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Após assassinato, Facebook alerta contra desconhecidos

09 de março de 2010 9
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Guilherme Neves

Jornalista, fã de gadgets e traquinanas tecnológicas em geral. Linux user convicto, mas não xiita.

Após a condenação de Peter Champan pelo assassinato da adolescente Ashleigh Hall, a rede social Facebook, onde vítima e assassino se conheceram, alertou os usuários para que evitem se encontrar com pessoas conhecidas apenas através do site.

Conforme o site “há muitas pessoas inescrupulosas no mundo, com objetivos malévolos”.

O jornal The Guardian publica nesta terça declarações da polícia britânica criticando a ausência de uma das medidas de segurança mais adotadas no país. O Facebook não disponibiliza em suas páginas o “botão de pânico”.

Através deste link, os usuários são colocados em contato direto com serviços de proteção contra abusos na internet, que pode incluir a polícia. É uma forma de oferecer socorro imediato caso o internauta desconfie de algo ou se sinta ameaçado.

Não que o departamento responsável pela segurança na internet no Reino Unido não recebe alertas de problemas no Facebook. Mas, como não existe uma ligação direta entre usuários e autoridades, os relatórios de ameaças só são percebidos após terem sido revelados pelo próprio Facebook.

Além disso, se o internauta, especialmente uma criança ou adolescente, não for devidamente orientado a buscar ajuda, e até mesmo contra os perigos da internet, é difícil crer que o botão fará muita diferença.

De qualquer forma, fica o alerta.

Comentários

comentários

Comentários (9)

  • jorge diz: 10 de março de 2010

    Se depende-se de mim,facebook e orkut,não deviam existir. Seguidamente,aparece na midia, crimes cometido através desses sites.

  • Diego diz: 10 de março de 2010

    Pensando como vc, então deveria existir futebol, praia, viagens de avião.. Tudo tem notícia tb de pessoas que morrem..
    Não se pode julgar a coisa só pq “NÃO GOSTO”.

  • Carla diz: 10 de março de 2010

    Se dependeSSe de mim, português seria obrigatório nas escolas.

  • Eglê Kohlrausch diz: 10 de março de 2010

    Olha só! Os sites de relacionamento apenas refletem o que existe em nosso dia a dia: encontros de todos os tipos! Acredito que cabe a cada um de nós selecionar o que queremos, e correr os riscos que nossas escolhas nos apresentam!

  • Daniel Santos diz: 10 de março de 2010

    Sendo assim, não deveria existir escolas, os alunos não gostam de escolas, professores também não, e o que falar sobre os políticos então? Deveriam ser banidos da face da Terra.

    Os pais deveriam ter maior controle do que os filhos fazem na frente do computador do que ficarem assistindo as novelas da Globo e da Record.

  • salete diz: 10 de março de 2010

    Também porque não vão ler um livro, se instruir um pouco, ficam só nesses bobagens que estão fazendo o povo cada vez mais ignorante. Realmente eu nem ligo prá o que acontece com essa gente.

  • gabriel diz: 10 de março de 2010

    Se dependeSSe de mim o MOBRAL voltava a ensinar hehe.

  • Daubi Piccoli diz: 10 de março de 2010

    Programas de relacionamento são o mesmo que ‘barzinhos’ online, onde as pessoas se encontram. Se uma pessoa mal intecionada pode usá-los de modo negativo, do mesmo modo esta pessoa faria uso do realcionamento travado num local público.

    Algumas pessoas costumam pré-julgar o que não conhecem. Do mesmo modo se dá quanto às inúmeras tentativas de políticos de mente limitada em quererem trazer de volta a censura, o que é inadmissível.

    Quem é responsável pelos menores de idade são os pais e não os governos.

  • Infosfera » Blog Archive » Especialista liga Facebook à contaminação por sífilis no Reino Unido diz: 25 de março de 2010

    [...] O título é insólito, porque o estudo também o é. Mas vale, como mais uma curiosidade da internet. No Reino Unido, um pesquisador vinculou o site de relacionamentos Facebook ao ressurgimento da sífilis entre os moradores de regiões em que a rede social é mais popular. Segundo o professor Peter Kelly, as mulheres são as que mais têm contraído a bactéria. … Agora, o que uma página na internet tem a ver com doença? … – Sites de relacionamento estão facilitando os encontros para relações sexuais casuais entre as pessoas – declarou o professor Kelly ao jornal britânico The Telegraph. … Contrapondo a opinião do pesquisador, um porta-voz do Facebook disse: “a afirmação de que o Facebook é responsável pela transmissão de sífilis é ridícula. O site é tão responsável por uma DST quanto um jornal é por problemas de visão. (…) Os comentários ignoram a diferença entre relação e causa”. … Ele acrescentou, ainda, que o Facebook é muito mais caracterizado como ponto de encontro de familiares, colegas de trabalho, colegas de escola e amigos, e não um espaço marcado pelas aventuras dos seus cadastrados. … Me parece muito mais lógico acreditar que as pessoas nas ditas regiões estão mais propensas a manterem relacionamentos de risco. O Facebook é mais uma ferramenta, e não só para os sifilíticos. Recentemente, o site esteve envolvido num caso de sequestro, violência sexual e assassinato. Todo cuidado é válido nas redes sociais. [...]

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