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Posts de dezembro 2009

[Vídeo] Site testa o celular Nexus One

31 de dezembro de 2009 0

Esperado para o início de janeiro, o celular do Google, Nexus One, foi filmado em 10 minutos (na verdade, 9:58) de uso e postado no YouTube. Dê uma conferida e opine logo abaixo, por favor.
           


             

Kia deve lançar concorrente do Ford Sync em janeiro

31 de dezembro de 2009 1

Uvo é o nome do projeto da Kia destinado a concorrer com o sistema Ford Sync, da Ford (dã). Trata-se de um “computador” controlado por voz que permite ao usuário dar comandos ao MP3 player, rádio, celular e GPS sem ter que tirar as mãos do volante – quando não fala, pode pressionar botões na própria direção. O vídeo abaixo ajuda a compreender melhor o projeto.
                


             
A expectativa é de que automóveis com o Uvo sejam apresentados na CES 2010, já em janeiro, em Las Vegas.
              
Tanto o Uvo quanto o SYNC se valem do Microsoft Auto – softawre da Microsoft que permite as funcionalidades já descritas em um carro.
              
Os carros com PCs comandados por voz abrirão um novo nicho para desenvolvedores. A Ford, por exemplo, anunciou recentemente planos de uma plataforma open source para atrair aplicações projetadas para automóveis – o que será que vem por aí, hein?
              
As informações são do site Neowin.

Mulher cria comunidade no Facebook para convencer noivo a casar fantasiado

31 de dezembro de 2009 0


 
A australiana Bec Miller, de 22 anos, criou no Facebook uma comunidade (aqui) para convencer seu noivo, Brendan "Bam" McGuinness, de 33, a realizarem um casamento fantasiados. Ela sonha em subir ao altar com asas de fada.
      
Para tornar o sonho realidade, o desafio é fazer a comunidade chegar a 100 mil membros até o dia 1º de abril de 2010. O noivo, que inicialmente até era a favor da ideia, mudou de opinião após ver fotos de casamentos extravagantes na internet.
 
A primeira aposta foi de mil pessoas na comunidade; mas Bam achou muito fácil, após a página atrair 700 membros em apenas duas semanas. Agora, para se livrar do mico, ele apostou alto: chegar a 100 mil membros é dureza (hoje, dia 31/12, são apenas 1.612 pessoas).
 
Segundo o "Tweed News", se o matrimônio a fantasia ocorrer realmente, uma loja do Reino Unido está disposta a fornecer as roupas - caso a comunidade chegue pelo menos a 10 mil membros.
 
Minha aposta é que os noivos vão subir fantasiados ao altar de qualquer jeito. Mesmo que a comunidade não atinja os 100 mil, Bec vai encher o pobre Bam até que ele acabe cedendo.
 
Imagem reprodução, Facebook

Games memória: Street Fighter - parte V (final)

31 de dezembro de 2009 13


 
É com muito orgulho que, para fechar o ano, chegamos ao final dessa longa jornada pelo mundo de "Street Fighter", o maior game de luta de todos os tempos. Foi uma super-sequencia de posts lembrando os mais saudosos e curiosos detalhes de todas as versões deste clássico. Um verdadeiro trabalho arqueológico, tentando fazer jus ao apelido de "Arqueólogo dos Games".
 
E claro, mesmo assim, muita coisa ficou esquecida ou passou despercebida. Todo mundo que joga um game com a importância de um SF - sobretudo aqueles que viveram seu tempo de criação e de popularização - tem história para contar. Infelizmente, nem deu tempo de relembrar tudo, mas o espaço dos comentários está aí, para quem quiser complementar as análises.
  
PARTE V - ENFIM, STREET III (E IV)
  
Street Fighter III
  
Depois de longa, longa, looooonga espera, enfim os gamers puderam conhecer o Street Fighter III. A primeira versão do game, chamada Street Fighter III: New Generation trouxe uma série de novos personagens, novo chefão e nova história para o enredo da franquia. A exemplo de Street II, SF III teve sequências sem mudar de "número" - Street Fighter III 2nd Impact: Giant Attack e Street Fighter III 3rd Strike: Fight for the Future.
 
Esperado durante quase 10 anos desde que o SF II se tornou um dos jogos mais populares de todos os tempos, SF III foi mais ou menos como, acredito, a Capcom temeu que fosse: não fez muito sucesso, não virou história, não conseguiu lançar personagens carismáticos e marcantes. As sequências tiveram mais ou menos o mesmo relativo insucesso do primeiro SF III.
 
Não me entendam mal, eu gosto do jogo. Permite algum bom divertimento, tem gráficos e animações legais, inovações como o sistema de "bloqueio" e contra-ataque nas investidas adversárias, a possibilidade de selecionar qual golpe especial será desferido pelo lutador. O jogador também pode dar aquela "provocadinha" e chamar o inimigo para briga - coisa presente em jogos como o Capcom vs. Marvel, por exemplo. No 3rd Strike ainda era possível escolher entre duas opções de adversário para cada luta.
  
"Então por que reclamar e falar em relativo insucesso?", você pode estar se perguntando. É simples: o problema é que, com a demora entre o lançamento de SF II e SF III, o pessoal esperava mais. Nem sei o que poderia ter sido esse mais, mas teria que ser mais. Street III é um jogo de luta comum, parecido com outros da Capcom (ou com os da SNK).
  

Clique na imagem para ver ampliada e com legendas
  
Um dos grandes erros da Capcom, na minha opinião, foi não colocar personagens clássicos no game. As duas primeiras versões traziam, de SF II, apenas a dupla Ryu e Ken. Somente no 3rd Strike reapareceram Chun-Li e Akuma. Os personagens novos, por sua vez, não eram assim tão novos. Boa parte "imitava" os guerreiros clássicos: tinha o Necro, cara que não era o Dhalsim, mas esticava os membros; Alex, que não era o Zangief, mas dava "pilão" nos inimigos; Yang, que não era o Fei Long, mas lutava artes orientais e soltava gritinhos... Deu pra entender, né?
  
Para os mais nacionalistas, o melhor de Street Fighter III foi que, apesar de perdermos o monstrengo verde Blanka, ganhamos dois novos representantes verde-amarelos. Um brasileiro chamado Sean (?), que gosta muito de basquete (?) e que se mudou para os Estados Unidos (?) e Oro, um guerreiro tão fodástico que luta literalmente com uma mão amarrada nas costas para não machucar muito os inimigos. Para fechar, havia ainda Elena, que - embora não brasileira - usava os movimentos da nossa tradicional capoeira.
  
Street Fighter IV
   
Street Fighter IV é um game de 2009. Ainda falta muito para essa versão ficar depositada em estratos da história dos games, e por isso, como "arqueólogo", não me atrevo a comentar muito. Ainda assim, dá para opinar um pouco.
  
Uma das características mais importantes, acredito, é o resgate, por parte da Capcom, dos personagens clássicos e marcantes da série. Nada de uma trupe de desconhecidos, Street Fighter IV traz de volta os 12 herois que fizeram história. Mas, para isso, foi preciso driblar a própria cronologia: em SF III, M. Bison está morto; então, SF IV se passa antes do SF III.
   
Novos lutadores também foram adicionados em SF IV, mas em número reduzido. Nenhum guerreiro de SF III está presente, mas as versões para consoles têm personagens como Fei Long e Sakura, de Super SF II e de SF Alpha, respectivamente.
  

Clique na imagem para ver ampliada e com legendas
   
Os gráficos dão show, como seria de esperar, e embora com profundidade 3D, a jogabilidade segue o clássico 2D que consagrou a série - evitando a cara de imitação de "Tekken". Os especiais são cheios de animação e efeitos; também é engraçado notar a expressão de espanto dos bonecos quando apanham.
  
Ainda vamos precisar de tempo até saber o que vai mesmo marcar e o que se perderá na história do SF IV. Mas é legal, saudoso, ver a Capcom anunciando o lançamento de uma versão "Super Street Fighter IV" para 2010. É quase como voltar ao tempo dos "super", "turbo", "champion". Quem sabe surge depois um Super Street Fighter IV Turbo Champion Edition?
   
Por enquanto, é o fim.
E, como diz a mensagem da Capcom no final dos jogos...
  
...THANKS FOR READING!!
    
Confira todos os capítulos do Games memória: Street Fighter
Parte I - Parte II - Parte II e ½ - Parte III - Parte IV - Parte V (final)
 
>>>Veja também
Games memória: Street Chaves - a vingança do Seu Madruga
 
Imagens reprodução

Microsoft quer colocar games do Xbox Live no Windows Mobile

30 de dezembro de 2009 0

O blog Engadget publica nesta quarta o trecho de um anúncio de emprego da Microsoft dando um claro indicativo de uma aproximação entre o Xbox Live (serviço de jogos online do console da MS) e o Windows Mobile (plataforma para smartphones da empresa).
             
A empresa procura um gerente de programas que seria responsável por trazer “jogos do Xbox Live para o Windows Mobile”. O interesse especial está focado em integração de avatares, interação social e experiências em múltiplas telas.
             
Será uma tentativa de competir com o iPhone nos games?
             
Penso que a tarefa não será das mais fáceis. Enquanto usuário, acho o Windows Mobile mais corporativo do que “divertido”. O potencial me parece muito aquém de iPhone OS e Android – inclusive dos aparelhos da Nokia. Mas, sabe-se lá.
             
Outra questão que me ocorre é a do hardware. Já existe uma padronização no Android (maioria dos dispositivos com tela sensível ao toque e acelerômetro, além disso, o Google deve começar as vendas do Nexus One em 2010) e o iPhone é fiel ao casamento software e hardware “feitos um para o outro”.
             
Como ficaria o Xbox Live Mobile com a variedade de smarts com WinMo?
             
Meu palpite é que tudo se resolve com o Windows Mobile 7, que deve ser exibido para desenvolvedores em março de 2010. Um padrão de hardware mais específico criaria a previsibilidade necessária para qualquer aplicação nos aparelhos.
             
De qualquer forma, a Microsoft está claramente aproveitando a integração nas diferentes áreas em que atua para tentar um diferencial ou uma equiparação com a concorrência. Será que o Google ainda vai lançar um videogame?
         
Leia mais sobre games no blog Canal dos Games.

Facebook e Twitter serão alvo preferido de golpistas em 2010

30 de dezembro de 2009 1

Facebook e Twitter devem ser os novos alvos preferidos de golpistas em 2010. A previsão é da empresa de segurança McAfee. Criminosos devem optar por cavalos de Tróia e botnets (redes zumbis) mais complexos, além de aproveitarem as vantagens do HTML 5 para criar as ameaças emergentes.
           
Além das páginas de Facebook e Twitter,  aplicativos de terceiros nesses sites estão mudando rapidamente a modalidade de ação dos cibercriminosos, já que possibilitam a eles o uso de novas tecnologias e novos pontos de acesso à Internet (hot spots) para desenvolverem suas atividades mal-intencionadas.
           
Os usuários tornam-se cada vez mais vulneráveis aos ataques a programas de aplicações não confiáveis que são distribuídos de modo ilegal através de redes. Os cibercriminosos aproveitam a confiança entre amigos e a falta de cautela dos usuários para atraí-los aos seus sites.
           
O uso de URLs abreviadas em sites como Twitter contribuem para que os cibercrimonosos camuflem ou disfarcem sites mal-intencionados e facilitam a condução dos usuários a estes. O McAfee Labs prevê que os cibercriminosos irão explorar cada vez mais estas condições para usar suas táticas em redes sociais mais populares de 2010.
           
A evolução da Web proporcionará aos cibercriminosos novas oportunidades para criarem malware.
           
O surgimento do sistema operacional Google Chrome e os avanços tecnológicos do HTML 5 continuarão modificando a atividade dos usuários, orientando-os cada vez mais a aplicações on-line em vez de aplicações em desktops, o que criará oportunidades para os desenvolvedores de malware atacarem os usuários.
           
O suporte antecipado à plataforma cruzada de HTML 5 também proporciona uma motivação adicional para os atacantes e permite a eles atingir os usuários dos navegadores mais utilizados.

Novo desafio da compatibilidade: uma boa webcam para o Linux

30 de dezembro de 2009 9

 
Fui dar uma voltinha no shopping nesta terça-feira para conferir os preços. Sabe como é... pós-Natal, quem sabe alguma coisa já está mais barata... Na verdade só encontrei uma “barbada”. Um netbook da Sony, o Vaio P, estava R$ 1 mil menos caro – e ainda estava caro. Daí resolvi seguir minha caminhada.
             
Ao passar pela vitrine de outra loja de informática lembrei que há muito tempo quero uma webcam. Portanto, entrei na loja e perguntei ao primeiro atendente:
             
– Tem uma webcam com uma boa resolução aí?
             
– Tem sim, uma da Microsoft, é a melhor daqui – respondeu.
             
– E dá pra usar no Linux? Eu sou usuário Linux e queria uma que rodasse sem problemas. Uma que eu tenho lá em casa, bem simples, não funciona. Estou a fim de investir numa câmera melhor – expliquei.
             
– Bah, webcam vai ser difícil.
             
– Nem catando driver na internet? – devolvi.
             
– É muito difícil achar webcam compatível com Linux. Ainda mais da Microsoft.
             
Agradeci, concordei sem muita convicção, e disse que ia ficar só olhando outras coisas por um pouco, enquanto minha mulher conferia roupas em outra loja. Na verdade fiquei meio encasquetado com essa história de "webcam em Linux é difícil". Como não terei tempo de pernear pelo Centro de Porto Alegre, como fiz com o gravador digital, resolvi iniciar a nova saga da compatibilidade pela internet.
             
Numa rápida googlada aprendi várias coisas sobre webcams. Uma delas, no site Linux UVC, foi sobre a classe de USB UVC, que descreve aparelhos capazes de streamings (webcams e filmadoras, por exemplo).
             
Segundo o site da comunidade Ubuntu, o UVC permite que as câmeras funcionem no Linux como plug-and-play, sem dificuldades. É descrito um teste com uma Logitech que teria funcionado sem problemas. A leitura me deixou bastante animado.
             
Me aprofundando um pouco, voltei para o site Linux UVC onde há uma lista de webcams compatíveis com o padrão UVC. Advinha quem está lá? A LifeCam e a LifeCam NX-6000, da MICROSOFT. Ambas com indicador de pleno funcionamento. Quer dizer que eu posso pegar uma câmera da Microsoft e plugar na minha distribuição Linux e simplesmente sair usando? Pelo que entendi, sim.
             
Claro, ainda faltam a pesquisa de preços e configurações dos modelos listados no site e o teste. Mas já dá ter uma esperança.
             
PS: uma dica legal que li num dos fóruns pela rede é a seguinte. Em vez de ficar se negando a comprar algo sem compatibilidade escrita na embalagem, ou no manual, vale mais negociar para devolver o produto caso não funcione no seu PC. Assim você pode escolher uma que goste mais, testar (se esforçar um pouco para usar procurando drivers, claro, se não vira golpe) e, caso realmente não sirva, devolver sem prejuízo. Que tal?
             
PS2: se mais alguém, tiver dicas sobre webcams e Linux, comentários, por favor.

[Vídeo] Como deixar o Ubuntu com cara de Windows XP

30 de dezembro de 2009 1

Depois da discussão sobre o Ubuntu com cara de Windows XP na China me deparei com o vídeo abaixo. Um breve tutorial da instalação de um script que deixa a distribuição Linux com a cara da antepenúltima versão do sistema operacional proprietário mais pirateado da China – e do mundo todo.
                    


                   
Por que alguém iria querer fazer isso? Não sei. Mas se quiser, basta baixar o script aqui, extraí-lo e, depois, rodar o arquivo InstallXpGnome.sh.
                   
Para voltar ao normal basta rodar o Restore_Settings.sh na pasta de restauração.
                   
Procurando no YouTube, encontrei este outro vídeo, da mesma distribuição de software livre, mas agora com cara de Windows 7. Meio tosco, mas tá aí também.
                   


                 
A dica é do site The Linuxologist.

Golpistas usam Mega da Virada para roubar dados de internautas

30 de dezembro de 2009 13

 
A Mega da Virada, o sorteiro dos 100 milhões da Mega Sena, que ocorre no último dia do ano agora é a nova isca que cibercriminosos têm utilizado para tentar extrair dinheiro fácil de pessoas. Segundo a consultoria LegalTech, o e-mail, incita o usuário a baixar um arquivo apostador.exe ou feliz2010.zip.
          
Na mensagem, a promessa é de fazer a aposta pela internet gratuitamente. O download traz um código malicioso que permite que senhas e dados bancários e pessoais sejam capturados.
          
Para não se contaminar, diz a consultoria, o ideal é sequer abrir o arquivo.
          
“Recebemos a mensagem encaminhada de um cliente e também detectamos a atividade em nosso honeypot. Novos e-mails foram remetidos na manhã de 29 de dezembro. Descompilamos o “ZIP” e na verdade se trata de código executável Win32”, relata a empresa.

Games memória: Keystone Kapers, o pega-ladrão do Atari

30 de dezembro de 2009 12

 
Brincar de pega-ladrão ganhou um novo sentido quando, no final da década de 1980, meu avô apareceu com um “cartucho” de Keystone Kapers para o CCE. O game, originalmente lançado para o Atari 2600 em 1983, era da Actvision.
               
No jogo, o usuário encarnava o policial Keystone Kelly com a missão de capturar o bandido Harry Hooligan antes que ele fugisse pelo terraço de uma loja de departamentos.
               
E de onde vieram os nomes? Segundo o verso a caixa do jogo em inglês (de onde veio a imagem acima), o game é inspirado nos personagens da série do cinema mudo Keystone Kops – ironicamente um grupamento de policiais incompetentes e atrapalhados.
               
Assim, o agente Keystone enfrenta uma série de obstáculos em sua perseguição dentro do Southwick's Mall – nome do shopping do game. Carros de supermercado, bolas, aviões e outros objetos surgem no caminho, procurando atrapalhar a corrida.
               
Trata-se de um game plataforma em 2D . Tudo que o personagem faz é correr, pular e abaixar.
                 
               
Pode parecer sem graça, mas a dificuldade torna o game interessante. À medida em que avança nas “fases”, novos obstáculos surgem, se tornando mais frequentes e mais rápidos – é o caso dos carrinhos de mercado.
               
Se bater em algum obstáculo, são descontados nove segundos dos 50 que o usuário tem para pegar o bandido.
                       
               
Ao longo da corrida, o policial junta sacos e maletas que valem 50 pontos cada. Cada vez que pega o ladrão a “recompensa” em pontos é obtida por um cálculo entre os objetos apanhados e os segundos que sobraram na perseguição. Quanto mais avançado no jogo, menor é esta relação. A pontuação obtida a cada captura também se torna menor.
               
Assim como no River Raid, a cada 10 mil pontos o usuário ganha uma “vida” nova.
               
Não podemos esquecer, é claro, da formas de acesso aos outros andares: escadas rolantes, nas pontas dos cenários, ou o elevador bem no meio. O Keystone tem um pequeno mapa que ajuda a saber onde o ladrão está. Assim, o usuário pode saber se vale ou não a pena pegar o elevador para persegui-lo.
                     
               
Mas cuidado, Harry Hooligan sabe quando você se vale do atalho e pode acabar até indo para o andar de baixo.
               
Para quem nunca reparou, o bandido sempre sai do elevador no segundo andar quando começa o jogo, tendo um andar e meio de vantagem.
               
Era a diversão quando chovia e, em vez de pega-ladrão quintal, só dava para ficar dentro de casa, grudado no Atari. Você pode ler outros posts da série Games memória aqui e no Canal dos Games.

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