
Atacante Bruno Rangel
Nem corporativismo, nem bairrismo. O JEC que quer estar na Série B do Brasileiro do ano que vem é prático. Observa cenários. Por isso, pensando no futuro, vai torcer para o Ipatinga contra a Chapecoense, que se enfrentam amanhã, em Minas Gerais. Torcerá por um mineiro, e não por um clube coirmão catarinense. Vitória do Ipatinga ou empate favorecem o JEC. Se estes resultados se concretizarem, o Tricolor precisará de uma vitória sobre o Brasiliense, na segunda-feira, para confirmar o acesso.
“Eu não gosto de torcer para um ou para outro, mas como é o resultado que vai nos ajudar, fico na torcida pelo Ipatinga”, afirma o atacante Bruno Rangel. Quando o JEC chegar a Brasília, na noite de sábado, ele afirma que irá se informar sobre o resultado do outro confronto.
Apesar da proximidade do acesso, o atacante, assim como seus companheiros, prega o discurso da humildade.”É preciso manter os pés no chão. A equipe ainda não conseguiu o acesso, então, continua a mesma coisa. Temos que trabalhar com tranquilidade e humildade”, define.
Nesta semana, todos os jogadores entrevistados repetiram esta frase como um bordão. A ideia de que o clube já garantiu o acesso é refutada por todos, que acreditam que não é hora de se falar em favoritismo.
Outro bordão adotado pelo time é o cuidado que se precisa ter contra o Brasiliense. A vitória de domingo já ficou no passado e agora todos se preocupam com o jogo de segunda-feira, que pode ser decisivo para a conquista da vaga. “Vai ser um jogo muito mais difícil. Será o jogo da vida deles, então temos que tomar cuidado”, alerta Bruno Rangel, que abriu o placar na goleada por 4 a 1 sobre o mesmo Brasiliense, na Arena.