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Games memória - a história dos controles de videogame #3: Mega Drive, Neo-Geo e os botõezinhos do Game Boy

28 de agosto de 2014 0
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Finalizados os especiais de games de futebol da Copa do Mundo, retomamos agora a série do “Games memória” sobre a história dos controles de videogame. Sempre naquele estilo “lembrança”, com o que marcou minha vida gamer. Participe deixando suas correções e comentários no final do post.

O Neo-Geo do playboyzinho

Enquanto eu ainda brincava com meu Phantom, um colega de escola mais playboyzinho – não entendam mal, era um dos meus grandes amigos da época – tinha um Neo-Geo. Para quem não lembra, o Neo-Geo era um console muito esquisito, que, diziam, tinha 24bits (enquanto todos os outros tinha 8 ou 16). Feito pela SNK, basicamente rodava em casa os games feitos pela empresa para arcade.

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O Neo-Geo nunca emplacou, mas como meu amigo tinha, eu jogava direto. O controle do videogame era um brutamontes com uma alavanca parecida com a de fliperama (com a bolinha em cima e tudo) e quatro botões de ação alinhados. Era pesado e não tinha como ficar com ele no colo de forma confortável. Apoiado na mesa, dava a boa impressão de que se estava jogando no fliper, sobretudo os games de luta da SNK (Fatal Fury, World Heroes) antes de o Street Fighter popularizar seis – e não quatro – botões nos jogos de luta.

O Mega Drive do vizinho

Como já comentei em outro post aqui do blog (neste link), a era dos consoles de 16-bits era mais ou menos polarizada entre a gurizadinha do Super Nes e a do Mega Drive. Como eu era da turma da Nintendo, tive bem menos contato com o console da Sega. Mas sempre rolava um troca-troca (sem malícia) com o amigo e vizinho Rogério; eu emprestava meu Snes e ficava com o Mega dele.

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Com o “Genesis”, joguei bastante em dois controles. O primeiro era o clássico, de três botões (A, B, C). Era idêntico ao controle do Phantom System (do qual falei no capítulo anterior), exceto pelo último botão, que era o “C”, em lugar do Start.

Além do original, meu vizinho também deu um jeito de arranjar um controle de seis botões. X, Y e Z foram acrescentados no joystick, que se tornou febre sobretudo quando “Street Fighter II Special Champion Edition” foi lançado para o aparelho da Sega. Fora os games de luta, no entanto, era difícil achar utilidade para tantos botões.

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Além desses, usei meu joystick grandalhão que era compatível com Snes e Mega, mas vou falar dele no próximo post.

Game Boy, o videogame era o controle

Como prometido, o outro controle desse capítulo é o de Game Boy. E, nesse caso, em se tratando de um portátil, o controle era o próprio console.

O Game Boy que joguei mesmo foi o primeiro, clássico, com tela monocromática. Gastei tardes em Super Mario Land, jogando em uma loja de Porto Alegre que simplesmente disponibilizava o lançamento para quem quisesse testar. Como minha mãe tinha uma banca de jornal perto, eu ia para a loja e ficava a tarde inteira, jogando e voltando para a fila para jogar de novo. Ah, meu amigo playboy aquele também tinha um.

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O controle era da simplicidade extrema: dois botõezinhos rosados lado a lado, e direcional na outra extremidade. A maior dificuldade que posso lembrar é que, como jogo normalmente segurando SEMPRE o botão de corrida, era difícil apertar visto que o B fica mais abaixo que o A, e complicava para segurar com a ponta do dedão.

Na sequência, chega a hora do Super Nintendo. Até lá.

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