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Recordar é viver: homenagem ao blog Canal dos Games

30 de março de 2012 1
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Foi com tristeza que recebi essa semana a notícia que o blog Canal dos Games, do meu camarada Diego Guichard, vai entrar em modo stand by. Ou seja, não vai mais receber atualizações e ficará “de molho” para, quem sabe, ser retomado algum dia.

O Canal dos Games sempre foi um blog irmão do Infosfera. De fato, fiz parte da turma que fundou o blog, ainda antes de me formar jornalista – e depois, preguiçosos, deixamos o barco e ficou para o Diego a tarefa de tocá-lo sozinho. Quando já estava consolidado com o Infosfera, voltei como colaborador e escrevi algumas coisas para o Canal, sob o apelido carinhoso de “arqueólogo dos games“, cunhado pelo ex-colega Juliano Schuler durante a gravação de um dos extintos gamercasts.

A atual colaboradora do Infosfera, Natália Cagnani, também começou suas colaborações por lá, justamente como indicação minha. Foi um bom tempo de parceria com o Diego que, se não chegou a escrever para o Infosfera, se tornou figura carimbada do nosso também extinto podcast Backup.

Minha contribuição com o Canal dos Games, além de alguns posts replicados do Infosfera, participações no gamercast e vídeos, teve ainda certo conteúdo exclusivo. Essa parte orgulhosamente reproduzo abaixo, em um mega-post de homenagem ao blog – afinal, como diz o título, recordar é viver.

Sobre games os leitores – como já tem sido – sempre vão encontrar alguma coisa também aqui no Infosfera, embora com um foco mais restrito do que a cobertura que era feita no Canal dos Games. E para o Diego desejo toda a sorte e sucesso.

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Já que os ingressos acabaram
(19 de outubro de 2006)

Ramon abriu o marcador para o Grêmio/André Crespani, reprodução/clicRBSNo que depender de mim, o Grêmio encosta na nuca do São Paulo, no domingo. Assim como uma enormidade de gente, também não consegui um ingresso para o duelo entre os tricolores. Então, resolvi desafiar meu PlayStation (PlayOne mesmo) para antecipar a partida. O resultado foi uma emocionante vitória gremista por 4 a 3, com direito a expulsão de atleta gaúcho e muito nervosismo, como já é característico nos jogos do Grêmio. O mais engraçado é que eu tô acostumado a vencer com facilidade minhas pelejas no joguinho, mas parece que o video-game percebeu a importância do jogo e não me deixou patrolar o São Paulo, como era meu desejo. No CD, editei as características e nomes dos jogadores do Grêmio para ficarem idênticos à escalação atual, mas a dos outros times continua a mesma de sei-lá-quando o CD foi lançado. A solução é “fazer-de-conta” que os jogadores de cada posição são equivalentes aos dos times de agora e seguir o baile.

Logo no início do jogo, Rômulo cabeceou uma bola na trave. Em seguida, o mesmo Rômulo deu o passe para que Ramon abrisse o placar em favor do Grêmio. Ainda no primeiro tempo o São Paulo empatou com Luís Fabiano (o representante de Aloísio) e o herói do primeiro tempo – Rômulo – marcou o seu.

Na segunda etapa, o São Paulo empatou antes dos 10 minutos, de novo com Aloísio. Com o 2 a 2 no placar, veio a expulsão gremista: Evaldo fez falta pelo lado direito da defesa do Grêmio, perto da grande área, e foi pra rua. Para piorar, na cobrança o goleiro são-paulino Rogério Ceni – ôh goleiro “marvado” – depositou a bola na gaveta, colocando o São Paulo em vantagem.

Mas, por mais “Inacreditável”2 que pareça, pra alegria da nação gremista que acompanhava a partida – composta por mim em sua totalidade – a expulsão fez bem para o Grêmio. Sem Evaldo, coloquei Pereira para compor a zaga com Maidana, retirando Ramon e deslocando um pouco Tcheco no meio de campo. Pois, na nova posição, o meia se destacou; com dribles desconcertantes e muita velocidade marcou dois gols e garantiu a virada no jogo e a vitória gremista.

Na disputa de verdade, domingo, eu nem faço questão de emoções tão intensas, desde que o Grêmio repita o resultado final do teste: vitória sobre o São Paulo. Ah, e, em tempo, só pra tira-teima eu joguei ainda a próxima partida do São Paulo, contra o Figueirense. No comando da equipe catarinense, jogando em casa, consegui um resultado que, se não é o melhor, também não é desastroso para o Grêmio: arranquei um empate, sofrendo outro gol de falta do Rogério Ceni, inclusive.

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Se for eleito, eu prometo…
(24 de outubro de 2006)

reprodução/clicRBS Antes que as eleições acabem, ainda dá tempo de conferir o “Desafio Político” que o clicRBS preparou. Num game simples e divertido, o jogador deve escolher seu candidato e cumprir as promessas de campanha, sem permitir que as “tentações” da vida política desvirtuem o eleito.

Após estabelecer suas prioridades (entre educação, saúde e segurança), é só pegar o dinheiro com a população e levá-lo até o objetivo, evitando os vilões no percurso. A dificuldade aumenta um pouco a cada nova obra concluída, mas nada que chegue a assustar.

Para quem quiser testar suas capacidades como representante do povo, é só acessar o game, no site de Eleições.

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Sonho de Criança
(17 de novembro de 2006)

Só clássicos!!/reprodução/clicRBS Ter todos os video-games em casa!! Esse é o sonho de qualquer criança apaixonada por joguinhos eletrônicos. E pela possibilidade de tornar esse sonho realidade, a emulação de consoles no computador é um assunto que muito me atrai no que se refere a games. Um PCzinho modesto permite jogar desde as plataformas mais populares do passado – como Atari, Super Nintendo, Mega-Drive ou PlayStation - até plataformas quase esquecidas – como Colecovision ou Odissey (quem se lembra do video-game que tinha um teclado em cima?). Com um computador mais potente então, dá pra emular Nintendo64, Dreamcast, jogos recentes de Arcade (fliperama) e até Play2.

Na foto aí do lado, por exemplo, a tela está divida entre o “Capcom versus Marvel” de arcade, emulado em um MAME32, o “Sonic 2″, do Mega-Drive, rodando no emulador Gens, o inconfundível “Donkey Kong Country” do Snes, jogado no Snes9X e o clássico “Super Mario Bros 3″ do Nintendinho 8-bits, emulado no VirtuaNES.

Os emuladores são os programas que “simulam” o video-game, e existem vários para cada tipo de console; o melhor mesmo é testar pra saber qual funciona melhor no seu PC. Os arquivos de jogos são chamados de ROMs, exceto para os video-games que utilizam CDs. Nesses casos, os arquivos recebem o nome de ISOS. Aliás, os próprios CDs ou DVDs de jogos podem ser rodados no leitor do PC e reconhecidos pelo emulador, dispensando a ISO.

Se bem configurados, os emuladores alcançam qualidade de som e imagem até melhores que as da TV. Além disso, oferecem uma infinidade de opções extras, como inserir códigos que alteram as características do game ou a possibilidade de salvar e recomeçar o jogo em qualquer ponto, e mais outras barbadas que podem tornar o o desafio mais fácil ou divertido, dependendo das escolhas do player.

Mas o mais legal de tudo, na minha opinião, é a oportunidade de jogar games traduzidos, aplicando nas ROMs os arquivos chamados IPS. Uma mão na roda pra quem não sabe muito (ou não sabe nada) de inglês, principalmente no caso de RPGs e jogos de estratégia. Nada melhor do que poder acompanhar a história em todos os detalhes e descobrir sozinho os segredos do game.

De vez em quando eu vou colocar aqui no blog sugestões sobre emulação. Quem quiser, também pode deixar perguntas aí nos comentários. Por enquanto, a dica preciosa para aqueles que se interessaram pelo assunto é ir no google e fazer uma busca por palavras como emulador, ROM, ISO, IPS. A diversão é garantida.

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O Perigote das Mulheres
(17 de dezembro de 2006)

Recompensa para o herói/reprodução/clicRBS

Nem Tom Cruise, nem Brad Pitt.

Nem mesmo Zé Bonitinho!

O verdadeiro conquistador feminino é, com certeza, o bigodudo de sangue italiano Mario, dos joguinhos da Nintendo. Sim, porque é incrível como toda menina que curte video-game adora as aventuras do baixinho. Aliás, mais surpreendente ainda é como mesmo as que NÃO apreciam games gostam de jogar os do encanador. Em uma análise mais freudiana, inclusive, é possível que o desejo reprimido das mulheres por encanadores venha a ser considerado o desencadeador desse encanto. Mas não acho que seja muito o caso aqui.

A jogabilidade simples, com objetivo claro, parece uma explicação mais acertada para a atração que o jogo exerce sobre as meninas, em geral sem muita paciência pras frescuras dos jogos de meninos. Mario deve, basicamente, ir avançando ao longo das fases e pulando em cima dos bichinhos. Isso, no entanto, não significa que o jogo seja fácil: são dezenas de estágios, cheios de desafios e segredos, que exigem muito empenho para serem desvendados por completo.

De todos os games do bigodudo, sem dúvida o mais famoso e de melhor aceitação entre as garotas é a primeira aventura para o console Super Nintendo: Super Mario World. No jogo, acompanhado pelo gracioso dinossaurinho Yoshi (“ai, que amor!!!”, elas diziam, jogando), Mario cumpre o clichê de heroicamente salvar a princesa aprisionada no castelo do dragão – ou algo parecido – Koopa (Browser, na versão japonesa).

Que se sublinhe, além da colaboração de Yoshi, Mario conta ainda com a ajuda do seu irmão mais alto, mais ágil e igualmente bigodudo, Luigi. Mas, mesmo exibindo um tipo físico mais aproximado aos padrões convencionais de beleza, o irmão de Mário não passa de coadjuvante, sem alcançar a mesma fama do baixinho. Aliás, em épocas nas quais o baixinho da Kaiser é pegador, vai que é exatamente essa a explicação…

Na próxima vamos explicar aqui no Canal dos Games como fazer para enfrentar os desafios de Super Mario World direto no seu PC!

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Tá todo mundo louco
(21 de junho de 2007)

Louco solto procurando briga/divulgação/clicRBS Um jogador escapa de uma clínica psiquiátrica e tem que matar os inimigos das maneiras mais grotescas. Esse é o convidativo (pelo menos pra mim) enredo do jogo Manhunt 2.

Mas toda essa “criatividade” pode ser barrada nos consoles da Nintendo e da Sony devido a seu conteúdo, considerado violento. PlayStation, PSP e Wii não rodarão o game se a empresa produtora – a Rockstar Games, mesma produtora do também polêmico Grand Theft Auto – não conseguir a mudança da classificação do jogo.

O game recebeu uma classificação preliminar de conteúdo adulto nos Estados Unidos. De acordo com a agência EFE, esta é a categoria mais restrita concedida pelo Conselho de Classificação do Software de Entretenimento (ESRB, em inglês). Com a resolução, as principais lojas vendedoras de jogos eletrônicos não venderão o Manhunt 2.

O fabricante pode apelar da decisão da ESRB. A Grã-Bretanha, a Irlanda e a Itália já proibiram o game. Mas o presidente da companhia, Strauss Zelnick, demonstrou seu completo apoio ao jogo, e disse que os pais e consumidores deveriam tomar suas próprias decisões, uma vez que tenham informação sobre o produto.

– A equipe da Rockstar tem um jogo que se encaixa perfeitamente com o gênero de horror como estava planejado – disse Zelnick, em comunicado – Traz uma qualidade cinematográfica única e singular do entretenimento interativo, e é uma obra de arte aceitável – completou.

Sem querer que pensem que eu também fugi de alguma clínica psiquiátrica, tô LOUCO pra ver!

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Escola usa Mario Kart para ensinar sobre trânsito
(20 de maio de 2009)

Aluna tenta jogar e usar celular de forma simultânea/reprodução

Quer uma demonstração prática de como utilizar o celular enquanto dirige afeta seu desempenho no trânsito? Então vai jogar videogame! Essa é a proposta na escola Vail Christian, no Colorado, Estados Unidos. O estabelecimento está usando o game Mario Kart (foto abaixo), do Wii, da Nintendo, para conscientizar às crianças sobre os perigos do uso do celular ao volante.

Os alunos são convidados a jogar uma partidinha de Mario Kart – utilizando o controle em formado de volante – enquanto enviam e leem torpedos no celular. O resultado é, obviamente, uma série de batidas e escapadas da pista.

Conforme o G1, o projeto faz parte de um concurso nacional de segurança para jovens no trânsito. Além do exercício de distração no videogame, os alunos da escola também têm aulas práticas na “vida real” com karts adaptados para reproduzirem o efeito de dirigir bêbado.

Cara, como eu queria ter estudado em uma escola dessas!

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Aha-uhu, Nintendo (ainda) é a maior
(18 de junho de 2009)

A melhor durante gerações

Eu já comentei anteriormente que na minha época da polêmica entre a gurizadinho do Super Nes e a do Mega Drive (leia aqui), eu preferia o console da Nintendo. O tempo passou, mas conforme a revista norte-americana “Game Developer” a produtora do Mario Bros segue sendo a maior. No ranking anual – divulgado na edição 2009 da publicação - a Nintendo foi eleita a melhor produtora de games.

Segundo o G1, a pesquisa combina opinião de profissionais da indústria com números do mercado. Foram ouvidos 600 profissionais e analisadas 150 produtoras.

Abaixo, o “top ten”:

01 – Nintendo
02 – Blizzard Entertainment
03 – Ubisoft Montreal
04 – Rockstar North
05 – Electronic Arts Canada
06 – Konami
07 – Valve
08 – Epic Games
09 – Electronic Arts Tiburon
10 – Treyarch

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Homem tatua controle do Nintendinho no braço
(22 de junho de 2009)

reprodução

Eu vivo repetindo que sou um fã da Nintendo. E, em especial, do inesquecível Nintendinho 8-bits. Mas nem eu faria o que fez esse viciado holandês de 33 anos. Conhecido como Metal-Games, o cara mandou tatuar no braço o controle do console clássico da empresa de Mario Bros (segundo comentários aqui no post mesmo, não é bem uma tattoo, mas outra arte que consiste na retirada da pele para uma posterior cicatrização - pior ainda!!).

Conforme o G1, em 20 minutos a arte estava pronta. E o rapaz afirmou que o trabalho doeu menos do que o esperado.

Pode até ser; mas se doeu menos, então doeu. É demais pra mim.

Já vimos um monte de coisas feitas com o controle do Nintendinho (reveja nos links abaixo), mas nada tão radical. E vocês, tatuariam algum controle (ou outra parte de um game) no corpo? Respondam nos comentários.

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Richard Stallman: ninguém deveria tocar num Play3
(26 de junho de 2009)

André Crespani

O fundador do movimento pelo software livre, Richard Stallman, fez na quinta-feira, em Porto Alegre - durante o 10º Fórum Internacional do Software Livre (fisl10) - uma palestra na qual falou sobre a liberdade em um sentido amplo, não apenas para softwares, mas para livros, filmes, músicas e games. Durante a apresentação, ele soltou essa sobre o PlayStation 3:

- Ninguém deveria tocá-lo!

O argumento de Stallman é de que, já que os jogos do Play3 não podem ser copiados, o videogame da Sony fere a liberdade dos usuários. Tá bom.

Eu, como não tenho Play3 e ainda gasto horas com games do Super Nintendo, não tenho muito a opinar sobre o assunto. Mas e vocês, usuários avançados de games modernos, o que acham?

Postado por André “arqueólogo dos games” Crespani

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Controle “Jaiminho” para evitar a fadiga
(1 de julho de 2009)

Sacam o Jaiminho - o carteiro do Chaves? Um controle para games está homenageando o personagem na proposta. A Genius anunciou o Max Fighter 23U – o joystick evita, conforme a empresa, a Lesão por Esforço Repetitivo (LER), graças ao “desenho ergonômico para reduzir a fadiga”. Só para lembrar, o Jaiminho sempre fugia do trabalho para “evitar a fadiga”.

O controle parece legal; mas o que chama mesmo atenção é a relação com o personagem. O Guilherme Neves, colega do blog Infosfera, foi quem me encaminhou essa.

Para quem se interessou pelo joystick, é só consultar o site.





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Clássico Asteroids de Atari vai virar filme
(3 de julho de 2009)

O clássico game de 1979 “Asteroids“, de Atari, vai virar filme. “Tá, e daí?”, você pode estar se perguntando. Games de sucesso resultarem em filmes (nem sempre de sucesso) é um caminho natural. “Resident Evil“, por exemplo, tornou-se (embora eu não goste muito) uma série de filmes bem aceitos pelo público.

Bueno, se por acaso você não conhece “Asteroids“, vale uma pequena descrição do jogo. Você comanda uma navezinha triangular (suponho que seja uma nave, mas também parece bastante uma paleta rosa para tocar guitarra) e fica girando, enquanto dispara contra borrões coloridos (imagino que sejam os asteróides) que se fragmentam em borrõezinhos menores, que por sua vez se fragmentam… O objetivo é ver quanto tempo você consegue ficar repetindo o processo – e quantos pontos consegue acumular por isso – antes de morrer.

Não pensem que, por esse modo de falar, eu esteja menosprezando o game; é um clássico! Mas a questão é: como uma produtora vai transformar a ação do jogo num enredo cinematográfico?

Segundo o Hollywood Reporter, a Universal Pictures venceu outros estúdios na briga para ver quem teria o direito de fazer o filme. Claro, a história vai ter que ser toda construída, já que o jogo não tem uma narrativa própria. Mateus Lopez será o roteirista, com Lorenzo di Bonaventura como produtor.

Legal, penso eu, seria se tivessem como convidar alguém envolvido na criação original do jogo, para saber o que pensava, qual enredo imaginava para a trama. Do contrário, será só um filme explorando o nome de um game de sucesso, sem ligação real com o jogo. Veremos.

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Estagiário treina Seleção do Mundo no PES 2009
(23 de julho de 2009)

André Crespani

Ontem o Thiago “estagiário – Mulé” foi jogar um game lá em casa. Apesar de meu forte serem os jogos da antiga, fizemos um fight no PES 2009. O carinha veio com uma ideia toda malandra, de formar supertimes, selecionando todos os melhores jogadores para colocar em uma mesma equipe.

Eu e o Pé-de-pano (meu outro camarada que estava lá jogando) achamos muito demorado, e resolvemos pegar a Seleção Brasileira (eu) e a Inglaterra (o pé – embora ele tenha convocado o Adriano para o time inglês). Mas deixamos o “Mulé” brincar de fazer seu super selecionado.

O resultado foi, claro, um passeio do estagiário, que lavou a alma ganhando de todo mundo. Mas, mesmo com as vitórias, saiu de lá vaiado porque não queria admitir que estava com a seleção mundial. Não discuto, só deixo para vocês a imagem com o “time” que ele montou, com titulares, reservas e até os jogadores que sobraram do banco.

Olhem a escalação e decidam. Era ou não a Seleção do Mundo?

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Nerd pede garota em casamento usando jogo do Mario
(22 de outubro de 2009)

Guria adora o Mario (e não perguntem que Mario), até já escrevi aqui no Canal dos Games sobre isso (releia). E usando essa paixão feminina pelo bigodudo, o nerd Brad Smith pediu sua namorada em casamento, nos Estados Unidos.

Para fazer o convite, ele alterou o game Super Mario World, de Super Nintendo, colocando uma barreira no meio da primeira fase, obrigando a garota a entrar pelo cano (no bom sentido). No subsolo, ela encontrou o pedido (em inglês) escrito com as clássicas moedinhas douradas (veja abaixo o vídeo).

A menina respondeu sim – mas sinceramente, não me pareceu muito empolgada, o cachorro parece até mais feliz. De qualquer jeito, já que o Mario nunca “dá uns pegas” na princesa, pelo menos alguém vai pegar alguém graças ao jogo.

Foto: reprodução, YouTube

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Mais um pedido de casamento usando games – Chrono Trigger
(23 de outubro de 2009)

Sobre a história que postei ontem aqui no Canal dos Games, do sujeito que usou o game do Mario pra pedir a mina em namoro, alguns internautas brincaram perguntando qual seria o jogo na hora de pedir divórcio. Boa pergunta, né?

E o leitor Gokuroro lembrou outro pedido de casamento feito com um hack de game de Snes, dessa vez o Chrono Trigger – que é, aliás, meu RPG preferido (releia aqui). Confira abaixo o vídeo (com texto in english); é meio longo, mas o final é divertido.

E, para opinião nos comentários, já deixo uma pergunta: qual seria o game ideal para um pedido de casamento?

Foto: reprodução, YouTube

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Super Street Fighter IV pode ter versão para fliperama
(26 de outubro de 2009)

Super Street Fighter IV, a “atualização” do game lançado pela Capcom no começo do ano, deve chegar também para arcades. A novidade contraria o que foi dito antes pela desenvolvedora, que havia previsto o “super” apenas para consoles (PlayStation 3 e Xbox 360).

Conforme um gerente da Capcom, a versão atual roda direto dos PCs dentro dos gabinetes dos arcades. Sendo assim, para disponibilizar a nova versão, bastaria atualizar o jogo na máquina.

Saindo ou não saindo o jogo, percebam a “inversão dos valores” que vigoravam antigamente. Games como SF mobilizavam uma enorme massa aos fliperamas, e o usuário de consoles domésticos ficava esperando ansiosa e esperançosamente por uma adaptação. Agora, o jogo é para consoles, e quem joga arcade espera pra ver se sai ou não nos flipers.

Acho até que hoje não tem mais muita gente que jogue fliperama, não tem a mesma nostalgia. No meu tempo de guri era febre ficar jogando (ou vendo os outros jogarem, no meu caso – já que nunca fui muito adepto de torrar meus poucos pilas nas fichinhas).

A previsão de lançamento do Super Street Fighter IV é março de 2010.

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Recordista vence 68 lutas seguidas em Tekken 6
(30 de outubro de 2009)

Eliot Smith-Walters atropelou os adversários em um campeonato de “Tekken 6” em Londres e, além do título da competição, garantiu vaga no Livro dos Recordes. O sujeito – que usou o apelido de Shadow Force – simplesmente venceu 68 lutas na sequência.

No final de semana da disputa, Eliot perdeu apenas 9 rounds, mas nenhuma luta. E o viciado ainda conseguiu 25 vitórias de “perfect” – sem tomar nem um espirro do adversário, sacam?

Não sou muito cobra em jogos de luta, embora goste das historinhas dos personagens. Mas minha noiva manda bem no Tekken – do PlayStation 2, não sei qual versão (o Tekken 6 é de Play3 e Xbox 360). Quem sabe ela faz uma frente.

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Comentários

comentários

Comentários (1)

  • Luiz diz: 30 de março de 2012

    Baita post, irmão Crespani! Devo dizer que todas as pessoas citadas no texto são sensacionais! Tive oportunidade de acompanhar o Canal dos Games ao longo de 2011 e vou ficar na torcida para que seja retomado! Abraços!!!

    Resposta: Baita mesmo, nem que seja em tamanho, eheheh. Valeu Daut, abração!

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