Olimpíadas de Inverno - Vancouver 2010

Gostaria de registrar um momento mágico para quem curte hockey no país do futebol (maiores esclarecimentos no post anterior). Estou assistindo jogos de hockey na TV e na internet em canais brasileiros. É uma maravilha. Mesmo que não seja nas melhores condições possíveis pelos horários e pela qualidade da transmissão, é um grande passo.

No momento assisto Canadá x Noruega, jogo bom, Noruega fazendo muitas faltas mas segurando o jogo. Aliás, quem já assistiu a NHL e vê os Jogos Olímpicos pode notar claramente que o contato físico e a tolerância (enquanto escrevo o Iginla acaba de marcar para o Canadá 1×0. AE!) a violência são menores. Na NHL, as brigas e os Big Hits (encontrões) fazem parte de um pacote que quem assiste curte, mas existem regras pras brigas e as vezes dá pra notar que é um lance meio teatral. Fica até engraçado.

No hockey in line brasileiro, é RARÍSSIMO acontecer alguma coisa parecida. Afinal, ninguém aqui ganhar milhões por ano pra arriscar perder um dente. Mas um dia chegamos lá. E eu serei o primeiro a oferecer a cara a tapa.hahaha..

 

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Preconceito esportivo (ou com o desconhecido)?

Confusão todo o esporte tem/Montagem feita por Rafael T. Mattos
Confusão todo o esporte tem/Montagem feita por Rafael T. Mattos
Confesso que estive muito inclinado em abandonar de vez o jornalismo e guardar minhas idéias e análises para minha própria vida, mas existe uma bela frase que prega o seguinte: “Guardar rancor é como beber veneno e querer que o outro morra”. Assim resolvi fazer o inverso. Vou “falar” pelos cotovelos, nos meios disponíveis, tudo o que achar conveniente.
 
Dito isto, resolvi romper o silêncio e explicitar alguns aspectos que rondam (ou rondaram), minha vida. Alguns deles foram históricos ou foram marcos para a sociedade, só que o mais significativo, pra mim, foi, sem dúvida, visitar o Canadá no único ano em que a NHL esteve em greve em toda a história do esporte! Pode!
 
Foram 10 anos praticando hockey in line e sonhando em ir ao núcleo principal, no mundo, deste esporte, e quando consigo, foi justamente num marco histórico da modalidade (pejorativamente falando).
 
Além deste, existe outro fato que me incomoda um pouco mais. Justamente no ano em que me formei jornalista foi o ano da queda da obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão. Sinceramente, não vejo isso como algo que realmente possa atrapalhar minha vida profissional, porque o mercado da comunicação sempre vai procurar os detentores da técnica para compor seus quadros de colaboradores, mas que é ligeiramente revoltante, isso é!
 
O que é extremamente revoltante é a imprensa esportiva do Brasil. Isto sim! Afirmo isso sem o mínimo peso na consciência, pelo simples fato que não há imprensa esportiva no Brasil. Na real, neste país, só existe imprensa futebolística. Sério! Pode parecer meio radical num primeiro momento, mas parando para analisar irão ver que estou 100% certo. Isto porque, todos os esportes no Brasil são narrados, comentados e “comparados” com o futebol. O brasileiro se acha “dono” do esporte que foi criado pelos ingleses (sempre vale a pena lembrar).
 
Há muito tempo estou tentado a escrever sobre essa área do jornalismo, mas, por corporativismo, talvez, nunca o fiz. Porém, chegou a hora e meu alvo é o Globo Esporte e a Glenda Kozlowski que protagonizaram fatos irresponsáveis (isso para não ser tão incisivo na crítica), quando noticiaram coisas sobre o hockey no gelo na semana passada.
 
Parece que o que querem é evitar a concorrência com o esporte que é a “paixão nacional”. E até entendo o porquê. Qualquer um consegue jogar futebol, mas hockey requer mais atributos cognitivos do praticante (o que não é o caso falar agora).
 
Bom, primeiramente é a falta de conhecimento do que estão falando (quando não é futebol), que é simplesmente irritante. Depois, por sempre “passarem a mão por cima” de qualquer “estouro de raiva” dos “chutadores de bola” (falando como uma mãe quando mima seus filhos delinqüentes). Além disso, sempre, ao se referirem ao hockey, falam como sendo o esporte mais violento de todos e responsável por protagonizar “cenas lamentáveis” (palavras da própria Glenda).
 
Sério leitores, como profissional da área da imprensa esportiva, uma jornalista não ter o mínimo trato com modalidades que não sejam a que ela gosta é, no mínimo, incompetência profissional.
 
Falo isso devido ao fato de que só mostram hockey na televisão brasileira quando acontece alguma briga “feia”. Existem gols e lances plásticos no hockey, também (sabiam, Chefes de Redação!?!?). Ora, mas se as brigas são comuns no hockey (e estão previstas na regra), não são nada comparadas com as brigas que acontecem no futebol. Basta ver a quantidade de envolvidos. No hockey quando há brigas, no geral, são dois jogadores no mano a mano, sem tacos e até o momento que eles caem no chão ou perdem os equipamentos de proteção (capacete).
 
Já no futebol, são 11 contra 11 mais técnico, massagista, reservas, seguranças, torcedores invadindo e ainda a polícia com cassetetes, gás de pimenta e etc. Uma zona completa e com quesitos de covardia, porque, não raro, os jogadores atingem e são atingidos pelas costas, no chão, por dois ou três contra um e ainda somente os dois protagonistas iniciais são expulsos do jogo. Para piorar, o STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva), ainda alivia a suspensão automática, quando a equipe em questão, está disputando alguma etapa importante de alguma competição.
 
Por essas e por outras, que não me surpreende, mais, que a impunidade apareça com uma incidência preocupante neste país. Tudo aqui é feito de maneira equivocada e sempre há dois pesos e duas medidas no julgamento do brasileiro.
 
Mas esporte violento é o hockey e o futebol é alegria o pagode e a “arte” merecedora da crônica esportiva mais emocionada. Viva a imprensa brasileira! Viva o futebol! Viva!
 
Rafael T. Mattos – Jornalista – colaborador do blog inline
bluetreps@hotmail.com
 

* artigo publicado simultaneamente no blog www.oquenaosediscute.blogspot.com

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Venha jogar Hockey com a equipe Blades

Jogadores experientes e iniciantes dividindo o mesmo espaço/Liliana Lira Fabris
Jogadores experientes e iniciantes dividindo o mesmo espaço/Liliana Lira Fabris
“Faça o que você pode. Use o que você tem. Comece onde você está.” - Theodore Roosevelt
 
 
Pioneirismo é a única palavra que pode ilustrar essa vontade quase teimosa de se jogar esse esporte no país onde qualquer atividade esportiva é narrada e comparada com o chamado futebol (aqui), ou soccer (no mundo). Só que, para ser pioneiro, não basta correr descalço atrás de uma bola de meia, com goleiras de chinelos de borracha, num lugar ermo do mundo, ou ter dinheiro para ir ao país de origem de um esporte.
É preciso muito mais. Vejam o que diz o dicionário Aurélio sobre o verbete;
 
Pioneiro
[Do fr. pionnier, ‘soldado sapador’, ‘explorador de sertões’.]
Substantivo masculino.
1.Explorador de sertões; o primeiro que abre ou descobre caminho através de região mal conhecida.
2.Fig. Precursor (5):
“Garrett …. é o grande pioneiro da escola e da psicologia romântica entre nós” (Álvaro J. da Costa Pimpão, Gente Grada, p. 1).
Adjetivo.
3.Diz-se de obra, serviço, iniciativa, idéia, etc., que se antecipa ou abre caminho a outros iguais ou similares:
 
Bom, parece cristalino como água pra mim, e se formos analisar, as outras dificuldades para se praticar esse esporte aqui, daria até para procurar no dicionário a palavra sabotagem também. Porém, não é este o propósito deste texto.
O esporte em questão é claro, que se você acessou este blog, sabe que é o hockey, e os pioneiros são os jogadores do Blades. Não por estarem tomando a iniciativa de dar aulas de graça para divulgar um esporte singular que não é para qualquer um. O pioneirismo destes esportistas é insistir nisso, mesmo que tudo esteja sempre agindo contra. Está no fato de “abrir as portas” para outros porto alegrenses que queiram jogar um esporte relativamente novo e emocionante.
As dificuldades vão desde conseguir equipamentos (devido à carga tributária para importá-los), até conseguir quadras que possam ser usadas para a prática. É sério! Somos constantemente bombardeados com a desculpa que nosso esporte “estraga” as quadras. Mesmo quando ela é de concreto.
Para mim é muito revoltante ouvir de um educador físico que não posso praticar meu esporte porque os donos das quadras acham que ela deva ser bonita e não usada para estimular as pessoas a fazer novos esportes. Ou acham que chutar uma bola uma vez por semana é uma maneira de criar um celeiro de atletas no país?
As pessoas falam em diversidade, pluralidade e respeito às diferenças só quando interessa. Porque é preciso muita garra e muita criatividade pra não se acomodar em dupla Gre-Nal ou outras dicotomias gaúchas. E são esses ingredientes que fazem os pioneiros.
E se você leitor, quer fazer parte da história do hockey, junte-se a nós e venha aprender e jogar hockey com a equipe Blades, de graça, aos sábados (a partir das 9h) na quadra da Pepsi próxima à Usina do Gasômetro. Basta vir de patins (roller ou tradicional). Um abraço e até lá.
Ah, mas vale lembrar, que se você quiser competir e fazer parte do nosso plantel, os treinos oficiais da equipe são aos domingos (das 17h às 19h), no ginásio do São José (o Zequinha), o único clube que realmente nos acolheu e está nos dando alguma chance de tentarmos evoluir no cenário nacional.
Desafie seus limites. Jogue Hockey!

Contatos:
site: www.bladeshockey.com.br
e-mail: poablades@gmail.com
fone: 99666271 (André)

 
Rafael T. Mattos – Jogador de Hockey e jornalista colaborador do blog
bluetreps@hotmail.com
 

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Time de Hockey Caxias não jogará a Divisão II

D´Masters - Equipe que vai substituir o THC na Divisão II.
D´Masters - Equipe que vai substituir o THC na Divisão II.

Depois de lutar e tentar encontrar uma solução, a galera do THC (Time de Hockey Caxias) realmente não conseguiu confirmar sua inscrição para o Campeonato Brasileiro de Hockey In Line - DIvisão II. O motivo - dinheiro. Infelizmente, no hockey, a dificuldade de encontrar qualquer tipo de apoio é bem grande. Em todos os níveis.

Todas as equipes tem dificuldades e a maioria depende do dinheiro dos próprios atletas. Como estão em fase de transição para outro local de treino, o THC resolveu investir seu dinheiro na estrutura para treinos ao invés de participar do Campeonato Brasileiro. Tiveram que optar, pois bancar tudo seria impossível pra eles.

Eu fico triste, pois seria uma experiência legal para a equipe e com certeza melhoraria o nível do hockey gaúcho.

A equipe que ficou com a vaga deixada pelo THC é o D´Masters, de Cariacica - Espírito Santo. Em 5º lugar no Campeonato Brasileiro - Divisão III, o D´Masters é o primeiro suplente da vaga. A equipe teve, na Divisão III, o melhor assistente  - Maikel Garcia - o artilheiro e o melhor jogador da competição - Leandro Nascimento. Boa sorte e bom campeonato ao D´Masters e a todos que jogarão a DIvisão II.

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Clínica de Hockey em Curitiba

Começou hoje, no clube Três Marias de Curitiba, uma clínica de hockey que foi organizada através de uma parceria entre a equipe Hold Yager, o clube Três Marias e o jogador Bruno Gomes, da seleção brasileira. O objetivo do evento é promover uma imersão no hockey no final de semana ensinar e aperfeiçoando diversos aspectos do esporte.

Ainda hoje, a partir das 20h, o cronograma apontava o trabalho de fundamentos técnicos como patinação, passe e chute finalizando com uma avaliação individual dos atletas.

Amanhã, durante todo o dia, haverão trabalhos de fundamentos, táticas e jogos, com uma palestra e discussão de dúvidas as 15h30. No domingo a clínica segue até as 14h. Essa é uma oportunidade que quem aproveitou com certeza não se arrependerá. O clube tem uma estrutura invejável para a prática do esporte e o convívio com jogadores de outras equipes e partes do país, coordenados por um dos melhores jogadores do Brasil na atualidade, é uma chance de evoluir e levar para sua equipe um pouco desse conhecimento.

Do Rio Grande do Sul, viajaram para a clínica Jairo Castro e André Dutra, ambos da equipe Blades/São José. Eles estão em Curitiba desde de manhã e terão a tarefa de trasmitir aos membros de sua equipe o conhecimento adquirido na clínica. É uma ótima forma do hockey no Rio Grande do Sul de desenvolver, já que estamos geograficamente distantes dos locais onde o esporte está mais desenvolvido.

A todos jogadores que participarão da clínica, bom proveito. E os parabéns a equipe Hold Yager, por organizar o evento(inclusive cedendo lugar em suas próprias casas para os jogadores de outras cidades/estado), ao clube Três Marias, que está se tornando referência em estrutura e pioneirismo no hockey e ao Bruno Gomes, por dividir com este pessoal todo o seu conhecimento e experiência.

Postado por Cristiano Schmitz

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Equipe brasileira vai jogar em Las Vegas

Koenen e Felisteu com o uniforme da equipe
Koenen e Felisteu com o uniforme da equipe

A galera do América Hockey Clube, antigo Outcast, de Belo Horizonte, está organizando uma viagem pra Las Vegas pra jogar a USA Hockey Inline Cup. É o projeto NoGreenCards Brasil.

O pacote inclui clínica de treinamento e adaptação, visita a lojas de equipamentos de hockey, baladas e um pouquinho de turismo. O objetivo é vivenciar por alguns dias o hockey com toda a estrutura que os EUA oferecem, que é de outro mundo se comparada a estrutura do hockey no Brasil. Principalmente a estrutura física. Rinks de tamanho oficial não faltam.

O NoGreenCards já jogou também a NARCH (outra liga norte-americana de hockey in line) e um campeonato aberto em Curitiba. A organização do projeto está por conta do Luis Koenen, jogador, treinador e guia da excursão. Pelo o que ele disse, restam poucas vagas. Se está interessado, se apresse. O embarque é dia 25 de setembro e a volta prevista para 6 de outubro.

Quem gostou do uniforme, pode encomendar com o Koenen que eles estão a venda também para quem não vai jogar lá.

Contatos: Luiz Koenen - (31) - 9298-0542 - koenen99@hotmail.com

Postado por Cristiano Schmitz

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Terceirão de novo

E o bronze foi para o Brasil. Pensei que por ter ganho da Inglaterra na etapa classificatória o Brasil repetiria o feito na semi-final e chegaria a final do B-Pool. Porém não deu. A seleção brasileira perdeu para a Inglaterra (5×3) e disputou com a Hungria o terceiro lugar. Final 4×3 Brasil.

Pelo menos nos mantemos no mesmo lugar do ano passado.

Agora é voltar pro Brasil e treinar muito para o ano que vem. Talvez a seleção também precise de renovação. Quem sabe uma seletiva antes da convocação. Pois como o esporte não tem muita mídia acho que fica mais difícil saber quem está bem fora de São Paulo. Se houvesse uma semana ou um final de semana em que todos os jogadores que tivessem interesse pudessem ser vistos jogando e dando o máximo de si para conseguir um espacinho na seleção, a comissão técnica poderia descobrir alguns talentos. E também muitas vezes não são os melhores que fazem um time campeão, mas sim os jogadores certos para a proposta de jogo que se tem. É uma ideia.

Mas os jogadores que atualmente representaram o Brasil, o fizeram muito bem. Parabenizo a todos pelo esforço e pelo resultado.

ADICIONADO

O Degani de São Paulo comentou que houve uma seletiva entre mais de 60 atletas e 8 meses de convocações até se chegar na seleção que foi para o mundial. Cara, realmente o que foi feito é uma seletiva. Mas o que eu quis dizer é que talvez existam jogadores fora de São Paulo e da primeira divisão que tenham características e talento para tentar uma vaga na seleção. Uma seletiva mais aberta talvez ajudasse. É isso ae.

Postado por Cristiano

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Vamo falá de Seleção então.

A seleção brasileira. Pena, mas não achei legenda com os nomes dos jogadores.
A seleção brasileira. Pena, mas não achei legenda com os nomes dos jogadores.

A seleção canarinho de hockey, desde o dia 7 de junho, está participando do Mundial de Hockey IIHF, o maior campeonato de hockey in line do ano.

O Brasil ganhou seus primeiros 3 jogos, ficando em primeiro lugar no B-Pool.
Com vitórias sobre Hungria (6×3), África do Sul (5×3) e Inglaterra (5×2) o Brasil garantiu vaga para disputar vaga na TOP DIVISION, num jogo contra a Eslováquia, que ficou em 4º lugar no seu grupo. Com a vitória o Brasil subiria de divisão e passaria a integrar oficialmente a elite do hockey mundial.

Infelizmente não deu. O adversário, que ano passado foi o 2º melhor do mundo, não cedeu a vitória aos brasileiros mesmo o jogando sendo parelho. Final de Eslováquia 6×3 Brasil. Diferença de gols bem baixa para uma partida de hockey.

Com esse resultado, o Brasil voltou a Division I para disputar as quartas-de-final e venceu com facilidade a seleção de Taipei (10×0). Amanhã (12/06) os brasileiros jogam novamente com a Inglaterra pela semi-final do B-Pool. O jogos é as 5pm da Alemanha, 22h aqui. Podiam colocar no lugar do Globo Reporter né? Sobre o que vai ser o Globo Reporter? O poder curativo dos alimentos? humpf

Tem bastante informação no site da equipe de Bauru: http://www.bauruhockey.com.br/blog/

Tudo em português. Muito bom esse site.

E no site do mundial:

http://www.inlinehockeywcs.com/

CORREÇÃO

O Alonso de Toledo disse que 5PM na Alemanha são 12AM aqui. Perdi minha piada.

 

Postado por Cristiano Schmitz

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Resposta CBHG.

Meu penúltimo post foi sobre uma nova regra da CBHG, a obrigação do uso de meio visor ou grade para todos os jogadores.

Eu uso este espaço pra colocar a minha opinião, seja a favor ou contra. E sustento ela. Porém a CBHG acha que não estou certo e me mandou este e-mail.

Para: Cristiano Schmitz
Enviadas: Sábado, 23 de Maio de 2009 19:28:02
Assunto: Re: Congresso Técnico

Cristiano Rocha Schmitz

 
Prezado Cristiano,
 
No dia de hoje, enviamos a Circular de n° 230 com as primeiras informações do Congresso Semi-Anual da CBHG, que será realizado nos dias 11 e 12 de julho, portanto, como você deve ter verificado, teremos dois dias para discutir todos os temas de nosso esporte.
 
Espero que você compareça, uma vez que tenho verificado que você costuma opinar sobre nosso esporte, como fez no dia 09/05 em seu bloc no Clicrbs, onde você cita sobre a nova regra de uso obrigatório de visor ou grade nos capacetes dos atletas:
 
“Acredito que mesmo sendo no início do ano, o aviso foi feito em cima da hora.”
 
Você está completamente desatualizado, uma vez que esta regra foi decidida no Congresso Anual realizado em 02/08/2008, e oficializada pela Circular n°197 de 05/08/2008, em que a obrigatoriedade seria a partir das competições de 2009, sendo inicialmente realizadas com os campeonatos estaduais/regionais em março, ou seja, oito meses após a oficialização da regra.
 
Espero ainda que você reconheça seu erro no mesmo blog.
 
Atenciosamente,

Arialdo Boscolo
Presidente CBHG

Sustento minha posição. Na circular não estava clara esta modificação na regra tampouco o regulamento estava anexado ao e-mail e, além disso, não foi informado se ele estaria disponível no site. Se de alguma forma agi de forma incorreta, só quero deixar claro que não existe má fé.

É isso aí.

Postado por Cristiano Schmitz

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Vídeo do Brasil Campeão Mundial

Videozinho que encontrei no youtube da matéria de uma emissora de TV provavelmente da Eslováquia, onde foi realizado o campeonato.
Galera do Brasil dando entrevista e alguns lances do último jogo, que o Brasil venceu a Austrália por 4×3. Com este resultado, o Brasil sagrou-se campeão do Mundial IIHF (International Ica Hockey Federation) na Division I, tipo uma segunda divisão. A primeira é chamada TOP DIVISION.

ADICIONADO:
Pedro, de Bauru, fez uma correção. O Brasil não foi campeão da DIV I ano passado e sim o Canadá, com Grã Bretanha em 2º e Brasil em 3º.

 

Postado por Cristiano Schmitz

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