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Google fez backup de e-mails em fitas

01 de março de 2011 22

De acordo com post publicado no blog oficial do Gmail, o Google mantém um backup das contas em fitas.

- Para proteger as informações a partir desses erros incomuns, também temos o backup em fita. Uma vez que as fitas estão offline, elas estão protegidas contra erros de software como esse. Porém, a restauração desses dados leva mais tempo – diz trecho da mensagem publicada.

Se o gigante da web precisa manter um backup em fitas para garantir a segurança dos usuários, o sistema de computação em nuvem indica alguma vulnerabilidade? Aliás, se fosse realmente seguro como assegura as empresas que o adotam, então não haveria necessidade de backups offline.

No seu Apps Status Dashboard, o Google informou que falta restaurar 0,012% das contas de e-mail. Cerca de 150 mil contas do Gmail, serviço de e-mail do Google, amanheceram desativadas na manhã de segunda-feira. No post, o Google tentou explicar:

- Sei que alguns de vocês estão pensando: como isso pode acontecer se temos várias cópias de seus dados em diversos data centers? Em alguns casos raros, erros de software podem afetar várias cópias dos dados. Foi o que aconteceu aqui. Algumas cópias de e-mail foram suprimidas, e nós temos trabalhado duro para recuperá-las.

O trabalho deve ser concluído hoje.

*** *** ***

Correção: Ao falar da recuperação de dados a partir de fitas de backup eu me referi as quase extintas cassetes como uma forma de mostrar o contraste entre o gigante site de buscas, que abocanha grande parte do mercado da tecnologia, com um modo totalmente manual de armazenar os dados em segurança. Quando se pensa em Google a assimilação é de imediato a um banco de dados on-line, sem qualquer passagem por processos offline, pelo menos para mim. Foi uma brincadeira que eu quis fazer no blog.

Retirei a brincadeira do texto e fiz as devidas correções. Muito obrigada a todos os atentos leitores que entraram em contato e enviaram correção.

Comentários

comentários

Comentários (22)

  • Rudnei diz: 1 de março de 2011

    Claro que não são fitas cassete. São fitas DAT específicas para backup, de alta velocidade e capacidade de armazenamento.

  • Tcheneto diz: 1 de março de 2011

    Fita cassete ???? Acho que não hein. Acho que é em fita, mas DAT, DLT, coisas desse tipo.

    Um abraço.

  • Lucio diz: 1 de março de 2011

    Qualquer empresa que se preocupe com a segurança de seus dados deve ter backup offline, preferencialmente armazenados em um local seguro e distante do data center. Imagine uma situação de incendio por exemplo?
    Outra detalhe é que não são fitas cassete, são equipamentos próprios para backup de dados.
    Att.

  • Thiago diz: 1 de março de 2011

    Me admira esse blog publicar algo como: “Lembra aquelas fitas cassete quase que extintas?”

    Um blog de informatica deveria ao menos saber que fitas usadas em BACKUP não são fitas K7 e sim fitas DAT, LTO e outras. LAMENTAVEL!!!!

    PS: Ctrl+c, ctrl+v pega mal!!

    Resposta: Oi Thiago! Muito obrigada pelo contato.

    Eu tentei fazer uma brincadeira no blog, relacionando o backup offline com a K7, mas já alterei o texto. (Naty Aeris)

  • carlao diz: 1 de março de 2011

    PREZADOS AMIGOS
    TIVE MINHA CONTA DO HOTMAIL BLOQUEADA EM VIRTUDE DE SPAM, E NAO CONSIGO REATIVAR A CONTA. JA MANDEI O PEDIDO PRA MICROSOFT CONFORME AS INSTRUÇÕES DA TELA, MAS ATE AGORA NADA..
    ALGUEM PODE ME AJUDAR COM INFORMAÇÕES, TIPO UM FONE PRA MANTER CONTATO COM ELES??
    ATT
    CARLAO

  • Tiago diz: 1 de março de 2011

    Meu Deus quanta Bobagem!
    O grande publico não tem idéia de como funciona a “nuvem” e é bombardeado com este tipo de coisa!
    Qualquer empresa que se preze tem backup em fita, pois se qualquer contingencia der errado, a ultima instancia é voltar da Fita.
    E claro que não é uma fita K7 como na ilustração acima que da ao leigo a ilusão de ser algo arcaico!
    Lamentavel este post!

  • Fábio Rosalvo Urnau diz: 1 de março de 2011

    Acho que as fitas que se referem são as antigas fitas DDS, provavelmente no padrão DAT-160 lançado pela HP em 2007. São como fitas cassete, porém para gravação de dados.

    Quanto à vulnerabilidade dos sistemas de cloud computing, tem a mesma vulnerabilidade de um sistema local residente na máquina. Se temos que realizar backups em nossos computadores para evitar de perder dados importantes armazenados em nossos HD’s, porque os provedores de soluções nas nuvens não precisariam também? A diferença é que quando o nosso sistema residente falha, o backup é nossa responsabilidade e nós temos que restaurar o backup, enquanto no cloud computing o fornecedor do serviço é quem tem que manter esta responsabilidade.

    Abs!

  • Rafael diz: 1 de março de 2011

    Como pode um site assim fazer uma bobagem dessas, mostrar um HUB USB em forma de fita K7, dizendo q o Google faz backup nisso ai… (é o que muitas pessoas vão entender) usuarios leigos vão ler e pensar asneras, então que colocassem uma fita DAT, e explicassem melhor o que é backup em fita….esta matéria deve ser refeita.

    Resposta: Oi Rafael! Muito obrigada pelo contato e pela sugestão.

    Inclusive, a matéria de capa do ZH Digital de hoje fala sobre a computação em nuvem. (Naty Aeris)

  • zotzrs diz: 1 de março de 2011

    nossa, que comparação hein!!, fitas dat!!! não fita cassete, dai é complicado hein gente!!

  • Neno diz: 1 de março de 2011

    Tá de sacanagem quando falou em “fita cassete”, né?

    Fitas DAT e outras são muito usadas em computação profissional, mas nem de longe lembram os K7 usados para áudio e backup nos MSX e PC-XT.

    Uma DAT normal tem até 300 GB de capacidade.

    Sem falar que o Google deve usar soluções como da StorageTek, que tem rolos de fita de até 5 Tera…

  • Fernando diz: 1 de março de 2011

    Boa Tarde, o simples fato da Google ter um backup de cada uma de suas contas prova o quão preparada a empresa é para nos prover serviços. É muito comum guardar backups em fitas, obviamente as fitas utilizadas não são como as antigas k7, eu mesmo mantenho backup em fitas DAT para ultimos casos.
    Não ter backup é sinal de relaxamento, seja qual for o sistema. Você não pode botar a credibilidade de um sistema em cheque pelo fato do mesmo possuir uma forma de backup offline.

  • Marcio diz: 1 de março de 2011

    Bancos, por exemplo, com informações muito mais sensíveis que provedores de email públicos, usam fitas para backups de arquivos.

    E não, não é igual à fita cassete comum.
    (nem as dos bancos, nem as do google.)

  • Fernando diz: 1 de março de 2011

    Amigo, reparei que esta notícia está também em outros sites ‘especializados’ (revista info )… onde o pessoal desceu o pau nos comentarios sobre a matéria, sempre verifico o forum mas desta forma ele acaba perdendo a credibilidade.

  • Paulo diz: 1 de março de 2011

    Uma correção: É óbvio que o google não faz backup em fita “cassete”, pode até fazer em fita DAT, mas não em “cassete”, pelo amor de deus!
    Eu não consigo entender como a maioria das pessoas conseguem achar que a computação em “nuvem” pode ser totalmente segura. Jamais uma empresa deveria entregar todos os seus dados a outra empresa para armazenar sabe-se lá aonde e de que forma. E mesmo que seja 100% seguro, e se vc ficar sem internet por um dia, como vai fazer para acessar seus dados? Vide o que ocorreu em São Paulo ano passado.

  • Léo diz: 1 de março de 2011

    Fera, o armazenamento de backup é em fita DAT, não é esse tipo de fita aí não.
    E mais: backups pelo mundo afora são feitos nessas fitas todo dia, INCLUSIVE E PRINCIPALMENTE bancos, que precisam de garantia altíssima de salvaguarda dos dados.
    E isso não interfere e nem demonstra nenhum tipo de vulnerabilidade ou falha em cloud computing.
    A notícia até ficou engraçadinha, mas teu post tá carente de conceito, fera.
    Abraço!

  • Logan diz: 1 de março de 2011

    Senhores,
    Pelo amor de Deus… arrumem este post.
    Ou melhor… deletem esse post para fingir que isso nunca existiu.
    “fitas cassete quase que extintas”? Sério mesmo que isso está aqui?
    Vulnerabilidade por causa do backup off-line? Sério?
    Na boa… apaguem esse post…

    Resposta: Oi Logan! Muito obrigada pelo contato.

    Eu tentei fazer uma brincadeira no blog, relacionando o backup offline com a K7, mas já alterei o texto. Em relação à vulnerabilidade foi uma pergunta para instigar os leitores a comentar sobre a nuvem. (Naty Aeris)

  • Gerson diz: 2 de março de 2011

    Fitas cassete?
    Não seriam fitas DAT, LTO ou outras específicas para backup?

    Brabo né?

  • Léo diz: 2 de março de 2011

    Não entendi o motivo de você meu comentário anterior, explicando que teu post está carente de conceito. Ninguém nasce sabendo, foi apenas um alerta.
    Além do que, você alterou o texto pra excluir a piada – ainda que sem base, e não por mal, mas por desconhecimento – sobre as aposentadas fitas K7. Ao menos cite a fonte ou seja leal para assumir teu erro ou a orientação de outrem.
    E pela última vez, cara, o backup em fita não indica nenhum tipo de vulnerabilidade em cloud computing. Teu post continua carente de conceito. Errar é humano, persistir no erro é teimosia (porquê eu quero ser sutil). É quase que um procedimento padrão em qualquer organização que não queira ver seus dados virando farinha por descuido. Pesquisar antes de postar um texto desse é lindo, cara, vai por mim!
    Até +!

    Resposta: Oi Léo! Muito obrigada pelo contato.

    Quem escreveu este post fui eu, colaboradora do blog. (Naty Aeris)
    Eu tentei fazer uma brincadeira com os conceitos de “cloud computing” e fitas K7, mas já alterei o texto. Não consegui liberar os comentários antes. Optei por corrigir o que era mais urgente primeiro: colocar a informação correta no post.
    Em relação à vulnerabilidade, eu deixei uma pergunta no ar para que você e outros leitores possam discutir comigo o que acham da segurança da nuvem. Eu não afirmei nada.
    Espero ter esclarecido. Obrigada novamente pelo comentário.
    Até mais!

  • Luiz diz: 2 de março de 2011

    O backup offline não indica vulnerabilidade nos sistemas de computação em nuvem, pelo contrário, aumenta a confiabilidade. O objetivo de se ter um sistema em nuvem é distribuir a carga de pedidos entre os computadores da nuvem, evitando que tudo dependa de uma única máquina, que teria que ser um tremendo servidor para abrigar o sistema do gmail – ao espalhar pela nuvem passam a ser vários servidores que não necessitam de tanto poder de processamento. Alem disso, se um servidor da nuvem falha outro assume as requisições do mesmo, sem o usuário sentir a diferença.

    Replicação é a chave aqui: Os dados tem que ser os mesmos em todos os computadores da nuvem, senão passa a fazer diferença qual servidor o usuário acessa. Se há uma falha que corrompe um dado em um servidor, ela vai com certeza se propagar para todos os outros servidores da nuvem. O mesmo aconteceria se fosse um único servidor, o dado estaria corrompido em todos eles – no caso um só.

    Então seja um servidor ou uma nuvem deles, os dados corrompidos podem ser ser recuperados a partir de backup, que no caso do google é a fita DAT.

  • Luiza diz: 2 de março de 2011

    É isso que acontece quando se deixa o estagiário tomando conta…

    Resposta: Oi Luiza! Muito obrigada pelo contato.

    Eu não sou estagiária, mas acho que isso independe, não é? :)
    As informações já foram corrigidas e estou à disposição para qualquer esclarecimento. (Naty Aeris)

  • Flavio diz: 3 de março de 2011

    Naty Aeris… por favor n da bola pra essa cambada ai que se julga o dono da verdade e não sabe assimilar uma simples brincadeira..

    é mesma coisa eu desenhar uma faca num papel recorta e sai com ela pela empresa aqui dizendo que vou me matar ¬¬ da licença ne..

    PS: Adorei o post ^^

  • anonimo diz: 14 de julho de 2011

    Flavio, ela nao vai querer sair com voce, se liga e para de falar asneira!!
    so pode ser um nerd sem vida social

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