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Buzzzzzzzz: o que esperar do novo serviço do Google

Ah, seus olhos. Seus olhos estão em jogo, caro leitor. E no momento em que você lê estas palavras, muitas outras disputam seu olhar, aqui mesmo nesta página. Ter o tempo do usuário é o objetivo de todo site na internet. E não só aqui no Infosfera. Qualquer serviço online quer ganhar uma janelinha no seu desktop ou uma abinha no seu navegador.

Na disputa pela atenção do internauta, o Google apresentou neste mês o Buzz. Recurso integrado ao Gmail, o Buzz oferece um microblog dentro da Caixa de Entrada - como se o Gmail já não tivesse serviços agregados o suficiente.

O que faz? Basicamente, o Google Buzz traz recursos do Twitter e do Facebook para o Gmail. Mensagens, comentários sobre postagens curtas, imagens. Tudo isso ganha um lugar no serviço, que faz integração com outros sites, como o Flickr.

Você pode aprender mais sobre o Buzz no vídeo abaixo.




Surgem algumas perguntas:

1º - Vou passar mais tempo no Gmail com o Buzz? Com certeza. Quem comprar a causa vai se perder por longas horas lendo e publicando mensagens no serviço. Isso, porém, dependerá também da adesão dos amigos e contatos dessa pessoa à nova ferramenta. É o mesmo princípio do Orkut - vou onde meus amigos estiverem, por mais que se diga que o Facebook é isso ou aquilo.

2º - Vai  matar o Twitter? Já que integra com o Twitter, não me parece que seja uma questão de vida ou morte. Enquanto estiver agarrado ao Gmail, será um serviço de alcance limitado - pelo Gmail. Além disso, apesar das semelhanças, o Buzz, me parece, dá um passo a frente em relação ao Twitter, porém não tão adiante que elimine a utilidade do microblog.

3º - Como fica o Wave? O Wave continua por aí, aparentemente com um foco mais colaborativo. Já o Buzz tem um lado “compartilhativo”. Deu para entender?

Irã decide banir o Gmail do país

A Revolução do Irã fez 31 anos ontem, e quem não levou presente - na verdade, perdeu - foi o Google. O país resolveu banir o serviço de e-mails da gigante das buscas, procurando incentivar o uso de serviços locais de mensagens eletrônicas.
            
O primeiro lugar em que o caso foi noticiado foi o Wall Street Journal.
              
Um mês atrás, mais ou menos, o Google ameaçou deixar a China por medos de ataques de hackers. Daí, as mentes conspiratórias podem começar a fazer as contas: governo autoritário + governo autoritário = paranóia.
             
Quer ver? Dizem as agências internacionais que o anúncio iraniano foi entendido como parte de uma maior repressão aos protestos da oposição que marcam o aniversário da revolução. Na semana passada, foram registrados relatos de interrupções nos serviços de internet, bem como atrasos na entrega de mensagens via SMS.
             
Em junho do ano passado, em meio aos protestos que ocorreram depois das eleições do Irã, Eric Schimidt, executivo do Google, alertou sobre a possibilidade de o regime iraniano promover uma espécie de blecaute na mídia.

Google vai lançar Twitter killer nesta semana, diz jornal

Um dizer muito comum sobre a indústria musical quando uma grande banda estourava - e terminava - era: “quando virá o próximo…”. Na prática, se tentava descobrir quando chegaria a próxima revolução. Já na internet, em vez de um substituto, ou até um equivalente, se procura algo mais agressivo: o assassino.
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Basta ser um sucesso que querem te matar - depois de tentar comprar, claro.
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Agora, o Wall Street Journal vaticina uma nova tentativa de golpe mortal contra o Twitter. O Google estaria preparando algo para o Gmail com o fim de de terminar o microblog soberano da rede atual.
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Na prática, pela descrição do jornal, trata-se de um streaming de updates que copia o formato de exibição do Twitter. O Gmail já oferece a opção de atualizar o status, apagando os posts anteriores. Agora, seria possível manter as informações salvas.
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Será que tem bala na agulha?
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Minha opinião é que o Twitter não precisa se preocupar com essa suposta ameaça. O Google tenta pegar uma base já fidelizada em um serviço online e atrair para outra. E isso ele faz com todos os seus serviços.
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Caso se confirme, não deve dar certo, a menos que traga algo de novo.

Facebook está trabalhando no Gmail killer, diz site

Sabe a mudança na home que aos poucos o Facebook está disponibilizando? Segundo o site TechCrunch envolve mais do que uma alteração de interface. A intenção seria, pelo escreve Michael Arrington, lançar um serviço de e-mail na rede social, redefinindo todo o produto de updates.
         
Muitas alterações já foram feitas no Facebook para aperfeiçoar o sistema de troca de mensagens e updates. Agora, matar o Gmail!
         
Quais as chances do FB? São 400 milhões de usuários da rede social, contra um número não encontrado na internet por este redator de cadastrados no Gmail.
               
Base é muito, mas qualidade do produto será mais, com certeza. Tanto Facebook quanto Google lutam pela permanência do usuário conectado. Ser a sua página inicial, e final, é o objetivo. Conseguem? E-mails são serviços de pouca interação. Você manda, depois recebe. E não tem muita emoção além de esperar um e-mail cheio de pressa.
            
O Gmail tenta dar uma agitada nas mensagens.Games, conversas e mais várias extensões podem deixar o uso do correio eletrônico mais interessante.
               
A briga vai ser boa.

Google divulga vídeos para promover virtudes do Gmail

Entrando no Gmail nesta quarta-feira reparei no “Novo! Vídeos do Gmail”. Não é novo recurso não – o Gmail já tem conversas com vídeos há algum tempo – são vídeos promocionais do Gmail, no mesmo estilo simples do Google de sempre.
               
Abaixo, os vídeos apresentados.
               
SEQUÊNCIAS DE CONVERSAS
               


               
GMAIL OFFLINE
               


               
PROTEÇÃO DO GMAIL CONTRA SPAM
               


               
TEMAS DO GMAIL
               


               
BATE-PAPO POR VOZ E VÍDEO DO GMAIL
               

E-mail só vai desaparecer quando os robôs matarem a todos nós


Nos últimos meses falamos pelo menos duas vezes aqui no Infosfera sobre o fim do e-mail. Em ambas, a morte do correio eletrônico foi pregada por pesquisadores que veem em formas mais ageis de comunicação a aposentadoria da sua caixa de entrada.

Para o criador de um dos serviços de e-mail de maior sucesso da rede, no entanto, o e-mail terá vida longa.

- O e-mail não vai desaparecer provavelmente nunca. Até os robôs matarem a todos nós - brincou Paul Buchheit, também co-fundador do FriendFeed, agora nas mãos do Facebook.

Enquanto para muitos as micromensagens podem ser a pá de cal nos serviços de correio eletrônico - que já estariam padecendo desde os serviços de mensagens instantâneas - a realidade apontada por Buchheit é que mesmo serviços como Twitter e Facebook ainda se valem do e-mail para confirmações de conta e outras notificações, como de novos contatos na sua rede.

Serviços como o Google Wave, que integram tudo, inclusive o e-mail, numa forma mais ágil de comunicação, ainda são “beta de mais para o meu gosto”. Segundo o TechCrunch, nem Buchheit chegou a usar a “onda” ainda.

Enfim, é bom guardar a lápide do e-mail por mais um tempo. Concordam?

Google lança ferramenta que reúne contas do usuário

A Google lançou nesta quinta-feira a ferramenta “Dashboard“, que reúne as informações sobre as diferentes contas que o usuário tem em serviços da empresa. Após fazer o login, em uma página única o usuário encontra reunidas as informações de YouTube, Gmail, Google Docs, Orkut e outros produtos.

O objetivo é facilitar o gerenciamento das contas. Para habilitar, o usuário pode entrar nas configurações de alguma conta Google e clicar no link da ferramenta (confira o vídeo explicativo abaixo).

Com a novidade, a Google também promete responder à pergunta “o que o Google armazena em minha conta?“. Na página do “Dashboard” aparecem, ao lado de cada serviço, informações retidas pela empresa sobre o dono da conta e os usos das ferramentas.

Gmail ganha recurso para evitar envio de mensagens para as pessoas erradas

Sua mulher e aquele conhecido xarope têm o nome muito parecido (tipo Lúcia e Lúcio) e, consequentemente, o e-mail também. Para evitar que você mande um “eu te amo meu chuchu” para o Lúcio – ou para a Lúcia se você for uma leitora – um novo recurso do Gmail chegou.

Destinatário errado? é o nome da função que tentará identificar quando você incluir acidentalmente a pessoa errada em um e-mail, “antes que seja tarde demais”. Abaixo, uma foto do recurso em funcionamento, em inglês.


Segundo Ari Leichtberg e Yossi Matias, da equipe do Google, a ferramenta faz parte de uma série de recursos experimentais na categoria “redutores do nível de vergonha”.

Para ativar esse e outros recursos do Gmail Labs, o usuário do serviço de e-mail do Google deve clicar em “Configurações” e em Labs.

Após ativar o(s) recurso(s) desejado(s), basta clicar em “Salvar”.

123456, a senha mais comum no Hotmail

A Wired divulga nesta quarta-feira qual é a senha mais comum no Hotmail, segundo a lista com 10 mil dados de login divulgados recentemente, provavelmente obtidos através de um golpe de phishing que prometia revelar contatos bloqueados no MSN.

Qual é o código?

123456

Esta “criativa” sequência figurou 64 vezes entre todos os milhares de nomes e códigos divulgados. Ainda segundo a Wired, 42% das senhas usavam letras de A a Z em minúsculas. Apenas 6% tinha senhas com caracteres “esquisitos” (*&¨%$#§+).

Além disso, a maioria dos 20 passwords utilizados era de nomes espanhóis, dando uma pista sobre as vítimas mais comuns do golpe.

Gmail e Yahoo mail também foram afetados pelo golpe, com dados de seus usuários divulgados numa lista posterior.

Confira também o post com dicas para garantir a segurança das suas senhas de e-mail (clique aqui).

Previna-se para garantir a segurança do seu e-mail

Desde esta segunda, milhares de senhas e nomes de usuários de serviços populares da internet como MSN, Hotmail, Gmail e Yahoo Mail, têm sido divulgados, provavelmente por golpistas que se valeram do phishing para roubar os dados de login de usuários incautos.

Rezam os blogs que o pessoal forneceu senhas e usuários tentando descobrir que os havia bloqueado em messengers.

Como tentar se garantir e evitar as agruras do golpe? Seguem sugestões.

#1. Proteja seus dados pessoais: quando li que o pessoal fornecia dados pessoais para sites de terceiros, bateu aquele medo por todas as vezes que já inseri senha e usuário do Facebook e Twitter para testar aplicações. Mas… a tela de validação dessas informações é “oficial”, não tem como se enganar. Até porque FB e Twitter têm uma política de integração. Agora, não é uma prática recomendável, especialmente se a fonte for desconhecida. Assim como não se deve fornecer CPF e RG pra qualquer um, login também é sagrado.

#2. Dificulte a vida dos adivinhos: qual é a sua senha? Se for data de aniversário de qualquer parente ainda que distante, você é uma vítima em potencial. Procure utilizar uma senha inusitada, que nem pra você faça sentido – e que não seja 1234567890, por exemplo. A dica sempre é conciliar MAIÚSCULAS e minúsculas, além de utilizar números e aqueles caracteres *&¨%$#@, sabe?

#3. Seja criativo: com tanta senha na sua vida (banco, cartão de crédito, rede doméstica, rede corporativa, rede wi-fi, e-mails, redes sociais) usar um código único para todos é uma tentação. Não ceda! É como dar uma chave mestra para os crackers de olho nas suas contas. Varie as senhas.

#4. Mate os códigos antes do aniversário: senhas não devem fazer um ano. É bom que sequer completem um semestre. Estabeleça um período regular para troca das senhas e, se desconfiar de alguma coisa, mude-as em seguida, não deixando brechas para os aproveitadores. Lembre-se, é claro, dos passos #2 e #3 quando for trocá-la. Muitas empresas já adotam esta estratégia. Traga-a para o ambiente doméstico.

#5. Anti-vírus e canja de galinha: se você utiliza um sistema operacional líder de mercado e alvo de crackers a toda hora, você PRECIS de um anti-vírus e de um firewall. A fabricante do sistema operacional líder de mercado recentemente disponibilizou um software de segurança básico e gratuito. Vale a pesquisa e o investimento. Mesmo que você não utilize o software bam-bam-bam, cuide-se. Ninguém tá livre!

#6. Conte até 10: essa regra vale para quando der aquela vontade de clicar, seja no que for. Antes de sair metendo o dedo no ponteiro dos links recebidos por e-mail, pense no mal que poderá causar ao seu computador, às suas senhas e à sua vida (que drama). Seja cauteloso.

#7. Se o mal acontecer, procure ajuda: se apesar de tudo isso você for crackeado, procure imediatamente o suporte do seu serviço de e-mail, messenger ou seja lá o que for na web.

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