A Vara da Fazenda Pública de Itajaí concedeu liminar que suspende a demolição da Casa Mello, no Centro de Itajaí. A decisão, proferida no início desta tarde, foi dada em resposta a uma ação cautelar do Ministério Público.
A 10ª Promotoria havia pedido à Justiça a suspensão da demolição na quarta-feira. O casarão, que era tombado pelo Patrimônio Histórico de Itajaí desde 2005, teve o tombamento cancelado pelo Conselho de Patrimônio em abril.
A intenção do MP é avaliar em que circunstâncias ocorreu o cancelamento. Embora o casarão seja particular, seria demolido pela prefeitura de Itajaí com o argumento de que a estrutura, hoje mal conservada, coloca em risco transeuntes e propriedades vizinhas.
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Comente aquiNesta quarta e quinta-feira, agentes da Codetran estão no calçadão da Rua Hercílio Luz, no Centro de Itajaí, atuando na orientação de pedestres e ciclistas. A ação atende a um pedido da população e os 26 novos agentes de trânsito, que estão em treinamento, distribuem material informativo e abordam ciclistas que passam pedalando na Hercílio Luz, lembrando que o tráfego de bicicletas no local é proibido.
A Alfândega da Receita Federal do Porto de Itajaí impediu a entrada no Brasil de cerca de 20 toneladas de lixo hospitalar em um recinto alfandegado de Itajaí. Os materiais vieram da Espanha e a declaração de importação foi registrada no final do mês de abril.
A descoberta do lixo dentro de um contêiner ocorreu durante conferência física da Alfândega do Porto de Itajaí. A mercadoria chegou declarada como tecidos atoalhados de algodão.
A Receita Federal informou que está tomando os procedimentos cabíveis para a devolução da mercadoria ao país de origem. Esta é a terceira vez em oito meses que cargas de lixo são descobertas em contêineres descarregados no Porto de Itajaí.
RELEMBRE OS CASOS:
>> 02 de março de 2012: Receita Federal do Porto de Itajaí apreende 40 toneladas de lixo
>> 03 de setembro de 2011: Receita Federal vai investigar para onde ia lixo importado da Espanha
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Um dos peixes mais procurados pelas pessoas nesta época do ano já está disponível no Caminhão do Peixe. A tainha chegou esta semana e as primeiras unidades já foram vendidas. Ainda há pouca oferta da espécie, mas o Caminhão do Peixe está circulando pelos bairros de Itajaí carregado também de filé de pescada, sardinha, linguado, pescadinha, pargo e peixe d’água.
Nesta quinta-feira, o veículo segue para o Bairro Espinheiros, onde leva o pescado para a população do loteamento Santa Regina. Na localidade, a ‘peixaria móvel’ estará estacionada na Rua Marcos Antonio Muller, em frente ao C.E.I. Profª Márcia Maria Augusto Nunes.
Sexta-feira (25), o Caminhão do Peixe se desloca até o Bairro Vila Operária. Para comprar seu peixe para o almoço do fim de semana, você encontra o caminhão na Rua Eugênio Müller, na Praça 1° de Maio em frente à Igreja Nossa Senhora da Paz.
E no sábado (26), a programação semanal é concluída na comunidade da Nova Brasília, com o Caminhão do Peixe posicionado na Rua Marcos Castellan, em frente à Igreja Cristo Ressuscitado.
O Programa Peixe nos Bairros é uma ação desenvolvida pela Secretaria de Pesca e Aquicultura. Todos os dias de funcionamento, a venda inicia às 8h e segue enquanto houver peixes disponíveis à comercialização.
A Secretaria de Obras de Itajaí demoliu nesta quarta-feira duas casas abandonadas na Rua Duque de Caxias, na Vila Operária. As duas construções, que ficavam no mesmo terreno, estavam em péssimas condições de conservação e eram utilizadas por usuários de drogas. A limpeza da área deve ser concluída nesta quinta.
Comente aquiA Câmara de Vereadores inaugurou nesta quarta-feira a Sala da Transparência, aberta ao público. O espaço abriga toda a documentação histórica do Legislativo desde a primeira sessão da casa, em 15 de novembro de 1965.
A sala tem dois computadores com acesso à internet e um estagiário, para auxiliar nas consultas. A iniciativa atende à Lei de Acesso à Informação, aprovada em 2011.
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Comente aquiJá virou parte da paisagem dos últimos dias a forte neblina no amanhecer em Itajaí e Navegantes. E o repórter fotográfico do Jornal de Santa Catarina e clicRBS Itajaí, Marcos Porto, registrou o nevoeiro em nosso cenário de pesca e atividade portuária.
Patrícia Auth, Jornal de Santa Catarina
O crescimento vertical de Itajaí é facilmente percebido. Até mesmo nos bairros conhecidos pelas antigas casas construídas em grandes terrenos, como o São João, os edifícios começam a aparecer. O sinal da modernização das moradias não faz crescer somente os números da construção civil. A quantidade de denúncias de maus-tratos contra animais também aumentou. Do alto dos prédios, a comunidade começou a enxergar irregularidades, até então escondidas.
– Muitas pessoas se preocupam só com os animais abandonados, mas existem problemas dentro das casas também. Por trás dos muros, há muita maldade contra os animais. A partir do momento que as torres começaram a ser levantadas entre as casas, as denúncias se tornaram frequentes – conta o diretor da defesa animal da Fundação do Meio Ambiente de Itajaí (Famai), Roberto Pereira.
Desde o início deste ano, a Famai recebe entre oito e 12 ligações de denunciantes por dia. Pereira esclarece que não existe uma região específica com maior quantidade de casos. Os maus-tratos ocorrem em todos os bairros da cidade, a maioria envolvendo cães. Mas também há registro de agressão contra gatos e cavalos.
– Geralmente são animais que ficam muito tempo presos, sem comida, sem água e ao relento. Há casos também de coleiras muito apertadas e espaços pequenos demais para a locomoção.
Todas as denúncias são checadas pela Famai. Segundo o diretor, alguns casos são resolvidos com orientação aos donos dos animais. Em outros, notificações para esclarecimentos são emitidas. Nos flagrantes mais graves, a Polícia Militar é chamada para dar apoio e o animal vítima de maus-tratos é recolhido.
Itajaí conta com um canil municipal para atender os casos de recolhimento. Atualmente, são 300 animais no local. Destes, 248 são cães, 50 gatos e dois cavalos. Lá, os animais são cuidados por veterinários. Depois de saudáveis, vacinados e castrados, os cães e gatos ficam à disposição para adoção da comunidade. O canil fica na Rua Manoel Bernardes, no Bairro Itaipava. Pela Rodovia Antônio Heill, o acesso é pela rua ao lado da Casa para Idosos Quatro Estações.
>> ONG de Balneário Camboriú recebe animais vítimas de violência
| DENUNCIE |
| - Se você presenciar agressão contra animais chame a Polícia Militar pelo 190 |
| - As demais denúncias devem ser feitas nas secretarias ou fundações municipais do meio ambiente. Em Itajaí, os telefone são (47) 3348-8031 ou 0800 647-8031. Na cidade de Balneário Camboriú os telefones são (47) 3367-7066 e (47) 8883-7592 |
Em Balneário Camboriú, os animais vítimas de maus-tratos são recolhidos pela ONG Viva Bicho. Atualmente são 700 cães e gatos no local. Todos retirados das ruas ou de casas que não ofereciam ambiente propício para o crescimento e desenvolvimento do animal.
– O principal problema ainda é o abandono. Nas ruas, os cães se reproduzem sem controle, aumentando a preocupação das instituições – diz a presidente da ONG, Maria Rejane Medaglia.
Mesmo promovendo feiras de adoção com frequência, a ONG recebe uma grande quantidade de animais. Quase toda a semana, novos cães e gatos vítimas de maus-tratos chegam ao abrigo.
| Serviço |
| Interessados em adotar animais podem acessar o site www.vivabicho.org ou ainda telefonar para o (47) 3263-1020. Quem quiser ajudar também pode doar ração e materiais de limpeza. |
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Na lei |
| Saiba o que são considerados maus-tratos contra animais: |
| - Qualquer tipo de agressão |
| - Envenenamento |
| - Abandono |
| - Mantê-los presos em correntes curtas e apertadas ou em lugares pequenos demais |
| - Deixá-los em ambientes sem higiene, ao relento ou sem alimentação e água |
| - Não prestar auxílio devido em caso de doença |
| Pena prevista |
| - Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos: detenção de três meses a um ano e multa. A pena é aumentada de um sexto a um terço quando ocorre morte do animal. |
| Fonte: Artigo 32 da Lei Federal Nº 9605/98 contra Crimes Ambientais |
Dagmara Spautz, Jornal de Santa Catarina
Entre os milhares de edifícios que se erguem na orla, o mercado da construção civil parece ter encontrado um novo espaço para crescer. Nos últimos cinco anos, hotéis têm sido derrubados para dar lugar a residenciais. O fenômeno atinge a rede hoteleira mais antiga, que enfrenta um dilema: ou investe em modernização, apesar da sazonalidade das hospedagens, ou resiste ao apelo dos construtores.
O negócio mais recente envolveu o Hotel Camboriú Palace, com 45 anos de história, e a construtora Embraed. Desde o início do mês, o prédio vem sendo desocupado e os 32 empregados foram demitidos. Mário Sieverdt, ex-proprietário do hotel, diz que cansou do negócio:
– De 20 anos para cá, surgiram hotéis demais. Há muita oferta, e a procura não é tão grande. Ter hotel não é mais tão rentável.
A falta de mão de obra e os custos com pagamento de impostos e manutenção estão entre os principais motivos que levam os proprietários a cederem às propostas dos construtores. Segundo o Sindicato dos Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (Sindisol), pelo menos oito hotéis deram lugar à construção civil nos últimos cinco anos.
Construído na década de 1950, o Hotel Fisher, na Avenida Atlântica, é um deles. O prédio, adquirido pela Construtora Procave, começou a ser demolido há cerca de 10 dias. 
– A valorização imobiliária em Balneário Camboriú é muito alta, diferente de qualquer outro lugar. Recebo propostas toda semana, inclusive do exterior – diz Dirce Fistarol, gerente de hospedagem do Sindisol e proprietária de um hotel.
Se para os hoteleiros a venda pode ser uma boa alternativa, para os construtores é a oportunidade de conseguir um terreno grande, bem localizado, e de proprietário único.
– Sai mais caro porque não se compra só o terreno, mas o prédio. Muitas vezes é o hoteleiro quem procura o comprador – diz Carlos Haack, presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil de Balneário Camboriú (Sinduscon).
Empresário defende investimento e renovação
Rogério Rosa, proprietário da construtora Embraed, que nos últimos anos negociou três hotéis para transformá-los em residenciais, não pensa que a mudança na rede hoteleira impactue no turismo. Ele acredita na necessidade de renovação para manter a visitação na cidade.
– Balneário Camboriú assistiu nos últimos anos à morte silenciosa da figura do turista. Hoje temos veranistas, que têm apartamento na cidade. Para atrair os turistas precisamos de equipamento turístico e hotéis em locais aprazíveis – avalia.
>>> HOSPEDAGEM
> Redução no número de leitos preocupa especialistas
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