No dia dos namorados, postei sobre os amores de intercâmbio. O pessoal se empolgou e me escreveu. O caso de hoje é o da Carolina, ela conheceu o namorado depois de ele ter voltado de um intercâmbio em Portugal. Tempos depois ela foi para o mesmo lugar e conheceu a "paixonite" estrangeira dele. Não foi fácil, mas ela tirou de letra. Veja no relato:
"Ele terminou um namoro de cinco anos para realizar o sonho de ir para a Europa. Por essa decisão é claro que ele esperava mais do que só estudar. Queria estar solteiro. Foi, viajou, estudou, conheceu várias pessoas, algumas bem interessantes e teve seu amor de intercâmbio. A separação foi inevitável, ele voltou mas continuavam se falando.
Nesse meio tempo eu o conheci, começamos a namorar até que o meu sonho de ir para a Europa falou mais alto e decidi embarcar. Fui para o mesmo país, mesma cidade, mesma faculdade, mesmo tudo que ele. Vivi todas as novidades de um intercâmbio, me habituei a nova cidade, conheci pessoas, até que um dia na máquina de café, percebo um rosto conhecido mas não sei de onde, eu conhecia aquela menina... Meu deus!!! É ela!
O amor de intercâmbio do meu namorado! Minha vizinha de quarto! TENSO! Era amiga das minhas amigas, começou a sair no mesmo grupo. Nenhuma das duas assumiu conhecer a outra, ficou só no silêncio de olhares do tipo "eu sei quem você é e sei que você sabe quem eu sou". Não virei amiga dela por motivos óbvios, mas foi tudo muito civilizado.
Por toda essa situação, acabei não tendo meu amor de intercâmbio, mas sirvo para mostrar que amores sobrevivem a alguns meses separados, muito mais do que relacionamentos que estão fadados a separação, como os de intercâmbio."



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