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Empresa de segurança aponta os maiores cibercrimes da década

02 de fevereiro de 2011 1
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A empresa de segurança na internet McAfee divulgou um levantamento listando os maiores cibercrimes da década. O estudo é intitulado “Uma boa década para o cibercrime“, e faz uma análise das táticas mais bem sucedidas utilizadas pelos golpistas nos últimos 10 anos.

Conforme o diretor de pesquisa de segurança e comunicação da empresa, Dave Marcus, o cibercrime é um dos setores que mais cresce e lucra no mundo. Os ataques hoje são feitos de forma profissional, visando lucro financeiro – diferentemente da ação dos hackers, que queriam apenas prestígio pessoal.

- Os dias de danos ou destruição, que serviam apenas para os hackers se vangloriarem, acabaram; o que importa agora é ganhar dinheiro e não ser apanhado – explica.

Confira os maiores golpes abaixo

Vírus “I love you” (2000)

Milhares de usuários foram vítimas desse golpe, que provocou prejuízo na ordem de US$ 15 bilhões. O “I love you” (“eu te amo”, em inglês) era o título de um e-mail que circulou no ano 2000. A vítima, curiosa, abria a mensagem e abria o arquivo anexado “love letter”, infectando sua máquina com o worm.

MyDoom (2004)

Outra contaminação em massa que atingiu a rede em 2004. O MyDoom causou prejuízo estimado de US$ 38 bilhões e reduziu o acesso global à Internet em 10% e a alguns sites em 50%.

Conficker (2007)

Milhões de computadores foram infectados em 2007 pelo Conficker. O prejuízo ficou em torno de US$ 9,1 bilhões. Velho conhecido aqui do Infosfera, o Conficker se propagava usando o “autorun” do sistema operacional na conexão de um dispositivo USB.

Golpes atuais

O estudo da McAfee também apontou os golpes que são atualmente os mais traiçoeiros. Um deles é o falso software antivírus, que explora o medo do usuário, vendendo um falso programa. Durante a compra, além de dinheiro, a vítima fornece dados de cartão de crédito e informações pessoais aos golpistas e ainda recebe, de brinde, um malware no lugar do esperado sistema de segurança.

O pishing também é um ataque bastante atual. Utilizando e-mail, mensagens instantâneas e até postagens e solicitações falsas de amigos em redes sociais, os criminosos conseguem informações pessoais dos usuários.

Uma das ameaças mais perigosas são os sites falsos. São páginas feitas para imitar com perfeição um endereço real, que pode ser de um banco, site de leilão virtual e comércio eletrônico. Sem perceber, a vítima fornece dados pessoais, números de cartão de crédito e até senhas bancárias.

Tendências futuras

De acordo com as projeções da McAfee, a tendência para o futuro é intensificação dos golpes atuais, com destaque para o uso do pishing e das redes sociais. As manobras devem se tornar cada vez mais sofisticadas e os ataques personalizados.

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Comentários (1)

  • Podcast Backup 104 – cibercrime, Orkut, Android líder e o dragão Yoshi | Infosfera diz: 4 de fevereiro de 2011

    [...] programa também debate os maiores cibercrimes da década e o alarmante número de 57 mil novos sites falsos por semana. André Crespani volta a ter as [...]

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