Mais marcas estão de olho no mercado de leitores de livros eletrônicos (e-books ou e-readers). A Asustek Computer e a nova fabricante de computadores de olho no nicho. A entrada da asiática seria no final de 2009, com um aparelho fabricado sob a linha Eee, dos netbooks Eee PC.
Outra interessada na “literatura” digital seria a Micro-Star International (MSI), mas nada com data confirmada.
Segundo o DigiTimes, o mercado de e-readers exige menos do que o de minilaptops, mas depende de uma plataforma estabelecida para a entrega de conteúdos – leia-se livraria digital das boas. A afirmação faz todo sentido, já que é um dispositivo que existe apenas para o conteúdo.
Via de regra, num e-book não se navega na internet, não se joga, não se faz mais nada a não ser ler – com alguns bônus da convergência de mídias como a leitura das obras em “voz alta” pelo gadget.
Além disso, os mercados mais aquecidos para os e-books da atualidade se concentram na América do Norte e na Europa. Especialmente nos Estados Unidos, a Amazon e seu Kindle já estão fortemente consolidados e, até o momento, o Google Books é a coisa mais universal entre as publicações digitais – exceto pela barreira do idioma, claro.
Postado por Guilherme Neves




