Qual a importância para o clube terminar a temporada com um título e o retorno à Copa do Brasil?
É importante porque o JEC terá um calendário melhor. A volta à competição mais democrática do País é boa porque trará mais visibilidade e ajudará a buscar mais parceiros para aumentar a receita. Fechou um ano em que o clube se firmou no cenário nacional, a conquista vai valorizar ainda mais os jogadores e o time.
Qual o balanço que você faz de 2012?
Foi um ano bom. O desempenho no Catarinense foi normal, já que a prioridade era se acertar para a Série B. E foi na Série B que o JEC se superou e fez uma campanha melhor do que eu esperava. Eu tinha um certo receio porque fazia oito anos que o clube não disputava a competição e não sabia como iria se portar. No fim, fez um trabalho bom, em nenhum momento ficou perto da zona de rebaixamento. Pelo contrário, chegou até a vislumbrar uma acesso à Série A. E ainda terminou com o título da Copa Santa Catarina, que tem um modelo que eu acho que precisa ser revisto.
Sobre o Catarinense 2013, dá para vislumbrar uma possibilidade de título?
Acredito que sim. O campeonato é um dos mais equilibrados do Brasil e vejo, além do JEC, Figueirense, Avaí, Criciúma e Chapecoense com chances de brigar por este título. E ao contrário deste ano, acho que o Joinville terá mais condições em 2013. A temporada que acabou deu moral para o clube, trouxe respeito e prestígio. Isso será importante para que a diretoria busque mais recursos e consiga montar um elenco qualificado.
