Faz tempo o leitor William Magerl, de Roca Sales, no Rio Grande do Sul, enviou fotos do carro do Google Street View em Venâncio Aires. Antes tarde do que nunca, publico a colaboração.
Os flagras foram feitos no horário do almoço. Valeu, William!
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Mais uma tecnologia para nossa sociedade sedentária. A empresa chinesa Haier desenvolveu uma televisão que pode ser controlada com a força do pensamento.
O novo aparelho, chamado Cloud Smart TV, será lançado em outubro na China, e não há informações sobre preço ou venda em outros países. O funcionamento ocorre por uma espécie de fone de ouvido, o NeuroSky’s MindWave, que, segundo a fabricante, consegue detectar os padrões de ondas cerebrais do usuário e traduzi-los em sinais digitais que podem ser lidos pela TV.
Conforme o "ZDNet", a fabricante é vaga em detalhes sobre o que a engenhoca fará exatamente. As apostas, no entanto, incluem mudar de canal e aumentar o volume.
Se for assim, é o fim dos problemas por preguiça para levantar do sofá ou não saber onde deixou o controle remoto.
Mágica não é coisa que se aprenda num passe de mágica, nem bastam coelhos e cartolas; é preciso estudo e treino. O site YUDOmagic é um espaço para facilitar esse processo. Trata-se de uma espécie de rede social voltada para quem é (ou quer ser) mágico ou ilusionista.
A comunidade reúne performances diversas que podem ser assistidas por qualquer apreciador da arte. Os vídeos podem ser pesquisados filtrando pelo tipo de número, material usado e língua (incluindo português).
A grande atração, no entanto, são as discussões e lições exclusivas para os profissionais. Para ter acesso a esse conteúdo é preciso fazer cadastro. O novato também tem de compartilhar pelo menos um tutorial antes de conhecer os segredos dos truques alheios.
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Sabe aquele espelho da Branca de Neve? Quem sabe uma versão real não está mais perto do que você imagina. O departamento de pesquisa de novas mídias no jornal norte-americano 'The New York Times' (The New York Times Company Research & Development Lab) está desenvolvendo um espelho que "fala" com você, lembrando aquele modelo mostrado no clássico da Disney.
Chamado provisoriamente de 'Magic Mirror', o protótipo atende aos comandos de voz e traços visuais do usuário. Você pode ter acesso a informações de trânsito e previsão do tempo, consultar e alterar a agenda do dia, pesquisar dosagens recomendadas de medicamentos, ou até mesmo fazer compras, com direito a dicas de moda sobre o que vestir.
Assim, mesmo quando você estiver no banheiro escovando os dentes, poderá continuar as atividades com a ajuda do espelho.
O projeto utiliza a tecnologia do Kinect, sensor de movimentos da Microsoft desenvolvido para o Xbox360, um sistema de reconhecimento de voz e um pacote de LEDs inseridos acima da superfície refletora. A ideia de interação com o usuário partiu do interesse em antecipar o modo como as notícias chegam aos leitores.
Casey Putsch era uma criança em 1989, quando o filme do Batman, estrelado por Michael Keaton e Jack Nicholson, foi sucesso nos cinemas. Agora, aos 29 anos, o garoto virou um engenheiro e recriou o veículo usado pelo herói na tela. A réplica do batmóvel está sendo vendida na internet.
O carro funciona com uma turbina a jato, o que, segundo o criador, o diferencia de outros modelos já feitos. O batmóvel de Casey também tem autorização para circular nas ruas.
Conforme o "SmallWorld", o construtor levou cinco meses e gastou uma quantia não divulgada para confeccionar o veículo. No site de negócios online eBay, o carrão é vendido pelo equivalente a mais de R$ 1 milhão.
Se você tiver muita grana e for muito louco pelo Batman (eu só cumpro o segundo requisito), é melhor correr para dar seu lance, porque a oferta encerra hoje. Todavia, é provável que o Bruce Wayne acabe arrematando a compra.
Já pensou converter seu iPad em uma máquina de arcade? Através da combinação de um aplicativo, que deve chegar "em breve" nas lojas da Apple, e de um controle, o aparelho terá a mesma função de um fliperama.
- Simplesmente, conecte seu iPad ao Atari Arcade, baixe o aplicativo Atari's Greatest Hits e você estará pronto para compartilhar diversão com a família e os amigos em qualquer lugar - anuncia site do Discovery Bay Games.
Mais de 100 clássicos, games populares das décadas de 70 e 80, estão aptos a rodar no tablet da Apple. O pacote custa US$ 14,99.
O app Atari's Greatest Hits é gratuito na loja norte-americana, mas está indisponível aos usuários brasileiros. Ainda não há informações sobre o preço ou a data de lançamento do acessório.
O YouTube é um amplo canal de exposição para a criatividade. O vídeo da vez, com um registro de mais de 10 milhões de exibições,simula como seria o iPhone 5 da geração futura.
No vídeo, o aparelho ultrafino é capaz de projetar um teclado sobre a mesa, que pode ser redimensionado conforme os gestos do usuário, e imagens em forma de holográficos.
Vale lembrar que este é apenas um conceito visual desenvolvido pelo estúdio norte-americano de design Aatma. Por enquanto, há apenas rumores em torno do lançamento do verdadeiro iPhone 5. Embora especulações apontem para o lançamento entre setembro e outubro, a Apple ainda não fez o anúncio oficial sobre seu próximo smartphone.
Os doodles já são tradicionais na página principal da Google para prestar homenagens a personalidades e relembrar datas importantes. Nesta segunda-feira, 5, o cantor Freddie Mercury, lendário vocalista do Queen, estaria completando 65 anos e, para homenageá-lo, o logo de hoje traz uma versão animada da canção Don't Stop me Now.
Depois de viver até a adolescência na Índia, Mercury se mudou com a família para a Inglaterra, em 1964. Seis anos depois, juntou-se ao guitarrista Brian May e ao baterista Roger Taylor para formar o Queen, consagrando-se como um dos maiores expoentes do rock. Em 1987, o cantor foi diagnosticado com AIDS.
Freddie Mercury faleceu precocemente, aos 45 anos, no dia 24 de novembro de 1991, um dia depois de revelar sua doença para o mundo.
Faz umas duas semanas fui ao cinema para assistir ao filme "Os Smurfs" (que ainda está em cartaz, veja trailer abaixo e aqui o site oficial). Com a propriedade de quem passou o começo da infância vendo o desenho animado dos pequeninos azuis na Globo e jogando o game no Atari do irmão mais velho (relembre nas duas últimas imagens do post), vou agora fazer alguns comentários sobre a experiência. Antes de tudo, alerto que, talvez, para quem não viu o filme este texto possa conter algum spoiler, mas nada que estrague as surpresas. E, claro, não vou falar do final.
A primeira coisa que me chamou atenção foi o palco do enredo - o nosso mundo. Envolvidos em um raro evento cósmico, chamado "Lua Azul", literalmente meia dúzia de smurfs (Desastrado, Ranzinza, Papai Smurf, Smurfette, Arrojado e Gênio, da esquerda para direita na imagem de abertura) são arrastados para Nova York por um portal. É uma forma de reduzir o "elenco" de 99 (número de smurfs no vilarejo, mais a "smurf" menina, criada por Gargamel) para seis.
Entretanto, fiquei pensando se não seria justo um filme que se passasse na realidade dos próprios smurfs. Afinal, faz muito tempo que eles não estão na grande mídia, seria bom apresentá-los às gerações atuais como de fato são, cantarolando em meio a casas feitas em cogumelos, o que aparece pouco. Pelo menos no início - e no final - da história conseguimos ter contato com a vila outras figuras emblemáticas, como o Vaidoso, o Prático, o Narrador...
Uma das coisas mais divertidas são as surpresas que os duendes azuis (ou seriam gnomos?) têm com as tecnologias do lado de cá do portal. A cena, abaixo, em inglês, mostra quando as criaturinhas se fascinam com o "dispositivo mágico de pesquisa" de seu anfitrião, Patrick Winslow (Neil Patrick Harris), e descobrem o buscador Google.
Em outra passagem, para descontrair o novo amigo convida os smurfs a fazer um som no game Guitar Hero, com direito a bateria e tudo.
Ainda sobre o deslumbramento dos azulzinhos, é engraçado quando a Smurfette descobre que uma menina pode ter vestidos diferentes, e não sempre a mesma roupa (como é o caso da coitada). No trailer lá do começo do post, para quem ainda não viu, dá para conferir a alegria da moça quando ganha um vestidinho novo. Se você for assistir o filme com esposa/namorada/mãe - ou qualquer mulher - vale fazer uma gozação rápida.
Aliás, meu passeio no cinema teve a companhia do meu afilhado mais novo, de menos de três anos, pela primeira vez curtindo a telona - além da minha esposa e cunhada. O anúncio do que viria foi feito logo de início: ao terminar o primeiro trailer ele perguntou "acabô, vamô imboia?".
Além de não ter muita paciência para ficar todo tempo sentado, o guri se assustou com os relâmpagos e gritos do feiticeiro Gargamel (Hank Azaria), e acabou precisando sair da sala antes do final (como bom padrinho que sou, fiquei assistindo e deixei que a mãe se virasse com ele). Fato é que ninguém pode condenar a criança, até eu estava com um pouco de medo do bruxo, abaixo.
A sacada de fazer o mago com um humano real foi uma boa, e o ator está muito bem, mas destaque mesmo merece o gatoCruel, "interpretado" por um felino de verdade cujas feições são manipuladas por computador (imagem abaixo). O bichano é esperto e engraçado, embora as caretas também tenham contribuído para assustar meu sobrinho. Ainda sobre o elenco, por questão de justiça, não poderia deixar de citar Grace Winslow (Jayma Mays), esposa de Patrick que se torna a grande aliada dos minúsculos visitantes.
Em resumo, o filme é bacana. Para os detalhistas saudosistas (como é o meu caso), fica devendo um pouco em termos de semelhanças com a animação antiga. Além daquilo que já foi apontado, por exemplo também seria interessante, vendo dublado, como eu fiz, ter as vozes originais do desenho da televisão (não sei se isso ocorre na versão em inglês). Mas são pequenas coisas, que não impedem a diversão e não podem ser levadas muito a sério em um filme infantil, a não ser que você seja um nerd chato.
Quando meu afilhado estiver um pouco maior, vou convidá-lo para ver de novo. Aposto que vai gostar. Ou melhor, smurfgostar!
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