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Quando as operadoras te querem por amor

16 de janeiro de 2010 4
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Guilherme Neves

Jornalista, fã de gadgets e traquinanas tecnológicas em geral. Linux user convicto, mas não xiita.

Desbloquear o celular do usuário é quase um ato de amor e abnegação. Ao menos é o que o marketing das operadoras procura passar. “Ser a opção pela qualidade” é a ordem. E mais uma tele brasileira terá, a partir de 1º de fevereiro, aparelhos livres da fidelização contratual.
            
Será que os serviços das operadoras mais liberais são tão bons assim?
           
No último ranking de reclamações da Anatel, tanto Oi (que já desbloqueia) quanto TIM (que desbloqueará a partir do próximo mês) estão, nas últimas posições entre as quatro maiores operadoras do mercado.
           
Sob esse prisma, a liberação dos celulares parece mais uma cantada no público do que uma aposta de mão cheia na qualidade.
           
A liberação do aparelho quebra o sistema de venda quase que casada de dispositivos e planos, e converte as vitrines de operadoras em balcões de lojas de celulares. Na verdade, essa é a tendência. Desde o lançamento do celular do Google, o Nexus One, em 5 de janeiro, o desbloqueio ganhou mais visibilidade nos Estados Unidos. A loja online em que se compra o “superphone” da Google oferece o aparelho em duas modalidades – desbloqueado e subsidiado. É o modelo adotado, até agora, por Oi e TIM.
              
Será que as teles também vão entrar na onda do aparelho livre no Brasil?
                 
Provavelmente sim, e o ingresso pode ser compulsório. A Anatel deve avaliar nos próximos dias  um parecer propondo o fim do bloqueio. A ideia é permitir que os usuários liberem, em qualquer momento, seus celulares. A fidelização continuará válida, com os pagamentos previstos em contrato, mas, se quiser, o usuário poderá utilizar outros chips no aparelho.
                
Quando chegar neste ponto, o amor é o que vai valer. Por isso elas já querem te conquistar, disputando a atenção pelo serviço, e a dividindo com outros atrativos dos smarts – plataformas, hardware, interface… haja coração.

Comentários

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Comentários (4)

  • leandro diz: 16 de janeiro de 2010

    Não sei qual é a reclamação… fui na vivo(POA, rua Uruguay) com a nota fiscal do meu cel e desbloquearam na hora!!

  • Luis Machado Reis diz: 16 de janeiro de 2010

    Como já comentei anteriormente, a CTBC Ceular pratica o modelo de negócio dos aparelhos desbloqueados desde o início das suas operações com a rede GSM em 2004.

    Agora poucas tem a coragem da OI de não cobrar fidelização e acho que a TIM, Vivo e CTBC irão entrar na onda do Lulinha Paz e Amor e trabalhar com planos e aparelhos sem fidelização.

    Neste ponto o que vai mandar é a qualidade da rede, oferta de planos e, principalmente, atendimento.

    []‘s

    Luis Machado Reis
    Alegretense de Uberlândia/MG

  • Flávio diz: 16 de janeiro de 2010

    Desbloqueio faz pouca diferença, o que conta é a fidelização por causa do desconto no aparelho…

  • Alexandre Vieira diz: 16 de janeiro de 2010

    Tem usuários de todos os tipos. Eu procuro qualidade de serviço e bom atendimento. Para mim é o fim da picada ficar amarrado na operadora por causa da fidelização ou bloqueio do aparelho. Com um plano de fidelização, quando você vai fazer uma relamação nas operadoras eles “nem estão aí para você” e fazem pouco caso porque sabem que se você quiser cancelar a assinatura vai ter que pagar uma multa. Fuja de planos de fidelização, não só em telefonia mas em qualquer serviço. O que tem que ter qualidade é o serviço prestado.

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