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Posts de abril 2009

GENTE DE MENOS, PROBLEMAS DEMAIS!

30 de abril de 2009 1

como encarar??/Francisco de Assis

   A foto deste avião partindo em direção ao México, completamente vazio e com as pessoas, inclusive, funcionários da companhia áerea, protegendo-se com máscaras e tendo no pensamento a preocupação de evitar contato com alguém infectado, só é o reflexo destes dias que estamos passando.

   É gripe suína, febre amarela. Já não bastassem os problemas corriqueiros, agora mais isso. O jeito é encarar a situação, passar por cima, levar numa boa.

   Do contrário, a gente enlouquece!!

Postado por Jader Rocha, POA

AS EXIGÊNCIAS DOS IRMÃOS GALLAGHER

29 de abril de 2009 1

   Tempos atrás reproduzi aqui no blog os pedidos feitos pelo Simple Plan, quando da passagem pelo Brasil. Agora vai a lista das exigências da banda dos irmãos Liam e Noel Gallagher. O Oasis tem apresentações agendadas pro Rio, São Paulo, no dia 9, Curitiba dia 10 e aqui em Porto Alegre, no dia 12, Gigantinho. O grupo já ronda a América desde ontem. Exigências e absurdos a parte, o cardápio traz uma quantidade exagerada de bebida alcólica. Vamos lá e tente não se embriagar antes de terminar de ler:

   “Cinco garrafas de vinho tinto, outras cinco de vinho branco Pinot Grigio, uma garrafa de uísque irlandês, três garrafas de vodka, 24 latas de cerveja irlandesa Guinness e outras 72 latas ou garrafas de cerveja Heineken, Becks e Corona ou alguma marca local). Isso tudo para um camarim que será usado por apenas nove pessoas. Também nos pedidos um único maço de cigarros, só que com cinco isqueiros. Um litro de leite. E elas, as toalhas brancas, tão solicitadas quanto as bebidas. Serão 30 para o show e outras 20, de cor azul, para o camarim. Mas não é aó isso: Variações de chips de batatas, barras de chocolate, frutas orgânicas, toalhas de linho, louças refinadas, uma chaleira, uma caixa de lenços, um arranjo de flores e um espelho grande para o camarim de aquecimento“.

 

   Quer uma prévia do Oasis? Confere aí: 

 

 

Postado por Jader Rocha, POA

TEARS FOR FEARS

29 de abril de 2009 2

   Meu amigo Luciano Costa me inspirou nesta terça-feira. Eu ouvia o 80 POR HORA, programa apresentado por ele na Itapema, quando levava meus filhos à escola. O Luciano tocou uma sequência muito boa, com hits que embalaram as festas da minha adolescência, nos apartamentos de colegas do colégio ou dos salões da Sogipa e do Gondoleiros.
   Uma das músicas, era STOP, do Erasure, numa versão remixada. Daquelas que você ouve com o volume lá em cima. Bacana mesmo! Quando cheguei em casa, já mais tarde da noite e ainda me lembrando do 80 POR HORA, fui aos meus discos, procurar algo oitentista pra ouvir no carro. Achei uma coletânea que eu considero das mais preciosas que tenho. A do Tears For Fears, formada por Roland Orzabal e Curt Smith. Sim, pra quem não sabe, o Tears For Fears é uma dupla!!
   O grande álbum do dueto é Songs From The Big Chair, de 85. No disco, despontam sucessos que dominaram as paradas americanas e venderam mais de 10 milhões de cópias. Entre eles, Shout, cuja performance, ao vivo, você pode conferir no vídeo abaixo. Deixe-se levar pela onda da década dourada e embarque nos sintetizadores marcantes do Tears For Fears:

Postado por Jader Rocha, POA

VISÃO PAULISTA SOBRE NOSSA CAPITAL

28 de abril de 2009 1

   Recebi este texto agora a tarde. É uma impressão, quase uma ode de um jornalista paulista, anônimo, que esteve na nossa cidade, a respeito de como ele viu e conheceu Porto Alegre:

     Viagem a Porto Alegre, março de 2009

    Em Porto Alegre, ao contrário de no Brasil do jogo do bicho, não vale o que está escrito. E a maior atração da cidade é – como dizem a respeito da macheza da gente daquele estranho país ao Sul de Santa Catarina – uma ficção. Ou, no mínimo, uma gigantesca dúvida.

     Não vale o que está escrito. As placas e os mapas dizem Rua dos Andradas, mas na verdade ali é a Rua da Praia – e não há praia alguma por perto. Está escrito Parque Maurício Sirotsky Sobrinho, mas o povo fala Parque Harmonia. Oficialmente, é Parque Moinhos de Vento, mas o que vale é o nome de Parcão. O Parque Farroupilha só é Farroupilha nas placas e mapas, porque de fato ali fica o Parque Redenção. Na Rua da República, há o Armazém da Esquina – que fica não numa esquina, e sim bem no meio de uma quadra.

      Ficção, ou gigantesca dúvida. A grande atração da cidade, uma beleza danada, o Rio Guaíba, famosíssimo, cantado em prosa e verso, até porque aquele povo escreve muito, e escreve bem, não chega a ser um rio. Parece mais um lago. Passa, atualmente, por uma séria crise de identidade. A moça cuja voz gravada sai dos alto-falantes do Cisne Branco, o belo barco que faz passeio naquelas águas às vezes barrentas, às vezes escuras, às vezes azuis, abre a discussão: informa que o Guaíba sempre foi chamado de rio, mas os especialistas dizem que é um lago. O guia do ônibus de dois andares sem teto em cima – como os de Paris – também lança o questionamento. E o mapa oficial distribuído pela Secretaria Municipal de Turismo crava: Lago Guaíba.

      Só que não é bem um lago, já que as águas andam do Delta do Jacuí, ao Norte, em direção à Lagoa dos Patos, ao Sul.   

       Vai entender.

       E a mais recente atração da cidade, o prédio da Fundação Iberê Camargo, debruçado numa elevação sobre a beleza do Guaíba, com uma vista espetacular para os prédios da cidade ao longe, como se fosse um morro em Sausalito de onde se vê a silhueta deslumbrante de San Francisco do outro lado da baía, é um horroroso, grotesco caixote de concreto pintado de branco, com apenas umas três minúsculas janelinhas, mais parecidas com vidros de aquário, dando para aquela imensidão toda.

       Mas que não se pense que as constatações acima são uma crítica à cidade. Porto Alegre é uma cidade belíssima, calorosa, agradável, apaixonante.

 

         

Postado por Jader Rocha, POA

UMA CESTA EMBAIXO DA ÁRVORE

27 de abril de 2009 0

   Sábado de folga. Fiz uma das coisas que a bastante tempo não conseguia. Acho até que nem barba tinha quando fiz pela última vez. Eu tirei uma boa e revigorante cesta embaixo de uma árvore.

   Primeiro, um churrasco, caprichado. Devagar como manda o figurino. As crianças brincando livres, sem as preocupações de ter os cuidados das mazelas urbanas que nos consomem diariamente.

   Apreciado o churrasco, bem assado, diga-se, uma toalha, grande, serviu como base pra me acomodar. Ao som da natureza, com ar puro, peguei no sono. Uma cesta como há muito não acontecia.

   Renovei a bateria. Pretendo, assim que puder, repetir a dose. Uma cesta embaixo de uma árvore tem seu valor.

Postado por Jader Rocha, POA

FRASE DO DIA!!

24 de abril de 2009 2

tem seu valor, não tem??

   Tomando uma taça de vinho tinto ontem à noite na companhia da esposa, lembrei de uma frase proferida pelo meu pai, morador da serra e um inveterado apreciador da bebida:

   “O vinho é o pão da alma!!”

   De onde ele tirou, não sei. Mas que é apropriada, ah isso é!! Saúde!!

Postado por Jader Rocha, POA

UM MÊS DE OUTONO E DÊ-LHE RINITE!!

22 de abril de 2009 3

   Se tem uma época do ano que eu não gosto é essa de agora. Saída do verão, aquela beleza, solzão, praia, calor sempre, de manhã, de tarde, de noite.

   No outono, embora sem um frio intenso, já não é a mesma coisa. O corpo já reage diferente. De dia, temperatura alta. De noite, aquele vento mais gelado. Cê já tem que dormir encolhido. O edredon volta pra cima da cama. Meu Deus!!

   Isso sem falar na tal da rinite alérgica que adquiri depois de velho…espirra uma, duas, três…cem vezes por dia!! E não adianta o anti-alérgico, não adianta nada. Tem que torcer pra passar logo e esperar pela primavera, de novo!

   Falta pouco, afinal de outono, um mês já é o bastante!

Postado por Jader Rocha, POA

TARDES NO CINE VITÓRIA

21 de abril de 2009 1

nos áureos tempos era desse jeito!!

   Dia desses discutíamos e relembrávamos, acima de tudo, o quanto era diferente o tempo em que enfrentávamos filas imensas pra entrar no cinema. E não eram filas sem sol, com calor ou chuva. Filas que hoje em dia nem são sentidas em função da comodidade dos grandes shoppings com seu ar-condicionado e modernidade.

   Era bem diferente. E como era. Uma sessão às quatro da tarde, dependendo do filme, era necessário chegar com, pelo menos, duas horas de antecedência. Essa cena que eu lembrei, eu vivi diversas vezes no glorioso Cine Vitória. Lá no alto da Borges, esquina com a Salgado Filho. Final dos anos 70, início dos 80. Eu, criança, era levado pela mãe e pelo pai lá pro centro pra assistir Os Trapalhões. Naquela época, os reis do humor, abarrotavam os cinemas Brasil afora, com bilheterias arrebatadoras. Sucessos absolutos de público e crítica.

   Perdi a conta de quantas e quantas tardes foram assim. Eu, a mãe e o pai. Encarando o ônibus, subindo a Borges e nos deparando com aquela multidão. Mas valia a pena, ô se valia. Nada era mais prazeroso do que ir ao cinema. Bons tempos!

Postado por Jader Rocha, POA

DECISÃO VISTA DO ALTO

19 de abril de 2009 1

impressionante o que se vê de lá!!/Eduardo Sikorsky

   Foi, no mínimo, diferente. Não estava acostumado a acompanhar uma decisão de campeonato longe das cabines. Pra esta final de Gauchão 2009 foi me dada uma incumbência. Acompanhar lá do céu, de dentro do RBS COP, toda a movimentação no Beira-Rio e no complexo do estádio.

   Além de Inter e Caxias, acontecia em paralelo, no Gigantinho, a festa de 9 anos do Diário Gaúcho. É impressionante o que se vê de cima. Aquela multidão, transformada em pequenos, literalmente pequenos grupos em deslocamento, ingressando no estádio ou no ginásio.

   Foi mais uma experiência inusitada. Rica e cheia de detalhes. Foram belas imagens que registramos. A festa colorada, do alto do estádio, pareceu maior ainda!

Postado por Jader Rocha, POA

REI EM MONTE CARLO

16 de abril de 2009 1

   Fui ao wikipedia pesquisar: “Monte Carlo é um bairro de Mônaco, a nordeste da capital do Principado. Conhecida estância luxuosa, famosa pelo seu glamour, celebridades, praias e casinos.” Pra se ter uma ideia, não é tão simples(aliás, simplicidade é uma palavra que passa longe dessa parte do globo terrestre), adquirir algum bem, morar, viver por lá. De acordo com uma pesquisa realizada neste ano pelo Global Property Guide, os imóveia em Monte Carlo foram considerados os mais caros do mundo, com o metro quadrado custando US$ 47.578 dólares, mais que o dobro da segunda colocada, Moscou.

   Pois é neste paraíso onde se realiza, por exemplo, o Grande Prêmio de Mônaco de Fómula Um, que fica localizado também o Country Club de Monte Carlo. Lugar tradicionalíssimo, palco do Masters Series de tênis, torneio que reúne os tops do esporte mundial.

   A quadra central recebe um público sensacional, digno do tamanho do evento inusitado e criado pela organização. Um torneio misto, homens e mulheres, enfrentando-se sem divisão. Os melhores avançam. Os perdedores ficam pelo caminho. Simples, como simples não é a vida local. Na grande decisão, curiosamente, um homem e uma mulher. Frente a frente. Respeito mútuo. Com diferenças. Mas, afinal como não tê-las? O primeiro set é equilibrado. Game a game. Um diante do outro. Gigantes naquilo que fazem, naquilo que planejam executar. Ambos pensam e põe à prova seus planos de ação.

   Ele, mais duro em quadra. Ela, nervosa, tenta conter os avanços dele na rede. Força o jogo pro lado esquerdo, que não é o forte no nosso jogador. O pensamento, dela, é um só: “Não posso perder, não posso perder!!” O jogo avança. O primeiro set termina. Ele, inacreditavelmente, o azarão, derrota ela, por 6/3. Um triunfo e tanto. Êxito. O público delira…

   Em casa, a Rafa, nossa editora e produtora do TVCOM ESPORTES acordou e assim que chegou aqui na tv me contou do “pesadelo”. Logo a Rafa, multicampeã enquanto jogava tênis. Perder pra mim, só mesmo numa situação como essa…sonhando!!

Postado por Jader Rocha, POA