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Posts do dia 19 outubro 2011

Ingressos nesta quinta

19 de outubro de 2011 8

A venda dos bilhetes para JEC x Chapecoense começa nesta quinta, às 14 horas, em Joinville, nas lojas Toca do Coelho da Arena e do Shopping Mueller. Em Pirabeiraba, a venda será na Lotérica Auto Sonhos, na Rua Olavo Bilack.

Sem promoções:
Os preços são R$ 30 (arquibancada), R$ 40 (cadeiras nível 1) e R$ 50 (nível 2).

JEC volta aos trabalhos

19 de outubro de 2011 3

Após muito comemorar o acesso para a Série B, o Joinville retornou às atividades nesta quarta-feira. Pela manhã, o time se reapresentou na Arena. Durante a tarde, Arturzinho comandou um trabalho técnico, em campo reduzido, no CT do Morro do Meio. Domingo, a equipe enfrenta a Chapecoense, na Arena.

JEC encara chuva no retorno às atividades no Morro do Meio

Homenagem do Frank ao JEC

19 de outubro de 2011 0

Baixe o wallpaper do acesso do JEC à Série B

19 de outubro de 2011 1

Depois de sete anos fora da Série B o Joinville está de volta a segundona do brasileiro. E o torcedor pode deixar seu computador com a cara do JEC baixando o Wallpaper do time.

Tamanho 800x600

Tamanho 1024x768

Tamanho 1280x1024

Caderno especial: folheie a versão digital

19 de outubro de 2011 2

O caderno especial produzido pela equipe do jornal A Notícia e publicado na terça-feira também tem uma versão digital.

Para ter a sensação de folhear as páginas, basta clicar na imagem abaixo e ver o caderno na tela do computador. Mais um presente do AN para o JEC e sua torcida bem feliz!

"Vamos manter os pés no chão", diz presidente do JEC

19 de outubro de 2011 16

O presidente do JEC, Márcio Vogelsanger, é, antes de tudo, um torcedor apaixonado. Mas na maioria das vezes precisa pensar mais com a razão do que com a emoção. Além disso, precisa deixar um pouco o lado profissional e, principalmente, o familiar de lado. Tudo para manter um clube da estrutura do Joinville.

“Quem se sujeita a isso precisa estar preparado para as críticas e abrir mão do lazer para cuidar do clube”, disse o presidente. Na terça, depois da festa, Márcio mostrava ser uma pessoa mais calma. O acesso também aliviou a tensão na diretoria, que agora tem uma outra grande missão pela frente.

“A Série B é outro mundo, outra realidade. Vamos dar continuidade no trabalho de manter os pés no chão, sem loucuras”, afirmou.

Sonho da Série A

“Sempre que entra numa competição, você tenta ganhá-la, é o óbvio. A nossa torcida, de uma certa forma, pode criar uma expectativa, já que em dois anos o JEC saiu de série nenhuma para a Série B. Pode parecer que é fácil de acontecer e criar a ilusão de que ano que vem vamos para a A. Não é assim que funciona no futebol. O que conseguimos é algo quase que inédito. O que precisamos é manter os pés no chão, estruturar o clube.”

Expectativa

“Foi acima da nossa expectativa. Nosso objetivo inicial era permanecer na Série C, senão o Joinville cairia num desastre sem precedentes. O trabalho foi muito bem feito pelo Arturzinho junto com o grupo. Sentimos que o grupo estava focado nessa condição de subir e o resultado foi acima do esperado.”

Reforços e renda

“Sobre os reforços, devemos nos reunir a partir da próxima semana e começar a montar um plano. O ideal é manter a base, mas a gente sabe que os jogadores se valorizaram também. Garanto que não vamos fazer nenhuma loucura para inviabilizar o clube. E temos que valorizar sempre as empresas que estiveram conosco. Quando não subimos na Série D, no dia seguinte todos os patrocinadores deram um voto de confiança.”

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Arturzinho

“A chegada dele foi uma incógnita na época. Eu disse até que não sabia se a demissão do Giba era uma decisão certa, mas eu via que precisava mudar porque eu não percebi uma evolução do Catarinense para o início da Copa Santa Catarina. A gente confiava no grupo, sabia que tinha chances de chegar. Então contratamos o Arturzinho pelo perfil e pelo passado que ele tem. Mas foi uma grata surpresa a maneira como ele dirige, como trabalha, e estamos muito satisfeitos com o que vem apresentando.”

Torcida e contas

“A gente assumiu com 2 mil sócios. Agora temos 6,5 mil e nosso desafio é chegar a 10 mil. Durante a Série C, se compararmos o JEC com os outros clubes, estávamos bem à frente em termos de público. Isso nos ajudou porque os custos de viagem, de hospedagem e a própria participação é muito alto. Dá para fechar as contas do segundo semestre no azul. Mas o problema é que no primeiro semestre tivemos um prejuízo.”

Espera de sete anos intensifica clima de euforia entre torcedores, avaliam especialistas

19 de outubro de 2011 0

Joinville está numa boa com seu time do coração. O clima de euforia e entusiasmo era visível pela cidade na terça-feira. Não faltaram pessoas desfilando com camisetas do Tricolor, declarações de amor em cartazes e até bandeiras nas janelas.

A conquista da vaga para a Série B levou a autoestima do torcedor joinvilense, que estava em baixa nos últimos anos, lá para cima. É um sentimento que, segundo as psicológas Cláudia Leone Fusinato e Maria Luiza Souto Hillbrecht, tornam a semana do joinvilense mais feliz.

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“É natural que algo que te deixe feliz, como a vitória do seu time do coração, traga uma sensação de bem-estar”, afirma Cláudia. “É a mesma sensação de um emprego novo ou um namorado novo. Aquela alegria que contagia as pessoas que estão ao redor”, completa.

Para ela, a vitória do JEC e a conquista da vaga na Série B são sinônimos de uma semana muito mais produtiva no trabalho e mais animada na vida pessoal. Maria Luiza diz que é uma característica do torcedor brasileiro colocar algumas expectativas da vida sobre futebol. “

Mas, nesta segunda-feira, a gente percebeu que foi diferente. A gente trabalha perto do Mercado Público e eu vi o mar de gente que foi até lá.” Ela comentou que a autoestima realmente aumenta, ainda mais que o jogo tinha uma carga emocional ainda maior do que a de uma partida comum.

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“Fica uma sensação de euforia pelo menos até o fim da semana. Não que na semana que vem o torcedor fique triste, só que a euforia passa”, comenta. Até mesmo os problemas do dia a dia ficam menores em dias como estes.

“A gente via a carreata, aquele congestionamento grande e, quando um motorista buzinava, o outro retribuía. Em um dia normal, se isso acontecesse, corria o risco de ser xingado”, afirma Maria Luiza. Para ela, o futebol tem outra característica distinta.

“A gente vê pessoas de diferentes classes sociais, credos, cores, todos com o mesmo uniforme, torcendo pela mesma coisa. Esse desejo coletivo da vitória se transforma em prazer a cada gol, a cada conquista.”

Arturzinho fala do trabalho e da emoção de levar Joinville para a Série B do futebol brasileiro

19 de outubro de 2011 19

Artur dos Santos Lima tem apenas 1,62 m. Mas costuma se agigantar em campo. Desde a época de jogador, com passagens por grandes clubes como Fluminense, Vasco, Corinthians e Botafogo, ele se destacou como um líder. Daqueles que fogem dos discursos prontos, responde sem titubear.

Quando chegou no Joinville, conseguiu fazer com que todos entendessem sua filosofia, mostrando coerência e aliando técnica a discursos motivacionais. “Eu acredito que o lado psicológico pode representar até 50% da vida de uma pessoa”, afirma o treinador que levou o JEC à Série B.

Ainda cansado da viagem e da festa, atendeu “A Notícia” no hotel em que fica hospedado em Joinville, e lembrou das principais passagens no período que está à frente do JEC.

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Estrategista?

“O treinador é um pouco de tudo. Eu costumo dizer que o bom treinador precisa ser bom taticamente, ser bom na prática e no trabalho do dia a dia. Ser bom teoricamente e didaticamente, porque as pessoas precisam assimilar aquilo que você acha que é certo.”

Segredo do time

“São vários. Conseguimos resultados iniciais e o grupo começou a acreditar naquilo que foi passado para eles. Sempre trabalhamos para classificar à Série B. Em determinado momento, os resultados foram combinando. Eu acredito muito em três fatores na vida para você conseguir seus objetivos: trabalho, competência e uma boa dose de sorte para que as coisas aconteçam.”

Clima na cidade

“Com toda a sinceridade, eu prefiro não me transferir para esta situação. Eu foco no jogo, vejo a responsabilidade que nós temos dentro da partida. Se nós começarmos a analisar que uma cidade depende da nossa capacidade, do nosso resultado, isso pode se transformar numa responsabilidade muito grande e não sei se estaríamos preparados.”

Lágrimas no DF

“Eu sou muito sensível, muito chorão. Por mais que eu já tenha conquistado, é sempre uma emoção diferente. É difícil eu chorar na derrota. Mas quando vêm os triunfos, me emociono facilmente. É uma forma de agradecer a Deus pelas coisas alcançadas.”