A Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive) de Santa Catarina confirmou a quarta morte por Gripe A no Estado. A vítima é um home de 62 anos, do município de Vitor Meireles, no Vale do Itajaí. De acordo com o diretor da Dive, Fábio Gaudenzi, o homem estava doente desde o dia 17 e não tinha tomado vacina contra a gripe.
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O terceiro óbito em decorrência da doença foi divulgado na terça-feira. A mulher, de 49 anos, era moradora da cidade de Rio do Campo, no Alto Vale do Itajaí. Na sexta-feira, um homem de 52 anos, de Blumenau, Vale do Itajaí, tanbém morreu por complicações da Gripe A. Ele estava internado no Hospital Santa Isabel.
A morte de uma criança de dois anos fez de Itajaí a primeira cidade a registrar um óbito causado por gripe A em Santa Catarina em 2012. Luana Morais Antunes morreu no no dia cinco, três dias após a contaminação pelo vírus H1N1 ter sido diagnosticada.
Segundo os dados atualizados diariamente no site da Dive, Santa Catarina tem 26 casos confirmados de Gripe A este ano.
Vacinar é preciso
O secretário-adjunto de Estado da Saúde, Acélio Casagrande e o diretor de Vigilância Epidemiológica (DIVE), Fábio Gaudenzi Faria, reforçaram a importância da população procurar os postos de saúde para se vacinar contra a gripe (Influenza), cuja campanha termina na sexta-feira.
A meta é atingir 80% da população alvo (pessoas com 60 anos ou mais, trabalhadores de saúde, povos indígenas, crianças entre seis meses a dois anos e gestantes). A vacinação também foi estendida à população prisional.
Segundo o secretário-adjunto, a vacina não tem contra-indicações, sendo sua reação febre baixa e mal estar. Casagrande disse ainda que, após o início das campanhas de vacinação, o número de internações hospitalares e até mesmo mortes por infecções respiratórias tiveram sensível redução nos últimos anos.
DIÁRIO CATARINENSE
A Campanha Nacional de Vacinação Contra Gripe A termina nesta sexta-feira, e Santa Catarina ainda não conseguiu atingir a meta de vacinar 80% do público alvo. Em entrevista coletiva na manhã desta quarta-feira, o Secretário-Adjunto de Estado da Saúde, Acélio Casagrande, e o Diretor da Vigilância Epidemiológica, Fábio Gaudenzi de Faria, informaram que um novo caso da doença foi registrado na cidade de Biguaçu. Até agora 15 casos foram confirmados e três pessoas morreram em decorrência da gripe, nas cidades de Blumenau, Itajaí e Rio do Campo.
A secretaria estadual de saúde está aplicando medidas contra a proliferação do vírus por meio de monitoramento e restrição do contato com pessoas contaminadas, hábitos de higiene por parte dos profissionais da saúde, e monitoramento de leitos de UTI.
De acordo com o infectologista Luiz Escada, é fundamental lavar as mãos para evitar que o vírus se espalhe, e tomar a vacina antes do inverno começar. A vacina é eficaz em quase 90% dos casos, mas como o organismo leva cerca de 40 dias para produzir anticorpos contra o vírus AH1N1, é preciso se vacinar o quanto antes.
Devem procurar os postos de saúde: idosos a partir dos 60 anos, trabalhadores de saúde, crianças entre seis meses e menores de dois anos, gestantes em qualquer fase da gravidez e povos indígenas.
VIDA E SAÚDE
A Vigilância Epidemiológica de Itajaí confirmou em reunião com funcionários da Saúde que já são cinco casos de Gripe na cidade. O encontro ocorreu no fim da tarde desta quinta-feira.
Os três últimos registros são de um homem de 39 anos, que está internado no Hospital Marieta Konder Bornhausen; uma criança de 2 anos, que está no Hospital Infantil Pequeno Anjo; e uma outra criança de 11 anos, que estava internada, mas já voltou pra casa.
Com esses, o número de casos da doença em Santa Catarina chega a 12 desde o início do ano.
Na reunião em Itajaí foram discutidas medidas pra intensificar a prevenção à Gripe A. Entre elas está o reforço em procedimentos realizados nos postos de Saúde.
Na policlínica do bairro São Vicente, onde o movimento é maior, a circulação de pessoas com sintomas da doença aumentou em 40%. Quem chega, passa por uma triagem. Se apresentar sintomas como febre, vômito, tosse, o paciente é orientado a colocar máscara.
A distribuição do medicamento Tamiflu será ampliada para 15 unidades de Saúde (hoje são três as unidades que distribuem). Têm direito a tomar o remédio as pessoas que apresentam sintomas e pertençam a grupos de risco (idosos, gestantes, quem possui doenças crônicas).
Pra reforçar a vacinação, a Vigilância Epidemiológica de Itajaí vai montar postos de divulgação em pontos estratégicos da cidade.
Casos registrados em SC:
— Itajaí — 5
— Florianópolis — 2
— Tubarão — 2
— Joinville — 1
— Brusque — 1
— Tijucas — 1
>> Após novos casos de gripe A, Vigilância Epidemiológica alerta para a importância da vacinação
>> Menina de dois anos morre por complicações do vírus H1N1 em Itajaí
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DIÁRIO CATARINENSE
A Diretoria de Vigilância Epidemiológica confirmou no início da noite desta quinta-feira mais três casos de gripe A no Estado. Um em Tijucas e dois em Itajaí, que passa a ser a cidade com o maior número de contaminações pelo vírus H1N1 até agora.
O município já havia registrado outros dois casos desde o início do mês. Entre eles, o de uma menina de dois anos, que morreu em decorrência de complicações causadas pela doença. Foi o único óbito por H1N1 notificado em SC em 2012.
Luciana Amorim, gerente de imunização da Vigilância Epidemiológica, diz que o fato de Itajaí ter saído na frente no número de contaminações confirmadas pode ser explicado por um maior cuidado da população e dos profissionais da saúde:
_ Como a cidade registrou um óbito, pode ser que esteja havendo uma sensibilidade maior para fazer os exames. Mas só observando mais para sabermos se é isto mesmo, ou se o vírus está circulando mais no município.
Casos em SC, segundo a Diretoria de Vigilância Epidemiológica:
Itajaí – 4
Florianópolis – 2
Tubarão – 2
Joinville – 1
Brusque – 1
Tijucas - 1
Comente aquiO curso de Enfermagem da Universidade do Vale do Itajaí (Univali) realiza neste sábado, dia 19 de maio, a ação comunitária “Mulher bonita por dentro e por fora”. As atividades ocorrerão na Unidade de Saúde do Bairro Vila Real, em Balneário Camboriú, das 8h às 17h.
“A ação é voltada principalmente para mulheres que não podem se ausentar do trabalho durante a semana e deixam de comparecer a unidade de saúde”, ressalta Eleide Farhat, professora de Enfermagem e organizadora do evento.
Durante todo o dia, profissionais de saúde e acadêmicos vão oferecer o exame preventivo do câncer do colo do útero (papanicolau) e prestarão orientações sobre o autoexame para verificar a presença do câncer de mama. Na mesma ocasião, o grupo doutores da beleza, do curso de Cosmetologia e Estética, realizarão atividades como, design de sobrancelha, maquiagem e massagem.
A Estimativa 2012 do Instituto Nacional do Câncer, prevê que este ano ocorram 52.680 novos casos de câncer de mama e 17.540 novos casos de câncer do colo do útero. O câncer do colo do útero é o terceiro mais comum entre as mulheres e o de mama é o mais incidente.
“A procura pelo exame preventivo está muito baixa, especialmente pela mulheres trabalhadoras, em idade fértil. Fazer a consulta regularmente é importante, sobretudo porque a descoberta precoce aumenta as chances de cura nos casos de câncer”, alerta a enfermeira.
A ação tem o apoio da Secretaria Municipal de Saúde de Balneário Camboriú, do Centro Integrado de Solidariedade e Saúde (CISS) e do Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA).
Comente aquiO diretor da Vigilância Epidemiológica, Fabio Gaudenzi de Faria, responde às dúvidas enviadas por internautas a respeito da Gripe A. Em Santa Catarina, foram registrados oitos casos da doença e uma morte. Uma menina de dois anos, diagnosticada com o vírus H1N1, morreu após 14 dias internada em Itajaí.
Confira as respostas:
Tem chance deste ano de 2012 ter mais casos e mais mortes em decorrência da gripe A do em 2009, quando ocorreu a Pandemia?
Fabio Gaudenzi de Faria - Pelo monitoramento realizado até agora, a situação será bem melhor que 2009, quando tivemos mais de 3 mil casos confirmados para Influenza A H1N1.
Por que a Gripe A é mais grave que a gripe comum?
Fabio Gaudenzi de Faria - A gripe sempre pode ser grave. Independente do subtipo viral que a causa. Influenza A H1N1 não é caracterizada por uma maior gravidade, mas sim grupos que podem contrair a doença em um nível mais grave. Adultos jovens e gestantes têm uma tendência a maior gravidade nesse subtipo.
Há muitas restrições para tomar a vacina?
Fabio Gaudenzi de Faria - A vacinação é segura pois não utiliza vírus vivos, mas pedaços dos vírus. Com isso, a única contraindicação é quem possui reação alérgica grave a ovo ou reação alérgica à vacina.
Trabalho em uma empresa que oferece atendimento odontológico e médico. Gostaria de saber se posso tomar esta vacina no ambulatório da empresa.
Fabio Gaudenzi de Faria - Ambulatórios médicos de empresas não estão sendo contemplados pela campanha pública. Consultórios médicos também não serão contemplados.
Os sintomas da Gripe A são diferentes das outras gripes?
Fabio Gaudenzi de Faria - Não há diferença entre gripe por H1N1 e os outros vírus. Não tem como diferenciar pela clínica. Mas vale lembrar que qualquer subtipo do vírus pode causar doença grave e óbito.
Quem já teve a Gripe A está imune?
Fabio Gaudenzi de Faria - Os pesquisadores ainda têm uma certa dúvida quando a isso. Mas, aparentemente, com o passar do tempo, haveria uma queda da proteção e a pessoa poderia ter novamente a infecção.
Meu filho tomou a vacina no ano passado, hoje ele tem dois anos. Devo vaciná-lo novamente ou ele estaria protegido?
Fabio Gaudenzi de Faria - A vacinação de influenza deve ser anual. Como ele está fora do grupo prioritário da vacinação pública, você pode optar por vacinação em clínica privada.
Tenho lúpus e a minha imunidade é muito baixa. A vacina realmente funciona neste caso?
Fabio Gaudenzi de Faria - A vacina funciona, temos os dados de muitos anos de acompanhamento de idosos que revelam a diminuição no número de internações por doenças graves no inverno. Como você tem lúpus, pode receber a vacina em unidades de referência. Precisa apenas ter a indicação médica/receituário médico atestando a doença crônica.
Minha filha de três anos está gripada desde semana passada. Ela não teve febre, vômito e diarreia, mas mesmo assim estou preocupada, devo levá-la ao médico?
Fabio Gaudenzi de Faria - Sempre que o quadro é arrastado deve-se procurar o médico, pois ela pode estar com alguma complicação relacionada com as doenças viras de inverno.
Quais são os efeitos colaterais da vacina e até quanto tempo depois de se vacinar podem ocorrer?
Fabio Gaudenzi de Faria - A vacina pode ter reações locais, como dor e vermelhidão, normalmente com boa evolução. Sintomas gerais como febre e dor no corpo podem ocorrer. Raramente podemos ter reações graves, como alergias e doenças neurológicas.
Meu filho tem nove meses e vai tomar a vacina pela primeira vez, não tenho como saber se ele terá reação alérgica à vacina. Há risco?
Fabio Gaudenzi de Faria - Não há como prever reação alérgica grave. Como são muito raras, isso não impede de aplicar a vacina.
Minha filha está com febre. Ela pode tomar essa vacina? Ou devo esperar quantos dias após a febre para dar a vacina?
Fabio Gaudenzi de Faria - O ideal é esperar o término da febre para aplicar a vacina, evitando assim a confusão entre sintoma da doença atual e de uma reação vacinal.
Quem faz coleta de casos suspeitos de Gripe A?
Fabio Gaudenzi de Faria - A coleta é de responsabilidade da equipe de saúde onde o paciente está internado. Mas eventualmente a equipe de vigilância epidemiológica pode ajudar.
O clima de Santa Catarina colabora com o aparecimento gripe A?
Fabio Gaudenzi de Faria -Os locais com clima mais frio e úmido propiciam maior circulação/disseminação dos vírus com transmissão respiratória.
Quais clínicas particulares já têm disponível a vacina? É necessário requisição do pediatra?
Fabio Gaudenzi de Faria - Você pode procurar junto à Secretaria Municipal de Saúde do seu município as clínicas de vacinas particulares que são credenciadas, garantindo a qualidade da aplicação. Geralmente em clínicas privadas não é necessária a requisição médica.
Os casos que deram positivo para H1N1 foi de pessoas que tomaram a vacina?
Fabio Gaudenzi de Faria - Todos os casos confirmados este ano não tinham tomado a vacina na campanha.
Tomei a vacina há uma semana e tive dor e vermelhidão no local, além da pele ficar quente. Também tive dor de cabeça, dor nas costas, coriza e falta de força nas pernas e braços, devo procurar um médico?
Fabio Gaudenzi de Faria - A reação é considerada normal e não grave, mas sempre é prudente passar pela avaliação médica caso persistam os sintomas.
>> Após novos casos de gripe A, Vigilância Epidemiológica alerta para a importância da vacinação
>> Vigilância epidemiológica registra mais três casos de Gripe A
>> Estado já tem o mesmo número de casos de Gripe A registrado em 2011
>> Menina de dois anos morre por complicações do vírus H1N1 em Itajaí
>> Dia D: mutirão de vacinação contra a gripe começa em Santa Catarina
DIÁRIO CATARINENSE
Três novos casos de gripe A foram confirmados pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica do Estado nesta terça-feira à tarde. Os registros ocorreram em Brusque, Joinville e Florianópolis. Com estes, chega a oito o número de confirmações de contaminação pelo vírus H1N1 em Santa Catarina este ano. O Estado também já registrou um óbito, dia 5 de maio, em Itajaí.
O número de casos já ultrapassa o total de registros de 2011, quando houve cinco notificações de gripe A, e nenhuma morte. Ao que tudo indica, o vírus H1N1, que causou uma pandemia em 2009, voltou a circular com maior intensidade.
Uma conjunção de fatores teria colaborado para isto, segundo a pesquisadora Regina Célia Santos Valim, da Univali, que estuda doenças infecciosas e parasitárias. Entre eles, a demora para o início da campanha nacional de vacinação:
– Provavelmente uma diminuição da temperatura mais cedo que em outros anos facilitou a circulação do vírus. O ideal era que se iniciasse a vacinação mais precocemente, entre o fim do verão e o início do outono.
Ao contrário de outros anos, quando a vacinação iniciava entre os meses de março e abril, desta vez as vacinas começaram a ser aplicadas em 5 de maio. O atraso do laboratório responsável na entrega das vacinas ao Ministério da Saúde teria sido a causa da demora, segundo Luciana Amorim, gerente de imunização da Diretoria de Vigilância Epidemiológica do Estado.
Embora acredite que o ideal seria começar a vacinar mais cedo, Luciana não acredita que seja esta a explicação para o aumento no número de casos. A maioria das pessoas que contraíram o vírus H1N1, até agora, não faz parte dos grupos que são alvo da imunização. Os pacientes de gripe A em Santa Catarina têm de sete meses a 53 anos, e a média de idade é de 30 anos.
– O importante é que as pessoas que estão incluídas na campanha de vacinação não deixem para a última hora – alerta Luciana.
Enquanto cidades como Tubarão e Nova Itaberaba estão próximas de 100% de imunização, muitos municípios ainda estão abaixo da média estadual, que é de 47,65%. Em Itajaí, até ontem 42,3% da população alvo da campanha havia sido vacinada.
Segundo Luciana, todos os municípios foram abastecidos com o medicamento oseltamivir, usado no tratamento da gripe A.
| ONDE FORAM REGISTRADOS OS CASOS |
| - Florianópolis: 2 |
| - Itajaí: 2 |
| - Tubarão: 2 |
| - Joinville:1 |
| - Brusque:1 |
| Fonte: Diretoria de Vigilância Epidemiológica do Estado |
Dagmara Spautz, Jornal de Santa Catarina
Após a morte de uma criança de dois anos em 5 de maio, vítima de complicações causadas pela gripe A, o município registrou nesta segunda-feira o segundo caso da doença. Desta vez, trata-se de uma menina de sete meses, que chegou a ser internada no Hospital Universitário Pequeno Anjo, mas já recebeu alta e passa bem.
Segundo o médico infectologista Carlos Correa, diretor da Vigilância Epidemiológica de Itajaí, em todo o ano passado não haviam sido registrados novos casos da doença na cidade:
– A princípio, parece que há uma circulação maior do que no ano passado. Mas não é algo isolado em Itajaí.
Em todo o Estado, são cinco casos registrados neste ano – além dos dois de Itajaí, dois em Tubarão e um em Florianópolis. O número já é igual ao total de casos confirmados em 2011. Ano passado, não houve nenhuma morte em decorrência de contaminação pelo vírus da gripe A.
– Numa avaliação preliminar, parece que teremos um aumento na circulação do H1N1 novamente – diz Fábio Gaudenzi de Faria, diretor da Vigilância Epidemiológica no Estado.
Segundo Faria, não há motivo para que a população fique alarmada, já que o número de registros ainda é pequeno. Mas é importante investir na prevenção. Entre as medidas a serem tomadas está a vacinação, que na rede pública inclui idosos, gestantes e crianças.
Até ontem à tarde, Santa Catarina era o Estado campeão em vacinação no Brasil, com 44% da meta alcançada. Em Itajaí, o total de vacinações correspondia, ontem, a 38% do esperado.
Medidas de higiene, também são recomendadas para evitar a doença. Caso os sintomas da gripe apareçam, o ideal é procurar um médico.
– O mais importante é o diagnóstico precoce. Em caso de febre e tosse, deve-se procurar a unidade de saúde mais próxima – alerta Carlos Correa, da Vigilância Epidemiológica de Itajaí.
Entre os profissionais de saúde, uma possível elevação no número de casos de gripe A pode alterar os procedimentos na hora de atender os pacientes. A tendência é que as atenções sejam voltadas também a adultos jovens, vítimas potenciais de contaminação pelo H1N1.
| PREVINA-SE |
| - Lave as mãos com frequência |
| - Cubra a boca e o nariz com um lenço descartável ao tossir ou espirrar |
| - Descarte os lenços usados no lixo |
| - Se não tiver um lenço, tussa ou espirre no antebraço. Evite fazer isto nas mãos, que são importantes meios de contaminação |
| - Procure uma unidade de saúde e evite sair de casa se tiver sintomas de gripe |
| - Evite locais onde haja aglomeração de pessoas |
| Fonte: Diretoria de Vigilância Epidemiológica SC |
A Secretaria de Saúde de Itajaí recebeu, nesta segunda-feira de manhã, a confirmação do segundo caso positivo de gripe A - H1N1. Trata-se de uma menina com sete meses de idade que estava internada no Hospital Infantil Pequeno Anjo, devido a complicações respiratórias, mas já recebeu alta e está em casa. Na semana passada, uma menina de dois anos morreu vítima da gripe A.
A Diretoria de Vigilância Epidemiológica afirma que fez contato com a avó da criança e que seu estado de saúde é estável.
A 14ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza segue até o dia 25 de maio. Segundo levantamento da Secretaria de Saúde de Itajaí, foram vacinadas até o momento 8.211 pessoas, número correspondente a 34,27% da meta. Deste total, 1.737 são crianças menores de dois anos, 674 são gestantes, 740 trabalhadores da saúde e 5056 são idosos.
Todas as Unidades de Saúde municipais estão abastecidas com doses da vacina, para que a meta estabelecida pelo Ministério da Saúde - 23.953 pessoas – seja alcançada. O horário de atendimento é das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira, sem fechar para almoço.
Para o médico da Diretoria de Vigilância Epidemiológica, Carlos Manuel Corrêa, o maior desafio desta 14ª Campanha de Vacinação contra Influenza, é o alcance da meta entre os idosos.
- Por medo de alguma reação da vacina, os idosos não procuram as unidades de saúde e deixam de estar protegidos, ficando vulneráveis à doença - informa.
Em três dias de campanha de doação de sangue no mês de abril, a unidade móvel do Centro de Hematologia e Hemoterapia de Santa Catarina (Hemosc) recebeu quase 200 doações. O ônibus que percorre o Estado coletando sangue passou pela cidade nos dias 19, 24 e 26, e conseguiu efetivar 197 doações de sangue nos três dias de campanha.
Nesta semana o secretário Municipal de Saúde, Rafael Steiner Schroeder, recebeu um ofício do Hemosc, agradecendo a todos que organizaram, divulgaram e contribuíram para o sucesso da campanha no município. Para Diná Pinheiro, do setor de captação de doadores, mesmo com a chuva ininterrupta do último dia, as doações foram um sucesso.
- Experiências como esta nos emocionam e nos estimulam a investir cada vez mais no trabalho de conscientização e mobilização das comunidades - diz Diná Pinheiro.
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