Nesta quarta e quinta-feira, agentes da Codetran estão no calçadão da Rua Hercílio Luz, no Centro de Itajaí, atuando na orientação de pedestres e ciclistas. A ação atende a um pedido da população e os 26 novos agentes de trânsito, que estão em treinamento, distribuem material informativo e abordam ciclistas que passam pedalando na Hercílio Luz, lembrando que o tráfego de bicicletas no local é proibido.
As obras de recapeamento na BR-101, feitas pela Autopista Litoral Sul, estão provocando congestionamentos no sentido Norte da rodovia. Nesta quarta-feira, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), filas se formaram durante toda a tarde na região de Itapema.
Aos motoristas que enfrentarão a estrada, o pedido é de atenção. As obras seguirão até o fim de semana.
BLOG DO LITORAL
Comente aquiO departamento de Trânsito de Balneário Camboriú informa mudanças em algumas vias para esta terça-feira:
A Avenida Normando Tedesco, na altura da Rua 3900 estará interditada para a instalação da galeria da rede pluvial e rede de esgoto. Sendo permitido acesso para os moradores.
A Avenida Atlântica, entre as ruas 1500 e 2000, estará interditada devido a obras que ocorrem no local, sendo permitido acesso apenas para os moradores.
Na Avenida Atlântica, onde está sendo executado o projeto de canalização para a captação de água pluvial, o trânsito continuará em meia pista entre as ruas 1131 até a 1201, na altura da Rua 2300 até o Calçadão da Avenida Central, na Barra Sul, próximo a marina até a Rua 4800, e na Rua 3900 até a Rua 3700, sendo que na altura da Rua 3700 o trânsito está sendo desviado para a Avenida Marginal Leste.
O trânsito nas ruas 3700 e 3600, no sentido da Avenida Atlântica, está interditado, sendo permitido acesso apenas para os moradores.
Nas ruas Peru, Portugal e Rodésia, com a Avenida Martin Luther, no Bairro das Nações, estão ocorrendo obras de revitalização viária. Na Rua Paraguai o trânsito está interditado, sendo permitido acesso apenas para os moradores.
A Avenida Marginal Leste, para quem sai da BR 101, sentido centro, também está ocorrendo obras viárias, e a via está devidamente sinalizada.
Os agentes de trânsito acompanham as situações e solicitam aos condutores de veículos que dirijam com cautela, respeitando a sinalização existente nos locais.
Comente aquiDois carros capotaram na BR-470 na tarde deste domingo. O acidente ocorreu na altura do quilômetro 15, em Navegantes.
De acordo com informações preliminares da Polícia Rodoviária Federal, ninguém se feriu com gravidade. O trânsito está lento na região onde ocorreu o acidente.
JORNAL DE SANTA CATARINA
Comente aquiDois dias depois de o Ministério dos Transportes anunciar o cronograma para a duplicação da BR-470, o governo antecipou a conclusão do projeto-executivo de um dos trechos.
Em reunião nesta quinta-feira com o ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, representantes de municípios do Vale do Itajaí, parlamentares catarinenses e vereadores de Blumenau comemoraram o anúncio do adiantamento da obra no trecho entre a Rua Maringá, em Blumenau, até a ponte do Bairro Rio Morto, em Indaial _ o chamado lote 4.
O projeto-executivo da região, que seria finalizado em setembro, agora ficará pronto em julho. Com a decisão, a previsão é que o processo de licitação do lote 4 seja iniciado a partir de outubro. Já a duplicação do trecho está planejada para começar em fevereiro do ano que vem.
O projeto executivo dos demais trechos, conforme anunciado ontem pelo ministro Passos, serão finalizados nos próximos meses: agosto (lote 3), setembro (lote 1) e dezembro (lote 2). Os projetos preveem, até agora, 26 viadutos e oito pontes nos 74 quilômetros de duplicação, entre Navegantes e Indaial.
JORNAL DE SANTA CATARINA
Dagmara Spautz, Jornal de Santa Catarina
Crucial para a movimentação de cargas através do Porto de Itajaí, a Via Expressa Portuária, iniciada em 2010, ainda não tem prazo para sair do papel. A previsão era que todas as indenizações do primeiro trecho, que tem pouco mais de seis quilômetros, fossem pagas até dezembro. Mas a falta de documentação de parte dos imóveis que estão no trajeto tem atrasado as desapropriações.
Até agora, apenas 60 dos 155 imóveis que estão na lista foram indenizados. Caso as desocupações demorem a ocorrer, o 10º Batalhão de Construção do Exército, que executa a obra, pode interromper os trabalhos.
– Se não surgirem frentes de trabalho, provavelmente teremos que recuar. Não podemos manter a equipe em Itajaí sem ter como justificar, porque o custo de estarmos parados é muito alto – diz o tenente-coronel Hamilton Camillo, comandante do 10º Batalhão.
Por enquanto, os 112 homens do Exército que trabalham em Itajaí executam a obra em locais onde já houve desapropriações. Até agora, já foi concluída parte da metade do primeiro trecho, que tem seis quilômetros. A previsão é que a obra siga em ritmo acelerado até julho, quando deverá encontrar o trecho ainda não desapropriado.
Amarildo Madeira, engenheiro da Secretaria de Planejamento Urbano, diz que, do total de 155 imóveis na lista de desapropriação, apenas 79 já estavam com a documentação em dia no início do processo:
– Muitos imóveis não têm escritura. E os que têm, muitas vezes o documento não está atualizado.
Outro empecilho, segundo ele, é a discordância de parte dos proprietários em relação aos valores de avaliação dos imóveis. As indenizações são pagas pelo município, com recursos do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). Até agora, a cidade recebeu duas das quatro parcelas previstas para as desapropriações do primeiro trecho. O total da verba é de R$ 12 milhões.
O trecho final é o que dá acesso a um elevado. Por enquanto, o Exército ainda não sabe quanto tempo a construção da estrutura vai demorar, já que o projeto, feito pela prefeitura de Itajaí, ainda está em fase de aprovação no DNIT. Mas é possível que somente esta etapa demore cerca de um ano. A segunda etapa da obra é a ligação do elevado ao Porto de Itajaí.
– Esta etapa pode ser feita com o viaduto sendo construído, mas depende de desapropriação – diz o comandante Camillo, do 10º Batalhão.
A previsão é que as desapropriações terminem até agosto, quando acaba o prazo do convênio com o DNIT. Por enquanto, não há prazo para conclusão da obra.
Construção agilizará movimentação de cargas
Diariamente, mil caminhões, em média, entram ou saem do Porto de Itajaí. Os acessos são feitos por algumas das vias mais importantes e movimentadas da cidade, que enfrentam congestionamentos. A conclusão da Via Expressa Portuária deve trazer mais agilidade na movimentação de cargas, algo crucial para enfrentar a possibilidade de crise, resultante da unificação da alíquota de ICMS de importação em transações interestaduais.
– Já que perdemos o benefício fiscal, teremos que oferecer melhores serviços. Hoje, as vias urbanas estão congestionadas, e um dos fatores que agilizam a movimentação de cargas são os acessos – diz Antônio Ayres dos Santos Junior, superintendente do porto.
Presidente do Sindicato das Agências Marítimas do Estado, Eclésio Silva, diz que a dinâmica logística do porto só tem a ganhar com a Via Expressa.
– Vai-se tirar os caminhões das vias centrais, possibilitando uma vazão mais rápida.
A construção é uma reivindicação antiga da comunidade.
Comente aquiO Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) vai apresentar, até o fim do mês, um conjunto de normas para regulamentar a utilização de bicicletas elétricas em todo o País. A expectativa é de que as novas regras permitam que os veículos trafeguem em ciclovias e que seus condutores não precisem de habilitação específica. A nova regulamentação deve entrar em vigor antes da Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20.
De acordo com a proposta estudada pelo Denatran, os veículos com velocidade de até 20km/h e com motor de até quatro quilowatts de potência serão enquadrados em normas específicas de circulação. A decisão de definir novas regras em âmbito nacional foi tomada após uma reunião, na última terça-feira, entre a direção do Denatran e representantes do governo estadual e da Prefeitura do Rio de Janeiro.
No esboço das novas regras, também foi discutida a permissão do tráfego dos veículos pelas ciclovias, e a isenção da necessidade de licenciamento ou emplacamento. Os usuários de bicicletas elétricas também poderão circular sem habilitação específica e sem o risco de serem abordados por agentes da Lei Seca, como aconteceu com um ciclista no Rio, no final do mês de abril.
Para Fernando Avelino, diretor do Detran do Rio, a conferência Rio+20 e o debate sobre sustentabilidade foram argumentos que sensibilizaram a direção do Denatran para a aprovação de uma nova regulamentação.
— A gente tinha que chegar na Rio+20 com essa questão equacionada. Todos nós somos favoráveis à regulamentação correta e também ao meio ambiente, e essas bicicletas vão ao encontro desses interesses de sustentabilidade.
A decisão foi comemorada por ativistas da mobilidade sustentável.
— Se as bicicletas elétricas representam a diminuição significativa do fluxo de trânsito, incentivam as pessoas a usarem mais as bicicletas e favorecem um investimento maior na malha de ciclovias, pelo aumento da demanda, então isso só tem a trazer benefícios. A discussão jurídica é ínfima perto desses benefícios — afirmou Fred Sampaio, do movimento carioca Respeite Um Carro a Menos.
As regras definitivas ainda estão sendo estudadas por uma comissão do Denatran, que avalia uma forma de definir as novas regras sem ferir o Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Pela atual legislação, qualquer modelo de bicicleta elétrica é classificado como veículo ciclomotor, que precisa de emplacamento e habilitação específica. Além disso, os condutores são obrigados a usar capacetes e roupas especiais sob pena de multa e apreensão do veículo e da carteira de habilitação.
A polêmica sobre a regulamentação das bicicletas levou a Prefeitura do Rio a publicar um decreto equiparando os modelos elétricos às bicicletas tradicionais, de propulsão humana e gerou controvérsia entre a prefeitura e o Denatran. Na última semana, a Prefeitura de São Paulo também anunciou que a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) estuda quais medidas adotará para regulamentar o uso dos veículos.
DIÁRIO CATARINENSE - AGÊNCIA ESTADO
Comente aquiCristian Weiss, Jornal de Santa Catarina
O trecho entre Ilhota e Gaspar deve ser o último contemplado na duplicação da BR-470. Já os outros três lotes – entre Navegantes e a BR-101, entre BR-101 e Ilhota e entre Gaspar e Indaial – poderão ter o processo licitatório aberto assim que o plano executivo dos trechos for finalizado, o que deve ocorrer entre julho e setembro. Segundo o cronograma anunciado terça-feira pelo ministro dos Transportes Paulo Sérgio Passos, em reunião com o Fórum Parlamentar Catarinense, o lote 1, entre Navegantes e Ilhota, deve ser o primeiro a ser contemplado com as obras.
A exemplo do que ocorreu com a duplicação do trecho Sul da BR-101, iniciada em 2005, quando ela foi dividida em 14 trechos, cada lote da BR-470 será alvo de uma licitação. A intenção do Ministério dos Transportes, licitando trechos menores, é agilizar a duplicação, evitando que discussões judiciais durante uma única licitação atrasassem todo o processo.
– A ideia é que, à medida que os lotes sejam concluídos, se faça a licitação. Nas outras rodovias, se lançavam todos os editais de uma só vez. Agora será uma disputa isolada entre as empresas – avalia o superintendente do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) em Rio do Sul, Elifas Marques.
O solo argiloso e irregular da BR-470 em Ilhota transformou o trecho no mais crítico dos quatro existentes. Numa extensão de 26 quilômetros, os engenheiros do Dnit retiram amostras do solo para propor soluções que estabilizem a estrutura das novas faixas da rodovia. Com a necessidade de ampliar a análise do trecho, o Dnit vai precisar de mais tempo para a conclusão do projeto executivo da obra, necessário para poder lançar a licitação e escolha das empresas que executarão a duplicação.
Serão 74 quilômetros de rodovia duplicada, entre Navegantes e Indaial. O custo será de R$ 1,7 bilhão. A expectativa é que a execução da obra na BR-470 seja menos dramática do que o trecho sul da BR-101, nos 248,5 quilômetros entre Palhoça e Passo de Torres, na divisa com o Rio Grande do Sul. O projeto foi finalizado em 1998, mas a ordem de serviço só foi assinada em 2004, quando chegaram recursos. A licitação da maior parte dos 14 lotes ocorreu simultaneamente.
Hoje, uma comitiva formada por lideranças empresariais e políticos do Vale vai a Brasília participar de uma nova reunião sobre a duplicação da BR-470, com o ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos. Compõem a comitiva o deputado federal João Pizzolatti, que agendou o encontro, o prefeito de Blumenau, João Paulo Kleinübing, quatro vereadores blumenauenses e representantes da Câmara de Dirigentes Lojistas de Blumenau, Associação Empresarial de Blumenau e associações empresariais de Navegantes e Itajaí. (Colaboraram Ânderson Silva e Tatiana Santos).
>>>> CRONOGRAMA
Um acidente resultou na morte de um jovem de 25 anos na tarde desta terça-feira no Bairro Cordeiros, em Itajaí. A batida, entre um caminhão e uma motocicleta, ocorreu no cruzamento da Rua Mario Uriarte com a Rua Francisco Reis.
Segundo os Bombeiros, a vítima é Cristiano Alves, que conduzia a moto. O rapaz morreu no local.
2 comentáriosDiogo Vargas, Diário Catarinense
Uma quadrilha sediada no Vale do Itajaí e Litoral Norte adulterou e comercializou em revendas pelo menos 230 veículos, a maioria furtada, em Santa Catarina. Para legalizá-los, os criminosos compravam carros acidentados em leilões realizados em outros estados e contavam com os serviços de uma empresa fabricante de placas de Balneário Camboriú credenciada pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran).

Empresa fabricante de placas de Balneário Camboriú, no Litoral, ajudava a legalizar os carros adulterados
Os crimes foram descobertos e apurados pela Divisão de Furtos e Roubos da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic), em Florianópolis. A ação resultou, até agora, em 12 mandados de prisão e 18 mandados de busca e apreensão decretados pela Justiça. Seis pessoas estão presas temporariamente, suspeitas de integrar o bando.
As ordens judiciais começaram a ser cumpridas na última quinta-feira e continuaram namanhã desta segunda-feira no Vale do Itajaí e Litoral Norte, nas cidades de Balneário Camboriú, Brusque, Camboriú, Itajaí, e também em Curitiba (PR), onde haveria ramificações. Os presos foram levados para a Deic e não tiveram os nomes revelados.
Intitulada de Gol de Placas, a operação mobilizou equipes da Deic e dois delegados corregedores do Detran. Desde 2011, foram apreendidos 55 veículos adulterados. À tarde de segunda-feira, alguns dos veículos — a maior parte populares, o alvo principal da quadrilha — foram levados para o pátio da Secretaria de Segurança Pública, em São José, na Grande Florianópolis.
Os policiais envolvidos na investigação evitaram dar entrevistas ou detalhar a ação da quadrilha em razão do segredo de Justiça decretado no inquérito policial. As ordens de prisão são por cinco dias e nesse tempo a polícia interrogará os presos em busca de novas informações.
O delegado Alexandre Carvalho disse que a investigação já dura 12 meses e que a Deic espera apreender ainda 200 veículos identificados como adulterados e que continuam nas ruas, mas não deu mais detalhes.
A polícia afirma ter imagens e monitoramentos que comprovariam a atuação dos criminosos em furtos, clonagem, desmanches e uma série de modalidades criminosas para adulterar e esquentar veículos. A maioria dos furtos acontecia em Joinville, no Norte de SC. Os veículos furtados tinham as mesmas características dos leiloados.
A Deic chegou ao grupo por meio de um dos laranjas, que tinha em seu nome mais de 100 carros revendidos em lojas por preços normais de mercado. A polícia acredita que os compradores das revendas eram de boa fé e acabaram sendo lesados pela quadrilha. Os carros investigados constam com restrição na documentação e, por isso, a polícia espera localizá-los rapidamente.
DIÁRIO CATARINENSE
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