Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
 

Confira como será a próxima geração do jornal, segundo a Microsoft

16 de setembro de 2009 0
The following two tabs change content below.

Guilherme Neves

Jornalista, fã de gadgets e traquinanas tecnológicas em geral. Linux user convicto, mas não xiita.


A Associação de Jornais da América lançou um desafio por propostas para geração de receita online, chamado que recebeu a atenção de grupos como Google, Microsoft, IBM, e Oracle. Segundo o Nieman Journalism Lab, de Harward, a maioria das propostas das grandes empresas não fugiu muito do que já se conhece.

Google, por exemplo, saiu com uma espécie de “banca de revistas virtual”, visualmente interessante, mas também frustrante, na minha opinião, já que não se pode ler os artigos inteiros pela ferramenta – ela só oferece um preview.

Porém, destaca o Nieman, a apresentação da Microsoft incluiu um print screen da tela de um produto desenvolvido junto com a Sobees.

Não se trata de um futuro produto da MS, mas da proposta de um formato para monetização futura de notícias na rede.

É claramente um agregador de conteúdos onde lê-se RSSs e Tweets ao lado de vídeos, fotos e redes sociais. Parece bastante, como aponta o Nieman, com o TweetDeck, um prático agregador de serviços para o Twitter que ajuda muito no uso da ferramenta.

Aparece também um campo para buscas na internet, previsão do tempo e um ícone que parece levar à caixa de e-mails.

Segue a opinião da Microsoft:

A próxima geração de jornais é o hub de informações dos usuários, agregando conteúdos de diferentes fontes e casando-os com o perfil, preferências e contexto do usuário. É acessível em qualquer dispositivo (online ou offline) e ajuda o usuário a navegar no universo de conteúdos através de pesquisas, links e recomendações. Conteúdo e audiências são monetizados pelo conteúdo pago e pelos anúncios.

Me lembrei aqui do iGoogle. Há vários widgets para RSSs de fontes diversas de informação. É possível agregar vídeos e fotos, e-mails e mais um monte de quinquilharias online (de jogos a aquários). Rapidinho, é possível listar ainda Google Desktop e Flock como agregadores de conteúdos de redes sociais, sem falar em extensões para o Firefox.

Ou seja, o conceito de agregar não é novo. E a novidade necessária (como ganhar dinheiro com isso) ainda não nasceu. Concordam?

Leia mais sobre jornalismo e internet, leia no Pense www.

Comentários

comentários

Envie seu Comentário