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JOGADA DE MESTRE

09 de novembro de 2011 4

   Tenho grande admiração pelo presidente do Santos Futebol Clube, Luis Álvaro Ribeiro. Pode-se afirmar que, dos atuais comandantes dos principais clube do Brasil, Laor, como é conhecido, é o mais ousado.

   Sim. Como pensar que, nos dias atuais, do alto de tanto assédio e concorrência quase que desleal com o mercado europeu, manter Neymar é assunto definido e superado. O presidente do Santos age com habilidade incomum. Age com inteligência suficiente pra bancar a permanência do melhor jogador em atividade do país e um dos 23 finalistas ao prêmio de melhor do mundo. Laor sabe que segurando Neymar por aqui, até a Copa de 2014, de acordo com o contrato assinado pela manhã, o retorno será imenso.

   O Santos lucrará uma quantidade vantajosa. Com Neymar em campo, os cofres do clube se estufam a cada gol, a cada drible, a cada final que o time for disputar. Neymar está na crista da onda. É top. Todos querem ver Neymar. Todos pagam pra ver Neymar jogar. Os empresários fazem fila pra contratar o jogador, querendo associar suas marcas a Neymar, porque ele representa o sucesso, chama “dinheiro”.

   Mantendo Neymar na Vila, o presidente Luis Álvaro, termina de vez com essa parte chata e cansativa do futebol que são as chamadas especulações. Termina de vez com os PODE, DEVE. Neymar não será do Real Madrid, não será do Barcelona. Não pelo menos até a Copa de 2014. Depois, ninguém sabe. Neymar é, por obra e competência do mandatário da Vila Belmiro, do futebol brasileiro.

   Uma grande jogada de mestre e que deveria ser copiada a exaustão!

DAMIÃO VOLTANDO!

14 de outubro de 2011 2

A angústia dos colorados está terminando. O goleador Leandro Damião se recupera com rapidez da lesão sofrida no último dia 21 de setembro, naquele empate contra o Figueirense, em Santa Catarina.

Uma semana e o maior artilheiro do Brasil na temporada, poderá estar, de novo, desfilando seu repertório pelos gramados do país. É o que pude apurar num bate papo informal que tive hoje, bem cedinho, com um dos fisioterapeutas do Inter, Rodrigo Rossatto.

Por não ter tido base e nem sofrido com qualquer lesão, desde que foi alçado ao time principal, Damião ainda gera dúvida no que diz respeito a maneira como vai se comportar nesse período final de recuperação. É um jogador fisicamente muito forte e se empenha, dia após dia, pra recuperar terreno e estar apto a ajudar o time na reta final de 2011.

Essa próxima semana se dará definitiva pra que o jogador possa passar do estágio da fisioterapia para o do recondicionamento físico. Será entregue ao professor Élio Carravetta. Dali, pra preparação física e na seqüência ao treinador Dorival Júnior.

A previsão inicial apontava uma ausência em torno de 40 dias. O goleador já corre em volta do gramado. Acelera o processo. Diminui esse tempo, em pelo menos, uma semana. Um grande alento aos corações colorados, que vivem dias de decepção com atuações pequenas de Jô, Dellatorre e outros candidatos que não conseguiram suprir a falta do “nove”.

Uma baita noticia pra quem ainda sonha com Libertadores!

JEJUM LONGO!

13 de outubro de 2011 0

     Tava lembrando, com um colega gremista aqui da tv, dos últimos anos do Grêmio. Ele, decepcionado depois do fiasco de ontem contra o Figueirense, que praticamente alija o time de pensar em Libertadores no próximo ano. O negócio é começar a se contentar com Copa do Brasil, Gauchão e um planejamento bem mais equilibrado e coerente, no que diz respeito a formação do plantel pra 2012.

   Mas, sobre as lembranças, me ocorreu que após a Copa do Brasil de 2001, ganha, por sinal com todo o merecimento do mundo sobre o Corithians lá no Morumbi, o Grêmio parou no tempo. Fruto de gestões pífias, pensamentos pequenos, interesses menores e o clube que foi ficando pra trás em termos administrativos.

   Vejamos. A Copa do Brasil daquele ano, levou o time pra Libertadores. Veio 2002 e o Grêmio, ainda sob a fatídica regência da parceria com ISL, foi às semifinais. Tudo bem, há o questionamento do pênalti, da má intenção do árbitro, enfim. O time parou ali pro Olímpia. Em 2003, ainda com resquícios de ISL, novo fracasso na Libertadores. Quartas-de-final, crise, saída do Tite e o restante do ano que se arrastou. O drama de escapar do rebaixamento se deu até o jogo final da temporada, contra o Corinthians, em casa, goleada, festa, Adílson Batista. Pouco, bem pouco.

   Em 2004, pagina que os gremistas aboliram do livro. Mas que é evidente, precisa ser lembrada. No Gauchão, caiu pra Ulbra nas quartas. No Brasileirão, lanterna, rebaixamento, fundo do poço e uma administração que vangloriava o site, o ônibus, etc. A reconstrução vem em 2005. Recursos escassos, time mediano, campeão da Série B, Batalha dos Aflitos. Volta ao lugar de origem e nova chance pra ser campeão de algo relevante.

    O ano de 2006 mostra um Grêmio forte. No campeonato nacional, um terceiro lugar honroso. No Gauchão, a recuperação da hegemonia estadual, dentro do Beira-Rio. Vamos pra 2007. Libertadores. Aos trancos, especialmente com os jogos em casa, uma final. Contra o mítico Boca. Fracasso, derrotas nos dois jogos e, de novo, o quase. Por aqui, mais um título gaúcho. No ano seguinte, a oportunidade real de um título brasileiro. Como pôde o clube perder aquela taça pro São Paulo, depois de estar onze pontos frente? Até hoje, inimaginável, inaceitável pro torcedor que se esforça pra entender, mas que não consegue. Celso Roth consegue?? Dois mil e nove, nada. Zero de tudo. Dois mil e dez, semifinal de Copa do Brasil contra o Santos, um quase rebaixamento no Brasileirão. A volta por cima com Renato Portaluppi. Ah, e um título gaúcho!

   E hoje? E 2011. Melhor nem falar no ano que ainda se desenrola. Tem gremista preferindo esquecer, olhando de lado, cara fechada. Nhaca pouca é bobagem. Jejum longo, inaceitável pra um clube desse tamanho, dessa grandeza. Concordam??

O QUE A SELEÇÃO TEM A NOS MOSTRAR, SINCERAMENTE??

11 de outubro de 2011 1

Argentina, Uruguai, Chile e Paraguai. Fico só nestas quatro seleções, só pra não me alongar muito. O que elas têm em comum?? Todas, eu escrevi TODAS, jogam de forma oficial uma busca por vaga na próxima Copa do Mundo. Nossa Copa, que por enquanto, só nos causa dor de cabeça e preocupação.

São seleções que bem ou mal, precisam estar na ponta dos cascos, provando a cada rodada das Eliminatórias, que merecem jogar aqui no Brasil em 2014, ambicionando o título máximo do futebol mundial. A Argentina trocou o comando, aposta em Sabella, que revigorou o Estudiantes e pega uma equipe desacreditada após o fiasco na África, com Diego Maradona. A exemplo do Brasil, os argentinos não tem um time definido. São vários jogadores, de relevância e destaque, mas sem que haja um conjunto, uma harmonia e o fundamental, um time formado e escalado. Sabella experimenta, testa, mas num campeonato oficial!!

Os uruguaios sobram. A Copa de 2010, o título da Copa América revigoraram a Celeste. A inveja que me dá, é perceber que há prazer naquilo que eles fazem. Especificando bem: os caras que estão lá, se divertem jogando bola, gostam de defender sua seleção e transformam esse prazer, essa alegria, num futebol vistoso, competitivo, com a alma charrua e de extrema competência.

Já a nossa seleção…difícil descrever o momento de instabilidade e de falta de confiança! Que Brasil é esse, alguém consegue explicar?? Creio que seja algo sem resposta. Infelizmente, perdemos o respeito por nós mesmos!! Nosso time, se é que se tem um time, hoje é movido por interesses e não merecimento. Falta planejamento, clareza, grandeza pra admitir que ficamos pra trás. Recomeçar do zero seria o ideal. Oxigenando o ambiente da CBF, botando “o pingo nos is”, mas não será assim. Não passa de desejo pessoal. Uma pena.

Por hora, pergunto e reflito: O que essa seleção tem a nos mostrar, sinceramente

O CARA É DO RAMO!

05 de setembro de 2011 0

Independente da cor, da preferência, fala a verdade: dá gosto de ver um camisa nove da gema, do ramo, do lugar. Um cara que nasceu talhado pra fazer gol. Sem titubear, sem vacilo. Botar pra dentro mesmo. Um nove de ofício!

A Seleção se ressentia de um centroavante de fato e de direito. Ronaldo Nazário largou. Cansou, engordou e nós, pobres torcedores, ficamos a deriva, sem um cara que chegasse lá e resolvesse. Tentou-se Pato. Fora do seu lugar de origem, não rendeu. Assim como não havia rendido Luis Fabiano, embora de boa participação na Copa passada. Surgiu Damião!

Mano cometeu um erro ao deixá-lo de fora da lista da Copa América. Quis se cercar de jogadores experientes, Fred por exemplo, e deu no que deu! Damião, por aqui, aumentava o repertório. Engrossava a lista de reivindicações por sua convocação novamente. Mano não tinha como não chamá-lo! Convocado, Damião respondeu com o que sabe.

E foi um gol desses que só um nove típico marca. Se deslocando do zagueiro, da marcação, antecipando a jogada com o raciocínio e finalizando sem receio de errar. Afinal, ele está ali, pra isso. Arriscar, mesmo que não dê em nada. Com Damião deu. E, convenhamos, fica bem mais fácil quando se tem jogadores que sabem trabalhar a bola, que sabem municiar o centroavante.

Damião iniciou hoje uma trajetória que se desenha longeva com a camisa verde e amarela. Vamos torcer pra que se concretize. Temos centroavante, o cara é do ramo sim senhor!


O ÚLTIMO QUE APAGUE A LUZ!

02 de setembro de 2011 0

De ontem pra hoje, a estatística dos desempregados treinadores da primeira divisão do futebol brasileiro só aumenta. Foram mais três a perder os cargos. Os motivos, quase sempre os mesmos. Maus resultados, problemas particulares, falta de sintonia com o grupo, etc, etc.

Renato, iria voltar ao Olímpico. Verá Grêmio x Atlético-PR das areias das praias cariocas. Pediu demissão e não reencontrará o ex-clube. Resolverá seus problemas, segundo ele mesmo. Renato, sabemos, estava com saudade do Rio, do calor, da família, do futevôlei, do chope gelado. Ficou um ano transitando entre o frio gaúcho e o paranaense. Um mais rigoroso que o outro. Por certo, cansou.

O “tio Jajão” foi demitido. Joel Santana e sua indefectível prancheta, rendeu muito pouco no Cruzeiro. De empolgante, só mesmo a arrancada quando conseguiu três vitórias em sequência. De lá pra cá, ou perdeu, ou ganhou. E quando ganhou, não convenceu. Joel é unânimidade no quesito folclore. Personagem assíduo nos “youtubes” da vida. Sempre tem um vídeo do Joel satirizado!

Por último, Renê Simões. E ele resistiu bravamente. Aguentou um turno inteiro e mais um jogo. Convenhamos, empatar com o lanterna América Mineiro, em casa, não tinha como durar mais. O time do Bahia é ruim. Elenco de nomes que foram dispensados em outros clube e que foram parar no Pituaçu. Refugos que não deram a chamada liga. Sem contar com o discurso “motivacional” do Renê. Só funcionou pra levar a Jamaica pra Copa de 98 e na Seleção Brasileira de Futebol Feminino.

Fiz um rápido levantamento: Dos 20 times que disputam a primeira divisão, 11 trocaram de técnico.  Tite, no Corinthians, Ricardo Gomes, no Vasco, Caio Júnior, no Botafogo, Luxemburgo, no Flamengo, Felipão, no Palmeiras, Jorginho, no Figueirense, Marcelo Oliveira, no Coritiba, Vágner Mancini, no Ceará e Muricy, no Santos, os heróis da resistência. No mais, são trocas infindáveis, nomes que se sucedem. Um que sai daqui e vai pra lá. Criticado num, salvação no outro. De um dia pro outro, de uma hora pra outra. Banalização total.

Os campeões de trocas: O Atlético Paranaense começou com Adílson Batista, hoje no São Paulo, teve Renato e agora vai de Antônio Lopes. Lopes era do América Mineiro, havia substituído Mauro Fernandes e foi substituído por Givanildo Oliveira.  O Avaí começou com Silas, depois Alexandre Gallo e agora, aposta em Toninho Cecílio. O Cruzeiro foi de Cuca, Joel e hoje confirmou Émerson Ávila. O Grêmio tá nessa lista. Renato, Julinho Camargo e Celso Roth. O Inter também. Falcão, Osmar Loss e Dorival.

Quem vai resistir até o fim? O último que apague a luz!

JANELA FECHA E O FUTEBOL BRASILEIRO RESISTE

01 de setembro de 2011 0

Saudades do espaço. De reencontros como esses. Por mais esporádicos que sejam, são verdadeiros, acima de tudo. Vamos ao tema prosposto.

A janela, famigerada, pra muitos clubes brasileiros, enfim fechou. E com ela, deu-se o fim de especulações e frio nas espinhas dos dirigentes que têm em seus clubes os maiores craques, os melhores jogadores em atividade por aqui. Vejamos: O Inter via, com olhos tortos, a possibilidade de assistir Leandro Damião só pela tv e não mais ao vivo. O maior artilheiro do Brasil se valoriza a cada cabeçada, a cada bicicleta ou bico de chuteira que entra. Não faltaram candidatos. O presidente Luigi não gosta nem de expor publicamente quais ou quantos se esforçaram pra levar o camisa nove. Damião vale muito. Cifras astronômicas. Ninguém conseguiu cobrir o que pede o Inter. Damião fica. Ao menos até dezembro seguirá firme coreografando cada gol em vermelho e branco.

Subindo um pouco. Chegamos ao litoral paulista. Na Vila Belmiro, Neymar e Ganso, são os alvos. A cada semana surgem “propostas” de todos os lados. Nem mesmo com participação fraca na Copa América, somada ao fracasso da Seleção Brasileira, a imagem da dupla de craques do Santos se desvalorizou. Pelo contrário. Neymar e Ganso representam um mina de ouro pros cofres do atual campeão da Libertadores. O Santos agiu rápido. Impulsionou o salário de Neymar a um patamar estilo Europa pra mantê-lo sob a guarda. Deu-lhe plano de carreira. Com Ganso, a ideia da manutenção acabou sendo mais complicada. Nem por isso com um final infeliz. Ganso segue no clube. Joga o Mundial em dezembro. Mas , entre ele e Neymar, o vejo antes fora da Vila Belmiro e será no começo de 2012, acredito.

Na capital paulista, o jogador mais “caro” do futebol brasileiro. Outro precoce. Lucas, que já foi Marcelinho. Voa na meia cancha do time do Adílson Batista. Firma-se como uma realidade bem-vinda na safra de jogadores acima da média do nosso país. Lucas ainda não deslanchou na Seleção. No São Paulo, é ele e mais dez. Vale muito e nenhum europeu, por mais rico e influente que possa ser, teve “bala na agulha” pra retirá-lo do Morumbi. Os são paulinos agradecem.

Fiquei só no exemplo destes quatro, que pra mim, compõem o time de primeira linha. Os tops. Que bom, resistimos bravamente a janela e suas investidas. Que venha a próxima!

DUPLA GRENAL FECHA PARCERIA COM BANCO BMG

15 de junho de 2011 3

Informação de agora trazida pela Rafaela Meditsch, editora-chefe do Diretoria F.C. da TVCOM. A dupla GreNal acaba de fechar parceria com o Banco BMG. Serão R$ 15 milhões de reais por ano para cada um dos clubes estamparem nas camisas a logo marca da empresa mineira que já patrocina boa parte dos clubes brasileiros. Novos tempos!!

RBS ESPORTE ESPECIAL DE PÁSCOA!

23 de abril de 2011 0

Salve gente! Pra quem não viu, pra quem já viu, disponibilizo, na íntegra, o RBS ESPORTE deste sábado. Especial de Páscoa, gravado na cidade de Gramado, terra oficial do chocolate! Aí vai:


BARÇA E REAL: ÚNICO!

06 de abril de 2011 2

   As bolsas de apostas do mundo devem estar em polvorosa. Quem não está. Quem, que gosta, vê, ouve, lê, consome futebol, não se empolga com uma perspectiva concretíssima que se apresenta. Vou além. Mais do que futebolistas natos. Desportistas, acima de tudo, querem ver o jogo histórico que virá. Falo de Barcelona e Real Madrid. Um dos maiores clássicos mundias. Uma das maiores rivalidade mundiais. Dois super times. De craques infinitos e valores estratosféricos. Eles vão se enfrentar, de novo!

    Dirão os mais atentos: “Calma, Jader! Ainda teremos os jogos de volta das quartas-de-final da Champions”. Sei e não imagino destino diferente desse que a semana encaminhou. Os merengues atropelaram o Tottenham, 4 x 0. O Barça, tocou 5 x 1 no Shaktar, expoente ucraniano. Eles jogarão fora. Decidirão fora. Longe das torcidas, a favor do futebol majestoso que apresentaram na ida. Vem aí mais dois shows. Dois resultados que só comprovarão o que já se comenta. Barça e Real, de novo, como disse. Não mais um confronto pra estatística. Barça e Real, numa semifinal de Copa dos Campeões da Europa. E não um, mas dois jogos entre ambos. Duas raras oportunidades de ver os melhores frente a frente. Aulas gratuitas de como se pratica o futebol arte, pragmático de busca incessante por vitórias. Vai ser bonito demais!

   O Barcelona, por exemplo, está a três anos sem perder no quesito posse de bola!! Em qualquer competição de que seja, contra qualquer adversário que seja. Bruno Cassali, editor do esporte aqui da tv e aficcionado pelo futebol europeu, me confirmou esses números espetaculares. E eles têm Messi ponto. Iniesta, Xavi, Busquets, Daniel Alves. O conjunto afinado de Pepe Guardiola, joga fácil, encanta.

   O Real Madrid, maior vencedor da Champions, se escora nos números, na história e na recuperação de um futebol que ficou em segundo plano nos anos anteriores, vencido pelos egos dos “galácticos” que por lá passaram. As estrelas, no entanto, se mantém firme no Real, do marrento, mas competente José Mourinho. Cristiano Ronaldo, enfim jogando e convencendo. Di María, Higuaín. Özil. Um timaço, com outra mentalidade!

   Não vejo a hora da confirmação do confronto. Barça e Real: único!