Representante do Facebook confirmou ao site The Next Web que o site está testando um botão para deletar contas na rede social. O recurso seria um acréscimo ao já existente Desativar Conta. Segundo outro site, o Slashdot, a opção vai apagar o perfil e as informações que constam nela.
Antes disso, apagar uma conta no Facebook exigiria do usuário cadastrado remover conteúdo por conteúdo da página.
Por hora, disse um porta-voz da página, apenas alguns usuários estão recebendo a atuaização nas configurações do seu perfil no site. Vale dar uma conferida.
Recentemente, o site chegou à marca de 500 milhões de usuários ativos. Dá pra se garantir?
Está marcada para amanhã a destruição de 92 mil CDs e DVDs com softwares, aplicativos e games piratas pela Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES), além da inutilização de 700 cartuchos de games, encartes e box para CDs, além de pastas catálogo. O material é resultado de 64 operações de busca e apreensão realizadas pela entidade.
As mídias serão jogadas em um moinho triturador, que fragmentará todo o material. Todo o resíduo reciclável será comercializado e o valor obtido será doado para instituições assistenciais.
De acordo com a ABES foram realizadas 662 operações em todo o país em 2009 que resultaram na apreensão de 1.128 milhão de CDs ilegais. O índice de violação da propriedade intelectual no setor de software atualmente é de 58%, o que acarreta prejuízos estimados em US$ 1,645 bilhão para o Brasil.
Donos de iPhone nos Estados Unidos poderão desbloquear legalmente seus aparelhos para baixar aplicativos não aprovados pela Apple. As novas regras do governo foram anunciadas nesta segunda-feira. A decisão foi comemorada pelaElectronic Frontier Foundation (EFF), envolvida no pedido das exceções ao Digital Millennium Copyright Act (DMCA, lei sobre direitos autorais no país).
A cada três anos o DMCA é revisto nos Estados Unidos pela Biblioteca do Congresso para garantir que a lei não interfira no uso de materiais regidos por ela.
Segundo a EFF, mais de um milhão de donos do iPhone teriam apelado para o desbloqueio, em inglês, jailbreak, para rodar aplicações não autorizadas em seus aparelhos. Para a Apple, o copyright proibiria a violação do código do sistema operacional do iPhone. Com a decisão, usuários que fizerem o desbloqueio do iPhone não estarão mais fazendo algo contra a lei.
Outra vitória comemorada pela EFF diz respeito a vídeos remixados. Obras no YouTube que contenham trechos curtos de vídeos comerciais não serão consideradas uma infração do copyright desde que utilizadas com fins educacionais e não comerciais.
Também foram concedidas autorizações para:
• desbloquear os aparelhos para mudança de operadora
• quebrar proteções técnicas em videogames para investigar e corrigir falhas
Uma das coisas que sempre me perguntam quando falo para alguém sobre software livre é se dá para jogar. A resposta é: depende? Muitos games não têm suporte para o Linux, o que deixa alguns usuários órfãos. Dando uma googlada, se percebe que existem meios para fazer rodar aplicativos de Windows no software livre – eu, por exemplo, sou fã do Wine – mas nem todo mundo está disposto a aprender a fazer isso.
Se o cara é mais um jogador casual, digo que há centenas (não sei o número exato) de jogos disponíveis gratuitamente para Linux, presente numa lista com uma breve descrição e que basta ele clicar e instalar.
Fácil assim.
Alguns destes games estão no 11º Fórum Internacional Software Livre, no Centro de Eventos da PUCRS. Até amanhã, quem passa pelo local pode dar uma experimentada em jogos como Frets On Fire (na foto acima) - um tipo de Guitar Hero - e outros.
Games também entram na grade de palestras do evento – abordados já pelo desenvolvimento.
Já publicamos aqui no Infosfera várias informações sobre games e linux, desde o Fedora Spin com mais de cem jogos, à análise de alguns games específicos. Abro, portanto, a chamada: quem aí indica um game legal de Linux? Nos comentários, por favor.
Quais os seus direitos e deveres na internet? Todos os internautas brasileiros tiveram chance de dar uma resposta à pergunta durante as consultas públicas do Marco Civil da Internet. No que deu essa experiência? Paulo Rená, um dos responsáveis pelo projeto, estará na tarde de hoje no Fórum Internacional Software Livre (fisl11), no centro de eventos da PUCRS, para responder esta, e outras perguntas.
Nós também estaremos lá, relatando tudo pra vocês, em texto e fotos. Dê uma clicada abaixo às 17h para acompanhar a palestra via blog ao vivo.
<a href="http://www.coveritlive.com/mobile.php/option=com_mobile/task=viewaltcast/altcast_code=fe48cf5cf0" mce_href="http://www.coveritlive.com/mobile.php/option=com_mobile/task=viewaltcast/altcast_code=fe48cf5cf0" >Fisl11 - Marco Civil: A construção colaborativa de direitos e deveres na internet</a>
Como mostra a matéria desta sexta-feira em Zero Hora, o 11º Fórum Internacional Software Livre (fisl11), que se realiza até este sábado na PUCRS, é um bom espaço para garimpar oportunidades de trabalho. Nem toda a oportunidade, no entanto, representa um contracheque no final do mês. Dando uma caminhada pelos grupos de usuário, você vai se deparar com o pessoal da Fundação Mozilla, desenvolvedora do navegador de internet Firefox (FF).
Voluntários da organização no Brasil vieram a Porto Alegre para, entre outras coisas, recrutar mais voluntários para ajudar no marketing, na tradução da documentação e de programas e em outras coisas.
Bati um papo com o estudante paulista Clauber Stipkovic, de 26 anos, que é voluntário na fundação há cinco anos. Ele divide o tempo entre a mãozinha camarada para o Firefox, faculdade e trabalho numa empresa em São Paulo. Será que vale o esforço?
_ Claro que sim. Quando você trabalha para a Mozilla, as pessoas te olham de outro jeito. Já concorria a vagas de trabalho em que o entrevistador olhou meu currículo, viu que eu era um dos voluntários cadastrados da empresa e disse: "opa! vamos conversar com mais calma".
É isso aí. Cooperar com a equipe internacional de desenvolvedores do segundo maior navegador do mercado até pode não render uns trocados, mas com certeza agrega valor profissional ao currículo. Segundo Stipkovic, os voluntários acabam se tornando referência quando se trata de FF dentro da empresa. A dica vale, e muito, para desenvolvedores web.
Meio bilhão de usuários. Essa é a marca que o Facebook, indiscutivelmente o maior site de relacionamentos do mundo, celebrou na manhã dessa quarta-feira com direito a vídeo do fundador Mark Zuckerberg.
Para celebrar, histórias sobre como a rede social ajudou usuários a fazer algo foram compartilhadas.
É gente que incentivou a comunidade para reformar antigos teatros, ativistas do bem estar e até um político que se comprometeu a fazer jogging com 100 de seus amigos na rede. Todas elas destacam o caráter mobilizador do Facebook.
O resto é blá-blá-blá: nossa missão é tornar o mundo mais conectado e por aí vai. De qualquer forma, a marca é um atestado de um fracasso da ameaça de evasão em massa que circulava pela rede há pouco tempo. Se cuidem as outras redes.
Dados divulgados pelo site O'Reilly Radar apontam que a maioria dos usuários do Facebook são norte-americanos e europeus. Em terceiro lugar vem a Ásia. América Latina só fica antes de Oriente Médio e África.
Ontem, eu estava quase fechando o expediente no Fórum Internacional Softawre Livre, que se realiza até sábado na PUCRS, quando vi o Jon maddog Hall (o senhor na foto acima) na Sala de Imprensa. Bati um breve papo com ele – parte da conversa está transcrita na matéria de hoje sobre o fisl em Zero Hora. Além das explicações sobre as vantagens do software livre sobre o proprietário, aproveitei para perguntar o que o Fórum de Porto Alegre tinha de especial.
Só para relembrar, maddog percorre o mundo, e o Brasil, em eventos sobre software livre – na verdade, um e-mail com algumas perguntas enviado para ele na véspera do Fórum foi respondido horas antes de ele embarcar em um ônibus “lotado de estudantes” para viajar de Florianópolis para a capital gaúcha.
Com vocês, a resposta:
– O fisl equilibrou empresas, governos, estudantes, hackers. Ele juntou todo mundo para que todos vejam do que se trata o Software Livre.
Maddog contrastou o fórum de Porto Alegre com outros grandes eventos, especialmente o Linux world, nos Estados Unidos. Segundo o evangelista, o evento, que começou pequeno, cresceu e começou a ser conduzido como um negócio.
– Os caras queriam ganhar dinheiro com ele. Em pouco tempo, o ingresso era tão caro que os pequenos empresários e as ONGs tinham dificuldades em participar. Sem falar na absurda proibição de menores de 21 anos. Muitos hackers têm menos de 21 anos.
Coincidentemente, ou não, Sady Jacques, embaixador do evento e da Associação Software Livre (ASL), usou os mesmos argumentos ao defender a preferência pelo Fórum de Porto Alegre. Em três anos seguidos de evento, só não concordo plenamente com eles porque nunca frequentei outros grandes eventos de Software Livre, mas tá na cara que o pessoal que circula no fisl se caracteriza pela empolgação com o evento.
O igualmente empolgado maddog ainda arrematou:
– De todas as conferências que eu vou, acho que esta é a melhor.
No final da conversa, aproveitei para tirar a foto que vocês conferem acima. Depois de darem uma conferida, sugiro que votem na enquete abaixo, uma pequena forma de avaliar o evento neste ano, que não tem Lula, Stallman e outras “celebs” do mundo Linux, mas tem o mais importante: o usuário.
Em primeiro lugar, bom dia. O Centro de Eventos da PUCRS já abriu as portas do 11º Fórum Internacional Software Livre (fisl11) para o segundo dia de evento. Hoje, o tapume que restringia o acesso à área de expositores – onde alguns espaços ainda estavam em montagem lá pelas 19h de ontem – foi retirado, aumentando a área de circulação no evento.
Vamos, então às dicas de palestra, como sempre, voltadas para o público não tão iniciado. Caso as indicações abaixo não te sirvam muito, dê uma acessada na grade de programação do evento para ter acesso à todas as atividades.
Um dos destaques do dia é internet. As preocupações da rede serão debatidas em vários momentos nesta quinta-feira. Uma das dicas de agenda é a palestra de Sergio Amadeu, sociólogo e professor da Universidade Federal do ABC, que vai atualizar a apresentação Internet Sob Ataque: O Império Contra-Ataca, a palestra será às 20h na sala 41-B.
Outro debate envolvendo a rede é a fala de Darlan Segalin, intitulada Segurança e Desafios em Cloud Computing, às 13h na sala 41-C. Para quem não lembra, a cloud computing (computação nas nuvens) é a tendência de transferir o armazenamento de arquivos do HD do computador para a internet.
Para quem gosta do ponto-a-ponto...
> 13h (41-C): Segurança e Desafios em Cloud Computing > 13h (41-D): Aprenda a programar direito > 14h (Sala 614): Licenciamento de Código Desenvolvido Colaborativamente > 15h (41-B): Software Livre Realidade comercial ou Paixão? > 17h (41-B):Empreendedorismo – Como começar sua startup? > 18h (41-A): Postfix: past, present and future > 20h (41-B): Internet Sob Ataque II: O Império Contra-Ataca
Quando li que a área de expositores só estaria liberada nesta quinta, pensei que os estandes ainda não finalizados estariam cobertos, ou isolados de alguma outra forma. Mas, quem subiu o lance de escadas com acesso ao saguão do Fòrum Internacional Software Livre (fisl11) nesta quarta, se deparou com um tapume branco barrando o acesso à área de expositores, lancheria, arena de programação, Atelier Livre, sala de imprensa e espaço de blogueiros. Abaixo, dê uma conferida na barricada.
A restrição diminuiu um pouco a área de circulação. O público se dispersou entre as palestras, os pátios ao redor do Centro de Eventos da PUCRS e as lancherias ao redor.
– Não chegou a atrapalhar, amanhã tudo volta ao normal – consolou-se o professor de Redes da URI, Carlos Oberdan.
Oberdan lidera uma caravana com 57 pessoas – estudantes e docentes – da universidade. O grupo partiu de Santo Ângelo ontem e, após cerca de seis horas de viagem, chegou a Porto Alegre. Eles chegaram direto da estrada na PUCRS.
Aos que virão depois de nós, digo que, apesar de o movimento não ser de corredores lotados, como no ano passado, há palestras em que lotação esgota. O Wi-Fi funciona com relativa estabilidade, apesar da velocidade poder ser melhor.
Mesmo com as restrições, os mascotes estavam por lá, circulando pelo local e posando para fotos com a galera do fisl, como dá pra ver abaixo.
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