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Games memória na Copa do Mundo: 5 inesquecíveis jogos de futebol de fliperama

08 de julho de 2014 0
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Antes de terminar a série especial de Copa do Mundo, no próximo capítulo, vale a pena gastar umas fichas com as saudosas máquinas de fliperama. É verdade que eu nunca fui muito de perder meu suado dinheirinho jogando no arcade, mas alguns games merecem ser lembrados. Há uma enormidade de títulos; no melhor estilo “games memória“, vou recordar aqui de 5 inesquecíveis jogos de futebol de fliperama que marcaram minha vida gamer (se você tem outros, comente!).

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Super Sidekicks

Criação da SNK, empresa conhecida por games de luta como Fatal Fury e Samurai Shodown, a série Super Sidekicks foi uma das mais famosas dos fliperamas no seu tempo. Era como se fosse o SuperStar Soccer de quem tinha um console Neo-Geo.

A coisa mais memorável surge a partir do segundo jogo da franquia. Se a palavra “chance” aparecer sobre o jogador com a bola, ao apertar o botão muda-se para uma câmera especial, que permite mirar no gol e disparar de frente para o crime.

Super Soccer Champ

Essa série da Taito tem vários outros nomes, o mais famoso acredito que seja Hat Trick Hero. Todavia, o “Super Soccer Champ” ficou gravado na minha memória em função da voz digitalizada que gritava alto nas casas de fliper, chamando atenção até da turma que estava no outro canto esmagando botões no Street Fighter II.

Além do berro na tela inicial, de marcante temos o juiz cego e trapalhão, que quando atropelado cai em campo e deixa passar muitas jogadas desleais. Também vale recordar os chutes especiais, que eram realizados pelos capitães dos times em momentos e lugares do campo muito específicos – mas resultavam em gol certo:

Gameplay

Um cara ensinando como fazer os supershoots

Back Street Soccer

Esse é o pai do Fifa Street. Desenvolvido pela não tão famosa SunA, como o nome sugere trata-se de um game de futebol de rua, uma pelada jogada por carinhas de boné, óculos e tênis não projetados para o esporte (embora, curiosamente, representando países no que parece ser um campeonato mundial).

As partidas ocorrem em lugares com cara de improvisados, tipo quando o pessoal se junta atrás da obra e bate uma bolinha no intervalo . Os espectadores assistem aos confrontos dentro de pneus (dentro mesmo) e até sentados em tanques de guerra. A bola nunca sai, a goleira balança se acertada, e quando sai o gol, vem o cântico: olê, olê, olê, olê…

Virtua Striker

Hoje os bonecos desse game podem parecer grandalhões e desengonçados, mas na década de 1990 eram de cair o queixo. Série da Sega, também lançada no videogame Dreamcast, abriu o caminho do futebol com personagens poligonais, que depois fariam a alegria da gurizada no Winning Eleven (o qual você deve chamar atualmente de PES).

Uma coisa que sempre gostei é o constante movimento da câmera para mostrar os lances de perto – o que para um “voyeur” como eu, que ficava no fliperama mais admirando do que jogando, era muito bom. Quanto à jogabilidade, a coisa é mais realista que outros títulos da época. As regras do jogo são levadas mais a sério e não há os movimentos especiais e super chutes, que estavam na moda.

World PK Soccer

Eu me deslumbrava nos fliperamas com aquelas máquinas de simulação, que nos davam uma experiência que a gente não podia ter com o videogame em casa. E essa, criada pela Jaleco, era uma delas, certamente. Um equipamento (esquerda abaixo) no qual o jogador dá um chute de verdade, com o objetivo de fazer o gol de pênalti na tela virtual.

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Claro que, no fundo, eu era um guri meio covardão e só me arrisquei a dar uns bicos poucas vezes, quando encontrei o fliperama quase vazio. No geral, quem mais sentava o pé eram os machões – que também monopolizavam a máquina do Sonic Blast Man, que tinha uma luvinha de boxe pendurada e media a força dos socos (acima, direita). Mesmo assim, game muito peculiar e inesquecível.

Antes que a Copa do Mundo termine, aguarde nessa semana o capítulo final, com os jogos de Super Nintendo e um bônus. Até lá!

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