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Política

20 jun10:16

Câmara de Vereadores de Balneário Camboriú aprova aumento do número de parlamentares

Por Jornal de Santa Catarina

A Câmara de Vereadores de Balneário Camboriú aprovou na noite desta terça-feira, em primeiro turno, o aumento do número de parlamentares para o próximo ano. O legislativo passaria, então, de 10 para 13 cadeiras. Na votação, sete vereadores foram à favor e três contra: Moacir Schmidt e Fabrício de Oliveira, ambos do PSDB, e Claudir Maciel (PSD). A alteração no legislativo precisa ainda passar por outras duas votações.

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15 jun09:14

Bancada pede que Pavan concorra à prefeitura de Balneário Camboriú

Por Mayara Rinaldi – Diário Catarinense | mayara.rinaldi@diario.com.br

A bancada estadual do PSDB pediu ao ex-governador e presidente do partido, Leonel Pavan, para colocar seu nome na disputa pela prefeitura de Balneário Camboriú. Os tucanos têm como pré-candidato o ex-secretário regional Fabrício Oliveira, mas cresce a pressão para que Pavan concorra na eleição. Pavan já foi vereador, prefeito por três vezes em Balneário, deputado federal, senador e governador do Estado.


O ex-governador conversou com os deputados e com a executiva estadual do partido na tarde de ontem. Pavan disse que ainda não decidiu se concorre ou não. Contou que a convenção do partido no município foi adiada do dia 23 para o dia 30, para que o diretório tenha mais tempo para discutir.

– Eu não sei o que faço, mas a gente é movido pela política, pela paixão que a gente tem pela política – disse o ex-governador.

Os tucanos de Balneário Camboriú conversam com outros partidos como PSB, PPS e PSD para formar uma coligação e, segundo Pavan, eles também serão ouvidos sobre quem deve estar na cabeça de chapa – Pavan ou Fabrício. O ex-governador disse que se Fabrício Oliveira for candidato, a tendência é que outra sigla da aliança indique o vice.

– Se eu for candidato a prefeito a tendência seria ele (Fabrício) como meu vice – afirmou Pavan.

A eleição em Balneário Camboriú deve ser polarizada entre PSDB e PMDB. O atual prefeito, Edson Piriquito (PMDB), vai tentar a reeleição. De acordo com o deputado Dado Cherem, líder da bancada do PSDB, a executiva estadual definiu que não vai intervir na decisão do diretório municipal de Balneário. Na reunião de Pavan com a bancada e executiva, os tucanos discutiram também encaminhamentos em outras cidades do Estado.

Em Florianópolis, as lideranças estaduais decidiram não interferir na decisão do diretório municipal, que na última terça-feira definiu não ter candidatura própria e negocia apoio a outras siglas.

Em Blumenau, o PSDB e o PSD vão colocar candidatos a prefeito. Os tucanos trabalham no nome do vereador Napoleão Bernardes como pré-candidato, enquanto o PSD quer lançar o deputado estadual Jean Kuhlmann como sucessor do prefeito João Paulo Kleinübing.

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14 jun08:54

TRE de Santa Catarina lança vídeo sobre propaganda eleitoral

O Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina lançou umvídeo sobre propaganda eleitoral, que traz esclarecimentos sobre as condutas autorizadas e vedadas pela legislação para a eleição municipal deste ano. 

O material foi idealizado com o objetivo de orientar os partidos dos cuidados necessários com a propaganda eleitoral, que será permitida a partir de 6 de julho.

O vídeo ressalta a importância de se estar bem informado quanto à legislação que regulamenta a propaganda eleitoral para evitar o cometimento de alguma irregularidade, já que as multas são altas e, em alguns casos, o desacordo com as normas pode levar à cassação do mandato.

Com informações do Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina.

Assista ao vídeo:

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11 jun09:31

Partidos têm desafio de cumprir lei sobre candidaturas femininas

A regra que exige a participação de pelo menos 30% de mulheres nas chapas para eleições proporcionais levou às urnas em 2010 uma série de candidatas “laranjas”, aquelas que emprestaram seus nomes ao partido apenas para cumprir a legislação. Nas eleições municipais, esta será a primeira em que a norma será aplicada, e o desafio dos partidos de preencher a lista feminina deve ser ainda maior, especialmente em cidades pequenas. 

Candidata a deputada estadual em 2010 e presidente do PSD Mulher, Rose Bartucheski admite que há dificuldades em encontrar mulheres que tenham interesse em participar da vida pública. 

— As mulheres não estão mais aceitando preencher cotas, elas querem seu espaço com dignidade. 

No PSD, de acordo com o presidente estadual da sigla, deputado Gelson Merisio, há também o agravante de o partido ser recém-criado e ainda ter poucos filiados. 

— A participação da mulher na política ainda é um fato que é novo, de 10, 15 anos. Houve um aumento, mas ainda é bem aquém do que deveria ser — avalia Merisio. 

Para a deputada estadual Ada de Luca, terceira vice-presidente do PMDB, todos os partidos terão dificuldades nesta eleição porque dentro das próprias siglas as mulheres ainda precisam “travar lutas” para conseguir espaço. Ada acredita que a cota foi uma vitória feminina. 

Assim como ela, a pré-candidata a prefeita da Capital e presidente do PC do B, deputada Angela Albino, acredita que as cotas podem ajudar a aumentar a participação feminina na política, mas diz que essa precisa ser uma medida transitória. Angela afirma que vai conseguir cumprir a lei e que tem a preocupação de não usar “laranjas”. 

Mas a eficiência da medida de cotas é questionada inclusive por mulheres. A presidente nacional do PP-Mulher, Beth Tiscoski, diz que é contra e acredita que é preciso motivar as mulheres nos partidos. Ela disse que a sigla incentiva a participação feminina, mas que tem dificuldades em encontrar mulheres que queiram ser candidatas. 

A prefeita de Camboriú e secretária-geral do PSDB, Luzia Coppi, também concorda que os partidos devem aumentar a adesão das mulheres não apenas em ano eleitoral. 

— Tem que ser feita política partidária para chamar as mulheres, fomentar mais a participação das mulheres nos diretórios, chamá-las para as decisões e não lembrar só na época de campanha — afirma. 

A ministra Ideli Salvatti (PT) defende as cotas, mas acredita que a medida não é suficiente para garantir a participação. Mesmo reconhecendo que diversos partidos têm candidatas apenas para preencher a exigência legal, ela diz que já conheceu mulheres que aproveitaram a brecha e foram eleitas. 

— Muitas vezes isso pode acontecer e acontece (laranjas). Mas ao fazer isso, muitos permitiram que mulheres que sequer tinham possibilidade de participar da política pudessem surpreender.

DIÁRIO CATARINENSE

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02 jun08:53

Aumento de acesso à internet em Santa Catarina muda perfil da campanha

Natália Viana, Diário Catarinense
As eleições deste ano, no Estado, têm tudo para ser online e mais próxima dos eleitores. Estudo elaborado pela Fundação Getúlio Vargas e Fundação Telefônica mostra que Santa Catarina é o quarto Estado brasileiro em número de domicílios com acesso à internet, atrás somente do Distrito Federal, São Paulo e Rio de Janeiro. Já entre os municípios, Florianópolis também aparece na quarta posição, perdendo para São Caetano do Sul (SP), Vitória (ES) e Santos (SP). 

O ativista pela liberdade do conhecimento Marcelo Branco, que coordenou a campanha na internet de Dilma Rousseff (PT) na última eleição, é otimista com relação à influência das redes sociais nas eleições. Para ele, o diferencial, em 2010, foi a participação dos eleitores, já que, do volume de conteúdos postados no segundo turno, 32% vieram de empresas de comunicação, 30% dos eleitores e 20% das coordenações de campanha. 

Na avaliação de Branco, as redes sociais serão muito mais importantes nesta eleição do que em 2010: 

— Acho que será decisivo. Claro que a internet não ganha eleição sozinha, mas pode desequilibrar, consolidar candidatos que estão na frente ou dar visibilidade a uma terceira via. 

Mas nem todos são tão otimistas. O publicitário Fábio Veiga, responsável pela coordenação da campanha do governador Raimundo Colombo (PSD), afirma ter “muitas dúvidas” quanto à eficácia das redes sociais nas eleições do Brasil. Para ele, é preciso desmistificar a eleição de Barack Obama, já que o democrata não era apenas um candidato, mas “uma causa, um fenômeno”. 

O publicitário Carlo Manfroi, especialista em marketing digital, também destaca o fato de Brasil e Estados Unidos terem condições políticas, econômicas e culturais diferentes. Mas acredita que, em 2012, as redes sociais podem fazer a diferença. 

Pecados da campanha virtual 

Twitter, Facebook, YouTube, Instragram, Foursquare e até o pioneiro Orkut. Não faltam ferramentas para que os políticos se relacionem com os eleitores. E os partidos políticos já perceberam esta tendência e apontam as redes sociais como um dos destaques desta eleição. 

Independentemente do tamanho do município, a internet seduz os pré-candidatos por ser uma mídia que atende a um grande número de pessoas a um custo mais baixo do que a televisão. Mas os especialistas alertam que uma campanha feita para as redes sociais precisa seguir as características deste meio. 

Para Marcelo Branco, um pecado que não pode ser cometido é pensar a campanha da internet de forma amadora. De acordo com ele, o candidato precisa investir na contratação de profissionais. 

A coordenadora do curso de pós-graduação em Mídias Digitais da Faculdade Estácio de Sá, Luciana Manfroi, também reforça que não há mais espaço para amadorismo. 

— É imprescindível que se contrate profissionais que sejam especialistas em mídias digitais. Muitas empresas já erraram na internet, e esses erros foram divulgados pelas redes sociais, alguns virando até um viral. Se grandes empresas, com profissionais de marketing de ponta, erram, imagine o que pode acontecer com um político que acredita que poderá postar ou tuitar sozinho? — questiona Luciana. 

Fábio Veiga avalia que um erro que o candidato não pode cometer é terceirizar suas opiniões. O entendimento é de que é necessário evitar mensagens “unidirecionais”, sendo que o político precisa ouvir os internautas e interagir. 

O relações públicas Gustavo Canova, que atua na área de comunicação política, também acredita que nas redes sociais o candidato não pode ser exclusivamente político, mas ter interações típicas dos usuários, como curtir fotos e postar comentários. 

Para o publicitário Carlo Mafroi, também pega mal tentar “forçar a amizade” e também ser um “twitteiro metralhadora”, que dispara um tuite por minuto. 

— Isso ninguém tolera. É preciso saber o tom de cada rede para se comunicar com eficácia.

DIÁRIO CATARINENSE

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01 jun08:53

Adversários no plano nacional, PSDB e PT podem se unir para disputar prefeitura de Itajaí

Em Itajaí, a tendência de buscar alianças para tentar a vitória nas urnas ganhou contornos inusitados. Pelo menos dois partidos rivais no cenário nacional, PT e PSDB, consideram a possibilidade de fazer dobradinha no pleito municipal.  Os dois têm pré-candidatos — Níkolas Reis (PT) e Deodato Casas (PSDB), que podem se aliar.

A parceria, que ainda está em fase de negociações, visa a enfrentar o prefeito Jandir Bellini (PP), que governa o município pela terceira vez e tentará a reeleição. Bellini tem a seu favor uma ampla aliança que conta com DEM, PR, PMDB, PPS, PDT, PSD, PRT, PTB e PDC. Segundo ele, são partidos que têm as mesmas ideias e que garantiriam a continuidade do plano de governo.

Um deles, porém, ensaia uma possibilidade de ter candidato próprio. Luiz Carlos Pissetti (DEM), presidente da Câmara de Vereadores e comandante do partido na cidade, já deixou o nome à disposição. E as conversas, para firmar aliados, têm incluído tanto partidos da situação quanto da oposição.

Outro que pretende firmar candidatura é o vereador Marcelo Werner (PC do B), que hoje faz parte da bancada de oposição na Câmara. PRP e PRB também estudam avaliam candidaturas próprias, Dolor da Silva e Antônio Carlos Moon, respectivamente. A expectativa é que, a partir das convenções dos partidos, no próximo mês, as parcerias comecem a se consolidar.

:: Assuntos que serão pauta na campanha

Saúde

Melhorar o atendimento na saúde pública está na pauta dos pré-candidatos. As soluções vão desde a instituição de prontuário eletrônico, para otimizar os tratamentos, até a construção e conclusão de novas unidades de atendimento — de postos de saúde a mais leitos em hospitais.

Mobilidade Urbana

Facilitar o trânsito em Itajaí está entre as prioridades nos planos de governo. Ciclovias interligadas por todo o município, que aumentariam a segurança dos ciclistas, estão lado a lado com a proposta de anéis viários na Avenida Contorno Sul e na Rua Reinaldo Schmithausen, duas das vias mais movimentadas da cidade.

Economia

A Resolução 72, que unificou a alíquota de importação em transações interestaduais, deve impactar diretamente na economia de Itajaí. Pode estar no aumento da competitividade do porto — que inclui ações de infraestrutura — e na diversificação de atividades, como as de caráter tecnológico, um caminho para melhorar a saúde financeira do município.

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01 jun08:43

PMDB e PSDB devem polarizar a disputa em Balneário Camboriú

O cenário pré-eleitoral de Balneário Camboriú conta com dez nomes na corrida pela prefeitura, mas a principal disputa no município deve ser polarizar entre PMDB e PSDB. O atual prefeito, Edson Renato Dias (PMDB), o Piriquito, vai tentar a recondução ao cargo. No lado dos tucanos, o nome ainda não está definido. Embora o ex-secretário de desenvolvimento regional de Itajaí, Fabrício Oliveira, seja considerado o pré-candidato “oficial”, o ex-prefeito e ex-governador Leonel Pavan ainda é considerado, nos bastidores, um nome provável.

Outros partidos que também possuem nomes para a prefeitura ainda estão em negociação para formar coligações. Os apoios de DEM, PR, PT e PDT são cobiçados pelo PMDB. Claudio Dalvesco, atual vice-prefeito, é pré-candidato pelo PR. O PT está entre o ex-ministro da Pesca, Altemir Gregolin, e a doutora em educação Marisa Zanoni Fernandes. Pelo DEM, está no páreo o vereador Orlando Angioletti.

O PSD poderá representar uma terceira via na disputa. Os vereadores Dão Koeddermann e Claudir Maciel são pré-candidatos do partido, mas a sigla conversa com o PSDB e pode apoiar o tucanato caso se confirma a candidatura de Pavan. O PP também conversa com o PSDB. Fábio Flor, atual secretário municipal da Fazenda, é o pré-candidato da legenda.

:: Assuntos que serão pauta na campanha

Saúde

Todos os partidos consideram a saúde prioridade em Balneário Camboriú. O único hospital público da cidade, o Ruth Cardoso, está sob intervenção municipal desde o mês de abril. As suspeitas de irregularidades na administração da unidade hospitalar _ de responsabilidade da ONG Cruz Vermelha desde quando abriu, em outubro de 2011 _ viraram motivo de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Câmara de Vereadores.

Turismo

Os pré-candidatos falam em planejar melhor o turismo de Balneário Camboriú, que é atualmente a base da economia da cidade. A Praia Central, com a orla repleta de restaurantes, bares e casas noturnas, atrai milhares de visitantes na temporada de verão. Os partidos querem buscar novos atrativos turísticos e tornar Balneário Camboriú foco dos turistas também na baixa temporada.

Educação

Assim como a maioria das cidades da região, Balneário Camboriú também sofre com a falta de vagas em escolas públicas, especialmente nas creches, que compreende o ensino de crianças de zero a seis anos. A educação é tema de campanha dos partidos políticos municipais, que prometem investir na melhoria e ampliação do ensino fundamental da cidade.

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26 mai14:28

Candidatos de 39 cidades de SC podem ganhar espaço no horário eleitoral

São José, Jaraguá do Sul, Tubarão, Balneário Camboriú e outras 35 cidades catarinenses podem ganhar horários eleitorais personalizados na televisão aberta. A novidade depende de uma resolução que está sendo discutida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que garantiria o espaço para os candidatos das cidades com mais de 20 mil eleitores.

Atualmente, apenas as cidades com sede de emissoras contam com horário eleitoral televisivo próprio. Em Santa Catarina, são apenas nove: Florianópolis, Joinville, Blumenau, Criciúma, Itajaí, Lages, Chapecó e Xanxerê. Essa realidade faz com que, por exemplo, os eleitores da cidade de São José — o quarto maior colégio eleitoral do Estado — tenham que assistir aos candidatos de Florianópolis na propaganda política.

Pela proposta, nas cidades que contarem com mais de uma emissora, apenas uma transmitiria o programa de sede e as demais ficariam encarregadas dos demais municípios da região que tivessem mais de 20 mil eleitores. A definição sobre qual cidade seria responsabilidade do canal seria feito através de acordo entre as emissoras e o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) ou por um sorteio que levaria em conta critérios como a audiência.

A resolução diz que a ampliação é limitada às possibilidades técnicas. Em Santa Catarina, por exemplo, existem apenas 18 emissoras de televisão aberta, cinco delas localizadas em Florianópolis. Seria o suficiente para garantir horário eleitoral em São José, Palhoça, Biguaçu e Tijucas. Em Joinville, por sua vez, são apenas duas emissoras. Por isso, poderia ser garantido espaço a apenas uma cidade extra — que poderia ser São Francisco do Sul, Barra Velha ou São Bento do Sul, por exemplo.

A mudança na regra já tem o voto favorável do relator, o ministro Arnaldo Versani. A presidente do TSE, Carmen Lúcia, pediu vista — mais tempo para analisar a questão — e a proposta deve voltar à pauta até o final de junho. O tema também deve entrar em discussão na próxima reunião de Carmen Lúcia com os presidentes dos TREs, marcada para 4 de junho.

O tema tem sido tratado com cautela tanto pelas emissoras quanto pela Justiça Eleitoral, porque a aprovação da medida levaria à necessidade de fortes adaptações a menos de três meses do início do horário eleitoral gratuito, programado para 21 de agosto.

Além disso, os juízes eleitorais passariam a ter que fiscalizar o cumprimentos das regras legais em 1.114 municípios de todo o Brasil, que é a estimativa de número de cidades que contariam com propaganda política na TV. O TRE de Santa Catarina não se manifesta sobre o tema antes da decisão de Brasília.

A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Acaert) tem acompanhado atentamente a questão e reconhece o mérito da proposta, mas diz que a mudança pode acabar atrapalhando o eleitor mais do que ajudar.

— Há também a possibilidade de confusão para o eleitor, que pode ter dificuldade para descobrir onde assistir o horário eleitoral com os candidatos de sua cidade — afirma o assessor de assuntos legais da Abert, Rodolfo Ma­­chado Moura.

A entidade participou das discussões sobre a resolução no TSE e conseguiu mudanças na proposta original, que aplicava a regra para cidades com mais de 10 mil eleitores e incluía a transmissão dos programas eleitorais das emissoras de rádio — no caso, para municípios com mais de 5 mil eleitores.

DIÁRIO CATARINENSE

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24 mai16:27

População poderá opinar sobre número e salário de vereadores em Balneário Camboriú

A Câmara de Vereadores de Balneário Camboriú abriu consulta popular para saber a opinião da população sobre o número ideal de parlamentares a partir de 2013.

Na enquete, o internauta pode responder a duas perguntas:

‘Você acha que o número ideal de vereadores para Balneário Camboriú?’

‘A Lei determina que o subsídio dos vereadores seja fixado de uma legislatura para outra. Você acha que os novos vereadores, a partir de 2013, deverão ter os seus salários: Com aumento ou Com reajuste legal?’

Atualmente, a câmara de Balneário Camboriú conta com 10 vereadores. No ano passado, um projeto que previa o aumento para 17 cadeiras foi retirado da pauta do Legislativo.

>>>  A enquete pode ser acessada aqui

Leia mais:

Decisão sobre número de vereadores em Balneário Camboriú poderá caber à justiça


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24 mai09:57

Câmara de Vereadores de Balneário Camboriú inaugura Sala da Transparência

A Câmara de Vereadores inaugurou nesta quarta-feira a Sala da Transparência, aberta ao público. O espaço abriga toda a documentação histórica do Legislativo desde a primeira sessão da casa, em 15 de novembro de 1965.

A sala tem dois computadores com acesso à internet e um estagiário, para auxiliar nas consultas. A iniciativa atende à Lei de Acesso à Informação, aprovada em 2011.

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