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[Participe] Alguém ainda usa disquetes?

27 de abril de 2010 96
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A Sony vai para de vender disquetes no Japão. Para muitos, a surpresa maior da notícia não está no fim do comércio dos discos flexíveis, mas sim no fato de eles ainda estarem sendo vendidos. Os saudosistas, no entanto, devem sentir uma pontadinha no coração. Afinal, o dispositivo fez história – em muitos sistemas operacionais, o ícone para salvar arquivos segue sendo um floopy-disk.
 
É meu caso. Como dito “arqueólogo”, e colecionador de velharias, sinto um pouco de pena pelo fim do disco de 3,5 polegadas. Tantos foram os arquivos divididos em pequenas partes e compartilhados ao longo de vários dias usando os parcos 1,44MB de capacidade do bichinho.
 
Em casa, meu desktop ainda tem um drive de leitura, embora há tempos sirva mais como um enfeite retrô do que como uma peça funcional. Aliás, alguém ainda usa os disquetes?
 
Conte sua história nos comentários. O assunto será discutido no próximo podcast Backup.

Comentários

comentários

Comentários (96)

  • Ricardo diz: 27 de abril de 2010

    Apesar de ser uma peça em desuso nos desktops, ainda mantenho o meu drive de 1,44Mb ativo. Como faço alguns serviços em informática, frequentemente recebo máquinas com o respectivo hardware, que apesar de antigo, ainda quebra um baita galho na hora de rodar um Boot do windows ou então um Ghost.

  • [Participe] Alguém ainda usa disquetes? | Notícias Segundo a Segundo diz: 27 de abril de 2010

    [...] Leia mais aqui…. [...]

  • Fábio diz: 27 de abril de 2010

    disco de RAID win xp

  • ulysses diz: 27 de abril de 2010

    No meu serviço no setor de finanças do Instituto de finanças da Unesp ainda usa disquete para fazer backup de arquivo txt dum programa orçamentário.

  • Jonas diz: 27 de abril de 2010

    Não eh algo assim tão incomum não!
    O Windows XP não suporta todos os controladores SATA’s
    Aqui no escritorio tem um PC q pra formata eu tenho de usar um disquete para colocar um drive de terceiro na instalação do Windows XP

  • Ogrione diz: 27 de abril de 2010

    Bom. A receita federal está recebendo declarações do IR através de disquetes. :-P

  • Luci diz: 27 de abril de 2010

    …mas como assim? Fui salva muitas vezes pelo bendito, nas ocasiões em que deu pau no pc e a declaração de IR foi junto. Alias, até agora não consegui gravar as declarações de imposto de renda em cd. Se alguem souber, por favor, me avisa…e tem mais viu, existe muita, mas muita gente que ainda utiliza maquina de escrever, pra esses, diskete é novidade. Ocorre que nos baseamos em nossa sociedade sem nos lembrar daqueles que vivem outra realidade onde ipod, quadriband, dualband, dualcore, blueray é coisa de outro mundo (se é que já ouviram falar)…e sabe que não precisamos ir muito longe?

  • Danilo Sarvas diz: 27 de abril de 2010

    Pois é, o incrivel é saber quem tem pessoas que usam o disquete. Em casa a minha maquina principal ja não veio com o drive, porém a secundaria ainda tem o tal drive em total desuso. Possuo também ainda algumas peças do tal artefato, apenas para recordação, porque não tenho a menor ideia de qual seria o conteúdo das midias.

  • Alexandre Yamao diz: 27 de abril de 2010

    Por incrivel que pareça eu conheço gente que ainda usa disquetes diariamente.

    O contador da empresa que trabalho ainda usa este dispositivo, pois os sistemas de contabilidade evoluiram muito pouco nos ultimos anos. Diariamente vejo ele se degladiar com problemas como gerar disquete para a receita, usar sistemas que exijam certificações de segurança cujos dados foram enviados e gravados em disquete e apenas através da leitura desta midia que o programa funciona. Mas tangindo um ponto similar vejo várias pessoas que tem que usar softwares criados pelas agências governamentais ou mesmo privadas, que rodam em sistemas operacionais que não são mais suportados pelas principais empresas do mercado. Não sei se é simplesmente a comodidade de não querer migrar a tecnologia e deixar chegar a um ponto que se torne completamente insustentável. Vejo muitas empresas que mantém um solitário PC com sistema operacional pré-mezozóico que ainda tem drive de disquete e os donos rezam diariamente para ele não dar nenhum defeito, pois é lá que os softwares de pagamento do governo se encontram. E se isso para a empresa para também. Incrível numa época de conectividade onde usamos PDAs, Smartphones e outros dispositivos capazes de nos conectar com qualquer lugar do globo, mas ainda dependemos de tecnologias antigas para simplesmente gerar uma guia de pagamento.

  • Alex Abreu diz: 27 de abril de 2010

    Até ano passado usava no meu antigo setor de serviço, era um saco, pois com a modernização do Pen Drive eu não precisava correr e voltar a fazer em outro devido a instabilidade de um Disquete, sempre tinha que andar uns metros para ir a outro departamento para imprimir coisas, sim não tinha rede, apenas repartições públicas que usam velharias por que não tem consciência de modernização e não querem melhorar seus sistemas, tanto que usava um K6 2 600 lesmão, sim pois ele era lerdo pra KCT. me dá arrepios só de lembrar, nesse ano fui transferido para o Telecentro, aqui é um Paraíso, tenho conexão com o mundo, é outra coisa. Para quem tem muitos mimos tecnológicos em casa não consegue se adaptar a coisas antigas e defasadas.

  • José Guilherme diz: 27 de abril de 2010

    SIM, são um prático suporte para copos :P

  • Fernanda diz: 27 de abril de 2010

    Usar eu não uso, mas ainda tenho vários disquetes guardados aqui em casa. Como a gente conseguia salvar as coisas em 1,44mb até hoje não sei.

  • SUZANNE RAUJO diz: 27 de abril de 2010

    COMO NO TEMPO DOS DINOSSAUROS!!!
    QUANDO CONVERSO COM MEUS FILHOS ADOLESCENTES,SOBRE AS COISAS
    DE ANTIGAMENTE, ME SINTO DESSA FORMA!!!!RRRRSSSS
    QUANDO FALO DO VINIL,FITA CASSETE,FITA DE VIDEO E DISQUETES!!!!
    SEM FALAR DA VITROLA,3 EM 1, ETC.
    BONS TEMPOS!!!
    DEVEMOS SENTIR SAUDADES DA EMOÇÃO DE CONSEGUIR SALVAR UM ARQUIVO DE AUTOCAD DENTRO DO DISQUETE E DA EMOÇÃO MAIOR QUANDO ESTE MESMO DISQUETE ABRIA.
    (POIS NA MAIORIA DAS VEZES NÃO ABRIA,RRRR).
    MAS ESTAR COM O CORAÇÃO ABERTO PRAS NOVAS TECNOLOGIAS QUE ESTÃO AINDA POR VIR

  • João diz: 27 de abril de 2010

    Nunca usei muito disquete, só usava mesmo na minha câmera Sony antiga que invés de ser mémoria interna ou cartão SD era Disquete de 3,5.

  • André Machado diz: 27 de abril de 2010

    Olha, saudosista eu não sou,
    quando eu usava aqueles disquetes gigantes,
    um professor trouxe no bolso, o que seria a
    solução, bom muito tempo se passou, e as mudanças
    foram grandes.
    Bom, a respeito da pergunta, de fato eu ainda uso
    disquetes, pois as análises que eu emcaminho
    ao de DRX do laboratório de Física são ainda
    fornecidas neste formato.
    Acho que vou comprar algumas, caixas para enfrentar os próximos anos.

  • Roberto diz: 27 de abril de 2010

    Alguem tem que avisar o SERPRO e a CEF . Eu faço manutenção em empresas de contabilidade e tem programas da CEF e do SERPRO que exigem diskete. Um exemplo é a conectividade social.

  • Marcelo Benitez diz: 27 de abril de 2010

    Eu uso disquetes, comprei uma arma de pressão e adoro fazer tiro ao alvo com eles!

  • Estevao diz: 27 de abril de 2010

    ehehe realmente, eu já nem uso mais o CD que foi o sucessor do disquete, esse então já não uso faz mais de década. Mas lembro da época que eu trocava softwares/jogos com amigos, compactando em JAR pelo DOS e salvando em múltiplos discos de 3.5

  • Ashimi Peterson diz: 27 de abril de 2010

    hehehehe eu nem uso eh soh na base dos Dvds ou BDs Moro no japao o diskete aki ainda vende de muitas outras marcas como da MAxell mas ultimamente nao c encontra em todas lojas

  • André Detéc diz: 27 de abril de 2010

    aaaaaaaaahhh, naaaaaaaaaaaaaaaao!!!

    terei que aposentar meu IBM 5150…

    pena.

    ahhaha

    abç e paz a todos!

  • Alexandre diz: 27 de abril de 2010

    Infelizmente, ainda nos dias de hoje ainda existe órgãos públicos como a Caixa Econômica Federal que ainda utilizam os ultrapassados disquetes em suas operações com seus clientes, como a tal da ´conectividade´, onde arquivos importantes e senhas relativos ao FGTS são disponibilizados em disquetes, na maioria das vezes dando erros e forçando seus clientes a procurar um computador que ainda tenha o arcaico drive. Perguntados do porque do uso de uma midia tão antiga, nem dignaram-se á dar resposta. Fica aqui a insatisfação frente á um banco que quer passar uma imagem de modernidade e, no entanto, ainda utiliza antiguidades, penalizando seus clientes.

  • Jorge diz: 27 de abril de 2010

    A Universidade Federal de Mato Grosso, até pouco tempo, ainda solicitava o envio de arquivos administrativos através de disquetes (ainda há caixas deles nos almoxarifados). Mas realmente, o saudosismo traz uma tristeza aos que já os utilizaram como indicado na matéria.

  • Mariana diz: 27 de abril de 2010

    Sim!!! Eu uso disquete no trabalho, pois preciso tratar dados de um programa num pc com windows 95 e a única forma de transferir os dados é com disquete, afinal não tem usb nem internet no pobrezinho…

  • João diz: 27 de abril de 2010

    Ainda costumo usar os flopp como porta-copos!
    Ao sentar na frente do PC e não saber onde colocar o copo sempre abro a gaveta, entre tantas tranqueiras estão os velhos disquetes…

  • Rafael diz: 27 de abril de 2010

    ah eu tenho ainda alguns disquetes virgens a mão, as vezes usava qdo ia instalar um windows xp por exemplo e usava como disco de boot e tambem tem um programa da samsung, pra usar no hd que tem gravar em disquete, mas pra gravar alguma coisa e levar realmente nem uso mais.

  • Joao Terra diz: 27 de abril de 2010

    Eu ainda uso disquete para backup das maquinas
    Se sumir terei q trocar as maquinas?

  • alexandre normandia diz: 27 de abril de 2010

    Já vai tarde! Gosto nem de me lembrar do sofrimento que tive ao usar Floppy Disk, uma micharia de espaço, só usava uma vez e não prestava mais, triste.

  • Sandro diz: 27 de abril de 2010

    Cara, os únicos “disquetes” que uso são aqueles antigão, de 5″ 1/4, mas só uso para transportar DVD dentro do case deles :-P É melhor do que as caixas de CD por ser mais fina e sempre que entrego para alguém, o cara fala: “Cara, que baita ideia, vou começar a usar também”. auhhuahuahuahua E viva a internet, pois foi nela que achei a dica :-P

  • André Machado diz: 27 de abril de 2010

    Cara, faz alguns anos que abandonei definitivamente os disquetes… tirei inclusive o drive da minha máquina e desabilitei da bios, menos peças e fios na parte interna do meu gabinete… mas inegável o uso dos disquetes… quantos trabalhos foram entregues usando esses disquinhos instáveis.. Eu sou da tribo que esta surpresa com a noticia que ainda fabricavam essas peças de museu… afinal, não é dificil encontrar um pen drive por menos de 10 reais com capacidade milhares de vezes maior que um disquinho e tb infinitamente mais estável e rápida.

    Pior que o disquete pra mim, foi o zip drive externo paralelo, 100MB(monstruosa capacidade pra época) eu tinha um, além de deixar o processamento em 100% pra encher um disco daqueles levava mais de meia hora pra transferir os arquivos.. aquilo era um inferno mesmo… heheheheheh

  • Andre Gurgel diz: 27 de abril de 2010

    Um drive de disquete ainda é o último recurso de quem precisa ter acesso a um PC que está com problemas ou que precisa ser diagnosticado, especialmente se o equipamento não tem CD nem dá boot pela porta USB.

    O boot pelo disquete é forma nativa e a mais simples que a BIOS de todo PC provê, pois não requer drivers nem uma formatação especial.

    Ainda assim, para quem não tem um histórico mais técnico, o disquete será lembrado como coisa do século passado.

    Por outro lado, manter a carga desta compatibilidade é atrasar a evolução tecnológica. Bem fez a Apple, muito antes da Sony.

    R.I.P dear floppy.

    PS: O Windows 2.0 caberia num único disquete de 1.44MB. Já o Windows 7 necessitaria de 1700 !!!

  • Amanda diz: 27 de abril de 2010

    Com certeza no Brasil muita gente ainda usa. Faz sentido parar de vender no Japão, em que até os idosos devem assistir tv pelo celular no metrô.
    Mas em países como o Brasil, ou até mais pobres, nem todo mundo consegue acompanhar os avanços da tecnologia.
    O disquete ainda é a forma mais barata de armazenamento de dados. Um exemplo que tenho visto no dia-a-dia, alguém que nunca usa computador, mas precisa declarar o imposto de renda (mesmo ganhando pouco). Um contador repassa a cópia dos arquivos em um disquete. Para essa pessoa, não faz o menor sentido ter outra mídia mais cara para armazenar dados, já que a compilação em cd pode dar erros até maiores. Os drives de CD/DVD são mais caros e duram menos.
    No Brasil muitos compram computador de segunda mão, ainda com drive de disquete e sem drive de CD/DVD. Sem falar que alguns computadores não aceitam Boot pelo USB, e se não tiver o drive de CD, o jeito é usar o disquete.
    Meu computador ainda tem o drive de disquete funcionando. O drive de CD/DVD estragou em menos de 1 ano. Recentemente, quase me vi desesperada por um computador que tivesse um drive de disquete para fazer um disquete bootável, já que não estava conseguindo fazê-lo pelo USB. Felizmente consegui pelo USB.
    Enfim, há certas situações em que nas últimas tentativas temos que recorrer à essas “velharias”. Quanto mais recursos, melhor.

  • Matheus diz: 27 de abril de 2010

    Disquete me lembr auma desventura que tive com jogos:

    fui na casa de um primo meu e lá ele tinha o jogo Heroes Of Might And Magic I, um clássico.
    Vi aquilo e me apaixonei! Nem saía mais de casa, trancado o dia inteiro no pc dele! haha
    O problema eh que era minha familia do interior, e meu ái ficava louco pq eu nem ia visitar o resto da família.
    Até que o meu primo teve a idéia de gravar o jogo em disquete. No total foram 8, e ainda por cima não consegui instalar em casa!
    Uma das decepções da minha infancia, hehe

    Atualmente nem uso mais

  • Bruno diz: 27 de abril de 2010

    Ainda bem que vão se livrar dessa velharia. Odiava ter só 1,44 mb de espaço. Viva a nova tecnologia. Mas claro, foi usado por um bom tempo no tempo do Epa, e foi muito funcional, porém não serve mais hoje em dia. Imaginem quantos disquetes pra armazenar 1 música. Três? Quatro? Daqui uns anos nem pendrives vão existir. Nossos pendrives estarão embutidos no celular, que estará sincronizado com o computador, via wi-fi, bluetooth ou similar, sem uso de cabos.

  • Cícero Campanharo diz: 27 de abril de 2010

    Bom, na Universidade Federal Fluminense eles acharam uma ótima utilidade para as centenas de disquetes que ficaram obsoletos por lá.
    Na biblioteca central no campus Gragoatá os disquetes numerados são usados como fichas do Guarda-volumes..
    rsrsrs..

    super úteis..além de uma ótima maneira de aproveitar ao invés de mandar pro lixo.

    abraços..

  • Pedro diz: 27 de abril de 2010

    Para aprovação de Projetos Residencias em Gravataí – RS.
    Necessita-se de uma cópia em disquete do DWG do projeto

    Shhhooowww

  • Deutério Jones diz: 27 de abril de 2010

    Nesse caso, precisaremos avisar a SERPRO, o DATASUS…

    Muitos sistemas, legados ou não, ainda utilizam largamente esse tipo de entrada. Algumas vezes impedindo o uso de outra mídia que não seja o disquete. Em alguns casos, resolve-se facilmente esse problema montando uma VM e mentindo alguns parâmetros…outros casos, nem assim.

    Minha opinião, vai tarde! hehehe uma mídia muito instável, principalmente para constantes IOs.

    Abs

  • jd diz: 27 de abril de 2010

    A receita federal brasileira usa…

  • Fabio diz: 27 de abril de 2010

    Comprei um PC novo em 2008… com floppy…

    eu ainda uso disquete sim… mas por um único motivo.. ghost… uso para criar imagens do meu HD para não precisar fazer toda a instalação do sistema operacional + programas sempre que necessário… só coloco o floopy… dou um boot por ele e carrego o pc “formatado”…

    apesar de ter ghost em CD e uso disquete pq tá lá escrito bem grande “ghost”… e o ghost de cd que fiz to no meio de uma pilha de um monte de cd e dvd… sem acabo perdendo…

  • LorD FeniX diz: 27 de abril de 2010

    Ainda Mantenho Duas Máquinas com Essas Peças de Museu. Como Trabalho com Informática e Alguns Programas Retrógrados Ainda Insistem em Usar Essa Mídia Maldita, Sou Obrigado a Adiar o Tal Sonhado Dia de Acabar com Eles a Marteladas :)))

    Mas Sempre que Possível, Crio o Maldito Floppy e Gravo uma Imagem Dele em CD ou DVD.

  • Alex Abreu diz: 27 de abril de 2010

    Pow gente, vocês nunca ouviram falar em Pen Drive, Plug and Play, e USB?

    eu tinha um K6 em casa com isso, e olha que faz quase 12 anos, estou no meu 3º PC Fodoso, e um Notebook melhor ainda, todos aconselham o uso do USB com Windows XP ou acima, eu conheço só departamentos públicos que usam carroças ainda, pois a maioria que tem um computador pessoal compram máquinas para Jogos pesados ou no mínimo mais atualizadas, e fazem milagres com algumas máquinas. Quem ainda compra computadores ancestrais hoje em dia é Museu, ou recicladora de material Cibernético, até os Positivos da vida vem com USB, tenho que discordar com alguns de vocês, não ter condições de pagar Mil reais num PC básico é foda, para comprar uma velharia de terceira linha só para Brincar de Paciência, putz.

    PS: Como disse antes, Salvo Departamentos Públicos e algumas empresas, que por algum motivo perdem desempenho e Rapidez por que teimam em não comprar máquinas novas e melhorar os sistemas Administrativos.

  • simone duarte diz: 27 de abril de 2010

    a caixa economica exige que o empregador gera um arquivo em disquete para ter acesso ao fgts, imagina se a caixa exige o q sobra para nos cidadoes

  • Claudio J.A. diz: 27 de abril de 2010

    Ha um bom tempo que ja deixei de usar disquetes, mesmo em manutencao, sempre tem alternativas, hoje em dia eh muito mais facil ter um Drive de CD ou HD avulso do que usar um disquete. Mas nao tem jeito, tem programas fundamentais para contabilidade e para quem eh cliente de banco que nao se atualiza de jeito nenhum.

    Torco pra morte do floppy. Ja sofri muito quando chega no 9o. disquete de instalacao do Windows e ele rodava, rodava e dava erro. E olha q demorava “aquele tempo” pra chegar ate o 9o….

    Abs

  • wagner diz: 27 de abril de 2010

    sim trabalho com iluminacao de shows em uma impresa de locacao trabalho com um amesa de luz avolites peal 2004 que tem como primcipal fonte de dados o velho disquet e claro os modelos novos ja tem usb e entrada para compact disk mais a melhor das geracoes de avolites e a mais usada no meracdo nacional hoje ainda rola com disket /

  • Fabio diz: 27 de abril de 2010

    É, realmente o tempo está passando… Me lembro como se fosse hoje, quando guardava minha “valiosa” cópia pirata do Windows 3.0 em 22 disquetes de 5 1/4 polegadas (alguém se lembra?)… Sem perceber, meu drive de disquete 3 1/2 (ainda tenho um) foi perdendo seu uso, e hoje serve mesmo apenas como casa de aranha no meu velho gabinete ;-)

  • Jackson diz: 27 de abril de 2010

    Uso pra testar alguns programas antigos em maquina virtual, mas no dia a dia não tem como devido a baixa quantidade de armazenamento, mas confesso que “sentirei a falta das raivas por ter perdido os dados quando o disco falhava” ou melhor dizendo GRAÇAS POR FINALMENTE ESTE EQUIPAMENTO INUTIL TER SAIDO DE LINHA PELA IBM, \O/

  • Rômulo Prestes diz: 27 de abril de 2010

    Na minha casa sobre a escrivaninha do meu PC… eu tenho um CASE da Faber-Castell com cerca de uns 20 disquinhos…..!!!
    É um ótimo enfeite e ainda serve como peso de papel…!!!

    Mas o mais engraçado é que o meu irmão veio me perguntar o que era aquilo e pra que servia…!!!

  • Jackson junior diz: 28 de abril de 2010

    como assim quem usa? daqui a uns 10 anos vc faz uma postagem assim talvez obtenha exito…
    Resposta: Pelas respostas, tem muita gente que já não usa, né?

  • DIVALDO diz: 28 de abril de 2010

    Diversos orgãos do governo ,entre eles e principalmente a CEF so faz e so aceita cadastramento de empresas no FGTS por disquetes 1.44.
    Alternativas DE PARTIDA de computadores em outras midias nao são de todo possiveis e o uso é pouco difundido e dificil(fatores tecnicos)

  • Pingo diz: 28 de abril de 2010

    Muitas máquinas industriais o usam para transmição de programas, eles são mais rápidos que certas conexão a cabo.
    Eles sobreviverão por algum tempo ainda. d[*-*]b

  • Carlos Branco diz: 28 de abril de 2010

    Me lembro que a cinco anos não uso mais disquetes, passei momentos feliz com ele,
    tambem quem imaginaria na epoca pendrive com 16GB, filmes como os de Blu-ray, tempos bom foram esse em que baixava arquivo em compartilhamento, coloca o disquete no drive e logo passa o arquivo pro amigo da novidade.
    Mas mesmo com tanta tecnologia, infelismente a grande parte dos colegios publicos no Brasil ainda usam disquetes e pc sucateados, os governos gastam tanto dinheiro com coisas que nem passam pela nossa cabeça e não investem no sistema publico,
    até quando vai ser assim? Sem contar que os professores na sua grande maioria nem possuem computador, ou aqueles que possuem nem se quer sabe fazer uma apresentação.
    Nem o tiu Bill imaginava que um dia precisariamos de tantos bites em nossa vida.

  • Thiago dos Reis diz: 28 de abril de 2010

    André Abreu,

    dane-se você e seus computadores fodosos.

    Disketes são mais seguros que cd. Pelo menos é mais difícil riscar a mídia. Infelizmente cabe 1,44mb.

  • fernando ferreira diz: 28 de abril de 2010

    o sistema estadual de informação ainda usa a comunicação do BPA (boletim de produção ambulatorial) somente em disquete, acho que e retrogrado mas ainda e o mais barato.

  • John Schubert diz: 28 de abril de 2010

    Faz 5 anos que não uso mais disquete.

  • Alexandre diz: 28 de abril de 2010

    DISCOS DE BOOT !!!!
    O que será de nós sem discos de boot?
    O velho disquetinho é muito mais prático que ficar gravando cds…

  • celso bittencourt diz: 28 de abril de 2010

    NÃO, e sugiro a quem o faça, compre um bom estoque e guarde, já que os criadores disseram que iram parar de fabricar, então o caso é VERO !

  • Lucca_Prado diz: 28 de abril de 2010

    Pra nós técnicos eles são sim muito úteis ainda (até mesmo pra usuários domésticos com um certo grau de instrução).
    Tem certos tipos de placa-mãe que só bootam por Disquetes, ou existem ocasiões em que não temos um acesso imediato a um drive de flash ou CD-Rom. Nesses casos o disquete rouba a cena e salva o dia!

  • Leonardo Pires diz: 28 de abril de 2010

    Eu uso!

    …de descanso pra copo.

  • Alex diz: 28 de abril de 2010

    Não uso disquete nem por decreto!!! OHHH midiazinha suscetível a dara erros… de todos os tipos.

  • fabíola diz: 28 de abril de 2010

    Sim a Receita Federal só aceita gravações de imposto em disquete, o tempo para eles não passou.

  • João Pedro diz: 28 de abril de 2010

    Do jeito que a coisa é no Brasil, estou vendo a noticia de 2011:
    “Ultima fabricante de disquetes encerra a produção do produto. Governo brasileiro anuncia que usará cartões perfurados em todas as repartições publicas”

  • Rodrigo C diz: 28 de abril de 2010

    Sim… meu vo usa…

  • Paulo diz: 28 de abril de 2010

    não

  • Globe Japan diz: 28 de abril de 2010

    O motivo maior do mercado japones ser forte no uso de disquete, nao é muito na area de informatica, mais sim nos teclados de midi. Muitos ainda usam para gravar neles, e depois editar no pc.

  • Bill diz: 28 de abril de 2010

    É Floppy Disk e não Floopy-disk!

  • Eniac diz: 28 de abril de 2010

    Faço o backup do meu winchester no disquete.

  • Alexandre Bakunin diz: 28 de abril de 2010

    Quando os CDs foram lançados, isso em 1982, todo mundo aposentou imediatamente seus antigos LPs e passaram a fazer troça desta antiga tecnologia.

    Hoje se observa um retorno dos bolachões.

    Devemos ir com calma na destruição de antigas tecnologias. Por exemplo, as válvulas termoiônicas (antigas válvulas de rádio) foram substituidas pelos transistores, isso lá no fim dos anos 50. Mas saibam que todos os dispositivos de estado sólido, do radinho de pilha, avionics do Airbus ao PC, são extremamente vulveráveis a pulsos eletromagnéticos. A válvula não.

    No mínimo devemos respeitar solenemente as ferramentas que nos foram úteis no passado e sem as quais não teríamos chegado até aqui.

    4S! (sorte, saúde, sucesso e sossego)

    Bakunin

  • valdinei diz: 28 de abril de 2010

    ainda vivo na era pré-histórica.meus pcs são tudo sucata que eu mesmo montei e formatei.é claro que eu uso disquetes.eu uso qualquer velharia que apareça na minha frente.tenho videoK7 e tv de caixa de madeira.se um dia todo o sistema parar eu vou estar preparado…beijos.

  • Paulo diz: 28 de abril de 2010

    eu uso para manutenção de micro meus pc sempre tem drive de disquete serve mais para fazer favor para outras pessoas do que para usar mesmo farias vezes aparece documentos em disquete para eu imprimir que alguem que não tem impresora pede o favor ou algo assim

  • Cesar diz: 28 de abril de 2010

    Se toda velharia obsoleta e ultrapassada fosse banida, a CAIXA ECONÔMICA FEDERAL não mais existiria!!!

  • Julio_JF diz: 28 de abril de 2010

    Pois é… Então, para se guardar um simples arquivo txt, com senhas, por exemplo (meu caso), vou precisar usar um Pen de 1 GB (isso se ainda existirem) ou de 4 GB! Acho isso um desperdício. Já pensaram porque será que já inventaram um drive portátil de disquetes? Acho que certas coisas simples fazem um bem danado à gente (como no caso dos disquetes de boot, já comentados)!
    Por falar nos vinis: quem disse que estão ultrapassados! Os audiófilos e os entendidos em física são unânimes em dizer que não há mídia de som mais fidedigna que os vinis…. e a Polygram (se não me engano) está ressurgindo das cinzas. Abraços saudosistas a todos!

  • Joao diz: 28 de abril de 2010

    Em minha empresa, as maquinas de solda e smd ainda utilizam disquetes para salvar os perfis. Elas sao Windows XP, porem os programas somente permitem salvar em disquete.

  • Cleber diz: 28 de abril de 2010

    Uso como disco de boot… já me salvou algumas vezes…

  • Sidney diz: 28 de abril de 2010

    Uso apenas pra instalação do XP para carregar drives RAID.

  • los hermanos diz: 28 de abril de 2010

    opa, eu tenho driver e uns lá, amo disquetes e prefiro gastar 3 reais do q comprar um cd, pois disquete é bonitim…
    eu amo disquetes

  • los hermanos brazilianos diz: 28 de abril de 2010

    i love disquetes, vou comprar 300 caixas…
    e prefiro gastar 3 reais do q comprar um cd, pois disquete é bonitim…
    eu amo disquetes

  • roberto diz: 28 de abril de 2010

    Tô fora. Embora tenho saudades do tempo do disquete, não quero nunca mais ter contato com essas porcarias. Ele já devia ter sido banido a muito tempo. Pior que eu usei muito essas coisinhas. Lembro que minha primeira camera digital era da sony e com disquete. Alguem lembra mavica? Uma vez fui numa excursão e tive que levar 3 caixas de disquetes numa pochete e mais a camera e baterias. No final do dia eu tava até torto com todo auqele peso. Embora hoje ainda tenho uma camera profissional relativamente grande, a gente ainda pode usar um bom celular pra fotografar e guardar no bolso da camisa. Os velhos tempos são bons só pra lembrar. É a mesma coisa que vc pegar hoje e jogar jogos de ps one depois de tudo o que já vimos em avanço na area de games. A gente joga essas coisas antigas só pra lembrar mas nao consegue ficar nem 15 minutos na frente pq dai começa dá até um enjoo no estomago.

  • David Sammuel diz: 28 de abril de 2010

    Eu uso alguns como alvo pra minha pistola de pressão. E ainda devo ter uns 10 drives enconstados. Nem CD to usando mais. Agora eh só DVD.

  • andre diz: 28 de abril de 2010

    É, pra pessoas leigas no assunto de eletrônica de armazenamento os discos 1.44 mb não servem para ninguém, porém nós que trabalhamos com informatica e eletrônica sabemos que não são somente os pcs que usam estes discos mas teclados musicais, interfaces programáveis e outros. Porém o seu uso está cada vez mais raro. Acho prático e seguro, quantos de vcs já perderam dados para um pen drive? em disquestes eu nunca. Na eletrônica industrial se usa muito tb.

  • Alice diz: 28 de abril de 2010

    Eram mais seguros q os pendrives, e eu continuo usando em algumas placas mãe q não suportam USB, para fazer a atualização de BIOS.

  • Tony Rigotto diz: 28 de abril de 2010

    No meu caso essa peça de museu dos dias de hoje, o ‘disquete’ é extremamente importante em meu local de trabalho!
    Como esperar por atualizações do material de trabalho (computadores, redes, impressoras, etc…) é uma tarefa enfadonha, sinto uma necessidade desse item de musel quando preciso transferir dados a outros computadores de minha rede de trabalho, ou quando há a necessidade da impressão de documentos de colegas de trabalho, em minha impressora, que diga-se de passagem é ultrapassada!
    Vamos aguardar mais um pouco!!!

  • higor paz diz: 28 de abril de 2010

    aqui no meu trabalho usávamos frequentemente mais é coisa do passado kk

  • Carlos Gasparetto diz: 28 de abril de 2010

    Lá em casa, os disquetes de 3 1/2″ já se juntaram ao de 5 1/4″, zip disk e fita k-7 e outras velharias que estou guardando pra mostrar pros meus filhos e netos como eram os bons tempos da informática, quando ainda não havia inclusão digital… =D

  • Dante diz: 28 de abril de 2010

    Amigos, frente a esta noticia vou comprar no PY um estoque de disquetes para no futuro fazer uma grana como antiguidade…de sobra vou comprar tb uns 10 drives de 3 1/2 para tirar a maior onda…
    E pensar que eu levava um drive de 3 1/2 e um disquete com um programinha para fazer analise do hardware quando consertava micros há uns 10 anos atrás…rsrs…
    Mas vou pensar num uso bom para os disquinhos…não duvidem do seu poder….

    uhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh….

  • camila diz: 28 de abril de 2010

    NOOOSSSAAAA ainda tem tanta gente que usa disquete!!!! olha pra encher um disquete era dificil hj nao salva nem um arquivo de Word heheheheheheheheh…. eu nao uso mais nem cd, de vez enquanto uso o dvd pra gravar filmes fotos e programas, mas sou muito mais do pen drive

  • Dalmer Vieira diz: 28 de abril de 2010

    No trabalho eu ainda utilizo, mas é bem verdade que muito pouco…. Apesar de saber que desde o advento dos pendrives a morte dos disquetes estava decretada, vejo ainda muitas unidades em uso hoje em dia. No ambiente em que trabalho, mais especificamente com TI para o setor bancário, ainda existem muitos disquetes. Mas acho que a cada dia que passa, eles ficarão mais obsoletos até que o último drive de disquete em funcionamento pare e ninguém mais se preocupe em arranjar outro.

    É bem verdade também que até os pendrives estão ameaçados pela nova era da “Cloud Computing”. Acho que a única barreira para que todos deixem seus arquivos na nuvem, pelo menos no Brasil, está na pouca difusão da banda larga aos brasileiros.

    Bem, é esperar para ver, mas acho que as mudanças não tardam muito….

  • Dalmer Vieira diz: 28 de abril de 2010

    A propósito, vou deixar uma dica para dar um bom destino aos seus disquetes velhos, use-os para fazer um porta-lápis muito legal.

    http://universodiy.blogspot.com/2009/04/porta-lapis-de-disquete.html

    Abraços a todos!

  • André Ambrosio diz: 28 de abril de 2010

    Tenho comigo cerca de sessenta disquetes nos quais guardo trabalhos de pós-graduação, material de aula em PowerPoint, artigos científicos (e outros nem tanto) desde 1998 até 2009. No ano passado fiz meu derradeiro uso de disquete.
    Fui fazer uma conferência numa empresa de vanguarda na região de Campinas. Todo o conteúdo da conferência em PowerPoint num disquete. E não é que na empresa não havia nenhum computador com leitor de disquete? A muito custo conseguiram um acessório (não sei como se chama!) e eu consegui projetar os slides da minha conferência. Depois disso, passei a usar um pendrive de 1 GB, capacidade que pelo andar da carruagem não terei esgotado antes de 2030.

  • Luís Fernando diz: 28 de abril de 2010

    É verdade que muitas vezes este dispositivo deixou a desejar ( apesar de muitas dessas vezes o próprio não foi bem cuidado ), mas em outras ele foi a salvação de muitos. Eu uso cds, dvds , pendrives mas não tiro o valor dos disquetes , assim como tb dos zips , todos têm sua importãncia. Sempre que for útil utilizarei os floppys sem problema e sem ranço. Neste exato momento muitos estão deixando suas declarações e recibos do IRPF2010 em um disquete para usar em 2011. Pelo menos para mim o Disquete estará eternamente guardado com carinho em minhas memórias. :)

  • Karl Strohtal diz: 1 de maio de 2010

    As indicações de reserva dos trens (bala) da alemanha, aquelas que mostram se um assento está reservado e entre quais estações, são *programados* atraves de disquetes.

    Varios sistemas FMS (Flight Management System) usados na aviação ainda usam disquetes para atualizar os dados (posição se aeroportos, fixos, rádios,…)

  • Felipe diz: 3 de maio de 2010

    Só falta agora dizerem que os de 5 1/4 também vão sair de linha….. :)

  • Andre Gurgel diz: 3 de maio de 2010

    Os 5 1/4 vão sair de linha??? Como assim? Eu ainda tenho uma caixa dos floppies de 8″, que eu afetivamente chamo de disquetes de Itu. Os de face simples, de baixa densidade, cabiam (aliás, cabem) 256KB – só me falta um drive de 8″ para lê-los.

  • Jose Nedar diz: 2 de agosto de 2010

    Eu ainda tenho alguns disquetes empoeirados, como verdadeiros souvenires. Não há mais lógica nem condição de utilizá-los. Além da questão da capacidade (hoje irrisória), de uns anos pra cá nem se fabricam mais PCs com drive de disquete (nem sequer os recortes nas baias). Se o CR-R já está ficando meio obsoleto – e em 1 CD cabem o equivalente a uns 500 disquetes – que dirá deles? Ainda há quem os (ainda) use, mas por mera necessidade do sistema que utiliza. Além de toda a questão de capacidade e disponibilidade citadas acima, eles são muito frágeis e bastante vulneráveis (vale lembrar que o 1º vírus de PC se disseminou via disquete… e os famosos vírus de boot que até hoje aterrorizam alguns, teve seu hospedeiro original nos disquinhos).

  • Cleber Souza diz: 10 de agosto de 2010

    Infelizmente ainda somos obrigados a usar essa mídia já que muitas entidades só oferecem recursos que se utilizam dessa peça histórica. Um grande exemplo é a CAIXA Econômica Federal que ainda nos impõe a apresentar certificados através de mídias desse tipo. Em minha opinião, o Brasil será o primeiro a morrer com a descontinuidade deste tipo de mídia.

  • Paulo diz: 18 de agosto de 2010

    Pasmem, mas trabalho em um órgão público e recebo informações através de disquetes da maior operadora de telefonia fixa do país. Essa que tem 2 letras apenas no nome. Cada vez que chegam os malditos é um parto achar um micro para tentar extrair os dados.

  • José diz: 16 de maio de 2011

    As disquetes ainda são usadas em máquinas industriais, as que conheço são da industria de têxteis para desenhos de bordados outros artigos, são máquinas caríssimas que não se trocam de um dia para o outro.

  • Simone diz: 28 de julho de 2011

    Não uso mais disquete, mas estou com disquetes antigos de um trabalho que foi perdido e gostaria muito de conseguir copiar. Estes disquetes são da década de 80, chamam disquete flexível 5 1/4 DD, dupla face. Sabem onde poderia utilizálo para retirar seu conteúdo? Em Porto Alegre? Abraço

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