Chegou a hora de seguir o coelho branco. Entra em cartaz nesta sexta (23) nos cinemas o aguardado Alice no País das Maravilhas, adaptação cinematográfica de Tim Burton inspirada na obra que Lewis Carroll escreveu no século 19. Um dos cineastas mais criativos da atualidade, responsável por criar mundos líricos e personagens bizarros como nas obras Edward Mãos de Tesoura, A Fantástica Fábrica de Chocolate, Sweeney Todd, A Noiva Cadáver, Ed Wood, entre outros, Tim Burton preferiu modificar detalhes do livro escrito por Carroll. No longa, a Alice não é uma criança quando cai no mundo virado do avesso, como é a Alice do livro, mas uma moça de 19 anos, com uma vaga lembrança de que já esteve lá antes. Em seu caminho personagens como o Chapeleiro Louco, o Coelho Branco, o Gato Risonho, a Rainha Branca, e a tirana Rainha Vermelha.
Visualmente extraordinário, o filme de Burton recria as florestas de cogumelos e desertos devastados em terceira dimensão. Aliás, o filme será exibido nos cinemas em cópias normais e cópias 3D, tendo como desafio superar impacto visual causado pelo Avatar de James Cameron. Alice, é interpretada pela jovem atriz australiana Mia Wasikowska, de 20 anos. Johnny Depp empresta sua loucura e carisma ao Chapeleiro Louco, que tem olhos ligeiramente aumentados por efeitos especiais. Além disso, Helena Bohman-Carter, esposa do diretor, é a Rainha Má, com um corpo minúsculo e uma cabeça gigante, tudo graças à tecnologia, que faz com que Alice seja um filme visual do início ao fim. O resultado desse investimento tem feito os executivos dos estúdios Disney rirem à toa: o longa faturou mais de 200 milhões de dólares somente nos Estados Unidos desde a estreia.






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