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Segurança Digital: Especialista indica medidas para blindar o acesso a dados pessoais do PC

12 de maio de 2012 3

Estamos seguros? Até que ponto o armazenamento de arquivos pessoais no computador é eficiente? No início desta semana, fotos íntimas de Carolina Dieckmann vazaram na internet. A atriz disse ter sido chantageada pelo roubo das imagens e, como consequência da recusa em pagar a quantia exigida, o material foi publicado na web.

A evolução da internet e o acesso cada vez maior ao computador proporcionaram facilidades que beneficiam o usuário de acordo com suas necessidades. Uma delas é o compartilhamento de dados, que podem ser enviados por e-mail, armazenados na nuvem, como o Google Drive ou DropBox, ou em serviços afins, como o Google Docs. Dispositivos móveis como pen drives ou um HD externo, por exemplo, tornaram o acesso ainda mais rápido, porém mais simples e com maior exposição.

Acompanhar notícias sobre tecnologia e participar de fóruns especializados que tratam da segurança digital é essencial para evitar perdas e resguardar informações pessoais. Mais importante ainda é transformar o conjunto em dicas práticas para proteger o computador e se ver livre daquela dor de cabeça provocada por uma invasão.

Para minimizar os riscos de danos a arquivos pessoais, o coordenador de Segurança da Informação do Grupo RBS, Rafael Xavier, recomenda o uso de softwares de criptografia, como o TrueCrypt (aplicativo de código aberto para Windows, MAC e Linux) ou o BitLocker (aplicativo que acompanha as versões mais recentes do Windows – Vista e 7). Embora o manuseio destes programas seja simples, ele reitera a importância de um acompanhamento especializado mais técnico antes de aplicar o programa no PC ou até mesmo em dispositivos móveis.

Mas qual é o lugar mais seguro para proteger os dados do computador?

Nuvem

- É seguro, mas tem algumas restrições. Ao mandar para a nuvem, esses dados vão estar dentro de um data center de uma empresa, um ambiente bem mais protegido. No entanto, é preciso ter cuidado com as políticas de resguardo destas empresas. Quando o usuário se cadastra, tem que aceitar um termo de compromisso. É como um contrato. Isso pode obrigar o usuário a ceder direitos do que for colocado lá, pode permitir que a empresa use as informações ou venda – alerta Xavier.

Dispositivos móveis

Para o especialista, pen drive, iPod, mp3, Hd externo, entre outros dispositivos móveis, representam a forma mais segura de limitar o acesso de terceiros desde que contem com a proteção extra de um software de criptografia: – A melhor maneira de resguardar é ter um pen drive e usar um programa de criptografia para aplicá-lo no pen drive ou no HD externo.

Precaução nunca é demais

Uma regra básica vale para qualquer tipo de ameaça: as dicas para proteger o roubo de dados pessoais por ataques físicos são as mesmas utilizadas para conter ataques virtuais:

* Mantenha o antivírus sempre atualizado;

* Faça backups regulares dos arquivos;

* Invista em programas de segurança e criptografia;

* Escolha senhas aleatórias, alternando entre letras e números, e diferentes para cada serviço.

O mínimo de zelo faz toda a diferença, e medidas preventivas ainda são a melhor forma de lidar com qualquer problema.

Comentários

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Comentários (3)

  • Ronaldo Costa diz: 13 de maio de 2012

    Parece que o especialista da RBS, não foi informado ou não leu sobre a praga dos computadores zumbis, que afeta a internet já a alguns anos. Tudo o que ele falou não impossibilita a tomada de controle de qualquer computador por um computador remoto com o software adequado. Assim, comprovadamente e já faz tempo a única maneira de manter dados em segurança é fora da internet pois nem os sistemas de criptografia modernos são totalmente seguros. Experimente buscar o nome de um terrorista islãmico no google e depois veja se consegue visto para viajar aos EUA.

  • Infosfera » Arquivo » Segurança Digital: Crackers vs Hackers diz: 15 de maio de 2012

    [...] digital no pé das páginas, combinação de senhas e atualização de antivírus, lembrando cuidados básicos já citados por especialista aqui no blog. [...]

  • José de Souza diz: 11 de setembro de 2012

    Olha o nível da paranóia:
    “Experimente buscar o nome de um terrorista islãmico no google e depois veja se consegue visto para viajar aos EUA.”

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