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Games memória - relembre os jogos das Tartarugas Ninja #2

25 de julho de 2014 0
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Voltamos com o especial sobre os games das Tartarugas Ninja (Teenage Mutant Ninja Turtles). Nessa parte final, vamos revisitar os clássicos da era 16-bits (Super Nintendo e Mega Drive), com um pulinho em arcades e NES.

>> Veja aqui a parte 1

A perspectiva é “games memória“, ou seja, os títulos que marcaram minha vida gamer. Faltou algo, quer destacar outro game? Taca-le pau nos comentários!

TMNT: Turtles in Time (Snes e Arcade)

Os mais puristas (como é meu caso) podem defender que “TMNT: The Arcade Game” é o melhor game das cascudas. Mas a verdade é que que “Turtles in Time”, na versão do Snes, é a verdadeira obra prima. O jogo é bonito, variado, com quase todos os inimigos clássicos que fizeram a fama do quarteto.

O enredo coloca as tartarugas viajando no tempo, o que nos permite misturar TMNT com dinossauros (como eu adoro dinossauros). Dentre as exclusividades do Super Nintendo temos o inimigo Rat King, uma fase sobre pranchas voadores com visão traseira, Rocksteady e Bebop vestidos de piratas (eles nem aparecem no arcade) e um confronto com o Destruidor que explora o movimento especial de jogar inimigos na tela. Falando em golpes, talvez o único ponto negativo seja a dificuldade em controlar qual ataque será desferido – a coisa é quase aleatória.

A versão de arcade, por sua vez, tem mais animações, mais vozes digitalizadas e gráficos mais bonitos. O jogo, no entanto, é bem mais curto e com menos fases – claro, era para ser jogado no fliperama, onde, em geral, não se fica tanto tempo; mas faz falta um Tecnodromo no enredo. Há um inimigo exclusivo, Cement Man, que no console foi substituído por Slash – e considero a tartaruga espinhuda muito mais adequada para uma luta pré-histórica.

O fliperama permite uma das lutas mais legais com o Destruidor de todos os TMNT. O personagem aparece grande e bem desenhado, usando uma espada. No Snes ele foi trocado pelo Super Destruidor (uma pena, poderia ter esse confronto antes da transformação).

O clássico teve um remake com o nome de “TMNT: Turtles in Time Re-Shelled” lançado em 2009 para PlayStation 3 e Xbox 360.

TMNT: The Hyperstone Heist (Mega Drive)

O primeiro game das tartarugas para Mega Drive (ou Genesis, se preferir) é uma chupinhação dos títulos do arcade. Mistura fases, chefes e elementos, inovando bem pouco. Não se trata de um jogo ruim, mas fica devendo muito, por exemplo, ao Snes.

Há poucas fases, divididas em três partes cada, o que faz com que não seja um game tão curto, mas com poucos chefões. Uma grande heresia, enfrentamos Rocksteady, mas não temos seu parceiro Bebop. Para compensar a falta de vilões, há um momento “Megaman”, em que enfrenta-se novamente, em sequência, todos os chefes derrotados no jogo.

Os destaques positivos ficam com alguns desenhos onde os heróis estão mais “bravos”, parecido com os quadrinhos. Todavia, há poucas animações – basicamente o Destruidor aparece na TV (como ele gosta de botar a cara na telinha) e chama para o pau. Temos uma fase exclusiva – que lembra, na verdade, uma fase exclusiva do TMNT II do Nintendinho – com um vilão que só aparece no Mega Drive: Tatsu, o braço direito de Shredder nos filmes.

TMNT: Tournament Fighters (NES, Snes e Mega Drive)

O que esperar de um game de luta “um contra um” das Tartarugas Ninja, estilo Street Fighter? Muitos hadoukens genéricos com personagens clássicos. Mas não é exatamente o que temos em “Tournament Fighters”. São três games com o mesmo nome e muito diferentes entre si, mas com uma triste semelhança: por algum motivo, os produtores preferiram, em lugar de ícones como Bebop, Rocksteady ou Baxter (quem sabe Splinter!), usar lutadores obscuros e sem carisma.

O grande mérito da versão de NES é ser um dos poucos games de luta lançados oficialmente para o console. Tivemos SF e Mortal Kombat no 8-bits, mas de origem pirata. Talvez pelo histórico da plataforma com TMNT a Konami resolveu dar essa canja.

A versão do Mega Drive tem a história mais maluca de todas. Envolve espaço sideral e clones malvados não apenas de Leonardo, Donatello, Raphael e Michelangelo, mas também de April O’Neil (para que alguém iria querer cloná-la?). Além disso, ela luta muito bem para uma jornalista, e se veste como uma prostituta. Para completar a desgraça, o jogo não tem o Destruidor, nem como chefe.

O game de Snes tem dois enredos diferentes. No modo história é o famigerado rapto de April e Splinter (para um mestre, ele é capturado com muita frequência…). O bizarro mesmo é o modo “tournament”: os competidores se inscrevem em um torneio em busca de fortuna (gameplay abaixo). É impensável que as tartarugas, que prezam pelo anonimato ninja, apareceriam trocando socos na TV em troca de dinheiro.

Melhor mesmo seria, em todos os três casos, não ter enredo nenhum, botar a turma para brigar e pronto!

Esse foi o nosso “Games memória TMNT“. Aguarde o próximo game na nossa pauta!

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