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Tablet touchscreen: será o gadget definitivo?

05 de janeiro de 2010 2
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Guilherme Neves

Jornalista, fã de gadgets e traquinanas tecnológicas em geral. Linux user convicto, mas não xiita.

 
Tablet. Este é um dos termos mais blogados desde o final de 2009. Espera-se que grandes nomes da informática, como Apple e Dell, apresentem suas versões de tablets em 2010. Além disso, protótipos da Microsoft já foram anunciados na internet, bem como uma parceria entre Google e HTC para um gadget similar.
              
Mas por quê? Já não temos handsets suficientes para a cessar a internet, ouvir música, jogar, ler e rodar aplicativos?
              
A verdade é que temos. As funções acima são supridas desde os notebooks. Na sequência, os smartphones, netbooks e demais handsets (iPod e MP4, por exemplo). Tudo isso atenderia às nossas necessidades.
              
O caso é que não se trata de necessidade. Trata-se de usabilidade.
              
Cada gadget que evolui, ganhando mais funções e um design mais amigável, aperfeiçoa os usos da tecnologia. Hoje, por exemplo, muita gente usa note em casa (como desktop) em razão do espaço. E na mochila? Um netbook com menos de um quilo.
              
Já outros deixam tudo que for maior que uma carteira em casa. Seus smartphones corporativos resolvem qualquer parada com um sinal de Wi-Fi. E, aposto, estes usuários também têm seu note em casa (ou no trabalho), e talvez até seu netbook em algum lugar.
              
Por fora temos também os e-books – mais gadgets – com uma utilidade tão específica que chegam a me parecer inúteis.
                 
Considerando tudo isso, não dava pra ficar só no notebook inicial?
              
Não. Cada gadget é utilizado em momentos distintos. E na busca de um dispositivo para todas as ocasiões, acabamos com um aparelho para cada ocasião – com poucas diferenças entre eles, de acordo com sua “função principal”.
              
Quando pensamos nas características físicas dos tablets, surge a tentação de pensar que estamos no desfecho da cruzada pelo gadget definitivo. Espera-se um aparelho que seja:
              
• sem teclado físico (ruim, para mim)
• sensível ao toque (muito bom)
• com telas entre sete e 10 polegadas (boa, dá para botar um teclado virtual aí)
• com capacidade de navegação (é o mínimo)
• com funções multimídia (previsível)
• uma plataforma para games e e-books (ok)
              
Parece promissor, mas não tem telefone! Se bem que telefone, sozinho, não é gadget, certo?
              
Resta saber ainda capacidade de processamento, detalhes sobre a configuração, que plataforma rodará – isso com certeza influirá – dimensões exatas, peso, e outras curiosidades. Temos de reconhecer que trata-se de um gadget extremamente desejável – mesmo antes de seu lançamento, já é muito comentado.
              
Mas o que eu me pergunto mesmo é: o que vem depois?

Comentários

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Comentários (2)

  • Infosfera » Blog Archive » Novo laptop tem tela destacável que vira tablet touchscreen com Linux diz: 5 de janeiro de 2010

    [...] cada 10, tem pelo menos um. A questão, leitores, é que o assunto está em alta, como vocês podem conferir aqui. Ressalva feita, vamos à [...]

  • Ed Döer diz: 5 de janeiro de 2010

    Um tablet dobrável para levar no bolso?
    Eu diria que não é tentação e sim que as coisas caminham naturalmente para a convergência, que levaria a um gadget definitivo.
    Se a Apple não tivesse “migrado” do mp3/mp4 p/ celular, invadindo um novo mercado, correria risco de ter o seu mercado tomado por celulares incorporando recursos de mp3/mp4 ao longo do tempo.

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