22 jun11:05

Reflexos da operação padrão dos auditores fiscais ainda são tímidos em Itajaí

Por Jornal de Santa Catarina

Os reflexos da operação padrão dos auditores fiscais da Receita Federal ainda são tímidos na cidade, porém preocupantes. A movimentação portuária mantém o ritmo, mas o desembaraço das mercadorias está bem mais lento. A operação nacional começou esta semana e a categoria reivindica reajuste salarial de 30,18% e melhores condições de trabalho.

Para o presidente do Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de Santa Catarina (Sindaesc), Marcello Petrelli, a demora na liberação dos produtos é situação mais delicada para os importadores. Muitos deles dependem da carga para a geração interna de renda.

– Nós estamos com cerca de 10 dias de atraso nas liberações. Cargas que antes levavam em média cinco dias para serem desembaraçadas, agora chegam a levar até 15 dias – afirma Petrelli.

Presidente das Agências de Navegação Marítima e Comissárias de Despachos do Estado de Santa Catarina (Sindasc), Eclésio da Silva, fala que em Itajaí os armazéns de cargas ainda não estão superlotados, mas se a operação persistir, os prejuízos serão grandes.

São 60 auditores fiscais em Itajaí. A operação padrão implica em checagem de documentação e conferência física de todas as cargas – o que não ocorre normalmente e por isso provoca o atraso no despacho.

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