com tantos outros conteúdos circulando pelas timelines, fica difícil encontrar apenas conversas sobre culinária (o sistema de organização de conteúdo antigo no Facebook é horrível para estas coisas). E para resolver isto a segmentação na web é a solução, como bem ensina a teoria da Cauda Longa. E nesta oportunidade surgiu o Pip!, uma rede social exclusiva para o mundo gastronômico.

No Pip! é possível comentar, curtir e compartilhar conteúdo (igual no Facebook e, inclusive, é possível usar o seu login para participar). Também é possível se conectar com amigos ou outras pessoas com habilidades na cozinha, de acordo com o gosto do usuário. A diferença é que a rede social é bem segmentada e as postagem não vão se perder entre outros assuntos. A plataforma, ao mesmo tempo em que mantém sua ideia gastronômica fixa, funciona como uma galeria de arte com cardápios variados e um Caderno de Receitas 2.0. Infelizmente ainda não é possível postar vídeos, apenas fotos para ilustrar, e não há integração com aplicativos móveis (mas é possível sugerir esta e outras mudanças aos seus administradores).

E o mais legal é que o Pip! surgiu como uma startup aqui em Santa Catarina. Até agora conta com mais de 34 mil usuários, reunindo pessoas que gostam de cozinhar ou degustar todos os tipos de pratos. A rede também tem um grande potencial para chefs de cozinha mostrarem seu trabalho e para restaurantes criarem estratégias de aproximação com o público.

“É uma solução que utiliza e potencializa o hábito das pessoas postarem fotos de comidas no Facebook, Twitter, Instagram, etc. Nestas ferramentas estas postagens perdem-se na timeline, complicando muito pesquisar e colecionar posteriormente. Além disto, estas redes sociais não são feitas para postagem de receitas”, explica Guido Jackson, que criou a plataforma junto com Thomaz Palma Santos e Rodrigo Boscaini de Freitas.

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Retrospectiva 2012 das mídias sociais

07 de dezembro de 2012 1

Dezembro é época de retrospectivas. E para começar vamos aos assuntos mais compartilhados e as plataformas sociais mais importantes de 2012 em perspectiva mundial. O infográfico abaixo foi produzido pelo pessoal do AddThis (uma espécie de IBOPE da web, com serviços de audiência e métricas online), onde está evidente que foi o ano do Facebook no quesito popularidade (e do Pinterest no crescimento). Legal também ver o quanto os fatos mais marcantes foram compartilhados. Só uma observação: as palavras da moda não foram traduzidas, já que foi a escrita em inglês a mais procurada.

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Empresas estão preparadas para as redes sociais?

12 de setembro de 2012 0

Página Visou Indelicada foi criada no Facebook para tirar sarro de como a marca gerenciou sua crise.

O caso Visou é mais um lembrete de como é importante a relação com o cliente no particular, para que os problemas não ganhem proporções públicas nas redes sociais. A pressão sobre a marca foi tanta que a página do Facebook (principal canal de relacionamento com o público) e o site foram tirados do ar, ações drásticas que mostram despreparo para gerenciar crises do tipo. Mas esse é só um dos muitos que acontecem, que nem sempre repercutem e são tão chatos quanto para os clientes.

O que aconteceu? (pule o parágrafo se você já sabe da história) Houve um atraso na entrega de um produto da Visou (coisa que acontece de vez em quando em compras pela internet). A cliente ficou preocupada com a demora e entrou em contato com a loja por e-mail. Só que a resposta da empresa não resolveu nada e não foi educada. Então, a pérola acabou sendo publicada no blog do Estadão (a cliente era uma jornalista, que sabe como mostrar que algo está errado), seguido de compartilhamento massivo nas redes sociais.

A marca tentou ainda pedir desculpas públicas pelo Facebook, mas usuários atentos perceberam que a mensagem foi copiada de outro site (tirando ainda mais credibilidade da defesa). Mais tarde, uma das donas da Visou enviou um pedido de desculpas para a cliente ofendida, explicando que ela e outro sócio estavam distantes do negócio e deixaram um ex “social media” (nome do cargo de gerenciamento de redes sociais) cuidando disso. Parece que a cliente ficou satisfeita com a retratação, mas os prejuízos para a marca vão demorar para serem revertidos.

O que está acontecendo com o “social media” (e não só com a Visou) é um fenômeno perecido ao do final dos anos 90. Naquela época, houve a Bolha da Internet (clique se você não sabe da história), a internet estava bombando e todas as empresas “tinham que ter” um site. Só que muitos deles não tinham a mínima ideia de como gerenciar esse novo canal. Resultado? Muitos endereços acabaram morrendo depois do ano 2000, pela inabilidade em entender o novo meio (outros como o Google aproveitaram a onda, mas isso é outra história).

E as empresas estão preparadas para a nova onda da web? Não é que as redes sociais também são decadentes. Acontece que muitas empresas estão entrando nelas só porque agora é moda e o concorrente tem. E isso faz lembrar uma frase bem interessante da Martha Gabriel em uma de suas palestras, que é mais ou menos assim: “Se o seu negócio ou ideia não forem bons, não vai ser a web que vai fazer ficar melhor”.

Ou seja, expor uma marca de um negócio nas redes sociais não é só criar uma página no Facebook, publicar links e esperar por milhares de pessoas curtindo. Tudo depende de planejamento e acompanhamento de um profissional focado para isso (não “aquele rapaz” que sabe mexer na internet).

Para quem quiser aventurar sua marca nas redes sociais algumas dicas básicas podem ajudar:

- Estude casos como da Visou. Não é preciso aprender só com os próprios erros e, além disso, os debates nas próprias redes sociais levantam hipóteses de como contornar as situações;
-  Mantenha a conversa particular e com propostas resolutivas para os problemas. Caso a conversa vá ao público, monitore a repercussão e deixe todos atualizados de como o problema está sendo resolvido;
-  Procure mais orientações de um profissional com formação na área da comunicação / marketing.

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