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Games memória - relembre os jogos das Tartarugas Ninja #1

18 de julho de 2014 0
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Games das Tartarugas Ninja

Teenage Mutant Ninja Turtles, ou simplesmente as Tartarugas Ninja, marcaram a gurizada dos anos 80/90. Desenhos animados, filmes, brinquedos e claro, muitos games do quarteto Leonardo, Michelangelo, Donatello e Raphael foram lançados, e se tornaram parte da nossa infância.

No aquecimento para o novo filme, previsto para agosto desse ano, vamos relembrar os games das Tartarugas Ninja. Claro, revisitaremos os clássicos, nos consoles de 8-bits, 16-bits e arcade.

>> Mais sobre Tartarugas Ninja no blog

Como sempre no “games memória“, a lembrança é segundo minha própria experiência gamer. Se você tem acréscimos, correções, quer destacar outro game, participe deixando um comentário!

Teenage Mutant Ninja Turtles (NES)

Quando eu ganhei meu primeiro videogame (o Phantom System, um dos clones do Nintendinho no Brasil) era porque eu queria muito ter o jogo das Tartarugas do fliper. E, claro, fiz minha mãe já comprar com a fita. Mas, por engano, o cartucho que veio era desse jogo – que eu nem sabia que existia.

Trata-se do primeiro TMNT. É muito diferente de todos os outros. O movimento é em plataforma simples, sem profundidade. Para apenas um jogador, é possível trocar de tartaruga a qualquer momento, e quando uma morre, se torna indisponível. Há inimigos clássicos, como Bebop e Rocksteady, e outros que nunca apareceram no desenho.

Os heróis usam outras armas – como estrelas e bumerangues – além das tradicionais. Há um mapa para se deslocar, a pé ou enquanto dirige o furgão, e muitos bueiros e prédios para entrar e explorar. O jogo é bastante difícil, e quem jogou deve até ter pesadelos com as algas elétricas e o alarme soando quando o oxigênio está perto de acabar na fase da água.

Teenage Mutant Ninja Turtles: The Arcade Game (Arcade)

Esse sim é o jogo que eu sonhava em ter (e que, por causa do engano na compra do Phantom, acabei demorando um pouco). É até hoje um dos melhores das comedoras de pizza. Muito da mitologia que a animação criou sobre os personagens está presente, dos inimigos ao comportamento dos heróis e, importante, passando pela musiquinha na abertura.

As fases incluem ambientes como o esgoto, Tecnodromo e uma missão andando de skate. Alguns itens do cenário são interativos, como buracos de esgoto que tiram energia se cair neles, e placas e hidrantes que podem ser usados como instrumentos de ataque, a favor ou contra. No fliperama havia ainda um componente extra: o fato de poder jogar em 4 players, com todas as ninjas na tela.

Quanto aos chefes, todos muito bem desenhados, o destaque fica com a dupla final: primeiro Krang, em seguida o Destruidor. O arqui-vilão era extremamente apelão, tinha um raio que “desmutantizava” a tartaruga, tirando uma vida (e uma fichinha de fliper) na hora. A maior peculiaridade era que ele se multiplicava, e antes de eliminar algum clone era necessário remover – na base da paulada – o capacete de todos, ou ele se replicava até acabar com seus créditos na máquina.

Teenage Mutant Ninja Turtles II The Arcade Game (NES)

A versão para NES é quase o mesmo game, e ganhou um “2″ no nome por se tratar do segundo TMNT para o console. Conseguiu transportar fielmente o game de fliper para a plataforma caseira, e dentro das limitações do equipamento teve até algumas vantagens: era um jogo maior, com mais cenários e inimigos. Claro, não dava para jogar com quatro tartarugas na mesma tela.

Dentre as novidades, uma fase na neve, e outra contra um ninja de cabeça voadora. Das coisas exclusivas que eu mais gosto, só a versão do NES tem um confronto com o Dr. Baxter Stockman em sua forma de mosca.

Teenage Mutant Ninja Turtles III The Manhattan Project (NES)

O terceiro game das ninjas verdes para NES segue a fórmula de sucesso do anterior, com algumas novidades. Cada tartaruga tem um golpe especial: Leonardo gira como helicóptero, Donatello roda como um “Sonic”, Raphael imita o torpedo de M. Bison e Michelangelo dá um coice.

A jogabilidade não muda muito. Alguns chefes se repetem – não poderia ser diferente, os vilões clássicos teriam de aparecer – mas também são introduzidos vários outros inimigos do desenho animado e até a dupla Tokka e Rahzar, do segundo filme. Não há skate, mas temos uma fase em pranchas de surfe.

Nesse título aparece pela primeira vez nos jogos o Super Destruidor (ou Super Shredder). Trata-se de uma versão mutante do chefão do Clã do Pé (Foot Clan), que surgiu no segundo filme de cinema. Destruidor pirou na batatinha e resolveu entrar em contato com o ooze – o líquido verde que deu origem aos heróis. A partir de então, em quase todos os games de TMNT há uma versão “super” do vilão para enfrentar, seja com ooze ou alguma macumba tecnológica.

Final da parte 1, moçada. No próximo post, TMNT no Super Nintendo e Mega Drive.

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