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    Logorama - A cidade das marcas

    Logorama é uma animação francesa, dirigido por François Alaux, Hervé de Crecy e Ludovic Houplain. Criado em 2009, a animação levou os prêmios de melhor curta-metragem no Festival de Cannes, em 2009, e o de Melhor curta-metragem de animação do Oscar em 2010. François Alaux, Hervé de Crecy e Ludovic Houplain recebendo o César...

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    História da infografia

    A comunicação visual começou muito antes da escrita, segundo Sancho (2001), a codificação dos elementos visuais em linguagem aconteceu muito depois. Compreende-se que o surgimento histórico da infografia aconteceu na pré-história, e os primeiros mapas foram criados muito antes da escrita. Em Marcos na história da visualização de dados, de Michael Friendly e Daniel...

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    Prêmio Brasil Digital - BRIO

    Estão abertas as inscrições para o Prêmio Brasil Digital - BRIO 2013. Inscreva projetos de websites, experimentos online, aplicativos móveis ou publicações digitais, e receba o reconhecimento e a chancela dos selos do prêmio BRIO. Envolvendo mais de 50 parcerias, entre instituições de diversas áreas do setor e profissionais experientes do mercado, o Prêmio...

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    Ilustradora Joinvilense ClauSouza no Canvas Maxi Gráfica

    A Maxi Gráfica junto com a revista ABCDesign criaram um espaço, no estilo pôster, para a divulgação de ilustrações. Nessa edição o trabalho da ilustradora e designer Joinvilense, Claudia Souza. Além do trabalho exposto ela deu uma entrevista falando sobre suas inspirações e processos de trabalho. Na criação descobriu aperfeiçoou seu traço, com muitas...

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    Segunda edição do (IN) Consciente Coletivo

    Hoje, a cidade de Joinville está diferente. A Cidadela Cultural Antarctica recebe a segunda edição do (IN) Consciente Coletivo, um evento organizado por um coletivo de designers que reúne num mesmo local moda, arte, cultura, gastronomia, design e entretenimento. Sucesso na primeira edição, realizada em dezembro do ano passado em um formato mais compacto....

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Logorama - A cidade das marcas

16 de novembro de 2013 0

Logorama é uma animação francesa, dirigido por François Alaux, Hervé de Crecy e Ludovic Houplain. Criado em 2009, a animação levou os prêmios de melhor curta-metragem no Festival de Cannes, em 2009, e o de Melhor curta-metragem de animação do Oscar em 2010.

logorama

François Alaux, Hervé de Crecy e Ludovic Houplain recebendo o César 2011.

A animação retrata a cidade de Los Angeles construída por mascotes e logotipos de diversas empresas mundiais. Os personagens principais são dois policiais da Michelan que recebem uma chamada de roubo cometida por Ronald Macdonald e saem em perseguição.

Veja animação:

Na sequência uma entrevista, em francês, com os criadores da animação. Com o pouco que consegui entender percebi que eles fizeram um levantamento de marcas, criaram o storyboard, personagens, estudo do mapa de LA e tudo isso usando a técnica de rotoscopia.
logorama1

Hervé de Crecy comenta que é bastante interessante o confronto entre a ideia que a marca tem com o que o curta mostra. No caso do Palhaço do Mcdonald que é um psico ou no assédio do Pringles com a atentende da Esso. O confronto mistura um delicioso teor de humor ácido. 

Uma ótima indicação de curta.

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Blue e os gatos - A expectativa

13 de novembro de 2013 0

História da infografia

09 de novembro de 2013 0

A comunicação visual começou muito antes da escrita, segundo Sancho (2001), a codificação dos elementos visuais em linguagem aconteceu muito depois. Compreende-se que o surgimento histórico da infografia aconteceu na pré-história, e os primeiros mapas foram criados muito antes da escrita.

Em Marcos na história da visualização de dados, de Michael Friendly e Daniel J. Denis,de York University, Canadá, traduzido por Mario Kanno –, pode-se perceber cronologicamente a evolução da infografia e dos estados estéticos: como eram usados os mapas, tabelas, ilustrações e os detalhes estruturais.

No período de 6200 a.C até o século 17 surgem os primeiros mapas e diagramas, e Kanno apresenta a origem da visualização geográfica a partir dos diagramas geométricos, tabelas de posição das estrelas e mapas. O registro do primeiro mapa reproduzido foi a representação de uma cidade da Babilônia encontrada na região de Kirkuk, Iraque. 

Primeiro mapa historicamente registrado

Primeiro mapa historicamente registrado

Primeiro mapa historicamente registrado

Fonte: Marcos da história da visualização de dados.

Itanel Quadros (2005, p.4) afirma que “é necessário relembrar que, enquanto suporte do pensamento, o visual antecede qualquer linguagem utilizada na comunicação entre pessoas”. Esta é uma história que começou nas cavernas há cerca de 30 mil anos e prossegue até os dias de hoje. Santaella também (2012) discursa sob o mesmo prisma e afirma que:

“os desenhos rupestres, encontrados nas cavernas pré-históricas, que são formas de expressão de conteúdo emocional e não racional ou de organização da informação, também funcionam como um registro em suporte fixo de algo que o homem contemporâneo pode relacionar como o tempo e o espaço. (SANTAELLA: 2012, p33)

Peltzer (1992, p.98) reforça a ideia quando relata que:

“A escrita, desenhar letras é mais fácil que desenhar bisontes, tem códigos que apareceram milhares de anos após os desenhos daqueles animais. Primeiro foi fala e a língua, nessa ordem, segundo Saussure, depois a escrita, que é um modo de representar a língua e seus fonemas (sistema fonético) ou por conceitos (sistema ideográfico). A linguagem visual, a língua, a fala e a escrita são sistemas de signos completamente diferentes. Um é visual, o outro lógico, o seguinte fonético e o último lingüístico. A lembrança da ideia leão põe na minha cabeça a imagem do leão. Posso tentar desenhá -lo (fá-lo-ia se fosse mudo e analfabeto) para comunicar o que vi (o meu conceito de leão) a outra pessoa. Ou posso dizer a palavra leão: um conjunto de fonemas que unidos significam esse animal; e também poderia escrever as letras que correspondem a esses fonemas, unidos para significar o referente leão (escrita fonética), ou desenhar o ideograma – se soubesse fazê-lo – para comunicar a um chinês o conceito leão (escrita ideográfica).”

Segundo Silva apud Costella (2002, p. 14):

escrita pictográfica que consistiu na representação desenhada de objetos concretos, figuras de animais, etc., formando, em sucessão, um relato coerente. Gradualmente, alguns destes sinais tomaram um sentido convencional e passaram a designar conceitos abstratos, tornando-se ideogramas. Em outros sistemas, acresceram-se as sílabas que, articuladas, formaram palavras e, por fim, surgiram as letras, isto é, os sinais alfabéticos que, correlacionando com fidelidade à escrita e à voz humana, representaram graficamente a fala”.

Outros autores, como Dondis (1997) e Clark (2003), relatam que grandes obras, como “A criação de Adão”, de Michelangelo, e a “Última Ceia”, de Da Vinci, representadas nas figuras 11 e 12, respectivamente, são descrições e narrativas visuais de acontecimentos que tinham objetivo utilitário funcional, ou seja, transmitir mensagens às pessoas que não decodificavam as letras. Em um prisma mais elaborado, assumem o caráter de realismo e dramaticidade que as letras não alcançariam. 

“A criação de Adão”, Michelangelo.

Sistine_Chapel_ceiling

Fonte: Wikipedia.

“Última Ceia”, Leonardo da Vinci.

Leonardo_da_Vinci_(1452-1519)_-_The_Last_Supper_(1495-1498)

Fonte: Wikipedia.

A evolução no século 16 –  expansão marítima da Europa, novas técnicas e instrumentos foram desenvolvidos e, assim, novas, e mais precisas formas de apresentação visual do conhecimento apareceram.

Segundo Cairo (2008) e Peltzer (1992), o desenvolvimento de diversos equipamentos auxiliou no aperfeiçoamento da infografia, que está relacionado à história da tecnologia, como a prática da gravura, da fotomecânica, entre outros. Por fim, está ligado à organização dos complexos sistemas e subsistemas necessários para impressão criados por Johan Gutenberg, em 1436.

Os maiores problemas do século 15 se referiam à “medição física – do tempo, distância e espaço – para astronomia, navegação e expansão territorial. Avançam as estimativas, as probabilidades, a demografia e todo o campo de estatísticas. No fim do século, os elementos para iniciar um “pensamento visual” estão prontos”.

A infografia abaixo foi feita em 1644, por Michael van Langren’s, que tem a intenção de mostrar as 12 referências de longitude de Toledo a RomaInfografia de Michael van Langren’s.

Infografia de Michael van Langren’s.

roma_toledo

Fonte: Marcos da história da visualização de dados.

No fim do século 16, percebem-se características mais analíticas de dados. Esta infografia foi datada de 1786, feita por William Playfair, na Inglaterra. Observa-se um gráfico de barras e de linhas com dados econômicos e o uso de tipografias diferenciadas.

Infografia de Michael van Langren’s.

Infografia de Michael van Langren’s.

Fonte: Marcos da história da visualização de dados.

Pelzter (1992) registra também que o primeiro mapa publicado em jornal foi na Inglaterra, no dia 29 de março de 1740, no Daily Post de Londres. Era uma gravura com informação visual de um ataque realizado por Vernon, almirante inglês, à cidade de Portobello, nas Caraíbas, durante uma incursão contra o tráfico de ouro espanhol.

A infografia moderna deu os primeiros passos no século 17, com o primeiro gráfico informativo publicado em jornal na capa do “The Times”. Peltzer (1992) afirma que, em abril de 1806, na cidade de Londres, a morte do Mr. Blight, infografia abaixo, foi destaque na capa do “The Times”.

Quadros (2005, p.5) descreve a infografia da seguinte forma:

Era uma informação visual sobre como se dera o assassinato de um cidadão chamado Isaac Blight, composta por uma vista da casa de Blight nas margens do Tâmisa e um plano dela com referências numeradas dos passos do assassino, da trajetória da bala e do deslocamento de Blight até onde caiu morto. No rodapé aparecem legendas com explicações dos números postos no gráfico.

A morte de Blight.

A morte de Blight.

Fonte: Quadros (2005, p.5)

Ainda no século 17 acontece a era de ouro da estatística. Uma infografia considerada importante pelo fator científico, aponta Belém (2011), é a gravação do movimento de uma corrida de cavalos por meio de câmeras acionadas por fios, criadas por Eadweard Muybridge, nos EUA. (Figura 16)

Percebe-se que é usada a técnica de fotografia para captar as imagens do cavalo durante a corrida, e o intuito é observar que o animal, em certo momento, deixa de encostar as quatro patas no chão.

Fotografias de Eadweard Muybridge.

muybridge

Fonte: Veja online. Disponível em http://bit.ly/MHqCit. Acesso em 20/01/2012

No século 19, “John W. Tukey reconhece a importância da análise gráfica dos dados e lança novos padrões e inovações. Na França, Jacques Bertin publica sua Semiologia Gráfica, organizando visão e percepção dos elementos gráficos. Por último, os computadores começam a mostrar seu potencial”.

Kanno finaliza as observações sobre a história dos infográficos afirmando que:

“o desenvolvimento de softwares e sistemas de computador, altamente interativos e de fácil manipulação, foi a alavanca para tudo. Os novos paradigmas de manipulação de dados, a invenção de técnicas gráficas e os métodos de visualização multidimensional deixaram suas marcas”.

 A consolidação das ferramentas técnicas e metodológicas da visualização da informação veio durante a Guerra do Golfo[1]. Esta evolução superou o papel e outras tecnologias começaram a surgir. A possibilidade de envio de imagens via cabo ou antenas, e posteriormente via satélite, tornou a comunicação entre mensageiro e receptor mais ágil, possibilitando a publicação de mapas, imagens e informações. Peltzer (1992, p.115-116) acrescenta valor a essa descrição:

“Quando se dá a separação entre a fotografia e o visual não fotográfico, e a união de ambos os sistemas num mesmo processo, a remissão de uma informação visual começa a realizar-se de um modo digital e ampliam-se as possibilidades de confecção diretamente segundo um código digital, ou mediante a digitalização dos gráficos e desenhos realizados de forma clássica. (…) A digitalização permitiu o uso generalizado, pela imprensa, da linguagem visual. (…) Foi então que a linguagem reservada às enciclopédias e outras obras de divulgação científica e técnica pôde ser transferida para a imprensa e para a urgência do jornalístico (…). “

Sancho (2001, p.54-57) concorda que o avanço tecnológico possibilitou um incrível avanço na construção da infografia:

“Nos anos 80 se deu o renascimento dos gráficos explicativos, influenciados pelo desenvolvimento dos computadores pessoais dotados de programas específicos para gerar ilustrações. A aparição do computador Apple Macintosh, em 1984, facilitou enormemente a criação de imagens e se converteu em boa medida no padrão de trabalho para um grande número de ilustradores e designers gráficos (…) Nesse contexto aparece uma nova infografia utilizando como ferramenta de trabalho a informática adaptada às representações, ao tratamento da imagem etc. (…) Desde 1986 até o presente se produziram avanços espetaculares tanto nos programas informáticos como nas redes de transmissão de gráficos, o que possibilitou que a sua publicação se generalizasse nos jornais. A infografia se revelou como o meio mais eficaz para transmitir de maneira rápida e concisa os aspectos fundamentais da informação de temas, que por sua novidade, desconhecimento geral ou distanciamento do leitor, precisariam de muitas palavras para serem explicadas. Ela ampliou o universo cognitivo e incorporou elementos distantes.”

Percebe-se, portanto, que a infografia se redescobre e começa a utilizar a tecnologia a seu favor, buscando aperfeiçoar técnicas e metodologias. No entanto, observa-se que a infografia mostra alguns estágios dentro do próprio universo, distribuídos dentro da transposição e convergência da informação.


[1] Guerra do Golfo – Guerra ocorrida em 1991, entre a coalizão de países liderados pelos EUA, contra o

Iraque, de Saddam Hussein, em decorrência da invasão do vizinho Kuwait, em 1990.

 

Referências

BELÉM, Alexandre. Eadweard Muybridge. Disponível em http://bit.ly/MHqCit. Acesso em 20/01/2012.

CAIRO, Alberto. Infografia 2.0: Visualización interactiva de información em prensa. Madrid: Alamut, 2008.

CAIRO, Alberto. Information Graphics Workshop in Spain. Disponível em: http://www.thefunctionalart.com/2012/03/information-graphics-workshop-in-spain.html. Acesso em 26/04/2012.

CLARK, Kenneth. Leonardo da Vinci, Rio de Janeiro, Ediouro,2003.

DONDIS, Donis A. Sintaxe da linguagem visual. Traduação Jeferson Luis Camargo. São Paulo: Martins Fontes, 1997.

KANNO, M., Marcos na História da Visualização de Dados, 2008. Disponível em http://bit.ly/NrOQhG. Acesso em 15/02/2012.

PELTZER, Gonzalo. Jornalismo iconográfico. Lisboa, Planeta Editora Ltda., 1992.

QUADROS, Itanel. História e atualidade da infografia no jornalismo impresso.  Disponível em: http://www.portcom.intercom.org.br/pdfs/30471591613632904001157422900782018538.pdf. Acesso em 20/9/2010

SANTAELLA, Lúcia. O que é semiótica. São Paulo: Brasiliense, 1985.

SILVA, William Robson Cordeiro. O Desenho da Notícia: Uma Análise Semiótica da Infografia do Jornal de Fato. 2010. Disponível em http://bit.ly/tN0dIa. Acesso em 14/09/2011.

Prêmio Brasil Digital - BRIO

30 de setembro de 2013 0

Estão abertas as inscrições para o Prêmio Brasil Digital - BRIO 2013. Inscreva projetos de websites, experimentos online, aplicativos móveis ou publicações digitais, e receba o reconhecimento e a chancela dos selos do prêmio BRIO. Envolvendo mais de 50 parcerias, entre instituições de diversas áreas do setor e profissionais experientes do mercado, o Prêmio Brasil Digital irá premiar os melhores projetos para mídias digitais feitos no Brasil, buscando valorizar excelência em design e desenvolvimento. Participe!

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O Prêmio Brasil Digital - BRIO tem a intenção de reconhecer e promover a qualidade no design e no desenvolvimento de projetos para mídias digitais. Em sua primeira edição, procura contribuir para a reflexão sobre o mercado nacional e incentivar maiores e melhores investimentos em projetos digitais. Mobilizando diversos envolvidos na complexa cadeia de produção de websites, portais e aplicativos, o prêmio valoriza iniciativas criativas, colocando em contato instituições de ensino, associações profissionais e grandes empresas de software. Atingindo designers e desenvolvedores, agências e estúdios, usuários e contratantes.

O BRIO 2013 espera construir uma comunidade para discutir e amadurecer conceitos e ideias sobre a produção digital brasileira.

O BRIO 2013 conta com as seguintes parcerias: Abedesign, ADG brasil, Adobe, BrazilJS, Centro Carioca de Design, ESDI, IEDBrasil, InsertPródesign>PR, PUC Rio, SIB, Tipos Latinos, Centro Brasil Design e Adegraf. Além disso, tem os seguintes apoios: Anticast, Choco La Design, Ideafixa, Revista Leaf e Portal Design Brasil. Os projetos podem ser inscritos nas categorias: websites, experimentos online, aplicativos móveis e publicações digitais. Receberão os selos e troféus do BRIO 2013 os melhores de cada categoria, além de menções honrosas por design e desenvolvimento. Com um corpo de jurados consistente, formado por experientes profissionais do mercado, o Prêmio Brasil Digital será uma das principais chancelas de qualidade para o mercado de produtos digitais no Brasil. Ouça o Anticast com Pedro Segreto e Marcelo Alt, da Caos! Design, sobre o Prêmio Brasil Digital, o BRIO.

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Ilustradora Joinvilense ClauSouza no Canvas Maxi Gráfica

06 de agosto de 2013 1

A Maxi Gráfica junto com a revista ABCDesign criaram um espaço, no estilo pôster, para a divulgação de ilustrações. Nessa edição o trabalho da ilustradora e designer Joinvilense, Claudia Souza. Além do trabalho exposto ela deu uma entrevista falando sobre suas inspirações e processos de trabalho.

Na criação descobriu aperfeiçoou seu traço, com muitas cores traz muito movimento às formas geométricas.

Ela descreve em seu blog o trabalho que enviou ao Canvas

“Este é o poster publicado na nova Revista ABC Design! Com o tema O BRASIL E A RUA, optei por uma abordagem bem colorida, que priorizasse a ideia de movimento e que fosse cheia de bossa. A arte se baseia nos meus desfiles de rua preferidos, representados através de personagens e seus elementos: boi bumbá, procissão, frevo, escolas de samba, bonecos de Olinda e as fanfarras. É claro que existem várias celebrações por todos os cantos do país, mas foi uma escolha bem pessoal – personagens que fazem parte do meu imaginário e das minhas lembranças de infância.”

Outros trabalhos:

Minha querida Frida Kahlo

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Segunda edição do (IN) Consciente Coletivo

06 de julho de 2013 0

Hoje, a cidade de Joinville está diferente. A Cidadela Cultural Antarctica recebe a segunda edição do (IN) Consciente Coletivo, um evento organizado por um coletivo de designers que reúne num mesmo local moda, arte, cultura, gastronomia, design e entretenimento. Sucesso na primeira edição, realizada em dezembro do ano passado em um formato mais compacto.

Crianças, jovens e adultos poderão interagir com diferentes artistas, designers, expositores, artesãos e ilustradores de Joinville e região em um dia recheado de atividades, oficinas, música, exposições, intervenções e, claro, boa gastronomia.

“O (IN) Consciente Coletivo surgiu de uma inquietação cultural, da vontade do fazer acontecer de forma coletiva, disseminar a cultura, valorizar os artistas, designers, marcas da região, mostrando para toda a cidade o que temos de bacana aqui. Todos trabalham juntos em um encontro descontraído para apresentar seu trabalho e nessa edição a ideia também é valorizarmos os espaços públicos da nossa cidade – a Cidadela Cultural Antarctica e o Museu de Arte de Joinville – locais que respiram arte e que devem ser frequentados por toda a comunidade”, diz Sarah Pinnow, uma das organizadoras do evento.

O fotógrafo Fabrizio Motta lança a exposição Exposição Fotográfica ” Transitório & Conflitante”.

A AAPLAJ – Associação dos Artistas Plásticas de Joinville – abre seu espaço durante o evento com exposição de seus associados e também abrigando os artistas que participam pelo (IN) Consciente Coletivo:
Paulo Lindner – exposição do projeto Cacos da Mata e live painting.
Valter Hamagushi – exposição Espaço-Tempo desenvolvida para o Joinville Garten Shopping. Apresenta ilustrações em aquarela e outras de acervo do artista repaginadas e modernizadas.
Fabrizio Motta – exposição de fotografia.
Paulo Agostini – ilustrações de expressões de pessoas com utilização de spray e tinta acrílica em base de madeira ou tela.
Igor Gori – com foco em arte urbana apresentará cinco quadros, com suporte e técnicas diferentes.

A Cia Cheios da Graça

A Univille também participará deste encontro mostrando alguns trabalhos dos alunos de Design. Apoiam o evento a Fundação Cultural de Joinville, B Store, Mostarda Filmes, Seta Painéis, Ittran, Univille e Uma Flor.
Este vídeo, da primeira edição foi produzido pela equipe da Mostarda Filmes.


EXPOSITORES

COLADA – leggings
Bruna Starling – bolsas e acessórios em couro e materiais alternativos
Antônio Bizarro – camisaria e alfaiataria unissex
Mona B – t-shirts femininas
ForkClothing – t-shirts masculinas
Ornamento – bijuteria
MsShirt – camisaria feminina
Uni Lee – t-shirts femininas e masculinas
Extranoicademodé – brechó boutique e vintage
Ana Gern – design feito à mão e acessórios
Bossa Rio Beachwear – moda praia feminina
Oset – malharia feminina
Colchetes – lingerie
Bem-te-vi – artigos de papelaria
Baby Chubby – moda infantil
Felipe Alandt – posters, camisetas e produtos sustentáveis
Nangara Biojóias – biojóias
Gabriela Borges – arte decorativa
Ellan Naturalmente – aromatizadores de ambientes e sabonetes
Esiat Mezanino Atelier – moda upcycling e consumo consciente
Vish – t-shirts e alfaiataria unissex

GASTRONOMIA
Arquitetos da Pizza – pizzas
Aromas e Sabores – panquecas
Doce Beijo – chocolates
Sr. Shiitake – tortinhas de Shiitake e Shiitake em bandejas
Los Paleteros – sorvetes inspirados nos picolés mexicanos. Feitos artesanalmente, são refrescantes e naturais.

Acompanhe tudo pela fanpage, lá tem as fotos da primeira edição.


Abertura da 10ª Bienal Brasileira de Design Gráfico

14 de junho de 2013 0

A abertura oficial da 10ª Bienal Brasileira de Design Gráfico acontecerá logo mais, às 19h desta sexta-feira 14 de junho, no Memorial da América Latina. Durante a cerimônia de abertura, haverá  premiação de trabalhos expostos e lançamento da revista digital com o conteúdo da exposição.

Cartaz oficial da #BienalADG

A programação paralela da Bienal inclui diversas atividades gratuitas. No domingo 16 de junho a Bienal promove quatro eventos diferentes: às 11h, a palestra Design in the Sustainable Era com o premiado designer belga Mario Van Der Meulen; às 14h, uma visita guiada à exposição com o curador e coordenador-geral Bruno Porto; às 15h, o lançamento da revista Leaf nº 3 (96 páginas, R$ 15,00) com uma matéria exclusiva sobre os projetos acadêmicos na Bienal e colaborações de diversos membros do júri, como Gilberto Strunck, Guilherme Sebastiany e Fabio Lopez; e às 18h, um bate-papo ilustrado com os renomados artistas gráficos Jairo Buitrago (Colômbia) e Gonzalo Cárcamo (Chile), em parceria com a SIB – Sociedade dos Ilustradores do Brasil e Edições SM.

A programação continua com diversas palestras, workshops e mesas-redondas realizadas pelo Espaço Ateliê da Galeria Marta Traba; o Encontro ADG Bienal Digital, com apresentação de projetos interativos selecionados, na sexta-feira 28 de junho; e o seminário Design na Brasa 2013, no sábado 29.

Serviço:

  • 14.06 (sexta) 18h: Cerimônia de abertura (Memorial)
  • 15.06 (sábado) 9h-15h: Conferência em parceria com a Apex-Brasil (SENAC Consolação)
  • 16.06 (domingo) 10h: Palestra com Mario Van Der Meulen (Memorial)
  • 16.06 (domingo) 14h: Visita guiada com Bruno Porto, coordenador-geral (Memorial)
  • 16.06 (domingo) 15h: Lançamento da Revista Leaf #3 (Memorial)
  • 28.06 (sexta) 18h-23h: Happy Hour ADG + Encontro ADG (Vila Madalena)
  • 29.06 (sábado) 13h-19h: Design na Brasa (Memorial)
  • 30.06 (domingo): encerramento da exposição (Memorial)

A hastag oficial #BienalADG será utilizada para todos poderem acompanhar tudo que acontece durante a exposição.

Edição Arquipélago Imaginário da revista Nuvem

05 de junho de 2013 0

No dia 20 de maio aconteceu a exposição da Revista Nuvem#6 na Travessa Ratcliff , aqui em Florianópolis, o trabalho envolveu bastante criatividade e empenho dos alunos participantes da oficina que aconteceu no Ceart da Udesc, pois o desenvolvimento foi todo manual. A professora Nara Milioli afirma que “a ideia partiu quando pensamos as ações do programa de extensão Relevo-móvel – UDESC, uma delas era realizar uma oficina, aí pensamos na Nuvem aqui em Florianópolis.” O projeto Nuvem nasceu em Belo Horizonte e tem o objetivo de criar uma nova proposta para cada edição. A idelizadora do projeto, Brigida Campbell, nos cedeu uma entrevista falando do projeto, confira.


INCONSTANTE_Como surgiu a ideia de Arquipélagos de Florianópolis?
Brigida Campbell_Quando fui convidada a fazer a oficina em Floripa comecei a pensar em qual seria o tema, pois em cada edição busco criar uma proposta nova para estimular a produção da revista. Então quis trabalhar a partir da idéia de que Florianopolis é uma ilha, pensei em reunir os trabalhos de todo mundo e formar um arquipélago. Fiquei pensando na necessidade de se estimular o pensamento criativo inventando novos lugares completamente loucos, para que assim os desenhos viessem mais facilmente.

IN_Quais os processos de produção?
BC_A cada edição da NUVEM renovamos os meios de produção, pois no fundo a revista é uma plataforma de experimentação gráfica onde o exercício poético é mais importante do que a publicação em si no final. Para esse número propus que a impressão da revista fosse toda feita em processos manuais, e apresentei o carimbo como uma opção, sendo possível fazer a gravação na borracha, assim como fazemos uma xilogravura, ou ainda dependendo da proposta mandar fazer um carimbo fora.

IN_A temática das produções eram livres?
BC_Como projeto editorial a noção de arquipélago imaginário estava presente no momento do desenvolvimento das imagens. Estimulei que cada um criasse “uma ilha imaginária” e pensasse como seria a vida neste lugar em termos de cultura, arquitetura, fauna, flora etc para a partir daí buscar uma simplificação gráfica que funcionaria como uma espécie de tradução daquela idéia. Foi preciso simplificar, até porque não é muito fácil gravar coisas com muitos detalhes na borracha.

IN_Como foi o desenvolvimento?

BC_Foi super bacana! Passamos uma semana inteira no atelier de gravura da UDESC desenhando, gravando e imprimindo… imagine que em algumas páginas tinham mais de 50 carimbadas! Algumas pessoas quase desenvolveram algum tipo de lesão rs brincadeira! A produção da NUVEM sempre tem a ver com algum tipo de “doação” pois o trabalho é intenso (não é fácil imprimir tudo a mão) e a revista circula pelo Brasil pelo simples desejo de compartilhar as produções…

IN_Onde foi realizado o projeto?
BC_Até agora a NUVEM sempre tinha sido em BH, mas neste número pela primeira vez aconteceu em outra cidade. Gostei da experiência! Acho que podemos experimentar fazer isso mais vezes!


As outra edições podem ser vistas no site da Revista Nuvem.



Adobe Creative Cloud

14 de abril de 2013 0

A Adobe oferece webinar free para interessados nas novas tecnologias e atualizações de seus pacotes. Essa semana destaque foi o Creative Cloud, que é um gerenciador de arquivos na nuvem. Já usei um deles para revistas digitais e é bastante funcional, mas tem um problema de estabilidade da conexão (que isso leva em conta diversos fatores, inclusive da sua própria rede).

Vamos as novidades apresentadas no webinar!

O Creative Cloud é um aplicativo que trabalha com os pacotes atualizados da Adobe compartilhando os arquivos para uma criação coletiva, você pode conversar com os diversos profissionais que estão trabalhando na equipe, enviar para os clientes, acompanhar os processos de criação, gerenciando os jobs com mais facilidade, utilizar qualquer dispositivo móvel para visualizar as informações. São ótimos benefícios para quem trabalha remotamente.

Além das ferramentas você também pode publicar no Behance com muita facilidade e criar um portifólio dos seus trabalhos, fazendo transferência de arquivos. Bem simples e intuitivo.

A visualização do material nos dispositivos móveis é bastante intuitiva e o cliente pode fazer suas considerações diretamente no material, deixando o comentário a disposição de toda a equipe, quem for trabalhar com o arquivo já vai estar ciente das colocações que o cliente fez.

Algumas considerações que levantei no webinar foi sobre a instabilidade do app. Trabalhei com ele e sofri um pouco, eles disseram que melhoraram a tecnologia de transmissão de dados. Isso devemos testar para saber.

Fiz uma analogia com o GoogleDrive, que oferece gratuitamente uma capacidade miníma de armazenamento de 5GB, que tem alguns benefícios bem parecidos com o Cloud. Vide abaixo a imagem da interface da troca de arquivos e diretório.

Eu, por exemplo, trabalho o projeto diretamente no drive do Google e salvo diretamente lá. Como se fosse um diretório de arquivos e todos com quem compartilhei o arquivo podem acessar as alterações que fiz, além do chat que é bem parecido que tem no Creative Cloud. Vou dizer que até agora funcionou super bem.

Achei interessante a ideia do app e reforça ainda mais a ideia de trabalho remoto. Com as dificuldades e custos de locomoção o trabalho remoto facilita muito a vida de quem perde muito tempo em deslocamento. Também gostei muito do webinar e se quiserem ver a agenda acesse e participe.

Fonte: Webinar Adobe.


Casamentos em foco

04 de abril de 2013 0

Emin kuliyev é um fotojornalista nascido no Azerbaijão, em Moscou. Veio para Nova York em 28 de julho de 2000, até então nunca tinha pegado em uma máquina fotográfica. Sua educação fotográfico e crescimento têm sido rápida nos últimos oito anos. Ele saiu pelo mundo fotografando casamentos de culturas diferentes e essa série trouxe visibilidade e prêmios para o seu trabalho, tornando-se o fotográfo do ano em 2008.

Fonte: Zupi