A classificação geral da Volvo Ocean Race ficou ainda mais equilibrada depois da Regata do Porto de Miami, disputada no último sábado.
O Abu Dhabi terminou em primeiro, mas o que chamou atenção foi outra jornada irregular do Telefónica, que tem o brasileiro Joca Signorini como chefe de turno. Os espanhóis, líderes da Volta ao Mundo, ficaram em último lugar novamente e viram a diferença para o quarto colocado, o Puma, cair para 14 pontos.
Ainda estão na briga pelo título o Groupama (sete atrás) e o Camper (13 atrás), o que faz da perna que começou neste domingo, até Lisboa (Portugal), mais decisiva. O percurso até a capital portuguesa será de quase sete mil quilômetros.
- Todo mundo está navegando muito bem. Tentamos fazer o melhor possível, mas não deu. A competição será apertada até o final em Galway e tudo pode mudar - explica Iker Martínez, do Telefónica.
O Abu Dhabi marcou mais seis pontos ao cruzar a linha de chegada em primeiro.
- Foi uma corrida muito disputada. Conseguimos uma recuperação no final e tenho que agradecer todo o trabalho da tripulação, já que não tivemos muito tempo para treinar - relata Ian Walker, que fez o trecho em uma hora e 14 minutos.
O percurso teve quase 15 quilômetros e contou com um final bastante disputado, com Groupama em segundo (30 segundos atrás), Puma em terceiro, e Camper em quarto. A equipe do Sanya voltou a correr uma prova após dois meses fora. O Telefónica errou mais uma vez e acabou em último, assim como em Itajaí, no mês passado. Desta vez, os espanhóis escolheram uma rota quase sem vento e foram ultrapassados por toda flotilha.

Classificação geral da Volvo Ocean Race:
1º - Telefónica - 165 pontos
2º - Groupama - 158 pontos
3º - Camper - 152 pontos
4º - Puma - 151 pontos
5º - Abu Dhabi - 74 pontos
6º - Sanya - 27 pontos
A classificação geral da Volvo Ocean Race 2011/2012 mostra que a regata de volta ao mundo não está nada definida. O Telefónica, que parecia imbatível, viu a vantagem de mais de 20 pontos cair para 11. O Groupama, segundo colocado, é ameaçado de perto pelo Camper e pelo Puma. Uma combinação de resultados pode mudar a ordem dos classificados e agitar ainda mais a disputa. Apenas Abu Dhabi e Sanya estão distantes do grupo da ponta.
Por isso, quatro das seis equipes que disputam o título colocam a Regata do Porto como fundamentais na disputa. A In-port Race de Miami neste sábado (19) terá transmissão ao vivo do canal Bandsports, às 14h. No dia seguinte, os barcos partem dos Estados Unidos para Portugal em um percurso de quase 7 mil quilômetros pelo Atlântico Norte.
Apesar de dar menos pontos do que uma perna (6 contra 30 para o vencedor), a prova de aproximadamente uma hora poderá ser fundamental no final.
- O importante é somar o maior número de pontos possível. Por isso, as equipes fazem todos os esforços para vencer - diz o comandante do Camper, Chris Nicholson.
- Tratamos a Regata do Porto com seriedade desde o início. A prova ganha mais destaque porque estamos chegando perto da definição do título.
Inconstante nas últimas etapas, o Telefónica quer retomar o caminho das vitórias. O comandante Iker Martínez relata que sua equipe está confiante depois uma série de treinamentos nos Estados Unidos.
- Estamos prontos para a regata. Tudo isso se traduz em treinos. Na prática, o objetivo é largar bem e manter a velocidade. Temos que voltar ao pódio - acrescenta o espanhol.
Vencedores da Regata do Porto DHL de Itajaí, no mês passado, os franceses do Groupama não se consideram favoritos. Na avaliação de Franck Cammas, Telefónica e Camper são mais consistentes nesse tipo de prova.
- Eles são os únicos que têm mais chance de ganhar, mas todos cometem erros. Por isso, a tática é ficar perto e aproveitar as chances - diz o comandante do Groupama.
Em Itajaí, o Telefónica liderava a Regata do Porto quando cometeu um erro de contorno de boia e acabou em último.
O Puma, que tem a melhor médias das últimas pernas com duas vitórias, corre em casa e espera fazer a festa dos torcedores locais.
- Temos fé no barco e fé na equipe. Está tudo dando certo e vamos continuar esse trabalho vencedor, sem focar em um adversário - acrescenta Ken Read, comandante do Puma.
O Abu Dhabi, mesmo em quinto e quase sem chances de título, espera voltar a vencer. Até o momento, os árabes venceram duas Regatas de Porto, em Alicante e em Abu Dhabi.
- Treinamos em Miami para a terceira vitória. Não existem favoritos e espero que sábado seja mais uma vez nosso dia - explica o líder Ian Walker.
O retorno da equipe do Sanya a Volvo Ocean Race também é o destaque da prova em Miami. Os chineses foram obrigado a abandonar a quinta perna e nem foram para a cidade de Itajaí.
- A nossa tripulação quer retomar o caminho com um vitória. Não seremos nada conservadores - conta Mike Sanderson, que está com apetite de voltar a velejar depois de mais de dois meses.
Classificação geral da Volvo Ocean Race - após seis pernas:
1º - Telefónica - 164 pontos
2º - Groupama - 153 pontos
3º - Camper - 149 pontos
4º - Puma - 147 pontos
5º - Abu Dhabi - 68 pontos
6º - Sanya -25 pontos

Com informações da Assessoria de Imprensa da Volvo Ocean Race
Comente aquiO sucesso de público e organização da parada de Itajaí da Volvo Ocean Race pode ter garantido a cidade catarinense como sede das próximas edições da Regata de Volta ao Mundo. Nesta sexta-feira, a direção da Volvo Ocean Race selecionou os candidatos aprovados que vão passar para a fase final do processo de licitação para se tornar cidades-sede para as edições 12 e 13 da regata, programadas para 2014-15 e 2017-18.
Das mais de 60 candidaturas recebidas, Itajaí está entre as 33 selecionadas para a fase seguinte. O anúncio oficial do percurso e das cidades que sediarão as próximas duas edições da regata deve ocorrer somente no final do ano.
- Particularmente, é uma sensação de dever cumprido. Mas seria extremamente decepcionante se Itajaí não estivesse entre as classificadas, até pelo que ouvimos positivamente durante a Itajaí Stopover, tanto de competidores quanto da direção da Volvo Ocean Race - afirma o presidente do Comitê Central Organizador da Itajaí Stopover, Amílcar Gazaniga.
Os barcos que disputam a Volvo Ocean Race estão, até domingo, em Miami. De lá, partem para Lisboa e Llorient (FRA), antes da chegada a Galway, na Irlanda, quando o campeão da edição 2011-12 será conhecido. Para Gazaniga, é importante a presença de Itajaí até a última etapa.
- Assim como para os velejadores, para nós a regata ainda não terminou. Itajaí continuará presente nas próximas etapas e mostrar que estamos comprometidos com o evento. Em Lisboa, queremos confirmar a possibilidade concreta da construção de um barco luso-brasileiro aqui. Já vimos o que é a regata, já mostramos que sabemos fazer a festa. Agora, mais do que apenas sediar, podemos ter um barco brasileiro na disputa.
O CEO da Volvo Ocean Race, Knut Frostad, explica que, ao escolher uma rota para a Regata de Volta ao Mundo, uma série de fatores são considerados, como esportivos, culturais, comerciais e o legado que o evento para a cidade.
>>> Relembre: IMAGENS DA VOLVO OCEAN RACE
A disputa pelo título da Volvo Ocean Race está ficando cada vez mais acirrada. Com o título na etapa Itajaí - Miami, o barco norte-americano Puma encostou nos líderes enquanto o espanhol Telefónica, que tem a bordo o brasileiro Joca Signorini, viu a vantagem na liderança reduzir após a quarta colocação.
Completadas seis etapas oceânicas e seis regatas In Port, a diferença entre o primeiro e o quarto colocado é de 17 pontos e ainda restam 114 pontos em disputa.
A briga pelos pontos recomeça dia 19 de maio, com a regata In Port de Miami. Com exceção da liderança do Telefónica, as outras três posições podem variar com o resultado.
Confira a classificação:
1. Telefónica, 164 pontos
2. Groupama, 153
3. Camper, 149
4. Puma, 147
5. Abu Dhabi, 68
6. Sanya, 25
Foi apresentada nesta quinta-feira a prestação de contas da Estação da Solidariedade da Volvo Ocean Race, que distribuiu os crachás de VIPs Solidários da Etapa Itajaí da Regata. As quatro entidades beneficiadas com as doações dos VIPs Solidários: Asilo Dom Bosco, Hospital Maternidade Marieta Konder Bornhausen, Hospital Pequeno Anjo e Associação Itajaiense de Proteção aos Animais (Aipra), juntas, receberam R$ 50.959,00 em contribuições.
O Asilo Dom Bosco arrecadou R$ 1.800,00 em fraldas e mais R$ 12.025,00. Com esta verba a foi paga uma conta de luz no valor de aproximadamente R$ 5.000,00, adquiridos alguns equipamentos e fraldas geriátricas.
- Só tenho a agradecer pela iniciativa - declarou a representante da instituição Sônia Solange de Souza Silva.
Já a enfermeira Milene Aparecida das Chagas, que representou o Hospital Maternidade Marieta Konder Bornhausen, elogiou o atendimento da equipe da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e informou que foram arrecadados R$ 14.780,00 e 70 pacotes de fraldas geriátricas.
- A Estação da Solidariedade fez e vai continuar fazendo a diferença para o hospital, pois muitas pessoas tiveram a oportunidade de se informarem sobre a doação de órgãos, tecidos e sangue - afirmou.
Segundo ela há uma expectativa de se aumentar a doação de órgãos no município de Itajaí após o período em que aconteceu a campanha.
A Aipra, por sua vez, arrecadou R$ 8.609,00, que será investido em castrações. De acordo com o representante da entidade, Roberto Pereira, serão menos 250 filhotes a nascerem nas ruas para serem mal-tratados. Pereira explica que somente a castração pode conter o aumento da população animal em situação de abandono e maus tratos na cidade. O Hospital Pequeno Anjo, representado na ocasião por Átila Provesi, informou que recebeu R$ 13.475,00 com a venda dos kits que foram ofertados durante o período de funcionamento da Estação da Solidariedade.
Durante a solenidade, a secretária municipal de Desenvolvimento Social, Maria Juçara Pamplona, homenageou o ex-prefeito, Amílcar Gazaniga, entregando-lhe uma placa em homenagem pela idealização do programa VIP Solidário em nome das entidades e da equipe da Sedes. Gazaniga, por sua vez, se emocionou ao recordar da visita que o equipe da VOR realizou no Hospital Pequeno Anjo.
A vice-prefeita, Dalva Maria Rhenius parabenizou a todos e agradeceu pelo empenho e pelo sucesso desta que foi uma ação inovadora dentre todas as etapas da Volvo Ocean Race e que mudou Itajaí.
Com informações da Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Itajaí
Comente aquiO barco americano Puma repetiu a dose e chegou em primeiro lugar na etapa Itajaí - Miami. O veleiro cruzou a linha de chegada nesta quarta-feira, seguido de perto pelo neozelandês Camper.
Groupama e Telefónica disputam nas últimas milhas o terceiro lugar no pódio.
O resultado aumenta ainda mais a disputa pela liderança na classificação geral da Volvo Ocean Race.
1 comentárioDuas semanas depois de deixar Itajaí, os barcos da Volvo Ocean Race já estão nas mil milhas finais da sexta etapa, rumo a Miami, nos Estados Unidos. A previsão inicial era de que o primeiro barco chegasse neste domingo à Vila da Regata norte-americana, mas isso só deve ocorrer na quarta-feira. A equipe Puma segue na liderança, com uma vantagem de cerca de 50 quilômetros para o segundo colocado, a equipe Camper.
>>> ACOMPANHE A LOCALIZAÇÃO DOS BARCOS
– Há um jogo de roleta acontecendo aqui. Vai ser uma batalha até o final – comentou Ken Read, líder da equipe Puma.
A equipe Telefônica havia conseguido assumir a segunda posição na noite de sábado, aproveitando ventos fortes que surgiram no trajeto escolhido. Mas durante o domingo, a Camper voltou a ser vice-líder da etapa. Um sistema de alta pressão no mar, no caminho dos barcos, pode mudar as posições nesse final de etapa.
Vila da Regata em Miami é aberta ao público
Enquanto no mar os barcos seguem na disputa, a Vila da Regata em Miami foi aberta oficialmente ao público neste domingo. A nova casa da Volvo Ocean Race segue aberta até o dia 20, quando as equipes partem rumo a Lisboa.
O CEO da regata, Knut Frostad, acredita que a relação dos moradores de Miami com o mar e a paixão pelo esporte serão ingredientes que vão valorizar a etapa dos Estados Unidos.
– É uma das últimas verdadeiras aventuras humanas ainda existentes e eu acho que as pessoas em Miami estão conectadas a isso. É diferente de qualquer coisa eles têm em Miami e na Flórida – comentou Frostad
JORNAL DE SANTA CATARINA
Comente aquiDagmara Spautz, Jornal de Santa Catarina
A possibilidade do Brasil ter novamente um representante entre os veleiros que disputam a Volvo Ocean Race o que não ocorre desde a edição 2005/2006 veio à tona esta semana. Reportagem desta quinta-feira do Diário Lance! (divulgada pelo portal Lancenet) informa que um barco brasileiro competirá na próxima edição da regata de volta ao mundo, entre 2014 e 2015. O projeto seria capitaneado pela empresa IMX, que pertence ao empresário Eike Batista, e a produção do veleiro pode ocorrer em Santa Catarina.
Por enquanto, a IMX não confirma nem nega que o projeto esteja em andamento. Apesar do silêncio da empresa, o fato é que, ainda durante a passagem da Volvo Ocean Race por Itajaí, o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico Sustentável, Paulo Bornhausen, participou de uma reunião em que a ideia foi apresentada pela IMX a possíveis investidores.
Embora não revele detalhes das negociações, Bornhausen diz que há possibilidade da produção em um estaleiro catarinense:
– Sou um entusiasta do projeto, que pode mostrar a força de nossa indústria náutica.
Ainda segundo o Lancenet, a previsão de orçamento para a construção do barco seria de 25 milhões de euros, o que equivale a R$ 64 milhões. ainda há a possibilidade de um acordo entre Brasil e Portugal, outro país que, embora seja sede de uma parada da Volvo Ocean Race, não possui uma embarcação própria na volta ao mundo.
Amílcar Gazaniga, presidente do Comitê Central Organizador da Etapa Itajaí, viaja a Portugal em junho, quando ocorre a parada de Lisboa, com a intenção de estabelecer contatos:
– A economia mundial não é das mais favoráveis, especialmente na Europa. A solução poderia ser um barco luso-brasileiro. Mas tudo ainda está em fase muito preliminar – disse Gazaniga.
De acordo com as informações apuradas pelo Lancenet, se o veleiro sair do papel deverá ter como comandante Torben Grael. Bicampeão olímpico, capitão do Brasil 1, barco brasileiro que disputou a edição 2005/2006 da regata e atual campeão da Volvo Ocean Race (na edição 2008/2009, pelo veleiro sueco Ericsson 4), ele prefere não tocar no assunto por enquanto.
Segundo a publicação, haveria ainda a possibilidade do processo contar com dois brasileiros que hoje fazem parte da equipe espanhola Telefónica: o diretor técnico Horacio Carabelli e o capitão de turno Joca Signorini. (Colaborou Fernando Arruda)
| O BRASIL NA VOLTA AO MUNDO |
| 2005/2006 |
| Brasil esteve representado na Volvo Ocean Race pelo Brasil 1, veleiro comandado por Torben Grael. A construção do barco custou R$ 32 milhões. A equipe ficou em terceiro lugar |
| 2008/2009 |
| Tentou-se construir um novo barco para a edição, sem sucesso. Torben acabou vencendo a regata capitaneando um barco sueco |
| 2011/2012 |
| Novamente chegou a ser anunciado o projeto do veleiro brasileiro, mas a ideia esbarrou na falta de patrocínio |
A Volvo Ocean Race partiu de Itajaí há pouco mais de 10 dias, deixando saudades. Mas uma exposição fotográfica está aberta para visitação na Univali de Itajaí até dia 31, no Centro de Memória e Documentação Histórica.
Entre os destaques estão fotos da participação dos voluntários da Univali na organização do evento. O Centro de Memória e Documentação Histórica da Univali fica no bloco da reitoria, no Campus Itajaí. A visitação, gratuita, pode ser feita de segunda a sexta-feira das 8h às 12h e das 13h30min às 17h30min.
Comente aquiAlinhados em posição de seta, Puma, Telefonica e Camper fazem uma disputa por três rotas alimentadas por ventos de permitem manter a velocidade de 20 nós, enquanto atravessam a barreira das duas mil milhas de distância do porto de Miami. A disputa vai durar pelo menos mais 30 horas pelo Mar do Caribe. As posições do relatório do meio-dia desta quinta-feira, o Puma (Ken Read) lidera por 4,6 milha de distância em relação ao Camper (Chris Nicholson) e 18,7 milhas para o Telefónica (Iker Martinez).
A flotilha já completou a sua última passagem pela região dos Doldrums e se move em direção aos ventos alísios do noroeste. O trio de liderança está em formação de seta, liderada pelo Puma. Na luta pela quarta posição da sexta regata, o Groupama passou o Abu Dhabi.
As previsões sugerem que o vento irá cair drasticamente na chegada ao Mar do Caribe e a flotilha irá se mover com lentidão nas últimas 1 mil milhas da sexta perna. A estimativa atual indica que os barcos podem chegar a Miami (Estados Unidos) na quarta-feira, 9 de maio, enquanto as equipes começam a racionar a comida a possibilidade de mais um atraso causado pela calmaria do trecho final.
Andrew Cape, navegador da Telefónica Equipe:
"É ótimo velejar bem, com 18 nós de ventos alísios e voar a velocidades de 20 nós. Podemos ainda ver uns aos outros. As últimos 1.000 milhas serão complicadas, mas ainda falta muito para isso. A previsão de chegada é horrível pelas suaves brisas que nos esperam no final, mas a situação parece melhorar lentamente. Nós estimamos agora chegar no dia 11 de maio, mas isso pode mudar rapidamente se melhora a festa. Dada a incerteza do que pode trazer o fim do estágio, estamos muito confiantes".
Hamish Hooper, a equipe de comunicação CAMPER com a Emirates Team New Zealand:
"Parece que durante os próximos três dias vamos desfrutar de uma navegação rápida na comercial, então com alguma sorte vamos continuar lutando até pelo menos os últimos 1.000 quilômetros, onde parece que tudo pode acontecer. Enquanto isso, o match race de três rotas para os Estados Unidos continua".
Yann Riou, a equipe de comunicação da equipe de vela Groupama:
"O contato com a região dos Doldrums nos permitiu cortar um monte de milhas. Por agora vamos saborear o momento. Esse prazer é intensificado pelo fato de que já temos um barco, que não é mau para a moral, mas estou convencido de que eles não compartilham nosso ponto de vista."
Amory Ross, a equipe de comunicação PUMA Ocean Racing alimentado por BERG:
"Pelo menos nós estávamos preparados para isso: A manhã trouxe-nos esta manhã à vista o CAMPER, no horizonte, e, claro, cada vez maiores. Pouco antes do anoitecer quem apareceu foi a Telefónica. Então, aqui estamos nós, alinhados após 10 dias de grande competição."
Nick Dana, a equipe de comunicação Abu Dhabi Ocean Racing:
"No momento, nosso plano é seguir o caminho dos líderes e mantê-los à distância controlável. Inevitavelmente, o vento vai cair quando chegar ao Caribe, e é aí que nós esperamos para tentar o nosso movimento. Até então, todos nós somos como o vento e envolvido em um sprint."
Com informações da assessoria oficial da Volvo Ocean Race
Comente aqui