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Android: 98,9% dos downloads são de apps free

A marca de 250 milhões de apps baixados na plataforma de smartphones Android, da Google, foi fortemente impulsionada pelos apps gratuitos. Segundo a consultoria FADE, 98,9% dos programas baixados do Android Market não foram pagos.

Entre janeiro de fevereiro, a receita de games no Android subiu 50%, com vendas totais em US$ 900 mil, apesar disso, os analisas sugerem que os downloads de apps pagos são muito menores no Android, comparado com outras plataformas, como o iPhone, por exemplo.

Qual o motivo?

Entre outras razões, o relatório da FADE aponta a interface de pagamentos, o uso do Android 1.5 (que não é a última versão do software) em grande parte dos gadgets com a plataforma disponíveis, número limitado de países no market, impossibilidade de download para cartões SD.

Na minha experiência atual com o Android 15 não baixei um app pago sequer.

Longe de considerar isso uma má notícias para os usuários, penso que se trata de uma evidência da qualidade de muitos aplicativos free disponíveis no Android Market. Além disso, ainda não necessitei de uma função específica realizada apenas por uma aplicação paga. Então, nem cheguei perto da área de pagamentos do OS.

Com informações do site The Next Web.

Empresas que podem te tirar do sério

Você já teve acessos de raiva por causa dos seus gadgets, sua conexão ou qualquer outro equivalente de serviço que um geek não vive sem? Não é pra menos. Serviços e fornecedores de tecnologia são parte “fundamental” dos dias de fúria dos consumidores brasileiros. Para deixar bem claro, os dados são do Procon de São Paulo. Alguns serviços nem estão disponíveis para RS e SC, onde estão maior parte do público deste blog.


Pela quarta vez consecutiva, a Telefônica aparece no ranking de Cadastro de Reclamações Fundamentadas divulgado pela Fundação Procon-SP nesta sexta-feira. Graças ao serviço de banda larga Speedy, a empresa teve 37% de todas as reclamações apuradas no ano passado.

Com 15.337 reclamações, a Telefônica não é a única tele com problemas. Sozinho, o setor responde por 45,80% de todas as queixas registradas pelo Procon durante o ano.

Ainda na lista das 10 piores estão a Sony Ericsson (1.288 queixas), que ficou na quarta posição, seguida pela TIM (1.112), em quinto, e a Claro (906), na sexta colocação. Outras empresas ligadas ao setor de telefonia constam entre o décimo e o 20º posto no ranking como Oi, Nokia, Vivo e NET.

Problemas, sabemos, todas as relações têm. E como em casamento, a questão não é não ter problemas, mas sim como se lida com eles. Assim, o que mais preocupa, além do número de reclamações, é quantas são atendidas.

Na proporção de total de chamadas, a pior colocada é a Oi celular, com 639 reclamações, 190 atendidas e 449 não atendidas – 70,27% das solicitações sem atendimento.

Como as reclamações são FUNDAMENTADAS, no entendimento do Procon, os consumidores teriam direito a ressarcimento ou reposição dos aparelhos/serviços mal prestados (ou que não prestaram mesmo, no caso dos produtos).

O ranking fica, entre as teles, por percentual de não atendimento:

1º – Oi Celular: 70,27% (449 não atendidas de 639 queixas)
2º – Tim celular: 52,61% (585 de 1112)
3º – NET: 41,79% (168 de 402)
4º – Claro: 38,74% (351 de 906)
5º – Vivo: 32,92% (132 de 401)
6º – Telefônica: 28,53% (4.376 de 15.337)
7º – Embratel: 14,96% (104 de 695)

Entre os fornecedores, o ranking tem:

1º – Mitsubishi/Aiko: 90% (81 não atendidas de 90 queixas)
2º – Motorola: 40,33% (73 de 181)
3º – Semp Toshiba: 39% (39 de 100)
4º – Positivo Informática: 21,55% (39 de 181)
5º – Samsung: 20,31% (65 de 320)
6º – LG Eletronics: 18,64% (33 de 177)
7º – Nokia do Brasil: 16,09% (74 de 460)
8º – HP Brasil: 13,21% (7 de 53)
9º – Sony Ericsson: 7,45% (96 de 1288)

A íntegra do documento do Procon-SP, que serviu de base para essas listas pode ser acessado aqui. Francamente, sou usuário de algumas dessas marcas e nunca tive problemas – meu índice de reclamação é ZERO.

Inventor do celular também “se abre” para o Android


Depois de Steve Wozniak e Linus Torvalds, Martin Cooper, o inventor do telefone celular também se rendeu ao Android - em detrimento do iPhone. Cooper deixou um iPhone pelo Droid, da Motorola, para se familiarizar com a plataforma open source da Google. O celular Apple acabou indo para o netinho.

Confira no vídeo abaixo (em inglês) toda a entrevista dada pelo inventor - o trecho sobre os celulares está no final, após 30 minutos.




Quem assiste ao vídeo acima percebe que não é feita nenhuma declaração de amor pelo Android, parece mais um test drive. Ainda assim: precisava dar o iPhone para o neto? Tenho certeza que ele vai pedir de volta quando tiver multitasking.

Outros detalhes interessantes sobre Mr. Cooper: ele usa um celular comum para as ligações comuns e prefere deixar o Droid para coisas mais sérias, como tuitar - o perfil do senhor de 81 anos é @MartyMobile. Vale dar uma seguida! Ele inclusive falou sobre a questão Android vs iPhone:

“Eu amo meu MOT Android, mas gostaria que tivesse alguns recursos da tela do iPhone. Eu vou revisitar o iPhone e opinar sobre depois de um mês de Droid”.

Viu? Vai voltar para o iPhone.

Vale dar uma conferida, também, no blog Android Central, onde vi a entrevista.

[Avaliação] Opera Mini 5 Beta 2 para Android


A Opera Software disponibilizou nesta semana a versão beta do seu navegador de internet para os celulares com a plataforma Android, da Google. O Opera Mini Beta 5 pode ser baixado diretamente pelo celular acessando o site m.opera.com/next. Fizemos alguns testes no navegador rodando num celular HTC Magic com o Android 1.5.

Na prática o Opera Mini 5 tem as mesmas características que o navegador em desktop: tela inicial com atalhos para os sites mais navegados, navegação por abas e todos os outros recursos de um browser (favoritos, histórico, etc.).

O defeito: não há suporte para o multitouch. Zoom em páginas na internet, por exemplo, não é feito com o gesto de pinça (abrindo e fechando os dedos na tela). O acelerômetro funciona bem (as páginas podem ser visualizadas no sentido horizontal ou na vertical.

Na velocidade, o Opera se saiu muito bem. Abrimos um site ainda não visita tanto pelo navegador padrão do Android quanto pelo Opera. O Opera carregou a página em 10 segundos. O outro browser levou 20 segundos para a mesma tarefa. A performance se deve à compressão das informações antes do envio para o navegador, o que faz com que os dados cheguem mais rápido.

Vamos à avaliação:

• Interface: podia ser melhor. A falta de suporte ao touchscreen é uma necessidade num aparelho sem teclado. Se espera o uso desse tipo de recurso. O que salva, e muito bem salvo, é a facilidade da navegação por abas. Basta adicionar os sites ás abas e arrastá-las com o dedão, muito fácil. Aí vai nossa carinha :/

• Velocidade: excelente. As páginas carregam com facilidade – testamos num 3G de 1Mbps. Quando no cache, a performance tem um desempenho melhor ainda.

Enfim, foi uma mexida no navegador com olhos de usuário, sem muitos detalhes técnicos. A dica é instalar no seu aparelho, e não precisa Android. Há versões para Windows Mobile 5 e 6 e para os BlackBerries também.

Para conferir todos os detalhes, acesse o site do Opera Mini 5.

[Mercado] Android avança e iPhone fica parado

Na comparação entre os trimestres terminados em outubro de 2009 e janeiro de 2010, a plataforma de smartphones Android, do Google, foi a que mais avançou em mercado nos Estados Unidos. Foram 4,3 pontos percentuais de crescimento, segundo levantamento dos analistas de mercado da comScore.

A RIM, do BlackBerry, segue com a maior fatia (43%) e com crescimento de 1,7 ponto percentual frente a outubro.

No negativo, Microsoft, que passou de 19,7% para 15,7% (redução de quatro pontos percentuais), e Palm - queda de 7,8% para 5,7%. Sem alterações significativas, a Apple - com a segunda plataforma mais utilizada nos EUA, teve 0,3 de variação no período.

Entre os fabricantes, janeiro fechou como segue:

Motorola…. 22.9%
LG ………….21.7%
Samsung ….21.1%
Nokia ………. 9.1%
RIM ………… 7.8%

O relatório da comScore aponta também os usos dos aparelhos. Os torpedos (SMS) são o campeão disparado no uso, em se tratando de conteúdo. Na sequência vêm navegação, games, downloads de aplicativos, redes sociais e ouvir música. Sendo que a atividade com maior avanço (3,3 pontos percentuais) foi o acesso a redes sociais.

Apartamento de R$ 460 mil é vendido via iPhone em SP


Corretor imobiliário é mais uma das funções do iPhone. A construtora Tecnisa anunciou a venda de um apartamento pelo smartphone da Apple. O cliente fez o download do app da empresa no meio de fevereiro e, no mesmo dia, entrou em contato com os corretores pela internet.

O contrato foi assinado alguns dias depois, no valor de R$ 460 mil, por um apartamento na zona leste de São Paulo.

Segundo o blog da empresa, o software da Tecnisa é gratuito e permite a busca dos imóveis mais próximos do usuário, além de exibir fotos  e traçar rotas até os endereços desejados. O aplicativo também está integrado ao Twitter.

Portabilidade numérica mais rápida terá pedidos concluídos em três dias

A portabilidade numérica completou um ano e a partir deste mês ficará mais rápida. Usuários de telefones fixos e móveis poderão trocar de operadora mantendo o número de telefone em até três dias úteis.
 
A determinação é do Regulamento Geral da Portabilidade Numérica. A ABR Telecom - entidade que administra a portabilidade no Brasil - confirma que já está pronta para atender o novo calendário.
 
Conforme a “Tic Brasil”, o número total de pedidos, desde o início da implantação da portabilidade numérica no Brasil, com os primeiros oito DDDs em 1º setembro de 2008, até o último domingo, dia 28 de fevereiro, foi de 5,18 milhões. Foram 3,44 milhões de solicitações de usuários de telefonia móvel e 1,74 milhões de telefonia fixa. As migrações concluídas totalizaram 4,02 milhões, sendo 2,81 milhões de móvel e 1,21 milhões de fixa.

Aplicativo para iPhone promete facilitar o adultério


 
A empresa TigerText lançou um aplicativo para iPhone e iPod Touch - com versões já prometidas para BlackBerry e Android - que se propõe a ajudar os praticantes do adultério na hora de trocar mensagens. O app, que leva o mesmo nome da empresa, garante a eliminação de mensagens do aparelho do destinatário - com isso a única preocupação é evitar manchas de batom no colarinho.
 
Embora a TigerText já tivesse, conforme o “NPR“, esse nome antes de lançar o aplicativo, é impossível não associá-lo a um trocadilho com o jogador de golfe Tiger Woods, recentemente envolvido em um escandaloso episódio de traição conjugal.
 
Funciona da seguinte forma: os “pombinhos” instalam o programa em seus aparelhos e enviam mensagens por meio dele. Segundo o “Wired“, é possível pré-definir um período de validade para o texto, que é apagado do servidor após esse tempo. Ou, ainda, pode-se optar por mensagens que se autodestroem logo após serem lidas.
 
O aplicativo é gratuito para teste durante 15 dias, com direito a 100 mensagens. Depois, custa, mensalmente, entre US$ 1,49 por 250 mensagens ou US$ 2,49 por mensagens ilimitadas.

Abertura em vídeo do III Mobile Marketing Breakfast

O setor de mobilidade foi assunto nesta quinta-feira no III Mobile Marketing Breakfast, evento organizado pelo Grupo RBS e pela Pontomobi na Casa do Saber, em São Paulo. Na abertura, Claudio Santos, Diretor Comercial do Grupo RBS, falou sobre as estratégias digitais da empresa. Confira o vídeo: Abertura com Claudio Santos, Diretor Comercial do Grupo RBS

Infosfera acompanha em vídeo encontro sobre mobile marketing nesta quinta

O III Mobile Marketing Breakfast ocorre nesta quinta-feira em São Paulo. O evento vai reunir figuras importantes do mercado publicitário para debater oportunidades e tendências do setor. O Infosfera acompanha em vídeo o encontro, a partir das 9h.
 
Organizado pelo Grupo RBS e pela Pontomobi - empresa do grupo especializada em mobile marketing - o III Mobile Marketing Breakfast contará com Jeff Merkel, vice-presidente para Ásia, Pacífico e América Latina da Admob, principal rede de publicidade em dispositivos móveis do mundo. Também participam Claudio Santos, diretor de mercado nacional do Grupo RBS, Massayuki Fujimoto, e-business country head do Citibank, e Leo Xavier, diretor geral da Pontomobi.
 
Confira a programação das palestras:
 
9h às 9h10min - Abertura: Claudio Santos (Diretor Comercial) do Grupo RBS
> Estratégia Digital do Grupo RBS
 
9h15min às 9h25min - Leo Xavier (Diretor Geral) da Pontomobi
> Destaques da Mobile World Congress 2010, a maior feira de mobilidade do mundo, ocorrida em Barcelona entre os dias 15 e 18 de fevereiro
 
9h30min às 9h40min - Massayuki Fujimoto (e-Business Country Head) do Citibank
> Como os bancos têm se aproveitado das oportunidades em mobile marketing
 
9h45min às 10h10min - Shoaib Makani (Diretor Asia, Pacific ans LatAm) da Admob
> Panorama de mobile advertising no Brasil. É a primeira vez que Jeff Merkel palestra no país. A Admob é a principal rede de publicidade em dispositivos móveis do mundo e foi recentemente adquirida pelo Google por US$ 750 milhões
 
10h10min às 10h30min - Discussão final e encerramento com Eduardo Aspesi (VP Executivo) do Grupo RBS