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BrOffice.org: cinco milhões de downloads e contando

22 de fevereiro de 2010 7
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Guilherme Neves

Jornalista, fã de gadgets e traquinanas tecnológicas em geral. Linux user convicto, mas não xiita.

Qualquer pessoa que já pôs as mãos no BrOffice.org e no Office sabe: no geral, o que se faz com um, se faz com outro. Aí, cada um tem seus destaques individuais. Como esse post é sobre o BrOffice.org, o destaque principal pra mim é o fato de ser livre, fácil de utilizar e, no caso da língua portuguesa, largou na frente na adequação à nova ortografia.
            
Esses méritos, junto com outros, levaram o BrOffice.org à marca dos cinco milhões de downloads, atingida entre 2006 e 2010 – como disseram aqui na redação: “tá indo”.
          
Um dos números mais interessantes é o da versão 3.0, lançada em outubro de 2008. Foram 2,6 milhões de downloads desde então. Além disso, o número de usuários definitivamente não se resume ao universo de programas baixados.
         
– É praticamente impossível mensurar o número exato de usuários, mas estimamos que seja pelo menos três vezes maior –  diz Claudio Ferreira Filho, presidente da Oscip BrOffice.org.
          
Não entram na estatística downloads feitos a partir de sites que não apontam para o servidor do BrOffice.org, de instalações feita por integradores (atacadistas de informática), de espelhos não oficiais, e a partir de CDs de instalação.
             
Só para relembrar, o BrOffice.org é um pacote de aplicativos de produtividade similar o Office, da Microsoft. Ele oferece os mesmos recursos, como edição de textos, planilhas e apresentações.

Comentários

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Comentários (7)

  • Rochele Prass diz: 22 de fevereiro de 2010

    Olá! Faço parte da comunidade e agradeço muito pelo espaço que vocês estão dando ao aplicativo. Porém, gostaria de pedir que, se possível, mudassem a grafia de BROffice para BrOffice.org, que é a marca correta do pacote.

    Abs!

    Rochele Prass

    Alterado! Valeu, Rochele. (Guilherme Neves – redator clicRBS)

  • Ismael diz: 22 de fevereiro de 2010

    Lembrando que por dispensar licença, o número de usuários pode ser muito maior.

    Qualquer empresa que tenha um administrador meia boca, baixa uma cópia só, e disponibiliza na sua Rede interna, evitando desperdício de banda.

  • Leandro Sardi diz: 22 de fevereiro de 2010

    Sempre considerei um trabalho importantíssimo o desenvolvimento (e distribuição) do “software livre” aos usuários de PCs.
    O rendimento anual do brasileiro não se compara, na média, mesmo em tempos de crise norte-americana, ao rendimento deles. A eles, muito mais facil adquirir um pacote Office da Microsoft por U$ 120, ou um sistema operacional original Windows, da mesma fabricante.
    A nós do terceiro mundo, a realidade é outra: além dos impostos cobrados sobre esses produtos elevar ainda mais o valor da conversão direta do dólar à nossa moeda, os salários dos brasileiros costumam ser muito inferiores, comparando ambos os mercados.
    Ao ter um bocado de dinheiro economizado e um produto de idêntica eficácia (e, não raras vezes, qualidade superior) em mãos, qualquer um fica contente.
    Ou quase qualquer um.
    Desculpas à Microsoft, e vida longa ao software livre!

    Rochele Prass, parabéns à tua equipe.
    Guilherme Neves, parabéns pela matéria.

    Att,

    Leandro Sardi.

  • Ortunho Urtigão diz: 22 de fevereiro de 2010

    “Qualquer pessoa que já pôs as mãos no BrOffice.org e no Office sabe: no geral, o que se faz com um, se faz com outro.” Qualquer um que sabe usar o Office e o BrOffice sabe que o Office é superior, por que nele em geral se faz com simplicidade coisas complexas enquanto no BrOffice é preciso quebrar a cabeça e clicar mil vezes para fazer as mesmíssimas coisas. Vamos parar com essa cantilena de que só porque é aberto é melhor, e que só porque é da Microsoft é pior. Eu prefiro o Google Chrome sobre o Firefox, e o prefiro o Firefox ao Explorer; mas não troco o pacote do Office por nada no mundo.

  • Marcel diz: 22 de fevereiro de 2010

    Acho o BrOffice mto bom. Usei para escrever minha dissertaçao de mestrado. Mas infelizmente, o Impress ainda nao se iguala ao PowerPoint.

  • Laura Medeiros diz: 22 de fevereiro de 2010

    Boagem. Todos possuem uma cópia pirata do Office em suas máquinas.
    É claro que admitir é feio. É muito melhor dar desculpas esfarrapadas do tipo: somos do terceiro mundo, é muito caro, tem muitos impostos, etc.

    Brasileiro tem esta mania mesmo, infelizmente. Se o custo fosse 50% menor, teríamos pirataria, 90% menor, da mesma forma.

    Tá cheio de pai por aí colocando o filho no Farroupilha e comprando Net Pirata (ainda conta vantagem). Imagina o exemplo em casa.

  • Ronaldo Prass diz: 23 de fevereiro de 2010

    “Qualquer um que sabe usar o Office e o BrOffice sabe que o Office é superior, por que nele em geral se faz com simplicidade coisas complexas”,
    … as pessoas fazem upgrade no hardware, porém esquecem de fazer o mesmo com o conhecimento, uso a ferramenta desde o “vovô” StarOffice, acompanhei boa parte das versões que surgiram à partir dele, o que percebo é que a cada nova versão a ferramenta está ainda melhor, considerando que a maioria dos usuários do Office não utilizam 3% de tudo o que ele faz, o argumento que o BrOffice.org ou o OpenOffice são inferiores me parece afirmação de quem precisa rever os seus conceitos, Software Livre não é bom pq é livre, é bom pq realmente tem qualidade, mas essa qualidade só é viável por que ele é de código aberto(centenas de programadores trabalham no projeto). Enquanto isso os usuários de Office 2000 quebram a cabeça tentando abrir os arquivos gerados pelo Office 2007.

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