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Site especializado em torrents sugere 10 alternativas ao Mininova

28 de novembro de 2009 11
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Guilherme Neves

Jornalista, fã de gadgets e traquinanas tecnológicas em geral. Linux user convicto, mas não xiita.

Dizem que as tecnologias e fontes de “pirataria”(compartilhamento de arquivos) sempre se renovam. Não adianta tentar matar, sempre haverá mais uma forma de baixar e subir arquivos considerados proibidos – muitas vezes na lei. É o caso do golpe contra o Mininova, nesta semana.

Apesar da retirada dos arquivos considerados ilegais, outras fontes prometem suprir a necessidade de downloads dos internautas. O site TorrentFreak, especializado no assunto, fez a lista abaixo:

1. Vertor
2. Torrentzap
3. Fenopy
4. ExtraTorrent
5. KickassTorrents
6. BTjunkie
7. isoHunt
8. yourBitTorrent
9. The Pirate Bay
10. ShareReactor

Alguns deles eu já conhecia (números 6, 9 e 10). Não cheguei a acessar todos eles, e recomendo cautela ao fazer isso. Sabe-se lá o que anda pela internet. Se alguém quiser sugerir mais algum, por favor, o faça.

Só para esclarecer, já que dia desses um internauta cobrou um posicionamento meu na polêmica dos torrents, se um arquivo ou prática é ilegal, pra mim basta como argumento. Mas e as leis que podem levar a processos, multas e ameaças de prisão, têm que ser alteradas? As leis sempre precisarão se adequar às tecnologias, assim como a indústria do entretenimento.

Por enquanto, vou atrás dos artistas e das alternativas livres. Elas existem, e são boas.

PS: desconheço o conteúdo dos sites alternativos citados acima. Mas imagino que, como qualquer servidor, há arquivos “legais” e “ilegais” também.

Comentários

comentários

Comentários (11)

  • Twitter Trackbacks for Infosfera » Blog Archive » Site especializado em torrents sugere 10 alternativas ao Mininova [clicrbs.com.br] on Topsy.com diz: 28 de novembro de 2009

    [...] Infosfera » Blog Archive » Site especializado em torrents sugere 10 alternativas ao Mininova wp.clicrbs.com.br/infosfera/2009/11/28/site-especializado-em-torrents-sugere-10-alternativas-ao-mininova/ – view page – cached Dizem que as tecnologias e fontes de “pirataria”(compartilhamento de arquivos) sempre se renovam. Não adianta tentar matar, sempre haverá mais uma forma de baixar e subir arquivos… Read moreDizem que as tecnologias e fontes de “pirataria”(compartilhamento de arquivos) sempre se renovam. Não adianta tentar matar, sempre haverá mais uma forma de baixar e subir arquivos considerados proibidos – muitas vezes na lei. É o caso do golpe contra o Mininova, nesta semana. Read less [...]

  • Al Bundy diz: 28 de novembro de 2009

    Se não fosse os downloads e as rádios via internete eu não conheceria um décimo das bandas que conheço…nas lojas brasileiras só tem o básico do básico. Pouca diversidade musical. Nunca vi Grobschnitt nem Birth Control a venda na Saraiva ou Multisom….Download é “inexigibilidade de conduta diversa”….Amazon, para quem pode, é a salvação de quem gosta de ter o CD original, em qualidade infinitamente superior ao mp3…eu gosto. Mininova deixará saudades. Abraço

  • Fernando Stalliviere diz: 28 de novembro de 2009

    Só falta vc dizer que nunca baixou um conteúdo pirata ou ilegal!

    Viva a hipocrísia…

    Fernando, quais são os seus argumentos para o debate, afinal? (Guilherme Neves – redator clicRBS)

  • Ismael diz: 28 de novembro de 2009

    O que fica muito discutível, na minha opinião, claro, é que essa definição de prática ilegal ou não é bem polêmica.

    Se fosse levada ao pé da letra a interpretação de que quem “aponta” para arquivos ilegais está cometendo crime, basicamente a internet acabaria.

    Sendo mais radical, se um “meio” é ilegal, isso tornaria até mesmo as companhias telefônicas culpadas quando alguém usa seus recursos para isso.

    Dou uma certa razão no que afirmou, fica parecendo que a lei é interpretada de maneira mais radical para esses meios.

  • João da Silva diz: 28 de novembro de 2009

    Nos anos 1980, a indústria da música britânica lançou uma campanha chamada “Home Taping is Killing Music” (algo como “Gravações Caseiras Estão Matando a Música”). Objetivo? Diminuir as cópias “ilegais” que as pessoas faziam em fita cassette de discos dos amigos. O que está acontecendo agora é a mesma coisa: a Internet possibilita que eu tenha acesso (sem ganhar dinheiro com isso) a discos disponibilizados por amigos. A única diferença é que agora eu não conheço pessoalmente os “amigos”. Portanto, na minha opinião, o download de músicas e filmes para uso pessoal (ou seja, não para venda) constitui-se em fair use, e não deve ser considerado crime, nem merece o nome de “pirataria”. E, como disse um outro comentarista, essa é a única maneira de encotrar no Brasil discos que a indústria não tem interesse em vender, como: T.Rex, Einsturzende Neubauten, Thin Lizzy, Born Again e tantos outros.

  • Julio Cesar diz: 29 de novembro de 2009

    Uma outra alternativa é http://bitsnoop.com/

  • Lucas Mule diz: 29 de novembro de 2009

    eu costumo usar o IsoHunt pra pegar filmes, é um bom site

  • Fernando diz: 29 de novembro de 2009

    Outro site interessante para torrents é o torrentz.com. As buscas nele são feitas em praticamente todos esses sites que citaste e o resultado é unificado em uma só tela. Bem prático mesmo.

  • Darlan diz: 30 de novembro de 2009

    Graças a internet , os filmes do cinema agora tem lançamento mundial ! Quem não lembra como era antigamente ? esperávamos o filme “chegar” no Brasil !!!! E as legendas então , Sofríveis !! E os seriados ? ainda temos q esperar 6 meses para acompanhar LOST…. (eu não :) ). Rapidamente a tecnologia vai democratizando o acesso a TODO o tipo de informação. Outra coisa , esse negócio de Blu Ray não vai pegar . Em vez de comprar um player por R$ 1000,00 e penar nas locadoras com os “vários” 10 filmes disponíveis comprei uma placa de vídeo com saída HDMI por 300 pila , baixo em HD e assisto na minha FULL !!! Acho que a saída para esse imbrólio é cobrar um preço justo de quem quer pagar – o FREEMIUM- ao estilo google. E tenham fé , pois a vida ao estilo Micro$oft vai acabar , é só o Google lançar o Chrome OS que a casa cai . Com certeza.

  • Cristiano diz: 30 de novembro de 2009

    Cada vez mais percebo que a arte de uma forma geral é cara, não só para quem consome como para quem a produz. É inegável que houve uma época, logo antes da internet, em que a massificação dos vinis e, depois, de CDs fez com que a qualidade caisse. Os vinis tinham caído bastante a qualidade, vinham sem encartes, e os cds também eram muito vagabundos. Nessa época, as gravadoras ainda estavam por cima, empresários e poucos artistas enriqueciam. Hoje a música é quase um artesanato e mp3 é o meio de propaganda. É o fim da era “Renascentista”, temos que conviver com a escassêz em prol da democracia.

  • Andre diz: 30 de novembro de 2009

    http://www.freebr.org

    pirataria eh crime nao roube navios!!!

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