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Dicas de palestras para o 2º dia de fisl11

22 de julho de 2010 1
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Guilherme Neves

Jornalista, fã de gadgets e traquinanas tecnológicas em geral. Linux user convicto, mas não xiita.

Em primeiro lugar, bom dia. O Centro de Eventos da PUCRS já abriu as portas do 11º Fórum Internacional Software Livre (fisl11) para o segundo dia de evento. Hoje, o tapume que restringia o acesso à área de expositores – onde alguns espaços ainda estavam em montagem lá pelas 19h de ontem – foi retirado, aumentando a área de circulação no evento.

Vamos, então às dicas de palestra, como sempre, voltadas para o público não tão iniciado. Caso as indicações abaixo não te sirvam muito, dê uma acessada na grade de programação do evento para ter acesso à todas as atividades.

Um dos destaques do dia é internet. As preocupações da rede serão debatidas em vários momentos nesta quinta-feira. Uma das dicas de agenda é a palestra de Sergio Amadeu, sociólogo e professor da Universidade Federal do ABC, que vai atualizar a apresentação Internet Sob Ataque: O Império Contra-Ataca, a palestra será às 20h na sala 41-B.

Outro debate envolvendo a rede é a fala de Darlan Segalin, intitulada Segurança e Desafios em Cloud Computing, às 13h na sala 41-C. Para quem não lembra, a cloud computing (computação nas nuvens) é a tendência de transferir o armazenamento de arquivos do HD do computador para a internet.

Para quem gosta do ponto-a-ponto…

> 13h (41-C): Segurança e Desafios em Cloud Computing
> 13h (41-D): Aprenda a programar direito
> 14h (Sala 614): Licenciamento de Código Desenvolvido Colaborativamente
> 15h (41-B): Software Livre Realidade comercial ou Paixão?
> 17h (41-B): Empreendedorismo – Como começar sua startup?
> 18h (41-A): Postfix: past, present and future
> 20h (41-B): Internet Sob Ataque II: O Império Contra-Ataca

Comentários

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Comentários (1)

  • George Bentovich diz: 22 de julho de 2010

    Parabéns defensores do software livre. A idéia de discutir e fomentar a idéia de uma sociedade livre de licenças de software é realmente válida. Quando possibilitamos a liberdade do software estamos criando condições de aumentar a competitividade do mercado, fazendo com que empresas criativas possam criar novos métodos mais eficientes para gerar receita a partir da criação de software. Uma sociedade livre, com menor intervenção do governo é o ambiente ideal para que o software livre cresça. As pessoas devem ter o direito de escolher como lidarão com a propriedade intelectual que criam, seja através da abertura completa do código, ou da proteção do código através de mecanismos digitais (e não legais!), ou lucro através da venda de serviços, autenticação pela Web, etc etc. Infelizmente vejo, na maioria dos defensores do software livre, um viés político não compatível com as idéias “libertárias” de uma sociedade complemente livre, a qual só pode existir através de uma minarquia (ou, na idéia mais utópica – porém teoricamente viável considerando o comportamento de interesse-próprio intrínseco ao ser humano, vide Rothbard – um anarco-capitalismo).

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