Também estreia hoje nos cinemas brasileiros Toy Story 3. Completando a trilogia de uma das franquias mais rentáveis (e queridas) dos estúdios Disney/Pixar, o filme mostra a saga dos bonecos liderados pelo cowboy Woody e pelo astronauta Buzz Lightyear, quando eles precisam se adaptar a uma nova realidade. O garoto Andy agora é um adolescente rumo à faculdade, e os brinquedos vão parar numa creche após serem doados. Além dos tradicionais brinquedos entram em cena novos companheiros como um metrossexual Ken, que vira interesse amoroso da Barbie.
Chegou a hora de seguir o coelho branco. Entra em cartaz nesta sexta (23) nos cinemas o aguardado Alice no País das Maravilhas, adaptação cinematográfica de Tim Burton inspirada na obra que Lewis Carroll escreveu no século 19. Um dos cineastas mais criativos da atualidade, responsável por criar mundos líricos e personagens bizarros como nas obras Edward Mãos de Tesoura, A Fantástica Fábrica de Chocolate, Sweeney Todd, A Noiva Cadáver, Ed Wood, entre outros, Tim Burton preferiu modificar detalhes do livro escrito por Carroll. No longa, a Alice não é uma criança quando cai no mundo virado do avesso, como é a Alice do livro, mas uma moça de 19 anos, com uma vaga lembrança de que já esteve lá antes. Em seu caminho personagens como o Chapeleiro Louco, o Coelho Branco, o Gato Risonho, a Rainha Branca, e a tirana Rainha Vermelha.
Visualmente extraordinário, o filme de Burton recria as florestas de cogumelos e desertos devastados em terceira dimensão. Aliás, o filme será exibido nos cinemas em cópias normais e cópias 3D, tendo como desafio superar impacto visual causado pelo Avatar de James Cameron. Alice, é interpretada pela jovem atriz australiana Mia Wasikowska, de 20 anos. Johnny Depp empresta sua loucura e carisma ao Chapeleiro Louco, que tem olhos ligeiramente aumentados por efeitos especiais. Além disso, Helena Bohman-Carter, esposa do diretor, é a Rainha Má, com um corpo minúsculo e uma cabeça gigante, tudo graças à tecnologia, que faz com que Alice seja um filme visual do início ao fim. O resultado desse investimento tem feito os executivos dos estúdios Disney rirem à toa: o longa faturou mais de 200 milhões de dólares somente nos Estados Unidos desde a estreia.
Aqui no Brasil só veremos a visão de Tim Burton para o clássico de Lewis Carroll, Alice no País das Maravilhas, no dia 23 de abril, mas nos Estados Unidos, onde a versão 3D do longa já estreou, os executivos dos estúdios Disney estão rindo sozinhos. O filme já faturou 208 milhões de dólares desde a estreia, na sexta-feira (12). Somente no primeiro dia de exibição, 17 milhões dólares entraram para os cofres do estúdio, o que garantiu o topo das bilheterias no fim-de-semana.
Alice, que tem Johnny Depp, Anne Hathaway e Helena Boham-Carter no elenco, é uma espécie de sequência da história original, onde a heroína, agora com 19 anos, foge seguindo um coelho branco, e vai parar no País das Maravilhas, lugar que tinha visitado há 10 anos.
Conforme a revista norte-americana Variety, o segundo lugar nas bilheterias norte-americano ficou com Zona Verde, drama de guerra com Matt Damon no elenco, que arrecadou cinco milhões.
Aproveitando o sucesso de público (e a tendência) do cinema no formato 3D, eis que a Disney/ Pixar resolveram relançar a primeira animação produzida pelo estúdio, agora com essa nova tecnologia: Toy Story - 3D, chega aos cinemas nesta sexta (26). Para quem não lembra, o filme, lançado há exatos 15 anos, conta a história conta as aventuras do boneco cowboy Woody e do herói espacial, Buzz Lightyear. Além da dupla, outros brinquedos ganham vida e aprontam todas quando não há humanos por perto.
Toy Story 3D permanecerá apenas uma semana em cartaz, dando lugar à sequência Toy Story 2, também reformatado para o formato 3D. O relançamento dois longas é apenas um aquecimento para a chegada da inédita terceira parte da trilogia, cuja estreia está prevista para junho.
A animação Up Altas Aventuras, da Disney/Pixar, vai entrar para a história do cinema como o segundo filme no seu gênero a disputar o Oscar de Melhor Filme. O tabu foi quebrado há 18 anos com a indicação de A Bela e a Fera, em 1992 (perdeu para O Silêncio dos Inocentes). Era uma época anterior ao fênomeno 3D e à animação digital, e o filme que encerrou a fase tradicional da Disney chamou a atenção da Academia, mas levou apenas os prêmios de trilha sonora e canção original.
Já UP Altas Aventuras representa um novo jeito de fazer animação, que começou ainda nos anos 90 com Toy Story e passou as barreiras do lápis e do papel invadindo a terceira dimensão. A simpática e fofa história do velhinho que amarra balões na sua casa para viajar pelo mundo e é obrigado a se deparar com dois "passageiros" indesejados, tem poucas chances de levar a estatueta dourada de melhor filme para casa, mas que a sua indicação já é uma vitória para o gênero, isso é.
Enquanto a gente aguarda com ansiedade a estreia de Alice in Wonderland, adaptação da clássica história infantil pelas mãos do cineasta Tim Burton, os produtores divulgaram hoje na internet novas imagens conceituais do longa. A esperada versão para o clássico de Lewis Carroll mostra o retorno de Alice(a novata Mia Wasikowska), já adolescente, ao mundo mágico que conheceu na infância. No elenco estão Johnny Depp, como o Chapeleiro Maluco, Anne Hathaway, como a Rainha Branca e Helena Bonham Carter como a Rainha de Copas. Além disso, a coroteirista Linda Woolverton disse ao site Yahoo (www.yahoo.com) que o nome do filme vai mudar: o País das Maravilhas ou Wonderland do título original vai virar Underland ou algo como Mundo Subterrâneo. O filme deve estrear no dia 2 de abril no Brasil, incluindo com cópias em 3D.
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