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Posts de setembro 2011

Depois do Street Fighter, game Mortal Kombat vira tema de axé

30 de setembro de 2011 0

Depois do Street Fighter, agora é a vez de outro clássico dos games de luta virar tema de axé, Mortal Kombat. Na coreografia de Mantena e JP, merece atenção especial o momento do "uuuuuuhhh!".

Sugestão da colega Jessica Mello, do Clube da Bolinha

E, aproveitando o gancho, vai nossa super seleção de Axé

Axé do Street Fighter

Axé do Street Fighter versão "chique", com figurantes e tal e coisa

Axé da Liga da Justiça

>>>Veja também: A vingança contra o axé do Street Fighter

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Análise das primeiras edições do reboot DC e o recomeço para Batman, Superman e outros heróis

29 de setembro de 2011 7

Faz algumas semanas eu venho ruminando esse post, adquirindo mais conhecimento sobre o tema para opinar. Pois bem, chegou a hora. Li algumas das primeiras edições do reboot da editora de quadrinhos DC, e acho que já dá para ter uma ideia de como ficou a coisa. Esse texto, em algum lugar, pode conter SPOILER.

Primeiramente, para os menos afinados com o tema, a DC é a segunda maior editora de quadrinhos dos Estados Unidos (perde para a Marvel, do Homem-Aranha, Hulk, Homem de Ferro, etc). Dentre os personagens que a DC publica estão figuras como Superman, Mulher-Maravilha e (meu preferido de todos) o Batman.

Sobre o tal reboot: para quem não sabe, trata-se de um momento importante nos quadrinhos. A DC deu uma de Windows e "reinicializou" seu universo, trazendo todos os principais títulos de volta ao número um e recomeçando a história dos personagens. Algo dessa proporção só havia ocorrido na década de 1980 com a série "Crise nas Infinitas Terras", que matou uma porrada de heróis (e vilões) e juntou todos os multiversos existentes então.

Os motivos alegados para essa nova limpeza são muitos, como rejuvenescer os heróis e atrair leitores novos - os quais, ao que parece, a editora julga incapazes de acompanhar uma cronologia prévia. Sobretudo, no entanto, nós podemos destacar como verdadeira justificativa a bagunça ocasionada pelas diversas "crises" (as mega-sagas da editora) que prometiam colocar a casa em ordem mas só esculhambavam cada vez mais.

Digamos que sua vida seja contar histórias, e você conta algumas bem interessantes. No entanto, não se apega muito a detalhes, e às vezes muda as versões. Ao longo de anos, pequenas alterações acabam gerando volume e entrando em conflito, tornando suas informações incompatíveis. Foi o que aconteceu com a DC. Para arrumar a confusão, ela decidiu que tudo que os leitores acompanharam nas últimas décadas não vale, ou vale, mas se encaixa em uma cronologia impossível.

Já deu para perceber que sou um pouco crítico com esse reboot. Afinal, nem todo mundo tem essa possibilidade de simplesmente pedir para todos esquecerem as histórias contadas - e eu não quero esquecer muitas delas. Mas tudo bem, lembremos que a DC é uma empresa, visa o lucro, e vai mudar mesmo o que achar preciso em seus produtos para se manter bem no mercado. Se eu conheço a DC - e já há rumores nesse sentido - daqui a pouco ela volta atrás e diz que tudo isso não ocorreu de verdade, ou joga essas versões dos personagens em alguma terra paralela e pronto.

Feita essa introdução, vamos às revistas. A maioria das minhas leituras, claro, foram do Batman, mas também li uma do Superman, uma do Arqueiro Verde (o segundo personagem que mais gosto) e Liga da Justiça. A lista, em ordem alfabética: Action Comics; Batman and Robin; Detective Comics; Green Arrow; e Justice League - todas, evidentemente, no número um. Também li algumas páginas de Batman, mas precisei estudar um pouco e tive de parar na metade, então não vou falar dessa.

Clique nas imagens para ampliar

Action Comics #1

Essa revista do Superman mostra um Homem de Aço no começo de carreira. Alguns poderes - como voar - ainda não estão totalmente desenvolvidos. Destaque para o uniforme "simplão", uma camiseta e capa. Tirando a capa, lembra muito o Superboy Conner Kent, e o personagem, aliás, está jovem e inexperiente, é quase um superboy mesmo.

Gostei muito desse novo Superman, se ele for manter o estilo. Talvez fruto dessa inexperiência, não respeita tanto a lei, não é tão bom moço, e usa os poderes fod#stico para meter medo mesmo. O Super também aparece na primeira edição da Liga da Justiça, já mais consolidado.

Batman and Robin #1

Batman e Robin são Bruce Wayne e seu filho Damian (fruto do romance com Talia Al Ghul, filha do vilão Ra's Al Ghul). Segue, portanto, a dupla que vinha atuando antes do reboot. A história é bem comunzinha, com um enredo batido - Robin agindo sem pensar e se queimando com Batman.

Achei muito ruim para a carreira do guri uma morte que ocorre em função de suas atitudes. Tudo bem, ele não matou, mas vai para o currículo do filho do cara que não mata. Falando em morte, também, ao que parece, surge no universo do morcego um novo malfeitor eliminando os "sócios" daquele projeto de Corporação Batman.

Embora a cronologia do Batman seja uma das que sofreu menos alterações (ou talvez por isso), me parece que vai ser uma das mais complicadas. Continuam existindo três antecessores a Damian no manto de Robin (Dick Grayson, Jason Todd e Tim Drake), amontoados em uns poucos anos de carreira do tutor. Além disso, se querem fazer um Bruce Wayne mais jovem, não deu certo, ele ficou o mesmo velho ranzinza no relacionamento com o filho.

Detective Comics #1

Batman em atuação solo (sem Robin) tem um confronto com o Coringa, que aparentemente está no começo de sua vida de crimes (e já com extenso currículo). O vilão secreto que arranca rostos, cuja atuação tangencia a história, promete sangue e violência nessa publicação. A história também marca o bom relacionamento do morcego com o comissário Gordon, em oposição à perseguição que sofre do resto da força policial.

O herói está ainda um pouco amador, apanhando um bocado do inimigo. Detalhe é o uniforme de Batman, meio armadura, parecido com o atual do cinema. Já o Coringa ficou legal com o chapéu e o guarda-chuva roxo, lembra a versão mais clássica.

Green Arrow #1

Li o Arqueiro Verde por curiosidade. É um personagem que gosto bastante, sobretudo baseado na figura desenhada, nunca acompanhei muita coisa dele. Também gosto da personalidade que Oliver Queen tem na animação da Liga da Justiça Sem Limites (Justice League Unlimited).

As duas coisas que gosto estão perdidas no novo Arqueiro. A personalidade mudou com a idade, visto que ele deixou de ser um velhote. Já o visual foi trocado por um rapaz de cavanhaque só no queixo, e muito parecido com o Ricardito (o pupilo do Arqueiro Verde) que andava nas edições mais recentes dos Novos Titãs. Pelas imagens divulgadas pela DC, parece que em breve ele vai adotar o velho cavanha, o que já ajuda um pouco.

Sobre a história, definitivamente não emocionou, mas deu para notar algumas flechas especiais, coisa legal e que havia sido abandonada pelo personagem.

Justice League #1

Como não poderia deixar de ser, a Liga da Justiça já começa se apoiando no Batman, algo que tem sido o padrão nos últimos tempos. A edição é uma história do Homem-Morcego com o Lanterna Verde (Hal Jordan) de coadjuvante e o Superman aparecendo só no fim (e, no mesmo estilo de Action Comics #1, batendo primeiro e perguntando depois). O Super, no entanto, tem um uniforme novo, tipo uma armadura, diferente da camisetinha de antes. Os heróis estão recém se conhecendo. O Lanterna, por exemplo, se mostra surpreso ao descobrir que o Batman existe mesmo.

Talvez por ter sido a primeira edição que li, esperava muito e fiquei decepcionado. Queria uma revista que mostrasse o novo grupo se unindo e já partindo para uma super missão. Mas nada disso acontece, a despeito da capa mentirosa. A maioria dos prometidos integrantes da nova Liga nem aparece; e, na real, nem sequer dá para dizer que os heróis enfrentam alguém.

O Lanterna Verde deveria ser menos bobalhão para um cara com tanto poder. Hal também está bastante "Kyle Rayner", usando criatividade em suas projeções verdes. Mas algumas, acho, gastam energia desnecessária. Por fim, Victor Stone, que irá se tornar o personagem Cyborg, também aparece, ainda como um estudante e atleta. Aparentemente, ele será "promovido" e já vai começar sua carreira na Liga, sem passar pelos Titãs.

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Com mais de 600 páginas, biografia de Steve Jobs custará R$ 50

28 de setembro de 2011 2

Com lançamento mundial previsto para o dia 21 de novembro, a tão aguardada biografia autorizada do CEO da Apple já está em pré-venda no Brasil pela Companhia de Letras. Com 632 páginas e o preço sugerido de R$ 49,90, o livro pode ser um dos melhores e mais baratos produtos relacionados a Steve Jobs.

Além do ícone que o grande nome da Apple representa e do tradicional preço salgado para biografias autorizadas de personalidades, o anúncio do valor impressionou, positivamente.

A obra de Walter Isaacson é um apanhado da trajetória de Jobs, que resultou em dois anos de pesquisa, 40 entrevistas com o CEO e contatos com mais de uma centena de amigos e familiares. O livro deve incluir ainda um capítulo extra, que contará a renúncia da empresa, que aconteceu no fim de agosto.

Uma leitura obrigatória para quem gosta da Apple, de Jobs, ou, simplesmente, tem interesse pela área da computação.

Alguém aí vai comprar?

Imagine como seria o mundo sem internet

27 de setembro de 2011 0

Enviado por Paula Caroline

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Teste de idade: qual a ligação entre essas duas tecnologias?

26 de setembro de 2011 2

Enviado por Zorro

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[Tutorial] Como deletar arquivos em definitivo ou recuperar itens apagados da lixeira

23 de setembro de 2011 16

Você achou que um arquivo era inútil e enviou para a lixeira. Convencido de que realmente era descartável, apagou também de lá. E aí descobriu que precisava dele. Como "desdeletar"? Esse post é para indicar um software que recupera arquivos removidos da lixeira. E também um outro que impede que essa tarefa seja executada.

Primeiramente, é preciso dizer que quando um arquivo é deletado, não some em definitivo, mesmo que você limpe a lixeira. O que ocorre é apenas que o espaço ocupado por ele no disco rígido é marcado como vazio pelo sistema operacional, e eventualmente sobrescrito.

Sendo assim, certos softwares podem recuperar as informações. Isso, claro, depende de alguns fatores, como o tamanho do que foi excluído, há quanto tempo foi deletado da lixeira e a quantidade de megas apagados depois. Se o sistema operacional já tiver sobrescrito o espaço do arquivo, aí a tarefa se complica.

Caso o que foi apagado seja recente, a dica é o programa Recuva (clique aqui para baixar). Gratuito e em português, ele investiga os itens deletados da lixeira e exibe uma lista, indicando quais podem ser trazidos de volta à vida. Os arquivos acompanhados de um círculo verde (na imagem abaixo, por exemplo) são aqueles que podem ser facilmente reavidos.

No entanto, alguém já pode estar pensando que essa possibilidade de recuperar arquivos excluídos da lixeira tem implicações. E se eu não quiser que algo apagado seja recuperado? Para impedir que algum bisbilhoteiro tenha acesso a seus dados, a dica é outro software, também gratuito, o Eraser (clique aqui para baixar). Trata-se de uma ferramenta que de fato destrói todos os rastros daquilo que foi excluído.

Com o Eraser (imagem abaixo) é possível "triturar" do HD tanto um arquivo único quanto pastas de arquivos inteiras. Ele usa justamente o processo de sobrescrever do sistema operacional. O usuário pode escolher quantas vezes o espaço ocupado pelo item deletado será sobrescrito (quanto mais, mais "apagado" ele estará), além de agendar tarefas como limpar o conteúdo de uma pasta regularmente.

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Duelo do gato versus computador pela atenção do dono

19 de setembro de 2011 1

Sugestão da leitora Aline

>>>Veja também: como o gato carente tira o dono da frente do micro

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Invenções na base da gambiarra

16 de setembro de 2011 1

Um celular tudo em um. Com MP3, câmera, filmadora, bluetooth, cartão de memória...

Enviado por Eder Roballo

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Gêmeos Winklevoss ironizam Facebook em comercial

16 de setembro de 2011 1

Os eternos loosers irmãos Winklevoss não engolem a mágoa com Mark Zuckerberg e o Facebook. Mas estão encarando a coisa com humor. Os gêmeos - que afirmam terem sido enganados pelo famoso nerd na origem da rede social mais popular do mundo (tema do filme The Social Network) - aparecem agora em um comercial de pistaches ironizando o roubo de ideias.

Nem o Facebook, nem o fundador Zuckerberg são citados diretamente no comercial do Wonderful Pistachios. Veja abaixo.

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Nike leiloa réplica real de tênis do filme De volta para o futuro

14 de setembro de 2011 2

No passado o jovem Marty McFly visitou o futuro. Dentre outras coisas, viu como seriam os tênis usados. Essa história, do enredo do filme De volta para o futuro 2 (Back to the future 2), tornou-se realidade. A Nike está vendendo modelos reais do pisante encontrado pelo adolescente interpretado por Michael J. Fox em sua viagem acompanhado do Dr. Emmett Brown (Christopher Lloyd).

As peças estão sendo leiloadas no site eBay, e a renda será doada para uma fundação que investiga curas para o Mal de Parkinson, doença que acomete o ex-ator protagonista da trilogia. São apenas 1,5 mil pares disponíveis, conforme o "Telegraph".

O calçado, chamado Nike Mag, é uma réplica quase exata (veja no vídeo promocional abaixo). As luzes - que na versão usada no filme da década de 1980 eram acesas por fios que desciam das calças de McFly - agora são mantidas iluminadas por até cinco horas por um sistema elétrico, considerado uma das coisas mais complicadas já feitas em um tênis pela Nike. No entanto, a tecnologia que fazia os cadarços se autoajustarem não foi reproduzida.

Quanto à cronologia dos fatos, o erro é de quatro anos, visto que Marty experimentou o tênis em 2015, não 2011. Bom, talvez fosse já um modelo do passado naquele presente que era o futuro do personagem. Baita confusão.

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