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Google vs Apple: serviço para conteúdo digital

17 de fevereiro de 2011 0

Na quarta-feira, 16, o Google lançou em seu blog oficial o Google One Pass, serviço para venda e pagamento de versões digitais de jornais e revistas a editoras e produtores de conteúdo, com a promessa de ampliar o acesso ao grande público.

O anúncio ocorreu um dia depois de a Apple divulgar o lançamento de um plano de assinaturas para empresas de mídia através de sua loja de aplicativos, com distribuição de conteúdo prevista para os usuários de iPad e iPhone.

Google One Pass

“Um serviço para que as editoras definam seus próprios preços e termos do seu conteúdo digital”.

Através do serviço, qualquer editor de conteúdo – seja virtual ou associado a um veículo impresso – poderá vender conteúdo visualizado pelos consumidores para websites ou aplicativos desenvolvidos para smartphones ou tablets, que usem a tecnologia Google, além de manter uma relação direta com seus usuários. Ficará a cargo da empresa definir se quer cobrar por todo o conteúdo ou apenas a alguns artigos, assinatura ou pagamento pela quantidade de acessos.

O login do Google é mais do que suficiente para se registrar no site. Basta um nome de usuário e uma senha única.

- Nosso objetivo é fornecer uma plataforma aberta e flexível que acentue nosso compromisso de apoiar as editoras, o jornalismo e o acesso ao conteúdo de qualidade – explicou o diretor de Gestão de Produto do Google, Lee Shirani.

A princípio, o serviço está disponível apenas para Canadá, França, Alemanha, Itália, Espanha, Grã-Bretanha e Estados Unidos. A ideia é ampliar a cobertura para outros países nos próximos meses.

Serviço da Apple

Disponível na loja on-line da empresa, a iTunes App Store, o serviço da Apple é voltado para revistas, jornais, vídeos e músicas. Quem define o preço e a duração da assinatura é o dono do conteúdo, enquanto a Apple retém 30% do valor de cada assinatura realizada pelos consumidores em qualquer produtora cadastrada na loja on-line ou no próprio site detentor do conteúdo. Nesse caso, a partilha da receita não ocorre.

O usuário, por sua vez, pode escolher quais dados pessoais fornecer na hora de fazer o cadastro nos sites.

- Nossa filosofia é simples: quando a Apple gera um novo assinante, a empresa ganha parcela de 30%, quando o produtor traz um novo assinante ou usuário existente, ele fica com 100% e a Apple não ganha nada – afirmou o presidente-executivo da Apple, Steve Jobs.

Na App Store, o usuário tem acesso a de 350 mil aplicativos para iPhone, iPod touch e iPad em 90 países.

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