Falei muito aqui da falta de um planejamento de marketing no Joinville. Muitas barabaridades que acontecem por lá poderiam ser evitadas. Mas, nesta quinta, descobri que o clube tem sim um diretor de marketing.
Ele se chama Carlos Grendene. Bem, deve apenas ocupar o cargo, porque nunca aparece no clube. Porque nunca fez nada pelo clube.
Tudo bem que ele não recebe nada, mas para quê colocaram o cara lá?
Cadê o Grendene que não aparece?
Agora, o Joinville deve anunciar um novo diretor de marketing. Só estão esperando o Grendene aparecer para comunicar que ele está fora.
Pô, aparece logo aí.
O novo diretor - pelo menos é o nome citado nos bastidores da Arena - é Fernando Matos. Ele é funcionário público da receita federal e mora em Florianópolis. Ops! Florianópolis?
Não sei o currículo dele, mas ter nesse cargo alguém trabalhando de graça não dá. Pode ter sim um diretor de marketing sem salário para gerenciar tudo. Desde que contrate profissionais qualificados e pagos para a função.
E o presidente do conselho deliberativo, cadê? Antes via o doutor Valdir Steglich quase que diariamente na Arena. Depois que o filho dele, ex-zagueiro do JEC, Gustavo, brigou com o ex-técnico do JEC, Leandro Campos, e os dois foram mandados embora, Steglich desapareceu.
Ops! Ele é presidente do conselho. Aparece aí!
Parece estranho falar em marketing e em conselho deliberativo de um time de futebol nessa hora. Estranho? Que nada. Pode ser para quem não acompanha a rotina do clube. Acompanhar não é ler blogs e comunidades.
Quando falamos e mostramos coisas erradas, é porque elas existem. Falar depois que o clube tropeçou e caiu mais uma vez como um bêbado é covardia.
