Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts de julho 2010

[Q&A] Mais cinco perguntas (e respostas) sobre o Office 2010

30 de julho de 2010 3

publiquei aqui ontem um perguntas e respostas sobre o Microsoft Office 2010. Era um texto focado no produto que a gigante de softwares passou a vender no meio da semana. O pacote com Word, Excel, PowerPoint, OneNote, Outlook, Publisher e Access, no entanto, suscita outros questionamentos, não tão focados nele mesmo, mas no mercado.

Seguem, portanto, outras cinco perguntas e respostas, no mesmo estilo – voltadas para o usuário final.

1. Existem programas com funções similares às do Office no mercado?
Sim. O mais conhecido é o OpenOffice (ou BrOffice). O pacote, que pode ser baixado gratuitamente, tem softwares com funções similares às do MS Office. Há editores de texto, de planilhas, de slides, bancos de dados, e outros. É um programa de qualidade, porém não oferece os mesmos recursos de interface do Office 2010. O primeiro a incorporar a nova ortografia, por exemplo, foi o OpenOffice. O Word, da MS, só agora oferece a opção já configurada no software. Você pode conferir outras alternativas no post lincado aqui.

2. Por que se diz que o Google é um concorrente da Microsoft neste campo?
O Google, apesar de não ter um programa que possa ser instalado no computador para a edição de textos possibilita, através do Google Docs, realizar funções semelhantes às de Word e Excel. Os usuários podem criar textos, formatá-los e inclusive salvá-los em formato do pacote Office ou em PDF. Além disso, o Google Docs permite o compartilhamento de arquivos na internet. Para se fortalecer nesta área, a Microsoft apresentou o Office Web Apps, que deve estar disponível no Brasil até o final do ano. Ele faz o mesmo que o Google Docs, com mais recursos, segundo a empresa.

3. Qual dos dois oferece maior concorrência à Microsoft?
No evento de lançamento, nenhum deles foi destacado como sendo capaz de fazer frente ao Office. Deu para sentir que o Google Docs seria visto como muito limitado – ou nem mesmo sendo considerado um equivalente. No caso das alternativas livres (OpenOffice), aplicou-se o mesmo. Aparentemente a Microsoft se sente sem concorrência. Na verdade, a pirataria de software parece mais preocupante do que outros produtos.

4. Mas qual é a fatia de mercado que a Microsoft possui?
O número apresentado, apurado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), é de 92% dos computadores com algum pacote de trabalho no Brasil, em 2009, rodando Office, em alguma de suas versões. Ou seja, nove de cada 10 usuários de algum editor de texto, planilhas ou slites usa Word, Excel ou PowerPoint para estas tarefas – não necessariamente na versão mais recente, claro.

5. Como a Microsoft pretende manter a liderança e atrair mais usuários para o software licenciado?
Preço acessível é uma das estratégias. O pacote mais barato do Office 2010 (chamado Home and Student) custa R$ 199 e dá direito a três instalações na mesma residência. Com isso, a empresa espera que uma licença atinja todos na família – micro do pai, da mãe, do filho. Quem comprar computadores novos dos parceiros da empresa receberá, pré-instaladas, versões de Word e Excel com recursos limitados, porém gratuitas. São algumas formas de manter o público legalizado.

Steve Ballmer: Microsoft trabalha em rival do iPad

30 de julho de 2010 10

Assim que estiverem prontos, os tablets (computadores estilo prancheta) da Microsoft começarão a ser vendidos, disse o presidente da gigante de softwares - que também dá seus tiros no campo dos gadgets – Steve Ballmer.

– É uma tarefa de prioridade um. Ninguém está dormindo no ponto – declarou Ballmer numa conversa com analistas financeiros.

Segundo o site Cnet, Ballmer declarou que a intenção não é apenas marcar presença no mercado com um novo produto, mas a ideia é oferecer um aparelho que as pessoas queiram comprar. Para o CEO da MS, o mercado de tablets é hoje similar ao de netbooks há uns dois a três anos: uma plataforma chegou com tudo, praticamente fechando o espaço.

Na aurora dos tablets, a plataforma seria o Linux e a solução da Microsoft foi enfiar o Windows XP nos netbooks com telas de sete a 10 polegadas.

Agora, a coisa muda de figura. A Apple é mais agressiva no mercado que qualquer distribuição Linux – na verdade, o Linux em netbooks foi estratégia, não diferencial (me desculpem os usuários de Linux por dizer isso, mas é verdade). No início, sem interfaces totalmente customizadas – o Xandros, do Asus Eee PC 701, por exemplo, só vinha com ícones grandes, nenhum outro recurso que facilitasse o uso – embarcar Linux era uma garantia de preço mais competitivo, ponto final.

Com o tempo, as distribuições (Eeebuntu NBR, por exemplo) ganharam uma cara mais amigável – disparavam em facilidade de uso ao XP. Hoje, no entanto, um netbook roda Windows 7 com tranquilidade numa tela maior. Linux continua sendo uma questão de estratégia de mercado (preço menor), com qualidade similar ao software proprietário.

E a Apple? Vem com a fidelidade dos consumidores, o potencial do modelo de negócios de apps do iPhone, a credibilidade da marca e o investimento em marketing que o Linux nuca teve. É Ballmer, até pode ser um cenário similar, mas os tempos são outros.

Ainda assim, Ballmer avisa:

– Nós estamos chegando. Armados até os dentes. O sistema operacional se chama Windows – “ameaçou”, adiantando que plataforma vai rodar no tablet da MS.

Twitter exige mudança de nome do blog Twitter Brasil

29 de julho de 2010 4

Ainda não é tópico emergente (trend topic) no Twitter, mas tem tudo para se tornar um. A tag (como são identificados os assuntos debatidos no microblog #freetwitterbrasil está rodando a twitosfera em apoio ao site Twitter Brasil. Criado para dedicar-se ao debate, e até à promoção, do uso da ferramenta, o site mantido por um trio de blogueiros brasileiros recebeu um e-mail de uma funcionária do Twitter exigindo um mudança de nome.

O Twitter exige mudança no nome, no layout e entrega do domínio, segundo informações divulgadas por Raquel Camargo, ma das editoras do blog. Raquel se diz surpresa pela mensagem, já que em 2008 o Twitter considerou o blog uma ótima ideia. Agora, ameaça de processo se sua vontade não se cumprir. Abaixo, confira o design que levou ao pedido.


A seguir você confere a entrevista que Gabriela Zago, 23 anos, de Porto Alegre, concedeu por e-mail. Ela é uma das blogueiras do Twitter Brasil.

Infosfera - Qual o sentimento para com o Twitter depois do pedido de mudança do nome do blog?

Gabriela Zago - O pedido nos deixou um pouco frustrados. Inicialmente estávamos concordando com a mudança gradual de nome, mas o pessoal do Twitter começou a colocar entraves e a exigir mudanças imediatas.

Infosfera - Vocês vão mudar? Já têm um novo nome em mente?

Gabriela - Mudamos hoje o nome para Blog Twit Brasil, e pretendemos mudar o domínio. Estão complicando com esse nome também, porque parece muito com Twitter.

Infosfera - Vocês suspeitam do que pode ter motivado o pedido?

Gabriela - A ferramenta cresceu mais do que o esperado, a empresa começou a se preocupar com a sua imagem. Eles estão estabelecendo presença no Brasil, então perceberam que o blog poderia causar confusão.

Infosfera - Existe algo mais que gostarias de acrescentar?

Gabriela - Recentemente o blog passou realmente a ser confundido com o próprio Twitter, principalmente por paraquedistas que chegam via Google e não têm ainda a mínima ideia do que seja Twitter, então o nome do blog pode ser confuso nesse sentido. Por outro lado, não precisavam ter esperado tanto tempo para nos dizer isso e ainda por cima exigir o domínio.

Gabriela tem razão no que deve ter motivado o pedio. Quem pesquisa por Twitter no Google, por exemplo, vê no topo da lista o twitter.com. Na sequência, vem o twitter.com.br (que redireciona para o Twitter.com) e depois o Rubinho Barrichello. Twitter Brasil aparece depois do verbete em português da Wikipedia.

Quem digita Twitter Brasil, aí sim, vê o blog no topo dos resultados. Aliás, o Twitter.com não aparece na primeira página. Está aí um bom motivo para querer a mudança - só não entendo a estratégia. Você é um produto em inglês que se incomoda por um site que ajuda pessoas que não falam inglês a usar o seu produto.

Se o Twitter Inc. pensa que o Twitter Brasil é o inimigo, engana-se. Por hora, o site tem recebido várias mensagens de solidariedade, pedindo para o Twitter acordar, dizendo que se trata de um engano. Quer dar uma força para o pessoal também? Tuite #freetwitterbrasil.

[Q&A] 10 perguntas (e respostas) sobre o Microsoft Office 2010

29 de julho de 2010 5


A Microsoft anunciou nesta quarta-feira o lançamento nas lojas do seu novo pacote de programas de trabalho. O Office 2010 está em 5 mil pontos de vendas do país, segundo a empresa, e deve ter uma adesão mais rápida que o anterior, já que as mudanças de interface não são tão significativas, avalia o presidente da empresa no Brasil, Michel Levy.

Na foto acima, vocês conferem as caixinhas empilhadas no lançamento de ontem, em São Paulo, onde parceiros da gigante de softwares colocaram PCs à disposição dos jornalistas e convidados para um breve test-drive (foto abaixo). Em Porto Alegre, sei que a Compujob também permite a "degustação" da suite de produtividade. Vamos às questões.

1. Quando custa o Office 2010 e quais são as versões disponíveis?
O Office 2010 vem em três versões, ao contrário da versão 2007, que tinha cinco. As versões atuais são Home and Student (voltada para o usuário doméstico); Home and Business (voltada para pequenos empresários e profissionais liberais) e o Professional (que mira no mercado corporativo). Cada caixinha dá, respectivamente, direito a três, duas e duas instalações na mesma resiência ou empresa. Os custos são R$ 199 (Home), R$ 499 (Business) e R$ 1.399 (professional).

2. Como fica quem comprou o Office 2007 neste ano, vai ter a chance de fazer a atualização sem custo?
Sim. Clientes que adquiriram o Office 2007 a partir do 5 de março e ativá-lo até 30 de setembro terá direito ao download gratuito do Office 2010. Acesse o site do produto, clicanco aqui, para mais informações.

3. Quem baixou o beta, tem direito ao update gratuito?
Não. Segundo a Microsoft, 260 mil downloads da versão de testes, disponível desde novembro de 2009, foram feitos no Brasil. Todos terão que decidir se compram ou não o pacote até outubro, quando o beta expira.

4. O que aconteceu com os pacotes Small Business e Standard?
Foram descontinuados. Os clientes que compraram um destes pacotes entre 5 de março e 30 de setembro na versão 2007 serão migrados diretamente para o Office 2010 Professional.

5. Que programas estão incluídos em cada um dos pacotes?
No total, o Office 2010 tem sete programas diferentes. Cada uma das opções inclui mais ou menos programas. No Home and Student estão inclusos Word, Excel, PowerPoint e OneNove. No Home and Business, é incluído também o Outlook. O Professional soma o Access e o Publisher aos softwares dos pacotes anterior.


6. Para que serve cada um dos programas?
Word: edição de textos.
Excel: edição de planilhas.
PowerPoint: edição de apresentações (slides).
OneNote: programa para anotações diversas.
Access: gerenciamento de bancos de dados e cadastros.
Publisher: edição de material de marketing (folders e cartazes).

7. É possível comprar apenas um desses programas?
Segundo a Microsoft, sim. Porém, na coletiva dada ontem não foi explicado como isso ocorre. Mas não deixa de ser uma opção de personalização interessante.

8. O pacote Office 2010 vai ganhar uma versão para Macs?
Sim. Segundo a Microsoft, deve estar à disposição até o final do ano.

9. O que é o Web Apps?
É a versão online dos programas da Microsoft. Nela é possível editar textos, planilhas e apresentações diretamente no browser. Ela funciona, segundo a MS, em qualquer um dos principais navegadores de internet - Internet Explorer, da própria MS, Firefox, da Mozilla, Chrome, do Google, e Safari, da Apple. Pelo site, além da edição é possível compartilhar arquivos. O Web Apps estará disponível até o final do ano.

10. Quais são os requisistos de sistema para rodar o Office 2010?
Uma máquina que rode o Windows 7 será capaz de rodar o Office 2010 sem problemas. O programa é compatível, também, com as versões Vista e XP do sistema operacional da Microsoft. No site oficial, os requisitos são:
> Computador e processador: Processador de 500 MHz ou mais rápido
> Memória: 256 MB de RAM; 512 MB recomendável para recursos gráficos e certas funcionalidades avançadas.
> Disco rígido: 3 GB de espaço disponível em disco
Confira o site oficial para mais detalhes.

Amazon anuncia novo Kindle grafite por US$ 189

29 de julho de 2010 7

A partir de 27 de agosto, os fãs do e-reader Kindle terão à disposição uma nova versão do gadget. A Amazon.com, desenvolvedora do leitor de livros eletrônicos, anunciou hoje o início das vendas para o mercado internacional. Os preços são US$ 139 (Wi-Fi) e US$ 189 (3G). As encomendas podem ser feitas no Brasil acessando o site de vendas da Amazon.

O novo aparelho é 21% menor e 15% mais leve do que o modelo anterior. Além disso, a tecnologia de carregamento do display é 20% mais rápida.

Mesmo com as dimensões reduzidas, o modelo mantém a proporção da tela - 6 polegadas. Outra novidade: além da cor branca, o aparelho agora vem num modelo grafite - ou preto mesmo, ainda bem que não batizaram de black piano ou outra variação de preto.

Com a nova faixa de preço, a Amazon nivela o Kindle a concorrentes como o Nook, da Barnes and Nobles, que custa US$ 149. E no Brasil? Ainda é caro, como todo eletrônico importado. Porém, recentemente a Justiça Federal reconheceu o direito de um advogado de comprar o leitor eletrônico sem impostos de importação, reduzindo o preço em R$ 450, praticamente metado do total.

A decisão, tomada na Vara Federal de São Paulo, vale apenas para o caso, mas pode servir de jurisprudência para outros processos similares - o processo ainda pode ter recursos.

O argumento foi bom. Aparelhos como o Kindle servem apenas para ler livros, podendo ser enquadrados na mesma categoria de isenção de impostos que outros produtos que contêm conteúdo, sem realizar funções maiores - navegar na internet, multimídia, games.

Bem que poderia virar um canetaço em benefício dos leitores.

No início de julho, um Kindle DX (a linha de 9,7 polegadas do leitor da Amazon, também foi apresentada na cor grafite, custando US$ 379.

Bill Gates pai conta como criou Bill Gates filho

27 de julho de 2010 1


Você talvez não saiba – eu, por exemplo, não fazia ideia – mas o pai de Bill Gates, é uma pessoa dedicada à filantropia ao longo de sua vida. Acabei descobrindo isso ao receber o release de divulgação do livro Desperte para a vida - Reflexões sobre as bênçãos de existir, do próprio Gates pai.

A obra, “lança luz sobre os princípios que Bill Gates Sr. assimilou ao longo de uma vida inteira (…)  e os quais transmitiu aos filhos”.

Também descobri que o apelido de Gates Jr. era Trey.

Segue o resto da informação sobre a obra:

“Em pequenas narrativas, Bill pai apresenta as pessoas e experiências que moldaram sua visão de mundo: com Nelson Mandela e Jimmy Carter, aprendeu o valor do trabalho voluntário, enquanto o próprio filho, apelidado carinhosamente de “Trey” o ensinou a importância da curiosidade e da paixão na busca pela realização profissional. Nestes relatos, o autor discute o valor do trabalho árduo e da generosidade, preceitos que coloca em prática atualmente como copresidente da Fundação Bill & Melinda Gates, e mostra como as experiências de um homem de 80 anos podem inspirar todos a fazer diferença e a se preocupar com o bem-estar alheio.”

Olha, eu leria. Brigas sobre mercado de software à parte, Bill Gates é, no mínimo, um grande empresário, assim como Steve Jobs.

Você já conhece o Wikileaks?

27 de julho de 2010 1

Recomendo a matéria desta terça-feira em Zero Hora sobre o site Wikileaks e os documentos vazados tratando da guerra do Afeganistão. São transcritos alguns trechos e é explicada a história do site e seu criador. Uma das possibilidades que o site ofereceu, com base nos documentos disponibilizados, foi elaborar uma linha do tempo das possíveis andanças de Osama Bin Laden, que pode ser acessada aqui no site do jornal Britânico The Telegraph.

Como funciona? Não se trata de uma extensão da Wikipédia, ou de uma parceria com a enciclopédia colaborativa de Jimmy Wales. De parecido, o Leaks só tem o nome e a forma como as informações são organizadas.

Há outra similaridade também: as informações publicadas no site são, geralmente, colaboradas por terceiros que oferecem os documentos.

Segundo a seção About Us (Sobre Nós, que contém informações a respeito do site) os documentos podem ser recebidos em meio digital, pessoalmente ou pelo correio. Todos os arquivos estão protegidos por um código.

Além disso, advogados da empresa lutam para manter o anonimato das fontes e a devida manutenção dos documentos no ar.

Abaixo, uma fala do fundador do Wikileaks, Julian Assage.

Apple atualiza a linha iMac, lança novo Mac Pro e apresenta trackpad

27 de julho de 2010 1

Os tudo-em-um da Apple ganharam novas versões nesta terça-feira feira com a atualização dos processadores para a linha iCore, da Intel. Agora, os iMacs virão com os cores i3, i5 ou i7. No Brasil, os modelos custam a partir de R$ 3.999 e já são anunciados na loja oficial da empresa – clique aqui para acessar.

As telas vão de 21,5 a 27 polegadas. Você pode conferir as especificações para os dois modelos no site da empresa (clique aqui para acessar).


Junto com os novos iMacs, a Apple anunciou o “Magic Trakpad”. Na prática, o trackpad do notebook – a área sensível ao toque que controla a movimentação dos controles do mouse – foi transformada em um acessório para desktop, no caso, o iMac. Ele usa a mesma tecnologia Multi-Touch do MacBook Pro, ou seja, suporta todos os movimentos já presentes no portátil, como os gestos em pinça para aproximar ou afastar fotos.

O Magic Trackpad se conecta com o iMac via tecnologia sem-fio Bluetooth. Ele é feito de alumínio, assim como o teclado sem-fio da Apple, e ambos têm a mesma altura e angulação.


Também entraram na atualização a linha Mac Pro, com processamento 50% mais rápido que a geração anterior. Segundo Phill Schiller, um dos executivos da Apple, a nova máquina vem com processadores de múltiplos núcleos, podendo conter até dois componentes de seis núcleos, chegando ao desempenho de uma máquina com 12 cores.

A linha escolhida para o processamento é a Xeon, da Intel. Os preços vão subindo de acordo com o número de núcleos, claro. Estes modelos ainda não estão disponíveis na loja online da Apple no Brasil.

Um comentário infeliz, diante de tantos cores: processador de 12 núcleos é como fogão de 12 bocas – quem precisa de tanto? Com certeza, editores de conteúdo multimídia deverão regozijar-se com a novidade. Mas, penso eu, está na hora de abrir este desempenho todo para games. É um bom nicho para a Apple, já que não existem tantos títulos disponíveis para Macs quanto há para os PCs. Aguardemos.

No Japão, Yahoo adota Google como ferramenta de busca

27 de julho de 2010 1

Quem lê o título acima deve se perguntar como isso é possível. Na verdade, o Yahoo Japão não é de propriedade total do Yahoo norte-americano, que tem 35% do controle acionário da companhia asiática. Assim, os japoneses têm certa autonomia, segundo o site All Things Digital, do Wall Street Journal.

Em princípio, Google e Yahoo farão o mesmo que Bing e Yahoo já anunciaram: parceria de uso na tecnologia.

No Japão, Google e Yahoo, se combinados, terão domínio total do mercado de buscas. Enquanto isso, a Microsoft está começando a dar os primeiros passos por lá.

O negócio, que ainda precisa passar pela avaliação do governo, vem sendo carinhosamente chamado de Googzilla.

Twitter testa publicação de fotos e vídeos

27 de julho de 2010 1


São 140 caracteres de texto, certo? Não por muito tempo. O Twitter confirmou ao site Mashable que está testando recursos multimídia para os perfis dos usuários. Atualmente, vídeos e fotos entram no Twitter como URLs encurtadas que direcionam o usuário para outros sites.

Com a novidade, chamada Tweet Media, as imagens apareceriam embutidas (ou embedadas) nas mensagens.

Mais uma vez recursos já existentes na mão de terceiros ganham sua versão oficial. Se as imagens ficarão hospedadas no servidor do Twitter o apenas serão axibidas em miniaturas no site não se sabe.

O fato é que em sites como Tweet Photo e TweetPic já é possível tuitar imagens. O TwitCam libera streamings de webcams, enfim. Já temos, de certa forma, vídeo e foto no microblog.

A questão é: vai somar ou atrapalhar a vida dos usuários?

Um dos "baratos" do Twitter, penso, é justamente a simplicidade das mensagens, forçada pelo limite de caracteres dos tweets. Isso nos forç a ser suscintos. Aos poucos, me parece, o Twitter está incorporando tantas funcionalidades que pode se tornar um Tumblr - e a moral não é essa. Não sou contra novas funcionalidades, mas temo que o que está bom estrague com o excesso de novidades.

Comentários facilitados: para quem ainda não percebeu, o blog não está mais exigindo cadastro para comentar. Deixe sua opinião!

Twitter: receba as atualizações do blog. Sigam-nos os bons!
@crespani
@bloginfosfera

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...