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09fev

Google lança integração do Gmail com redes sociais

O Twitter killer não chegou. Em seu lugar, temos agora um Gmail mais ruidoso que antes. O Google anunciou nesta terça-feira o Buzz _ que deve ser liberado para os usuários nos próximos dias, segundo a própria empresa.
              
Trata-se de um recurso que incorpora funções de compartilhamento de fotos e vídeos, além de status. O e-mail ganha mais cara de rede social.
             
A novidade também estará disponível em celulares.
                 
No Buzz será possível controlar que tipo de informações serão tornadas públicas ou privadas. A integração é feita entre sites como Picasa, Flickr, Google Reader e Twitter. Será apenas mais um streaming de conteúdos compartilhados, ou o Gmail vai se dar bem?
                 
Eu ainda não testei, mas como todo serviço do Google, em vez de ser um killer de alguma coisa, ele pode acabar “killed” por produtos já existentes _ vide Google Vídeo vs YouTube. Resta dar uma rodada. Eu particularmente, tinha esperança de ver o Wave cumprindo essa função do Buzz. Agora, me parecem produtos concorrentes.
                

09fev

Google vai lançar Twitter killer nesta semana, diz jornal

Um dizer muito comum sobre a indústria musical quando uma grande banda estourava - e terminava - era: “quando virá o próximo…”. Na prática, se tentava descobrir quando chegaria a próxima revolução. Já na internet, em vez de um substituto, ou até um equivalente, se procura algo mais agressivo: o assassino.
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Basta ser um sucesso que querem te matar - depois de tentar comprar, claro.
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Agora, o Wall Street Journal vaticina uma nova tentativa de golpe mortal contra o Twitter. O Google estaria preparando algo para o Gmail com o fim de de terminar o microblog soberano da rede atual.
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Na prática, pela descrição do jornal, trata-se de um streaming de updates que copia o formato de exibição do Twitter. O Gmail já oferece a opção de atualizar o status, apagando os posts anteriores. Agora, seria possível manter as informações salvas.
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Será que tem bala na agulha?
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Minha opinião é que o Twitter não precisa se preocupar com essa suposta ameaça. O Google tenta pegar uma base já fidelizada em um serviço online e atrair para outra. E isso ele faz com todos os seus serviços.
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Caso se confirme, não deve dar certo, a menos que traga algo de novo.

08fev

Google trabalha no telefone multilíngue

Um telefone multilíngue. Essa parece ser a ideia do Google ao desenvolver um software para tradução quase simultânea de idiomas em celulares. Usando tecnologias de reconhecimento de voz, o celular sem barreiras linguísticas deve ser lançado em alguns anos - para termos a ideia da dificuldade da coisa.
                
Segundo o site do jornal britânico The Times,  o app pode incluir mais de seis mil línguas e dialetos - eu nem sabia que tinha tanto país assim.
              
O Google já possui as duas tecnologias: a ferramenta de tradução, que dá aquela mão na roda na hora de traduzir um site do russo, e também uma de reconhecimento de voz - lembra das buscas no iPhone? A questão é juntar as duas e ensina o aparelho a distinguir entre as diferentes dicções, sotaques e até problemas na fala - fanho e gago, como fica?
                
Complexidades à parte, ficamos na torcida. A internet já é universal, as linguagens de programação e o hardware também. Só falta mesmo é o idioma deixar de ser um obstáculo definitivo, por voz ou por texto.

08fev

Pai do Linux se abre para o super celular do Google

Depois de Steve Wozniack, o novo astro nerd a referendar o superphone do Google, Nexus One, é Linus Torvalds. Criador do kernel (núcleo) do Linux, o finlandês elogiou o smartphone lançado em janeiro. Auto-declarado descrente com relação aos celulares inteligentes, Torvalds pode mudar de ideia, graças ao Nexus.
            
“Eu geralmente odeio telefones – esses são irritantes e incomodam quando se está trabalhando, lendo ou fazendo qualquer outra coisa – e um celular, para mim, é apenas uma oportunidade para você se irritar em qualquer lugar. Mas tenho que admitir que o Nexus One é um campeão”, escreve Torvalds.
            
Apesar do encanto, o Nexus não converteu Torvalds totalmente ao culto à mobilidade. Na verdade, o que mais atraiu o programador foi a unidade de GPS presente no aparelho.
            
“Eu não tenho mais a sensação de estar levando um celular comigo só para o caso de ter que falar com alguém. Agora eu tenho um dispositivo útil na mão. O telefone é secundário”.
            
Será que nunca mostraram um iPhone pra ele? - brincadeirinha.
            
Na entranhas, o Nexus One carrega o DNA do Linux com a plataforma Android, apesar de não rodarem, segundo o site Cnet, sobre o Linux, mas sim tendo como base uma camada parecida com Java, o Dalvik.

08fev

Comercial do Google exibido no Super Bowl

Quantas pessoas assistiriam a um comercial exibido na rodada final, quando decisiva, do Campeonato Brasileiro? Não precisa saber a resposta, mas dá para fazer uma comparação com o Super Bowl, final da liga de Futebol Americano nos Estados Unidos. A Google aproveitou para exibir o vídeo Parisian Love (Amor Parisiense) a uma audiência maior - no site, a produção já estava perto de um milhão de visualizações antes do Super Bowl.
           
Confira o vídeo abaixo.
              

08fev

Anúncio da Apple mais atrapalhou do que ajudou o iPad

Todo o suspense às vésperas do lançamento ajudou a criar uma grande ansiedade em torno do iPad. Muita gente, segundo a empresa de pesquisas em internet Retervo, já tinha intenção de comprar o aparelho, mesmo sem saber do que se tratava.
               
Como muitos já leram, o anúncio não foi tão empolgante quanto a expectativa. E as intenções de compra?
            
Antes do anúncio, 26% dos entrevistados declararam ter ouvido falar do dispositivo e que não tinham vontade de comprar um - sem saber do que se tratava. Após o anúncio - em 27 de janeiro - o número subiu para 52%. O número dos que disseram que comprariam foi de 19%, até o dia 20, e desceu para 9%.
 
Mais uma dado, sobre a pergunta “pelo que você ouviu do tablet, você precisará dele?”
          
Antes do dia 27, a resposta era NÃO para 49%. Depois, 61%. Felizmente, para a Apple, o SIM passou de 3% para 5%.
               
Não resta dúvida de que a Apple terá que convencer o público da necessidade do aparelho. O iPhone foi mais fácil - muitas pessoas nunca tinham visto nada igual. Já com o iPad - ou iPod Touch gigante - o fator novidade é menor. Além disso, os conteúdos que rodam no iPad já têm suas plataformas nativas, sejam livros, games, filmes, revistas ou mesmo a internet.

06fev

Lei mexicana pode regular uso do Twitter

Se a gente trocasse mexicana por chinesa no título acima, a surpresa seria nula - e a notícia sem muita força. Mas como é no México, de onde não vêm muitas notícias de restrições à conteúdos na rede, achei que valia o comentário no Infosfera. Los Twitteros  - como ficaram conhecidos certos usuários - podem ser processados no país por certos usos da ferramenta de microblog.
            
De acordo com o site Seattle PI, muitos cidadãos mexicanos têm utilizado os tweets para desviar de barreiras policiais.
          
A coisa funciona assim. Você mora perto, passa por ou até é parado em uma barreira policial. Depois, twitta a informação. Assim, todos os seus seguidores, e outros, leitores de retweets, saberão por onde não passar. Parece uma ideia muito boa - fugir da polícia via rede social.
              
Mas, no caso de motoristas que abusem de bebidas alcoólicas, dá para imaginar o prejuízo. Com certeza ninguém quer ser responsável pela twittada que manteve um bebum na estrada na hora em que ele provocar um acidente.
            
A lei em estudo no país deve punir usuários que infrinjam a lei ou forneçam informações que levem a infrações. Será que vão banir o Twitter? Punirão usuários por certos posts? O debate opõe liberdades civis (twittar o que quiser) e a segurança da população (ajudar contraventores a driblar e escapar da polícia). De qual lado você fica nessa história?

05fev

[Humor] O que a Twittess fez debaixo do edredon no BBB?



 
Publicado originalmente no blog Não clique aqui

05fev

Facebook está trabalhando no Gmail killer, diz site

Sabe a mudança na home que aos poucos o Facebook está disponibilizando? Segundo o site TechCrunch envolve mais do que uma alteração de interface. A intenção seria, pelo escreve Michael Arrington, lançar um serviço de e-mail na rede social, redefinindo todo o produto de updates.
         
Muitas alterações já foram feitas no Facebook para aperfeiçoar o sistema de troca de mensagens e updates. Agora, matar o Gmail!
         
Quais as chances do FB? São 400 milhões de usuários da rede social, contra um número não encontrado na internet por este redator de cadastrados no Gmail.
               
Base é muito, mas qualidade do produto será mais, com certeza. Tanto Facebook quanto Google lutam pela permanência do usuário conectado. Ser a sua página inicial, e final, é o objetivo. Conseguem? E-mails são serviços de pouca interação. Você manda, depois recebe. E não tem muita emoção além de esperar um e-mail cheio de pressa.
            
O Gmail tenta dar uma agitada nas mensagens.Games, conversas e mais várias extensões podem deixar o uso do correio eletrônico mais interessante.
               
A briga vai ser boa.

05fev

Windows 7 cresce e rouba espaço do XP e do Vista

Lembra da história de o Windows 7 matar o XP e dar a volta por cima no mico do Vista? Está começando a virar realidade. Relatório da empresa de estatísticas da internet NetApplications.com indica que o novo sistema da Microsoft terminou janeiro com 7,5% de participação, algo que seu antecessor não fez até 11 meses depois do seu lançamento, em janeiro de 2007.
             
Os dados são obtidos a partir do tráfego em sites cadastrados com a NetApplications.
             
Durante janeiro, a média de uso do Windows 7 subiu de 7,2% para 7,4%, depois para 7,6%, atingindo  por fim 8% na última semana. Curiosamente, o Windows 7 tem picos nos finais de semana e feriados quando os usuários domésticos acessam a rede - sinal de que no meio corporativo o XP ainda não é passado.
             
Nos últimos meses, XP e Vista perderam participação. Em janeiro, o XP caiu para 66,3%. Já o Vista fechou o mês com 17,4%, queda de 0,5 ponto percentual em relação a dezembro. A participação do Vista caiu pela quarta vez em cinco meses.
             
Segundo a NetApplications, se a tendência dos últimos três meses persistir, o Windows 7 tomará o lugar do Vista como segundo sistema operacional mais popular em junho.

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