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Posts com a tag "estágio"

Vaga para intercâmbio profissional no Chile nas férias

05 de novembro de 2012 0

O Rotary oferece uma vaga para jovens de 21 a 30 anos que queiram passar uma temporada de estudos e estágio no Chile. Podem se candidatar pessoas que tenham o Ensino Médio completo e estejam cursando qualquer curso superior ou já estejam trabalhando em sua área de interesse.

Para mais informações e inscrições, entrar em contato pelo e-mail no yep4670@rotary4670.org.br até 7 de novembro.

Comissão Fulbright vai dar bolsa para alunos de cursos tecnólogos estudarem nos EUA

10 de outubro de 2012 4

Grupo da última seleção foi estudar em São Francisco

Cursos tecnólogos têm o objetivo de formar profissionais de forma mais rápida e mais focada no mercado de trabalho. Para complementar esta formação com um intercâmbio, a Comissão Fulbright no Brasil vai selecionar até 35 alunos brasileiros de cursos tecnólogos de Administração e Gerenciamento de Negócios, Turismo e Hotelaria, Comunicação e Educação Infantil para bolsa de estudos de um ano nos Estados Unidos.

As inscrições vão até 16 de novembro, e a oportunidade deve combinar a vivência intercultural e a experiência acadêmica e profissional. O ano letivo será ministrado em uma Community College, instituição de Ensino Superior que oferece uma formação focada na prática, com o objetivo de suprir as necessidades do mercado de trabalho.

Alunos com excelente desempenho acadêmico e proficiência em inglês que tiverem concluído no mínimo um quarto e no máximo metade dos créditos do curso, até o final de 2012, podem ser contemplados. Julho de 2013 é a data prevista para a viagem dos bolsistas, que devem obrigatoriamente retornar ao Brasil ao término no curso. Para efetuar a inscrição e ler o edital, acesse clic.rs/tecnologos

Alguns bons motivos para visitar feiras de intercâmbio!

12 de setembro de 2012 0

ACapital recebe feiras de intercâmbio pelo menos duas vezes por ano. Quem ainda tem dúvidas de qual modalidade
ou país escolher pode aproveitar uma dessas oportunidades para ficar por dentro de tudo em um dia só.A estudante de Estância Velha Débora Stein foi na sua primeira exposição em março deste ano e passou uma tarde inteira na Expo Estude no Exterior, que agora virou Eduexpo.

A jovem, que sonha em ser comissária de bordo, aproveitou a oportunidade para conversar com agentes de escolas de diferentes países e guardou o nome de várias agências da Capital.

– Passei o dia inteiro lá. Peguei todos os panfletos e revistas que pude e li tudo em casa. Olhando os sites das agências que mais gostei, descobri uma promoção. Participei e ganhei! – comemora.


A estudante de 16 anos, que nunca viajou de avião, está dando entrada no seu primeiro passaporte para realizar o sonho de fazer intercâmbio nos Estados Unidos. No início de 2013, ela embarca com tudo pago para a Califórnia
para fazer um curso de um mês.

Já o estudante de arquitetura Rogério Cézar Filho, de 25 anos, usou uma dessas feiras para bater o martelo sobre o destino de seu intercâmbio. Em dúvida entre Austrália, Canadá, Irlanda e Grã-Bretanha, ele acabou indo parar em Dublin para um curso de inglês de seis meses e viajou pela Europa por outros cinco.

– Na feira, descobri que o país oferecia o visto pelo tempo do curso e mais o mesmo tempo para que eu pudesse fazer turismo. Então, não tive dúvidas na hora de escolher – afirma.

Se você se interessou, a próxima oportunidade de se decidir ou até mudar de ideia ocorre das 14h às 19h na Associação Leopoldina Juvenil (Rua Marquês do Herval, 280), no dia 16 de  setembro.A Eduexpo terá instituições de ensino do mundo inteiro que oferecem desde cursos de idioma, graduação, pós, MBA, extensão, Ensino Médio, estágios até cursos de férias e trabalho remunerado.As inscrições são gratuitas e devem ser feitas no site www.edufindme.com/expo/br

Além de Porto Alegre, a mesma feira ainda passa por Rio de Janeiro, São Paulo, Campinas, Curitiba e Belo Horizonte. Confira as datas no site.


Experiência de trabalho na Disney: " foi uma segunda faculdade no currículo"

05 de julho de 2012 2

No final de 2007, quando ainda estava na faculdade, a coordenadora de Marketing Helene Hermes, 27 anos, embarcou para trabalhar dois meses na Disney. Ela queria muito fazer intercâmbio, mas não podia se ausentar por muito tempo do Brasil por conta do estágio que fazia. A experiência nos parques da Flórida foi a opção ideal.

Ela trabalhou por dois meses no Magic Kingdom e também fez muita hora-extra nas paradas – os típicos desfiles de cada parque.  A experiência no mundo mágico de Mickey e Minie ela leva no currículo e na lembrança até hoje:

“Amei a experiência, foi incrível! Acho que não só amadureci profissionalmente como pessoalmente também. A Disney é uma companhia enorme e que tem valores e princípios muito legais. É admirável tudo o que eles fazem para criar experiências verdadeiras e fazer com que os visitantes se sintam encantados quando estão lá.

Aprendi muito sobre postura de trabalho, convivência em grupo, como lidar com pessoas de diferentes culturas e até hoje muita coisa que aprendi lá me serve no meu dia a dia de trabalho aqui. O treinamento que eles passam para quem trabalha lá é sensacional, com uma disciplina importante.

Atualmente, trabalho com marketing, e a Disney é uma escola das melhores nessa área, posso contar quase como uma segunda faculdade no meu currículo.  A vantagem desse tipo de experiência é que se aprende muito, com a oportunidade de conviver com muitas pessoas legais, de todos os lugares do mundo.

Só que para fazer isso tem que gostar muito de interagir com pessoas diferentes, crianças e ser animado. Tem que ter disposição para passar o dia no parque atendendo e estar sempre com um sorriso no rosto para receber bem as pessoas. Eu, particularmente,  acho isso diversão.”
_________

Dicas para trabalhar em parques temáticos da Flórida nas férias

Programa para trabalhar legalmente nos EUA nas férias tem inscrições abertas

02 de setembro de 2011 3

Cidades como São Francisco ou Nova York podem ser escolhidas como destino no True USA

Quem quer aprimorar o inglês e ainda juntar uma graninha nos Estados Unidos tem até 30 de setembro para se inscrever no programa True USA. A modalidade oferece vagas para trabalhar em parques, hotéis, estações de esqui, durante as férias acadêmicas. Por conta das diversas atrações, como parques temáticos, estações de esqui, cassinos, entre outras, os país é um dos destinos mais procurados pelos intercambistas do mundo todo.

O programa, também conhecido como Work and Travel, permite que universitários, com idade entre 18 e 28 anos, realizem esse intercâmbio durante as férias acadêmicas e conheçam o país com permissão para trabalhar legalmente. As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas pelo telefone (51) 3342-2550 ou pelo portoalegre@worldstudy.com.br.

Oportunidade de estágio no exterior

02 de março de 2011 0


Estudantes e formados há menos de dois anos em tecnologia da informação, engenharias e design podem se inscrever no programa IT’s My World de intercâmbio para estágio na Índia e na China. São 50 vagas oferecidas pela AIESEC  na área de tecnologia da informação para brasileiros que querem ter experiência corporativa em outro país.

É uma oportunidade de colocar em prática o aprendizado acadêmico, trabalhando com gestão de banco de dados, manutenção e análise de sistemas, além de desenvolvimento de softwares e design de websites.

Assim como no programa Talentos Globais, é preciso ter inglês intermediário ou avançado, ter concluído 60% do curso ou estar formado há, no máximo, dois anos para participar. Estudantes de pós-graduação também podem concorrer às vagas. Os selecionados irão estagiar em empresas e receberão remuneração, mas devem arcar com passagem aérea, seguro saúde e despesas com o visto. Mais informações podem ser obtidas no site ou pelo telefone (51) 3308-3684.

Choque cultural no Marrocos

20 de dezembro de 2010 2


Tem gente que tem ‘o viajar’ no sangue. Esse parece ser o caso da Júlia Mello Schnorr de Cruz Alta. Ela pegou o gosto por viajar desde pequena com as empreitadas do pai. Hoje, ela é formada em história e se prepara para embarcar para o Marrocos, onde vai trabalhar numa ONG. Apesar da jovem de 24 anos nunca ter ido ao país africano, ela já consegue imaginar os choques culturais com que vai se deparar por lá. Vamos esperar pra saber!


Júlia em Barcelona em 2008, quando ficou hospedada na casa de um Mexicano


“Acredito que já nasci na estrada. Sou filha de um pai viajante e me acostumei com as viagens realizadas com pouco orçamento. Quando eu tinha três anos minha família realizou uma longa viagem que durou 40 dias e chegamos ao nordeste brasileiro, sendo que saímos de Santa Catarina. Minha primeira viagem sozinha foi para o Uruguai e embora eu tivesse 17  anos, consegui planejar a viagem de forma independente. Depois dessa viagem, eu hospedei mochileiros em minha casa e utilizei-me do serviço da rede social Hospitality Club para conhecer Barcelona. Atualmente as pessoas me procuram quando vão realizar alguma viagem, seja para escolher locais, saber as furadas ou saber onde se hospedar. E eu gosto bastante disso.


A próxima viagem vai ser um tanto mais ousada: vou ficar 6 semanas vivendo com uma família marroquina na cidade de Rabat, capital do Marrocos. Irei trabalhar numa ONG que ajuda adolescentes a discutir a AIDS. A minha participação será fazer com que grupos de jovens vençam o tabu de falar sobre a doença. O destino africano não foi minha escolha, mas sim do meu amigo Ramon, que adora países exóticos. Ele vai fazer um intercâmbio de três meses no interior da Rússia e Polônia e me indicou o país africano. O pouco que conheço do Marrocos me foi representado pela novela ”O Clone”, mas acredito que a realidade que irei encontrar vai ser um tanto distinta, até porque investiguei na internet e descobri bastante coisa sobre esse país.



Como não sei falar árabe, vou investir no francês, espanhol, inglês, português, ou seja, no que der e precisar. Me avisaram que os comerciantes marroquinos falam muitas línguas e que é imprescindível pechinchar, e sem vergonha alguma. O Marrocos é um país com bastante diversidade. A maioria dos habitantes fala árabe, mas há uma grande ocidentalização, já que o país foi um protetorado francês durante anos’. A geografia é exuberante: praias, deserto do Saara, montanhas e gelo. No inverno deles, a previsão é que faça de 10 a 20ºC, então estou tranquila em relação ao calor, embora tenha que tomar cuidado com outros aspectos, como a água da torneira.

O aconselhável, embora seja o mais caro, é comprar água engarrafada. Há choques culturais que irei enfrentar, como a proibição da homossexualidade. No Marrocos, a diversidade sexual é crime e dá cadeia. Acredito que parte principal das viagens não é o turismo e sim a convivência. Irei me esforçar para conviver com os habitantes e aprender seus costumes e parte da sua cultura.”

Já imaginou estagiar em três continentes com tudo pago?

12 de dezembro de 2010 0


Estão abertas as inscrições para o concurso Global Intern da Education First (EF). O público-alvo são universitários  de todas as partes do mundo, com idade a partir dos 18 anos.  Serão três ganhadores: um das Américas, um da Ásia e um da Europa. O prêmio é nada mais do que um estágio de três meses em três cidades, em três diferentes continentes. Ainda quer mais? o vencedor, além da experiência profissional em três cantos diferentes do mundo, ainda terá todas as despesas pagas: acomodação, passagens aéreas e alimentação.


Para participar é facil, corra para o site do Global Intern, envie seu currículo e um vídeo de até três minutos dizendo “como esse programa de estágio moldará seu futuro?”. As inscrições vão até o dia 14 de janeiro de 2011.



Nas areias árabes

09 de dezembro de 2010 2

Na contramão dos destinos preferidos por intercambistas, nossa estudante solta pelo mundo de hoje optou pelo Oriente Médio. Para Carolina Dalla Chiesa, aluna de administração da UFRGS de 23 anos, estudar fora esteve sempre ligado à curiosidade de conhecer países mais inusitados. A jovem conseguiu, através da Aiesec de Porto Alegre, uma vaga para trabalhar em uma ONG no Omã e está descobrindo um lado da cultura mulçulmana que não é muito divulgado por aqui:


Carolina na Jebel Shams, a maior montanha do Golfo. “Fiz uma trilha e camping para chegar à montanha. Depois de 6 horas caminhado, não chegamos na montanha e nos perdemos.”

“Lembro que antes de vir para Omã as pessoas me olhavam como se eu fosse louca: para que ir para um lugar que ninguém conhece, cuja língua você não fala e além disso, muçulmano? A imagem que vem à cabeça das pessoas quando falamos em árabes, são imagens de extremistas religiosos e guerras em nome de Allah. O segundo motivo de espanto das pessoas, tratava-se de quando eu dizia: vou trabalhar numa ONG que desenvolve projetos para mulheres se inserirem nas eleições.

Confesso que no início fiquei com medo, graças às várias informações negativas que recebemos sobre os países árabes. No entanto, o que encontrei foi um povo extremamente receptivo e pacífico. Omanis têm orgulho de respeitarem as outras culturas e serem bastante hospitaleiros. Além de tudo, omanis AMAM brasileiros e tudo que vem do Brasil!


Os camelos ficam assim, caminhando no meio da estrada. Tem que cuidar pra não atropelar


Não, não preciso usar burca. Não, nem véu.

Ao contrário do que se pensa, nem todos os países islâmicos seguem uma interpretação rígida da religião. Mesmo aos muçulmanos omanis, reserva-se o direito de alguém querer ou não usar as véu ou não. Para mim, intercambista, não é necessário usar nada disso. Eu tenho certeza de esta tem sido a melhor experiência de trabalho que já tive. Esses sete meses em um país bastante diferente tem superado mais que as expectativas. O povo omani é legal, o trabalho é ótimo, a estrutura do país é excelente, e o sol do Golfo está bem menos intenso nessa época.

Recomendo Omã. Muito. E mais que isso, recomendo fazer intercâmbio.”

Alemanha, sempre uma estreia

06 de dezembro de 2010 2

Para inaugurar nossas participações de intercambistas espalhados pelo mundo, hoje, temos o relato da Bibiana Nilsson, estudante de jornalismo da UFRGS, de 29 anos. A Bibiana está em Hamburgo, na Alemanha, estagiando em um portal que auxilia no aprendizado de línguas estrangeiras. Não é a primeira aventura dela em terras germânicas, mas a gente torce para que essa experiência seja um pouquinho menos conturbada que a primeira!

Bibiana (no meio) e sua equipe multicultural após a decoração do escritório para o Natal

“Eu já tinha vindo à Alemanha duas vezes. Na primeira delas, quebrei a coluna e passei dois meses entre hospitais e clínicas de reabilitação. Foi minha primeira viagem ao exterior, minha primeira “quebra de alguma parte do corpo” e minha primeira jornada por hospitais. Na segunda vez, fiz meu primeiro mochilão em grupo por um país. E agora é a primeiríssima vez que faço um estágio em terras não-tupiniquins. Não é uma estreia 100%, mas ainda é uma estreia.

Há seis semanas estou trabalhando no portal bab.la, um site multilíngüe, com dicionários, testes, fóruns e outras ferramentas para auxiliar no aprendizado de idiomas – do Alemão ao Sueco. Evidentemente eu sou a responsável pela parte referente ao Português (Port.-Inglês, Port.- Alemão e Port.- Espanhol), o que é um grande desafio. Além de cuidar do conteúdo também trabalho com marketing online – outra novidade – o que faz com que minhas oito horas de trabalho diário terminem com a mesma velocidade com que a luz do dia desaparece por aqui no inverno.

Tem sido uma experiência muito enriquecedora, ainda que bastante difícil de vez em quando. Apesar de a empresa ser nova e repleta de estrangeiros (cada um responsável por um idioma), o sistema alemão de trabalhar é um pouco mais rígido e sisudo do que nosso jeitinho brasileiro. Junte isso à saudade do sol e de casa, ao cansaço pela troca de língua, continente e clima e… tem-se o humor de um intercambista: cheio de altos e baixos. Por outro lado, a parte ótima: tenho aprendido muito, inclusive sobre mim mesma, e convivido com pessoas de todos os continentes, o que amplia ainda mais meus horizontes – para a minha imensa felicidade.

Ainda pretendo aproveitar um pouco mais essa experiência de “trabalhar fora”; depois desse período na Alemanha, quero partir para algum outro destino, provavelmente algum país africano ou asiático. Sinto que preciso de uma aventura ainda maior, que vire de cabeça para baixo minha maneira de enxergar o mundo. Sei que o desafio vai ser grande, mas… e a gente vive pra quê, afinal de contas?”

E se você está estudando fora do Brasil e também quer enviar o seu relato, deixe um recado nos comentários ou entre em contato pelo e-mail: bruna.amaral@zerohora.com.br