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[Enquete] Coordenador do PNBL defende velocidade de 512 kbps. Você também?

07 de maio de 2010 17
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Guilherme Neves

Jornalista, fã de gadgets e traquinanas tecnológicas em geral. Linux user convicto, mas não xiita.


Segundo o anúncio do governo feito nesta semana, a velocidade oferecida pelas conexões dentro do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) deve ficar entre 512 kbps e 784 kbps. Há uns 10 anos isso seria realmente banda larga, mas e hoje, é? Para o coordenador do Programa de Inclusão Digital da Presidência da República, Cezar Alvarez, que aparece aí na foto mostrando o tamanho da banda (em outro país), sim. A proposta, diz ele, condiz com a realidade atual do país.

– Poderíamos fazer um discurso fácil, dizer que começaríamos direto com 3 mega por cada consumo individual de wireless (internet sem fio), mas isso seria falso e os custos seriam outros – disse Alvarez, para a Agência Brasil.

Segundo Alvarez,  essa oferta deverá ser ampliada no futuro, com uma média de incremento anual em 10%.

–  Ainda falta muito, mas vamos construir a rede, dar capilaridade a ela, fazer os acordos, ter mais serviço, ter mais competição. A possibilidade de incrementar a capacidade das redes é uma consequência natural – completa Alvarez.

Enquanto isso, perguntamos a opinião dos digníssimos leitores:

Nesta sexta, a implementação do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL) começa a ser discutida com setores empresariais e da sociedade envolvidos no assunto. Estão marcadas reuniões com operadoras, empresas de equipamentos, especialistas e representantes de usuários.
Foto: Divulgação, Walter Campanato/ABr

Comentários

comentários

Comentários (17)

  • Bruno Cisco diz: 7 de maio de 2010

    Acho que a velocidade não condiz com o valor de mensalidade inicial do projeto.
    Ora, temos operadoras que oferecem velocidade de 10mbps por 60 reais, enquanto o Governo quer 30 reais por 512kbps. Não é compensador.

  • Clauss diz: 7 de maio de 2010

    Com a disponibilização de 512 a preços acessíveis, a oferta dos planos mais rápidos deverá cair significativamente, ou vão perder a maioria dos clientes. Temos que lembrar que nem todos são gamers ávidos por mais e mais velocidade. E ainda tem uma população à margem da Banda Larga pelo preço. Acho muito positiva a idéia.

  • GVT 10M diz: 7 de maio de 2010

    Parece que vai custar R$ 35,00 pelo acesso…
    se a GVT cobra R$ 50,00 por 3 Megas, tá meio alto este preço.

  • Ismael diz: 7 de maio de 2010

    Votei a 1ª opção porque considero que o essencial é ter acesso e acesso a toda hora.

    Claro que é show poder assistir vídeos em HD no youtube ou genéricos sem picotes.

    Mas o que realmente faz diferença é ter acesso 24h. Isso é que faz diferença, é o que mais se nota quando se troca o acesso via linha discada por banda larga.

    Quem não sabe como era não ter banda larga, é só lembrar do dia que o ADSL ou cabo não funciona. Vai ver que é bem melhor ter, ainda que mais lentinha, do que não ter nada.

  • Marlon Tolksdorf diz: 7 de maio de 2010

    Com o peso atual dos sites, flash e tudo mais, é a mesma coisa que internet discada, que todo mundo sempre teve. Lula e seus amigos, sempre com suas esmolas pra ganhar o voto dos miseráveis que só tem acha que internet é só ORKUT

  • Marco diz: 7 de maio de 2010

    Semidiscada.

  • Davi Menegotto diz: 7 de maio de 2010

    Acho que muito mais importante que velocidade e não esta na materia. E acredito que é o que o governo pesa neste momento (para não ser pessimista) é criação de uma estrutura que hoje não existe, para que no futuro possa colocar 3,5 10…. Mb. Temos lugares do país que não possuem água ou esgoto! Primeiro infra depois velocidade de conexão.

    Ótimo argumento, Davi. O problema é que baixas velocidades (e confesso que pessoalmente não considero 512 kbps tão baixo assim) não fornecem um acesso de qualidade a todos os conteúdos. É como chegar a rede de esgoto, mas não ter água tratada. É o que eu penso. Um abraço. (Guilherme Neves – redator clicRBS)

  • caco diz: 7 de maio de 2010

    Na minha opinião já é mais que suficiente para mais de 90% das atividades que se pode fazer via Internet. Os “usuários pesados” têm essa falsa impressão de que todo mundo tem um perfil de uso como o deles e que precisam de uma super mega blaster conexão de 10megas, quando, na verdade, é uma minoria que baixa conteúdo pesado, assiste seriados por streamig e etc

  • Aliado diz: 7 de maio de 2010

    Eu gostei da velocidade.

    É simples, óbvio. Eu tenho uma conexão de 10MB, que divido com mais 2 pessoas. Só de pensar em baixar é… chato.
    Sempre tem qualquer outra coisa para economizar! rsrs

    A velocidade de 512kbps não afasta as pessoas de nenhum conteúdo, apenas faz com que elas demorem mais para recebe-lo. Talvez materiais em High Def. não cheguem, ou demorem demais, mas o importante é conectar-se 24hs!

    Lembrem-se disto: quando surgiu a banda larga, além de ter melhorado o acesso e aumentado a velocidade, o grande diferencial é que a conexão era em tempo integral.

    É como se hoje, para utilizar energia eletrica em casa, tivessemos que “conectar” na CEEE, e receber uma corrente que mal desse pra geladeira e pra uns 3 bicos de luz.

    512kbps são quase 10x o máximo da coneção dial-ip.
    Viva a inclusão digital!

  • lamárcio Budke diz: 7 de maio de 2010

    Pra quem já tem ou usa 3, 4, 8, 10 , 15mb e acima dessas, essa velocidade é um pesadelo. Mas para quem não tem nada e não conhece outra velocidade isso é muito bom, pois para eles será uma boa velocidade.

  • Rui Francisco diz: 7 de maio de 2010

    512 Kbps é realmente uma piada… Pelo menos pra quem mora no Sul/Sudeste, onde links melhores podem ser usados (a GVT oferece até 100Mbps! Eu tenho 10Mbps em casa…). No Norte (Amapá e Pará, por exemplo), 512 Kbps pode ser o céu (até onde eu sei, no Amapá, nem fibra óptica chega lá – ligando o Estado ao resto do Brasil, apenas conexão via satélite…).
    Francamente, pra um país que quer ser potência econômica, começar o PNBL com 512 Kbps é quase que dizer que não existe plano algum…

  • Jean Pacheco diz: 7 de maio de 2010

    Primeiramente antes de criticarmos, devemos analisar a tal situação. O primeiro passo foi feito, e como na matéria cita, que há previsões para aumento gradualmente, ano a ano. O importante neste momento é quebrar a barreira e estabelecer o plano, pois maior objetivo não é assistir vídeos no youtube, fazer downloads de músicas, e sim manter a sociedade conectada com o mundo, possibilitando estarem atualizados nas diversas notícias e situações que ocorrem no mundo, e esta velocidade atenderá tranquilamente a demanda para tais situações.
    Parabéns aos que estão realizando o projeto e lutando para ser aprovado, afinal não podemos ainda nos comparar aos países do 1º mundo, porém é um escada que gradativamente será alcançada.

  • Júlio De Bem diz: 7 de maio de 2010

    Bruno e outros que defendem a conexão da GVT.

    Obviamente é um preço bom, mas tente contrata-la por esse preço. Não há no pacote somente internet. Tú és obrigado a contratar pelo menos o plano de 129,90. Se quiser o de 3MB, é 124,90 …

    O serviço nacional de banda larga eh 512kb (realmente 512 e nao menos) e uma boa taxa de upload.

    Outro problema é que a GVT não chega em todos lugares, quiça em todos bairros.
    Importante lembrar que o PNBL, atende preferencialmente locais onde não tem acesso a banda larga. Ou seja, duvido que em POA, altere muito o que vivemos hoje em dia.

  • Anônimo diz: 7 de maio de 2010

    Esse programa é um piada. Somente serviu para o Lula e os amiguinhos dele nadarem no lucro que conseguiram com o aumento MONSTRUOSO das ações da falida TELEBRÁS, que em pouquíssimo tempo saíram de R$ 0,04 para assustadores R$ 3,15. A conversa sobre inclusão digital é para boi dormir meus amigos. Essa é só mais uma manobra para poucos roubarem o que é da população. Chega de pensar que é melhor aquele que faz e rouba do que aquele que não faz nada. Fiquem atentos a isso. A enquente não deveria ser sobre qual a velocidade ideal e sim sobre da onde você acha que vem essa dinherama toda?
    Reflitam sobre isso…

  • Fábio diz: 7 de maio de 2010

    Acho que num primeiro momento, onde a idéia é democratizar o acesso, esses 512 estão sim de bom tamanho. Ok, é pouco pra streaming de vídeo, pra baixar filmes e jogar online, mas isso q citei é um plus e não acho q seja obrigação do governo fornecer ou subsidiar, pq é bem mais entrenimento do q qqr outra coisa. Na parte de acesso á cultura/informação, inclusão digital, 512 dá e sobra. Com isso o cara acessa email, faz pesquisa, entra em centenas de milhares de sites de todos os assuntos imagináveis, enfim, passa a ter acesso a um mundo de informações, aí sim, tem a ver com inclusão digital propriamente dita… Agora, quem quer baixar filmezinho ou jogar online que coloque a mão no bolso… Concordo q nossa banda larga é cara, mas falta é concorrência, e não acho q o governo tenha q subsidiar coisa de 3, 5 ou 10 mg…

  • Ismael diz: 7 de maio de 2010

    Lembrando mais uma coisa…

    Muita gente tem falado de GVT. Só ouço elogios mesmo, tanto na qualidade de atendimento, quanto no preço.

    O problema é que a rede da GVT ainda é muito pequena.

    Moro em Porto Alegre, meu bairro não fica em nenhuma vila, nem é longe do centro e não tem acesso aqui. Tem numa avenida aqui perto, faz mais de dois anos que só falam “em breve” e nada.

    Imaginem então em cidades mais no interiorzão.

  • Leoo diz: 16 de setembro de 2010

    A velocidade esta muito boa, pois este projeto é para estudos, trabalhos escolares e uma fonte de pesquisa para adquirir nos conhecimentos, e noa para youtube, ou para download de filmes e musicas, ninguem precisa mais do que isso para acessar sites culturais e realizar pesquisas. Brasileiro ta muito mau acostumado querendo ganhar limosines de graça para desfilar, e implantaçao de sistema e banda não é barato ainda mais em lugares onde não tem publico para retorno do mesmo, e esta velocidade só nao é suficiente para grandes jogos onlines, ou para fazer download de filmes e musicas com frequencias ou ficar em sites como youtube ou sites pornograficos, pro resto esta de bom tamanho, e depois de uma infra estrutura implantada, em algumas cidades que tiver demanda vai acontecer upgrade.
    abcs

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